Curso Online de ORATÓRIA 3
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Curso Online de ORATÓRIA 3

Nesse curso vamos aprender sobre: SEDUÇÃO: A QUEM, O QUE, COMO DIZER? O QUE OUVIR? SABE COM QUEM VOCÊ ESTÁ FALANDO? RECURSO PARA ABORD...

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Nesse curso vamos aprender sobre:

SEDUÇÃO: A QUEM, O QUE, COMO DIZER?
O QUE OUVIR?
SABE COM QUEM VOCÊ ESTÁ FALANDO?
RECURSO PARA ABORDAGEM E PERSUASÃO: FIGURAS,
ARGUMENTOS SUBJETIVOS,
IDENTIDADE,
COMPARAÇÃO,
ANALOGIA,
TRANSITIVIDADE,
CONTRADIÇÃO,
PARTE/TODO,
ENTIMEMA, VALORES,
ARGUMENTOS LÓGICOS, SUCESSÃO,
COERÊNCIA

TSS - Troubleshooting Strategist; Consultor em Pesquisa Institucional (E-mec/Inep); Educador e Professor; Palestrante, Autor e Advogado, OAB/MG 94.245. Consultor na área de TSS: Troubleshooting Strategy em Desenvolvimento Educacional, Incremento Profissional, Treinamentos Motivacionais, Recursos Humanos, Neurolinguística, Coaching e Mentoring para colaboradores, profissionais e estudantes, com sólida vivência como palestrante, elaborando e ministrando cursos diversos na formação de líderes, por uma busca constante pela excelência em resultados de curto, médio e longo prazos. http://2013ricardoaugusto.wix.com/svrge


- Mário Fernando Da Silva Rego

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  • ORATÓRIA 3

  • Nesse curso vamos aprender sobre:

    SEDUÇÃO: A QUEM, O QUE, COMO DIZER?
    O QUE OUVIR?
    SABE COM QUEM VOCÊ ESTÁ FALANDO?
    RECURSO PARA ABORDAGEM E PERSUASÃO: FIGURAS,
    ARGUMENTOS SUBJETIVOS,
    IDENTIDADE,
    COMPARAÇÃO,
    ANALOGIA,
    TRANSITIVIDADE,
    CONTRADIÇÃO,
    PARTE/TODO,
    ENTIMEMA, VALORES,
    ARGUMENTOS LÓGICOS, SUCESSÃO,
    COERÊNCIA

  • Quem diz?

    A pessoa que fala afeta enormemente a credibilidade e, consequentemente, a probabilidade de aceitação do conteúdo. Além disso, sua posição e a relevância do assunto interferem diretamente no juízo de valor feito pelos que escutam. Tentar parecer imparcial pode funcionar bem para pessoas desconhecidas e sem qualquer relação entre si, da mesma forma que um contexto mais familiar poderá pedir uma posição pessoal mais incisiva.

  • Quem diz?

    A adesão às ideias que nos são apresentadas não advém tão somente de seu respectivo conteúdo, mas também da autoridade de quem introduz os argumentos.

    Independentemente da essência do indivíduo que discursa e de seus antecedentes, o auditório (ou interlocutor) se atentará mais ao que demonstrará naquele momento do que as impressões prévias, tanto do ponto de vista ético, técnico ou comportamental.

  • Quem diz?

    A própria aparência de quem possui a palavra é relevante. As vestes, o cuidado, a vaidade, tudo pode atrair a simpatia de quem ouve, facilitando o processo de aceitação da mensagem.

    Da mesma forma, uma imagem modesta e com grande identificação com o público pode transmitir a impressão de familiaridade e domínio do contexto no qual estão inseridos.

  • Quem diz?

    Aquele que está com a palavra está sendo constantemente questionado e avaliado. Logo, quem ouve tende a receber melhor os argumentos conforme perceba domínio do conteúdo para apontar a resposta mais coerente e razoável, seu suporte de fundamentação racional, bem como a boa vontade de apresentar tal resposta de forma honesta e sincera, sem distorcer os fatos.

  • O que se diz?

    As instituições que pregam certo dogmatismo tendem a fazer seus discursos de maneira dualista, discriminando posturas e pensamentos certos e errados, positivos ou negativos.
    Ao restringir a gama de opções, o intérprete é levado a criticar apenas as alternativas que lhe chegam, sem ter como construir um pensamento próprio.

  • O que se diz?

    Inclusive, em alguns casos, o conteúdo e seu valor não precisarão sequer da anuência de quem o apresenta. Um vendedor não precisa confiar na qualidade do produto para enaltecer suas qualidades e persuadir um comprador a obtê-lo.
    De fato, os argumentos que convenceram o orador num primeiro momento podem não funcionar com o público para o qual fala, devendo adaptar seu discurso se pretender obter a adesão.

  • O que se diz?

    Contudo, a natureza do objeto em discussão afeta a forma de abordagem e complexidade do processo argumentativo.
    Experiências práticas e opiniões podem ser contestadas em razão de um contexto, possível engano ou explicação convincente.
    Agora crenças e valores são mais enraizados na personalidade, de modo que em muitos casos a discussão não terá fim ou utilidade.

  • Como se diz?

    Um diálogo pode possuir um viés, ainda que inconsciente, no qual uma das partes tenha o objetivo de influenciar a outra no seu modo de pensar e agir. Para isto, utilizará recursos linguísticos e metalinguísticos, preenchendo o conteúdo de sua fala com argumentos tendenciosos, visando a persuasão

  • Como se diz?

    Uma tática muito utilizada para obter adesão é direcionar esforços no aspecto sentimental dos ouvintes.
    Tom de voz, música ambiente e teor do discurso podem ensejar uma sensação de desconforto em relação a uma determinada escolha, sendo contrapostos pela linha que se pretende defender, a qual é associada a uma sensação de alívio.
    Intimidar e amedrontar apontando riscos de uma opção pode ser mais eficaz do que tentar mostrar os benefícios de outra escolha.


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