Curso Online de A Razão cultural dos temas  pós-modernos

Curso Online de A Razão cultural dos temas pós-modernos

1. ERAS DA LITERATURA 2. A ETNIA PÓS-MODERNA 3. ESTUDO DE TEXTOS 4. RAZÃO CULTURAL DOS TEMAS PÓS-MODERNOS 5. SINONIMOS BIOGRA...

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1. ERAS DA LITERATURA

2. A ETNIA PÓS-MODERNA

3. ESTUDO DE TEXTOS

4. RAZÃO CULTURAL
DOS TEMAS PÓS-MODERNOS

5. SINONIMOS BIOGRAFICOS

6. JORNALISMO CULTURAL

7. AUTOBIOGRAFIA

José Vieira Cabral Nasceu no dia 25 de agosto de 1.960 em Xambrê, Paraná, viveu ali até os seus oito anos de idade e depois os seus pais se mudaram para Maringá no mesmo Estado. E aos 19 anos mudou-se para São Caetano do Sul, Região do Grande ABC, São Paulo, onde permanece até o presente momento. O Autor/produtor foi comerciante a maior parte de sua vida, mas também trabalhou como empregado em algumas Empresas: Foi Administrativo e Encarregado de obras Civis, tendo como formação (Mestria em Construção Civil) e, mais de 100 Cursos de diversas áreas. Como Escritor e pesquisador escreveu diversas Obras Literárias e Didáticas: É fundador da Livraria e Editora Virtual Cabral Veríssimo (seu nome artístico) e pertencente ao Clube de autores. O seu Site:(ciacabralverissimo.loja2.com.br), onde produz os seus Livros e Cursos online para a plataforma da (www.buzzero.com/autores/jose-cabral).



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    A RAZÃO CULTURAL
    DOS TEMAS PÓS-MODERNOS

    Ciências Humanas
    LITERATURA
     
    Todos os direitos
    Reservados do Autor
    José Vieira Cabral,
    CABRAL VERÍSSIMO,
    Autoria.
     
    Livraria e Editora Virtual
    Cabral Veríssimo i-Ltda.
    CNPJ: 17.698.240/0001-04
    São Caetano do sul – SP
     
     http://cabralverissimo.loja2.com.br
    cabralverissimo@yahoo.com.br

  • ERAS DA LITERATURA
     
    A Era Literária é a divisão e codificação das obras literárias em determinado momento histórico; Falando No caso do Brasil, tivemos ai duas Eras Literárias:
    Sendo a primeira - A Era Colonial: correspondente às obras produzidas no Brasil colônia, de 1500 a 1822, com a Literatura de Informação, referindo-se a literatura dos Jesuítas, e a escola Literária do Barroco e do Arcadismo com um período de transição chamado Pré-Romantismo e, a segunda que é a “Era Nacional”, correspondente às obras produzidas depois da independência até os nossos dias, onde aparece a Escola, Romântica, Realista, Simbolista e Moderna (Modernismo).

    Muitos estudiosos dão a replica aos críticos, que chamam a produção contemporânea de Pós – Modernismo. Porém, isso é realmente uma visão autêntica do que está ai, quais os dois trilhos de uma linha férrea, que se aparelha: De um lado: as linhas então terminando, e d’outro: estão começando para prosseguir a viagem... Tem-se por certo, que ambos os lados estão adequados ao espaço (terminal e inicial).

    A cultura pós-moderna, já entra na terceira “Era literária”; Onde a visão de alguns alcança somente até a ponta da linha... Mas a visão de outros prossegue mais à frente, vendo a terminal e inicio de uma terceira fase, dessa divisão sistemática de “Eras”; onde inicia uma nova divisão sucessora com os renovos sistemáticos e atualizados ao comportamento humano, que prossegue a linha do futuro inevitável dessa nossa espécie, imprimindo uma Cultural com a evolução atualizada a época vigente, numa composição de temas ainda em construção Literária a se definir...
     

  • A ETNIA PÓS-MODERNA
     
    O visualismo pós-moderno, ainda sustenta a carga da evolução pré-moderna, acrescida de conquistas de ponta na qual o modernismo o traz consigo, em honrados ombros envelhecidos, devido às coisas repetidas frisando a sua existência: mas quanto às inovações artística, científica e etc., os novos rebentos já frisam o nascimento de uma “Nova Era” onde o visualismo pós-moderno, se revela!
    E como se justifica isso? Na demonstração de apuros visuais de formas e materiais aplicados num movimento unânime da geração contemporânea: não só em obras artísticas e cientificas e, etc., mas na própria manifestação de vida humana e suas coisas complementares...
    Há nessa geração um suspiro esvoaçador... Revelando exigências de perfeição em tudo que transita a vida ao consumo de roupas e objetos e, etc. (extraída do apuro de um espírito perceptível).

  • Observa-se... O invoco instalado na intuição pós-moderna espalhada no mundo inteiro; que por um lado, honra o “pai modernismo” (já um cansado da sobrecarga de ideias antigas); e por outro lado, já acrescentando as últimas visualizações globais com o afinco do “pós”.
    O visualismo é um movimento que honra tudo isso (sobrevivendo daí) qual o filho, que sendo ajudado pelo o pai conclui os seus estudos, mas sempre procurando gerar coisas novas, indispensáveis para a mudança já prognosticada pela a evolução dos tempos, sobreposta aos sucessores do andamento...
    Nesse andamento, quem não pode voar... Que navegue, nade, pule, ande, role, rasteje, escorregue... Há um variado meio de locomoção de corpos (...). Para avançar ao menos um pouco, saindo do modernismo e, escorregando para o pós-modernismo numa manifestação de movimento visual de evolução da própria espécie humana.
    Diante a tal rebolo do tempo, tudo se evolui ou se acaba por uma consequência humana ou, de natureza misteriosa, mas cada qual deverá fazer a sua parte dentro do espaço de existência de vida e, o espaço intelectual da vocação que possui, contribuindo assim com a cultura nacional.

  • ESTUDO DE TEXTO:

    Tope 01/A
    (Vocação)
     
    Estava eu em horas paradas...
    Quando a solidão amortece a vida,
    Para reviverem tempos vividos;
    Quando então me surgiu um sol...
    E ele se inclinava e vinha rumo a sul,
    Sobejando-me raios dourados,
    Sob um céu azul,
    A me banhar com sábios talentos,
    Sobre os meus valores miúdos...
    - enriqueceu-me com ilustres conteúdos!...
    - Eram toques d’ ouro como linda Appoggiatura,
    Fazendo do gemido a valiosa literatura!
    - Trago no peito hospitaleiro,
    A estética de um poeta brasileiro.
     

  • Síntese do tope 01/A

    A vocação verdadeira traz em si, o reflexo de uma visualização mística justaposta à visualização dos cinco sentidos...
    E as obras são testemunhas da sua existência (antes num campo invisível), mas depois visualizada no campo visível.
    É claro! Que no mundo invisível também poderá ser visualizada, mas unicamente por aqueles que são os portadores, numa posição mística do sexto sentido.
    A vocação imprime o resumo de cada episódio, vivido ou não, pois a realidade expressa artes e ciências... E, a ficção cria o inexistente de uma visualização oca... Ou ainda, com verdades boiando sobre salivas na língua, que sobe do queijo e desce do céu da boca.
    A alma inspirada se revela na fala, no olhar, no cheiro, no ver, no tato, no comer saboreando o gosto. Ai está o sentido de todas as vocações; Criando e edificando o mundo em castelos reais da evolução: Pulando e pulando... Sempre buscando novas criações e ajustes de melhoria naquilo que há em circulação existente.

  • Tope 01/B
    (A busca de conteúdo interior)
     
    Então, busquei conhecimentos profundos,
    Para ilustrar os meus próprios desígnios...
    Registrando os momentos!
    Mas considerei as expressões profundas...
    E as mais singelas, importantíssimas a nossa vida!
    - observei algumas almas...
    Que transbordavam o fulgor de preciosos momentos!
    E outras que, desfiguradas pela constante amargura...
    Quase inconsoláveis, exprimiam penosos gemidos...
     
    Às vezes me assento e debruço
    Ao encosto duma cadeira, cansado em sonhos!...
    Transbordando ideias recentes e antigas!
    E, com os olhos quase vendados,
    Pelas pálpebras umedecidas...
    Mergulho os meus pensamentos
    No íntimo dos tempos...
    Revivendo os momentos singelos e profundos...
    Para tirar dali, agros ou doces sumos,
    E derramar aos contextos poéticos.
     

  • Síntese do tope 01/B

    A busca de conteúdo interior se refere às inovações buscadas dentro do próprio conteúdo de alma: tanto de vocação quanto de experiência de vida; Pois a vida oferece diversificados níveis de visualização social: Nível escolar, _ de poder aquisitivo, _ de região em que fora criado.
    Sabemos que há uma diferença incrível de conteúdo apreendido por pessoas comuns, vividas em regiões diferentes, até mesmo dentro de um mesmo País. E quando se fala de quem tem dotes especiais para apreender as coisas e depois as imprimir em formas de arte (qualquer uma delas), então se nota diferenças de interior humano (na visão do mundo e na dimensão vocacional).

  • Tope 01/C (Etnia vocacional)
     
    (...), O poeta rabisca... Aperfeiçoa!
    Sofre e examina - aprende e ensina!
    - busca o conhecimento e a prudência o ilumina...
    A cavalgar pelas paginas sofrida de sua sina.
     
    Ultrajado muitas vezes,
    Pela insensibilidade de certos críticos,
    Que trazem consigo a má virtude de criticar,
    Aqueles que se desdobram com sensibilidades
    Para realizarem suas obras, deixando rastros visíveis!
     
    O poeta garimpa... Encontra e lapida preciosas pedras,
    - depois cavalga pelas páginas de diversos livros;
    Talvez, montado num cavalo branco guerreiro,
    Com sua expressão forte
    De um invencível cavaleiro!
     

    - cavaleiro que encontrou no garimpo o ouro
    E crê... Que é de infinito valor!
    Mas nem sempre ele mesmo vê
    A força do exemplo que é!
    - porém; outros verãos nos dias vindouros...
    Todos os seus exemplos
    De força, esperança e fé.

    A alma do poeta não morre...
    Ela vive estendida nas paginas dos livros,
    Para avivar o conhecimento de todos aqueles que,
    Busca conhecimento dentro da cultura.
     
    As obras de um poeta são imortais!...
    Elas estarão sempre circulando na sensibilidade humana;
    Discernindo essa esplendida luz!
    Que é o conhecimento da nossa cultura.
     

  • Síntese: Se a etnia se refere à junção de um grupo biológico e cultural: temos ai o estudo de seres vivos e suas relações... Fazendo a somatória de coisas (biológica cultural e experiência de vida).
    Analogicamente, a vocação nasce e cresce nessa mistura sistemática: lutando e buscando o seu espaço no mundo da arte, ciência e etc. E, dentro dos seus direitos e razão se punha no lugar de um ser humano, mas com cabeça divina, ajustada ao sexto sentido.
    Considera-se; que a razão é um bem de direitos já conquistados pelo comportamento humano, e registrado, como volume e medida de moldagem para exemplificar, igualmente, outrem.
    Essa faculdade espiritual própria do homem, pela qual o faz chegar pela concepção das ideias universais, tem uma virtude tal e qual, capaz de estabelecê-la como unidade, de identidade, de causa, de substância.
    A razão é uma faculdade de conhecer; é o bom senso, a justiça, o direito, e também a lei moral, a causa, o motivo; prova por argumento: O Conhecimento!
    A razão das coisas está constituída por levantamentos ortodoxos, às quais estabelecem uma visão poligonal do homem e suas relações, na fixação de uma medida, do que há de melhor dentro da verdade do bem.

  • A razão assume uma posição positiva na existência humana: ela é o equilíbrio do comportamento social, familiar, religioso etc.: Isso é, quando o individuo se enquadra no conjunto de atitudes e relações de seu meio social.
    A razão é uma luz posta em alto lugar, para defesa do indivíduo, quando exercita no meio social legítimo; que executa as leis nacionais ou internacionais; quando alguém está intrometido em meios antissociais, de exercícios clandestinos, sua razão é apagada por golpes baixos e visto pela sociedade de exercício legal (já um pouco tarde!).
    O indivíduo deve recuar-se sempre, dos lugares escabrosos, dos comportamentos escuros, de homens insensatos, boxadores de ruínas, para si e para a sociedade.
    Se o que tem luz estiver com luzes; receberá apoio da razão na causa que defende, de outra forma, uma hora ou outra: será apanhado da sua altura, pelos defensores das leis que advogam e julgam segundo a razão.


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