Curso Online de Desenvolvimento poético

Curso Online de Desenvolvimento poético

I. A SENSIBILIDADE POÉTICA II. CRIAÇÃO DE TEXTO III. COMO LAPIDAR UMA POESIA IV. OS TIPOS DE TEXTOS V. TEXTO NARRATIVO VI. TEXTO DESCRIT...

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I. A SENSIBILIDADE POÉTICA
II. CRIAÇÃO DE TEXTO
III. COMO LAPIDAR UMA POESIA
IV. OS TIPOS DE TEXTOS
V. TEXTO NARRATIVO
VI. TEXTO DESCRITIVO
VII. TEXTO DISSERTATIVO
VIII. EXEMPLOS DE POESIAS

José Vieira Cabral Nasceu no dia 25 de agosto de 1.960 em Xambrê, Paraná, viveu ali até os seus oito anos de idade e depois os seus pais se mudaram para Maringá no mesmo Estado. E aos 19 anos mudou-se para São Caetano do Sul, Região do Grande ABC, São Paulo, onde permanece até o presente momento. O Autor/produtor foi comerciante a maior parte de sua vida, mas também trabalhou como empregado em algumas Empresas: Foi Administrativo e Encarregado de obras Civis, tendo como formação (Mestria em Construção Civil) e, mais de 100 Cursos de diversas áreas. Como Escritor e pesquisador escreveu diversas Obras Literárias e Didáticas: É fundador da Livraria e Editora Virtual Cabral Veríssimo (seu nome artístico) e pertencente ao Clube de autores. O seu Site:(ciacabralverissimo.loja2.com.br), onde produz os seus Livros e Cursos online para a plataforma da (www.buzzero.com/autores/jose-cabral).



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  • Introdução

     Meu caro amigo e aluno recém-matriculado neste Curso de poesia... Desejo-lhe uma boa sorte no aprendizado e que lhe sirva de base de desenvolvimento a vocação, tanto de interprete quanto a de poeta.
    Todas as obras de artes que o seu autor, não a mate, estará reservada para assumir o seu valor e espaço... Pois aquilo que parece ser sem valor no momento, Poderá ganhar grande destaque na sociedade e até mesmo dar o xeque-mate, alcançando uma reputação elevadíssima no mundo das artes.
    Quantas obras que pareciam mortas ressurgiram das cinzas – cheias de graça! E, quantas obras se propagaram em grande espaço e depois morreram abafadas ao traiçoeiro mormaço... E o seu Criador, ficara depressivo pela a traça que propagara, no seu campo psicológico.

  • O destino das coisas não está em nossas mãos como às vezes nos parece: Uma parte, sim! Mas a outra, poderá se erguer a elevadíssimo valor e brilho na sociedade - ou simplesmente se escorregar ao sabão do descaso pela a percepção dos observadores...
    O Artista deve estar pronto para o pior... E se por acaso lhe vier o melhor dos resultados, então comemorará a vitória do vigente enlace, como uma Dádiva de Deus, ainda que lhe aplicasse todos os seus esforços! Porque nem sempre o esforço, floresce.
    No entanto, aconselho os portadores de Inspirações poéticas e outros gêneros de artes - que nunca aborte uma obra – isso é pecado ao Juízo da intelectualidade ( Perícia que discerne cada gênero de Arte).

  • A sensibilidade poética de interprete
    A sensibilidade poética é um valor que se adquiri através da leitura e interpretação de textos, mas para isso é preciso investigar os sinônimos das palavras que não as conhece, esclarecendo-as na mente para que se conclua o significado de um texto (no caso, o poético).
    Isso também não significa que todos os leitores de literatura vão se tornar um perito no assunto, pois a sensibilidade não deixa de ser uma vocação que está na pessoa.
    Todavia, qualquer pessoa que lê e analisa aquilo que leu, encontra possibilidade de melhorar o seu discernimento, ainda que tenha que ler várias vezes o mesmo texto: Há texto de fácil compreensão e outros dificílimos...

  • A sensibilidade poética de Escritor e poeta
    A sensibilidade poética é um valor que se adquiri através da leitura, interpretação de textos e, produção de obras poéticas: as quais os poetas escrevem e reescreve até chegar ao ponto perfeito, segundo a sua concepção poética empregada naquela obra (seja ela, um verso, uma estrofe, uma poesia ou ainda um volume).
    Poeta: Você poderá interrogar: Mas todo escritor não é um poeta? Nem sempre, pois o há poetas que são apenas poetas e escrevem apenas textos curtos e não conseguem escrever obras de longa duração.
    Escritor: Há escritor que só escreve obras de longa duração e dificilmente se vê alguma poesia em suas obras.
    Escritor e poeta: O escritor e poeta desenvolvem ambos os gêneros: Obras longas e poesia.

  • 1. CRIAÇÃO DE TEXTO
    Este primeiro tópico do curso apresenta ao aluno os graus de evolução de um texto quanto a sua aparição, trazida, do campo invisível para o visível, ainda em forma de texto primitivo – e depois, texto intermediário, obra final e pericia.

    1. O texto primitivo, se refere a transposição que se faz através do veículo (Inspiração), quanto ao transporte de matéria prima do campo invisível ao visível ainda em texto inteiro.
    2. Texto intermediário, se refere ao desmembramento do texto inteiro (primitivo) a versificação em estrofes.
    3. Texto final, é aquele que passa por uma lapidação de estrofes, recebendo rimas nos terminais de versos (linhas).
    Embora exista as estrofes de versos brancos, que são aquelas estrofes compostas sem rima alguma.

  • Texto primitivo
    O primeiro passo é expor as ideias numa página de papel, ou, virtual de um microcomputador. Não importa o assunto, pois é um ensaio de aprendizagem; e mesmo que não fosse cada texto ganha o seu valor intelectual e espaço no mundo das artes.
    Sabemos que muita das vezes começa do nada, e tão logo se transforma numa Obra de Arte Escrita que chama atenção do nosso olhar pela a exposição de texto, e pelo o conteúdo de significado.
    Vamos a uma narração comum - baseado na inspiração tirado de uma foto:

    4. Perícia, é aquele olhar aperfeiçoado posto sobre a obra depois de pronta para ver se realmente ela está pronta, segundo a percepção do criador, pois o formato julgado o perfeito está na mente dele a conferir o corpo do texto (significativo) e o lado Abstrato da obra (significado). E dai, dentro dessa observação ele poderá ainda mexer tanto num aspecto quanto n’outro, chegando-se a seu objetivo para fixar o poder do “Subjetivismo que se respeita a cada obra literária”.

  • Mas a fama sobre a foto que estava na praça, correu...
    Porque não havia o meu nome e nem a minha biografia
    e todos queriam saber quem era o tal moço
    de bigode fino e cabelos ralinhos,
    preso a um gradil lá na pracinha?

    Lá foi então,
    as tais admiradoras ajeitar melhor a foto e pôr o nome do tal poeta.
    E de longe eu pude notar nitidamente
    que agora já não estava mais ocultamente a imagem do tal,
    e que se tratava de duas admiradoras – e não de um admirador.

    Fiquei contente e me dirigi a elas,
    Agradecido pelo o tal evento preparado
    Dando-lhes as minhas considerações...

    E nisso, a praça se encheu de gente para me conhecer e comprar um exemplar do Livro, Momentos, o meu primeiro lançamento ,
    – e dai pra frente não parei mais de escrever poesias.

  • COMO LAPIDAR
    AS ESTROVES COM AS RIMAS

    O Trem
     
    Naquela cálida semana,
    No vaivém...
    No silencio e no trem,
    Fizeram pesadas queixas...
     
    Pobres passageiros, renuídos,
    Eles bolem e rolam pelos os trilhos...
    Coagidos pelos os golpes
    Dos nobres em pandilhas!
     
    Os passageiros bolem e rolam...
    Arrastando pesados vagões,
    Carregados de queixas e ilusões!
    Eles esperam... Espreitam e consideram
    O velho e surrado trem!
     
     
     

    (...) E no seu vaivém...
    O velho e surrado trem
    Bole e rola pelos os trilhos,
    Sem ganância e peguilho:
    Rola lento... Mas percebera
    No seu longo vaivém...
     
    Arrastando pesados vagões, o trem,
    Passa cidades e estações...
    E os passageiros lhes troca:
    Queixas e ilusões!
     
    Naquela cálida semana,
    No vaivém...
    No silencio e no trem,
    Fizeram pesadas queixas...

    (...) E no seu vaivém...
    O velho e surrado trem
    Bole e rola pelos os trilhos,
    Sem ganância e peguilho:
    Rola lento... Mas percebera
    No seu longo vaivém...
     
    Arrastando pesados vagões, o trem,
    Passa cidades e estações...
    E os passageiros lhes troca:
    Queixas e ilusões!
     
    Naquela cálida semana,
    No vaivém...
    No silencio e no trem,
    Fizeram pesadas queixas...

  • Carnavais de Rua
     
    Naquelas horas noturnas e bambas...
    A farra e o samba
    Agitavam as ruas...
    - As Gatas eram fantásticas!
    Lunáticas e nuas...
    E exibiam com toda a tática,
    Os carnavais de rua.
     
    Crioulos magricelos
    Brancos de magia!...
    Disputavam duelos...
    Por premio de fantasia!
    - Pintaram as caras...
    E caíram ás ruas...
    E no embalo d' alegria,
    Caíram no samba!
     

    Naquelas horas noturnas,
    Carnavalescas,
    Belas e burlescas...
    Havia muito samba,
    Farra e cachaça
    Agitando diversas raças:
    - Nunca mais me esqueci...
    Pareciam vaga-lumes urbanos
    Com cérebros humanos
    Agitando as ruas!
     
     
     
     

  • Feliz Ano Novo
     
    Estrondos e luzes
    Brilham no espaço...
    Fazendo desenhos
    E deixando fumaças...
     
    - Lumes e estampidos
    Atraem olhares
    De multidão e multidões!...
    Que estão em todos os lugares...
    Pelas as ruas, praças.
    E diversas moradas...
    Que nesse momento comemoram,
    À noite esperada...
    Feliz ano novo! Feliz ano novo!
     

    - Mas logo...
    A noite irá de sua rotina
    E levará do nosso povo:
    Barulhos de gritos,
    Bebidas e buzinas...
    Feliz ano novo!
    Feliz ano novo!
     
    E depois... Logo virá o sol...
    E ele verá por toda a terra
    Pelo o poder de seu oficio!
    - Ressacas e resquícios...
    Feliz ano novo!
    Feliz ano novo!
     

  • Os tipos de texto

    Basicamente existem três tipos de textos – e podemos dizer que poderão ser empregados em vários tipos de gêneros que compõe a nossa cultura da expressão escrita e falada (Artigos, redações, crônicas, poesias, romances e, etc.).
    Texto narrativo;
    Texto descritivo;
    Texto dissertativo.
    Cada um desses textos possui características próprias de construção.


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  • I. A SENSIBILIDADE POÉTICA
  • II. CRIAÇÃO DE TEXTO
  • III. COMO LAPIDAR UMA POESIA
  • IV. OS TIPOS DE TEXTOS
  • V. TEXTO NARRATIVO
  • VI. TEXTO DESCRITIVO
  • VII. TEXTO DISSERTATIVO
  • VIII. EXEMPLOS DE POESIAS