Curso Online de PROCESSO DE INDIVIDUAÇÃO E CRISE DA MEIA-IDADE

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Diante das atuais transformações sociais, profundas em suas exigências para com uma nova humanidade que anseia por vir, torna-se cada vez...

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Diante das atuais transformações sociais, profundas em suas exigências para com uma nova humanidade que anseia por vir, torna-se cada vez mais imperioso que psicoterapeutas do mundo todo ampliem sua visão de homem. E essa amplificação passa necessariamente por um outro entendimento funcional de humanidade, que pede igualmente outro paradigma científico, ao qual a Psicologia Analítica se propôs desde o início de seu surgimento.

A despeito de tudo o que foi escrito ou dito, faz quase 60 anos que a obra de Carl Gustav Jung permanece ainda uma ilustre desconhecida do público brasileiro. Esse público, muitas vezes, baseia-se em fragmentos de informações que, via de regra, não revelam o todo dessa Psicologia Profunda, perpetuando erros e equívocos conceituais. Estando o homem atual vivendo uma crise de identidade onde não há mais a certeza de quem é ou para onde está indo; estando o mundo atual em franca ebulição não garantindo mais a estabilidade que existia há décadas atrás, a Psicologia Junguiana apresenta-se como um instrumento riquíssimo que se propõe responder às questões que outros enfoques ainda não foram capazes de esclarecer por inteiro.

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  • PROCESSO DE INDIVIDUAÇÃO E CRISE DA MEIA-IDADE

    Estudo Informativo Acadêmico

  • 1. INTRODUÇÃO
    2. PSICOLOGIA ANALÍTICA
    2.1 CARL GUSTAV JUNG
    2.2 FUNDAMENTO EPISTEMOLÓGICO
    2.3 PROCESSO DE INDIVIDUAÇÃO
    2.3.1 INDIVIDUAÇÃO E RELIGIOSIDADE
    2.3.2 META DO PROCESSO DE INDIVIDUAÇÃO
    2.3.3 TAREFAS A SEREM REALIZADAS NO PROCESSO DE INDIVIDUAÇÃO
    2.3.3.1 PRIMEIRA TAREFA
    2.3.3.2 SEGUNDA TAREFA
    2.3.3.3 TERCEIRA TAREFA
    2.3.3.4 QUARTA TAREFA
    2.3.3.5 QUINTA TAREFA
    2.4 A CRISE DA MEIA-IDADE
    2.4.1 EQUAÇÃO A
    2.4.2 EQUAÇÃO B
    2.5 A CRISE DA MEIA-IDADE E A POSSIBILIDADE DE SUPERAÇÃO ATRAVÉS DO PROCESSO DE INDIVIDUAÇÃO
    3. CONSIDERAÇÕES FINAIS
    REFERÊNCIAS
    ANEXO I: GLOSSÁRIO DE TERMOS JUNGUIANOS USADOS NESTE ESTUDO
    ÍNDICE

  • O caminho não é sem perigo.
    Tudo de bom é caro e o desenvolvimento da personalidade é
    um dos mais caros de todas as coisas.
     
    Carl Jung - O Segredo da Flor de Ouro.

  • O presente estudo tem por objetivo analisar a crise da meia-idade e a possibilidade de superá-la através do Processo de Individuação, sendo esta última, uma teoria proposta pelo psiquiatra suíço Carl Gustav Jung. O presente trabalho não propõe respostas, mas reflexões sobre o tema. Será lançado um breve olhar sobre a vida de Carl Gustav Jung, tendo em vista que sua obra e sua vida pessoal se permeiam mutuamente. De acordo com a literatura pesquisada fica sugerido que o Processo de Individuação pode ser um instrumento capaz de auxiliar o sujeito a superar a crise da meia-idade pelos próprios pressupostos da Psicologia Analítica.
    1 Introdução

  • Diante das atuais transformações sociais, profundas em suas exigências para com uma nova humanidade que anseia por vir, torna-se cada vez mais imperioso que psicoterapeutas do mundo todo ampliem sua visão de homem. E essa amplificação passa necessariamente por um outro entendimento funcional de humanidade, que pede igualmente outro paradigma científico, ao qual a Psicologia Analítica se propôs desde o início de seu surgimento.

  • A despeito de tudo o que foi escrito ou dito, faz quase 60 anos que a obra de Carl Gustav Jung permanece ainda uma ilustre desconhecida do público brasileiro. Esse público, muitas vezes, baseia-se em fragmentos de informações que, via de regra, não revelam o todo dessa Psicologia Profunda, perpetuando erros e equívocos conceituais. Estando o homem atual vivendo uma crise de identidade onde não há mais a certeza de quem é ou para onde está indo; estando o mundo atual em franca ebulição não garantindo mais a estabilidade que existia há décadas atrás, a Psicologia Junguiana apresenta-se como um instrumento riquíssimo que se propõe responder às questões que outros enfoques ainda não foram capazes de esclarecer por inteiro.

  • Com a transição do século XIX para o século XX, tanto a Psicanálise quanto a Psicologia Junguiana trouxeram para o mundo a necessidade de um novo paradigma de ciência. Percebeu-se que o cientificismo moderno impedia uma compreensão ampla de conceitos que não estavam sob sua tutela, sendo necessário o surgimento de uma nova visão sobre o ser humano e seu modo de existir no mundo. A partir do pressuposto da existência de um inconsciente, a Psicanálise e a Psicologia Junguiana trouxeram essa nova epistemologia que ampliou sobremodo a ciência do século XX. Para essa nova compreensão da mente humana, ficava impossível caminhar de acordo com a antiga ciência, trazendo assim o conceito de inconsciente, um novo modo de se compreender o ser humano (NASSER, 2010).

  • Dentro da Psicologia Analítica, também chamada de Psicologia Profunda ou Psicologia Junguiana, desenvolvida pelo psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, o Processo de Individuação é um conceito fundamental. Esse processo só é possível de ser iniciado numa pessoa comum por volta dos 35 ou 40 anos de idade. Desse modo, estudar a crise da meia-idade e o Processo de Individuação passa a ser algo natural para a Psicologia Analítica. Muitos dos pacientes de Jung eram pessoas bem-sucedidas em suas vidas, mas mesmo tendo atingido a plenitude, passavam a sentir um vazio existencial. Jung então percebeu que esse vazio surgia da incapacidade humana de compreender as exigências do inconsciente e colocá-las em relação direta com as demandas da mente consciente. No momento em que o indivíduo conseguia fazer isso, ele estava tomando consciência e fomentando seu Processo de Individuação (MOTTA & PAULA, 2005).

  • Para a Psicologia Analítica a estrutura psíquica possui características de criatividade, uma criatividade que muitas vezes surge da necessidade interna de expressar a experiência em sí. Essa necessidade de criação pode ser compreendida como um complexo autônomo, que necessita de ser dada a vazão. A criação se dá, muitas vezes, através da inspiração. De onde vem a inspiração? De fora? Não, mas sim do inconsciente, sendo ele o regulador supremo das ações humanas. O espírito humano é naturalmente criativo, precisa criar, viver experiências novas (BARCELLOS, 2004).

  • Podemos compreender a Individuação como um evento independente de realização do todo individual, vivenciada como um completar-se psicológico. Nessa realização do Si-Mesmo, há a conjunção do consciente e do inconsciente. O Processo de Individuação objetiva nos colocar em conexão com o Arquétipo do Eu. Esse Eu enquanto inteireza e capacitado para a autotranscendência. Esse Eu pode ser representado, imageticamente, pela figura do Sábio, ou Ancião ou ainda, do Eremita (JEFFREY, 2018).

  • Durante a meia-idade o ser humano busca valorizar-se mais. Durante essa fase, que pode ocorrer a partir dos 40 anos de idade crises podem surgir. Nesse momento é possível começar a valorizar o modo de se empregar o tempo pessoal, pois há a consciência da finitude da vida. A culminância será pela busca da estabilidade pessoal (CARMO et al., 2004).


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  • PROCESSO DE INDIVIDUAÇÃO E CRISE DA MEIA-IDADE
  • Índice
  • 1. INTRODUÇÃO
  • 2. PSICOLOGIA ANALÍTICA
  • 2.1 CARL GUSTAV JUNG
  • 2.2 FUNDAMENTO EPISTEMOLÓGICO
  • 2.3 PROCESSO DE INDIVIDUAÇÃO
  • 2.3.1 INDIVIDUAÇÃO E RELIGIOSIDADE
  • 2.3.2 META DO PROCESSO DE INDIVIDUAÇÃO
  • 2.3.3 TAREFAS A SEREM REALIZADAS NO PROCESSO DE INDIVIDUAÇÃO
  • 2.3.3.1 PRIMEIRA TAREFA
  • 2.3.3.2 SEGUNDA TAREFA
  • 2.3.3.3 TERCEIRA TAREFA
  • 2.3.3.4 QUARTA TAREFA
  • 2.3.3.5 QUINTA TAREFA
  • 2.4 A CRISE DA MEIA-IDADE
  • 2.4.1 EQUAÇÃO A
  • 2.4.2 EQUAÇÃO B
  • 2.5 A CRISE DA MEIA-IDADE E A POSSIBILIDADE DE SUPERAÇÃO ATRAVÉS DO PROCESSO DE INDIVIDUAÇÃO
  • 3. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  • REFERÊNCIAS
  • ANEXO I: GLOSSÁRIO DE TERMOS JUNGUIANOS USADOS NESTE ESTU