Curso Online de COMPORTAMENTO HUMANO

Curso Online de COMPORTAMENTO HUMANO

1.Senhora negra (negro Tião, o racismo e a desenhista). 2.Desbotamento da raça indígena 3.Civilização brasileira 4.Povo e sua li...

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1.Senhora negra (negro Tião,
o racismo e a desenhista).
2.Desbotamento da raça indígena
3.Civilização brasileira
4.Povo e sua linguagem
5.O poder do cérebro
6.Transtorno da evolução
7.Negligência econômica
8.A inquietude humana
9.Regência Capitalista
10.Ruídos noturnos
11.Paixão de Rosana
12.Matrimônio
13.História de um poeta
14.Diploides atuais
15.Morador de Bairro
16.A reconciliação
17.Equivoco dos críticos
18.O comodismo
19.O bom Samaritano
23.Política brasileira
24.Os bestinhas e Teresa
25.A bola de Beto
26.Túnel de loucura
27.Senhorita Áurea
28.Atos de Leopoldo
29.Homenagem: Assistente Social
30.Vida de pescador
31.A inveja
32.Teco-teco, nunca mais
33.Ronda gramatical
34.Virtude da razão
35.O mal da solidão
36.A dama do riso
37.Autobiografia

José Vieira Cabral Nasceu no dia 25 de agosto de 1.960 em Xambrê, Paraná, viveu ali até os seus oito anos de idade e depois os seus pais se mudaram para Maringá no mesmo Estado. E aos 19 anos mudou-se para São Caetano do Sul, Região do Grande ABC, São Paulo, onde permanece até o presente momento. O Autor/produtor foi comerciante a maior parte de sua vida, mas também trabalhou como empregado em algumas Empresas: Foi Administrativo e Encarregado de obras Civis, tendo como formação (Mestria em Construção Civil) e, mais de 100 Cursos de diversas áreas. Como Escritor e pesquisador escreveu diversas Obras Literárias e Didáticas: É fundador da Livraria e Editora Virtual Cabral Veríssimo (seu nome artístico) e pertencente ao Clube de autores. O seu Site:(ciacabralverissimo.loja2.com.br), onde produz os seus Livros e Cursos online para a plataforma da (www.buzzero.com/autores/jose-cabral).



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  • ÍNDICE
    Tema.......................................................................................... Páginas
    O comportamento humano na sociedade......................................... 04
    Senhora negra (negro Tião, o racismo e a desenhista).................... 05 a 24
    Desbotamento da raça indígena................................................ 25 a 27
    Civilização brasileira.................................................................. 28 a 31
    Povo e sua linguagem................................................................ 32 a 35
    O poder do cérebro.................................................................... 36 a 38
    Transtorno da evolução............................................................. 39 a 40
    Negligência econômica.............................................................. 41 a 44
    A inquietude humana................................................................ 45 a 48
    Regência Capitalista.................................................................. 49 a 52
    Ruídos noturnos........................................................................ 53 a 55
    Paixão de Rosana...................................................................... 56 a 57
    Matrimônio............................................................................... 58 a 59
    História de um poeta................................................................ 60 a 61
    Diploides atuais........................................................................ 62 a 63
    Morador de Bairro.................................................................... 64 a 65
    A reconciliação.......................................................................... 66 a 67
    Equivoco dos críticos................................................................ 68 a 69

  • O comodismo............................................................................ 70 a 73
    O bom Samaritano................................................................................ 74 a 75
    O perfeccionismo.................................................................................. 76 a 78
    Entusiasmo............................................................................................ 79 a 82
    Mistérios surrealistas.................................................................................... 83
    Política brasileira................................................................................... 84 a 87
    Os cestinhas e Teresa........................................................................... 88 a 89
    A bola de Beto...................................................................................... 90 a 92
    Túnel de loucura........................................................................................... 93
    Senhorita Áurea........................................................................................... 94
    Atos de Leopoldo.................................................................................. 95 a 96
    Homenagem: Assistente Social............................................................ 97 a 98
    Vida de pescador.......................................................................................... 99
    A inveja............................................................................................. 100 a 102
    Teco-teco, nunca mais...................................................................... 103 a 104
    Ronda gramatical.............................................................................. 105 a 106
    Virtude da razão............................................................................... 107 a 108
    O mal da solidão............................................................................... 109 a 111
    A dama do riso.................................................................................. 112 a 113
    Autobiográfica................................................................................... 114 a 120

  • O comportamento humano na sociedade
     
    O comportamento humano tem se descambado tragicamente nesta última era em relação aos bons costumes já exercitados pelos idôneos; que ainda cultivam uma realidade bem consistente: exemplos: Há jovens que estão inclusos neste comportamento que exibe responsabilidade como probabilidade da vida humana.
    A evolução da nossa espécie tem se munido de avanços psicológicos e tecnológicos - que fazem uma enorme diferença em relação às décadas anteriores (e isso é ótimo para nossa geração!).
    A nossa geração se acha: “O máximo!” _ porque o quadro vigente da evolução se depara com uma parede de espelho que não nos deixa ver o futuro; mas nos mostra o passado das coisas (revelando uma retrospectiva inferior).
    Porém se pudéssemos ver o avanço vindouro que há de vir: seria-nos humilhante, depor a evolução atual. O homem não deve se achar que ele é o máximo! Nem tão pouco se desvalorizar, pois cada glória só cabe dentro da sua medida...
    Os nossos objetivos ainda são vagos... Visto que as novidades dispersem os bons costumes duma geração consistente.

  • O egoísmo individualiza o indivíduo do bom convívio social e familiar; porque de acordo a sua busca e realização convêm que seja assim; para sobressair no plano profissional e capitalista.
    É isso individualismo assiduamente crescente que faz o transtorno da evolução mundialmente.
    O Brasil moderno está maduro: porque guardou as coisas de sua juventude; considerando-se (que hoje é velho...).
    Más, deixemos aqui _ uma pergunta no ar...
    _ Será que o Brasil guardou a juventude?
    _ Creio que sim! Pois estamos numa sequência evolutiva dos homens e coisas!
    _ Mas, o povo cansado de exigir o que não conseguem: dizem que estão mediante os (blábláblás...).
    Se nós perguntarmos aos que criticam o país: onde estão as obras que fizeram. Creio que não terão muito que responderem... Criticar é fácil seu moço! O duro mesmo é construir!
    Façamos cada um de nós, o melhor pelo Brasil _ na parte que nos coube, por opção (ou necessidades); porque pelas necessidades de sobrevivências, muitos estão construindo o seu Brasil, forçadamente em profissões fora de suas opções, mas estão bem para seu bem!
     
     

  • SENHORA NEGRA
     
      No tempo da escravatura os negros africanos caíram na armadilha dos escravocratas, que faziam promessas e melhorias e vida, caso aceitasse vir para o Brasil. Provavelmente eles não sabiam ao certo o que estava por detrás de todo aquele movimento de exportação africana; por isso caíram nas garras satânicas daqueles negociadores de gente; que os vendiam como verdadeiros animais de cargas.
    Naqueles cruéis momentos, os negros embarcaram suas próprias vidas para uma cova escura: retornável; onde trabalhariam como escravos em troca de suas vidas já vendidas para os senhores de engenhos.
    Eles tornavam matérias-primas duma cisterna de lucros tão dantescos; que só era interessante para o governo português, que recebia impostos desse comércio – e para os traficantes e colonos brancos que exploravam a mão de obra dos negros; nos engenhos de cana-de-açúcar e na mineração. Além dessas duas partes dominantes; os negros eram usados para serviços caseiros e comerciais; também nas edificações de senzalas e casarões de seus senhores nas sedes de fazendas; sem qualquer previsão de abnegação, tinham que continuar detidos nessa horrenda desgraça; submetidos ao maior desdenho da humanidade, para resgatar

  • O direito de viver a vida que já os pertencia!
    Ah, que horrendo era, aqueles momentos sacrificados aos senhores demônios brancos, feitos de carne e ossos (tal e qual eles mesmos); que desaforo! Submeter-se a um comportamento humilhante como esse sob o rastreamento de brancos (que os rastreavam o tempo inteiro para evitar fuga!). Tentar fuga era dar murros em ponta de faca; porque se pegos, eram fortemente surrados na presença de todos os tipos; desde a palmatória até os açoites em troncos de árvores e em muitos casos surravam – os até a morte! Conforme o julgo injusto de suas justiças...
    Os negros foram vítimas da maior catástrofe de todos os tempos; onde se causou repugnância desde o princípio e se estendeu para sempre! Até onde forem lidos os tratados dos escravos: Ficamos a imaginar...
     
    - Será que foi o efeito duma miséria obesa. Ou magreza cerebral. Onde o raquitismo do conceito intelectual de seus direitos humanos apagou-se deixando os cegos!
    Talvez tenha sido um pouco de cada coisa, que os puseram num beco sem saída; e deram ouvidos aos escravocratas que lhes apresentavam um negócio da China! Mas quando se davam em si, já estavam com os pés na cova sem oportunidade de levar ao menos uma mensagem para alertar novas vítimas.

  • O tráfego de escravos enegrecia portos brasileiros; e os mares sentiam o peso da maldição em suas costas; que gemia as dores duma desfiguração humana a borda dos navios...
    Uma “senhora negra” me contou muitas histórias interessantíssimas de sua mãe Florentina de Jesus; de vivência ainda na África e por fim a caminho do Brasil.
    Quando aqueles navios imensos se desapegavam dos portos africanos, as águas marítimas se espumavam pelas laqueaduras deixadas pelos remos em cortes profundos...
    No visível transladar daquelas senzalas flutuantes; o mar se escondia como encardidos estavam os desígnios daqueles negros escravos, tições humanos, na mais robusta porfia, disputando o direito da própria vida que já lhes pertencia; e o mar gemia o peso e a dor (dos navios e negros) na mais dantesca desgraça humana.
    Aquela cruel realidade nem parecia ser coisa desse mundo... Uma verdadeira obra de demônios brancos, escravocratas desumanos, possuídos duma energia negra trazida dos abismos do inferno.
    Tornearam o comportamento humano dos negros africanos, transportando-os para uma horrenda batalha, instalada aqui no Brasil.

  • Tosquiaram a liberdade e os limites do raciocínio, fazendo-os de animais de campo para lavrar a terra e levar suas cargas em declínios... Deixando de serem humanos.
    A escravização do africano só era importante ao governo português que recebia imposto pelo comércio na importação; e depois para os traficantes e colonos brancos que os exploravam nos engenhos e mineração _ casas, comércios, fábricas e tantas outras atividades.
    Lamentavelmente esse comportamento faz parte do currículo humano, reprovando a nossa raça num estilo insano, onde os senhores brancos se fizeram de deuses pela ganância do poder aquisitivo, usurpando os direitos humanos.
    _ A escravatura sem dúvida, registra a época pior de todas, já vista desde o princípio da criação dos humanos!
    _ Cordéis de confusão presidem até os dias de hoje na mente dos negros que sofrem a dor do racismo existente, expelida pela rejeição dos preconceituosos sacode o pó... E não sabe que o pó sacudido servirá de testemunha contra sua índole no tempo do juízo de Deus! E isso é óbvio! Muitos desceram à sepultura dos corpos com o espírito na sepultura da segunda morte, onde o fogo arderá eternamente; e ali não haverá fuga! Nem trote! Mas um eterno atormenta! (sofreram mais que todos os escravos): Deus que nos livre disso!

  • Palavras de senhora negra:
     
    _ Guardo comigo lembranças amargas e boas!... Ainda bem que alcancei o grande dia, que foi o da libertação dos escravos! Sofri, mas alcancei o fim do túnel escuro... Porque nasci quase ao cabo dele... Hoje fico a matutar; momentos que nunca me esqueci! E um deles se refere ao negro Tião, que quis fugir do navio pulando nas águas quando o navio partia de Santos, São Paulo, para outra cidadezinha _ infelizmente fora-lhe impossível! Pois estávamos vigiados por todos os lados...
    Minha mãe Florentina contou-me histórias diversas; e essa por muitas vezes ao meu pedido; por isso ficou-me gravata com mais clareza na memória, que até parece-me ser a chave de todas as minhas histórias: Dizia-me a mamãe Florentina:
    Quando aquele velho navio enfraquecido partiu do porto de Santos, com furor! E ia para a fazenda “jerique” em beira-mar _ o mar se encardia pela negra cor daqueles tições humanos, despercebidos... Com seus desígnios a delirar-se... _ Tião, o negro tição quis fugir...

  • - Negro Tião
     
    Ouço ainda o tibungo...
    Daquele negro iracundo!
    Jogando-se ao mar:
    Estava desejoso por uma fuga...
     
    Mas foi pego feito uma pulga
    Para gemer e chorar...
    Vimos gemido, gritos e urros!
    Daquele negro Tião: tição caturro!
     
    ... Negro Tião, tição quilombola,
    Queria mudar sua história...
    Mas não houve jeito não!
    Mesmo surrado e malvisto
    Teve que ingerir, uma vida sem glória.
     
    Chegando ali na fazenda jerique
    Com sua alma toda desbotada
    Não suportou tanta humilhação
    Em sua alma atada...
     

  •  
    Morreu de tédio e lamentação
    Junto a um tronco amarrado
    Pedindo a Deus perdão
    Pelos seus erros junto à escravidão
     
    E num prolongado gemido...
    Suscitou-se o espírito de Tião
    Vestido numa luz resplandecente
    Mergulhando-se na imensidão!...
    (E Deus o acolheu debaixo do seu altar!).
     
    A fuga daquele negro Tião,
    Tição quilombola,
    Não estava nas águas azuis dos mares;
    Nem nas terras longínquas
    Dos quilombos dos palmares.
     
    E sim! Além do horizonte...
    Nas moradas de um Deus que,
    Soube amar a sua triste história
    (Pondo-o para se salvar)!
     


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  • 8.A inquietude humana
  • 9.Regência Capitalista
  • 10.Ruídos noturnos
  • 11.Paixão de Rosana
  • 12.Matrimônio
  • 13.História de um poeta
  • 14.Diploides atuais
  • 15.Morador de Bairro
  • 16.A reconciliação
  • 17.Equivoco dos críticos
  • 18.O comodismo
  • 19.O bom Samaritano
  • 23.Política brasileira
  • 24.Os bestinhas e Teresa
  • 25.A bola de Beto
  • 26.Túnel de loucura
  • 27.Senhorita Áurea
  • 28.Atos de Leopoldo
  • 29.Homenagem: Assistente Social
  • 30.Vida de pescador
  • 31.A inveja
  • 32.Teco-teco, nunca mais
  • 33.Ronda gramatical
  • 34.Virtude da razão
  • 35.O mal da solidão
  • 36.A dama do riso
  • 37.Autobiograf