Curso Online de Português Para Concursos - Volume 2
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Curso de Português para Concursos Públicos Vol.2 Material elaborado por profissionais da área de concurso públicos, visando aproximar o ...

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Curso de Português para Concursos Públicos Vol.2
Material elaborado por profissionais da área de concurso públicos, visando aproximar o conhecimento do candidato às exigências das principais organizadoras de concursos do país.

Integrante de grupo de estudos para Concursos Públicos a 3 anos (Concurseiro). Produtor Multimídia.


"Li varias vezes os slids para assimilar o conteúdo, observei também alguns erros de ortografia e considerei um pouco proveito."

- Gelma Maria Leite Mororó

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  • curso de português para concurso público volume 2

  • É o estudo da colocação dos pronomes oblíquos átonos (me, te, se, o, a, lhe, nos, vos, os, as, lhes) em relação ao verbo. Os pronomes átonos podem ocupar 3 posições: antes do verbo (próclise), no meio do verbo (mesóclise) e depois do verbo (ênclise). Esses pronomes se unem aos verbos porque são “fracos” na pronúncia. Usamos a próclise nos seguintes casos: (1) Com palavras ou expressões negativas: não, nunca, jamais, nada, ninguém, nem, de modo algum. - Nada me perturba. - Ninguém se mexeu. - De modo algum me afastarei daqui. - Ela nem se importou com meus problemas. (2) Com conjunções subordinativas: quando, se, porque, que, conforme, embora, logo, que. - Quando se trata de comida, ele é um “expert”. - É necessário que a deixe na escola. - Fazia a lista de convidados, conforme me lembrava dos amigos sinceros.

    é o estudo da colocação dos pronomes oblíquos átonos (me, te, se, o, a, lhe, nos, vos, os, as, lhes) em relação ao verbo. os pronomes átonos podem ocupar 3 posições: antes do verbo (próclise), no meio do verbo (mesóclise) e depois do verbo (ênclise). esses pronomes se unem aos verbos porque são “fracos” na pronúncia. usamos a próclise nos seguintes casos: (1) com palavras ou expressões negativas: não, nunca, jamais, nada, ninguém, nem, de modo algum. - nada me perturba. - ninguém se mexeu. - de modo algum me afastarei daqui. - ela nem se importou com meus problemas. (2) com conjunções subordinativas: quando, se, porque, que, conforme, embora, logo, que. - quando se trata de comida, ele é um “expert”. - é necessário que a deixe na escola. - fazia a lista de convidados, conforme me lembrava dos amigos sinceros.

    dicas de colocação pronominal (próclise, mesóclise, ênclise)

    próclise

  • (3) Advérbios - Aqui se tem paz. - Sempre me dediquei aos estudos. - Talvez o veja na escola. OBS: Se houver vírgula depois do advérbio, este (o advérbio) deixa de atrair o pronome. - Aqui, trabalha-se. (4) Pronomes relativos, demonstrativos e indefinidos. - Alguém me ligou? (indefinido) - A pessoa que me ligou era minha amiga. (relativo) - Isso me traz muita felicidade. (demonstrativo) (5) Em frases interrogativas. - Quanto me cobrará pela tradução? (6) Em frases exclamativas ou optativas (que exprimem desejo). - Deus o abençoe! - Macacos me mordam! - Deus te abençoe, meu filho!

    (3) advérbios - aqui se tem paz. - sempre me dediquei aos estudos. - talvez o veja na escola. obs: se houver vírgula depois do advérbio, este (o advérbio) deixa de atrair o pronome. - aqui, trabalha-se. (4) pronomes relativos, demonstrativos e indefinidos. - alguém me ligou? (indefinido) - a pessoa que me ligou era minha amiga. (relativo) - isso me traz muita felicidade. (demonstrativo) (5) em frases interrogativas. - quanto me cobrará pela tradução? (6) em frases exclamativas ou optativas (que exprimem desejo). - deus o abençoe! - macacos me mordam! - deus te abençoe, meu filho!

  • (7) Com verbo no gerúndio antecedido de preposição EM. - Em se plantando tudo dá. - Em se tratando de beleza, ele é campeão. (8) Com formas verbais proparoxítonas - Nós o censurávamos. Usada quando o verbo estiver no futuro do presente (vai acontecer – amarei, amarás, …) ou no futuro do pretérito (ia acontecer mas não aconteceu – amaria, amarias, …) - Convidar-me-ão para a festa. - Convidar-me-iam para a festa. Se houver uma palavra atrativa, a próclise será obrigatória. - Não (palavra atrativa) me convidarão para a festa.

    (7) com verbo no gerúndio antecedido de preposição em. - em se plantando tudo dá. - em se tratando de beleza, ele é campeão. (8) com formas verbais proparoxítonas - nós o censurávamos. usada quando o verbo estiver no futuro do presente (vai acontecer – amarei, amarás, …) ou no futuro do pretérito (ia acontecer mas não aconteceu – amaria, amarias, …) - convidar-me-ão para a festa. - convidar-me-iam para a festa. se houver uma palavra atrativa, a próclise será obrigatória. - não (palavra atrativa) me convidarão para a festa.

    mesóclise

  • ênclise de verbo no futuro e particípio está sempre errada.
    - tornarei-me……. (errada) - tinha entregado-nos……….(errada)
    ênclise de verbo no infinitivo está sempre certa.
    - entregar-lhe (correta) - não posso recebê-lo. (correta)
    outros casos: - com o verbo no início da frase: entregaram-me as camisas. - com o verbo no imperativo afirmativo: alunos, comportem-se. - com o verbo no gerúndio: saiu deixando-nos por instantes. - com o verbo no infinitivo impessoal: convém contar-lhe tudo.
    obs: se o gerúndio vier precedido de preposição ou de palavra atrativa, ocorrerá a próclise:
    - em se tratando de cinema, prefiro o suspense. - saiu do escritório, não nos revelando os motivos.

    ênclise

  • locuções verbais são formadas por um verbo auxiliar + infinitivo, gerúndio ou particípio.
    aux + particípio: o pronome deve ficar depois do verbo auxiliar. se houver palavra atrativa, o pronome deverá ficar antes do verbo auxiliar.
    - havia-lhe contado a verdade. - não (palavra atrativa) lhe havia contado a verdade.
    aux + gerúndio ou infinitivo: se não houver palavra atrativa, o pronome oblíquo virá depois do verbo auxiliar ou do verbo principal.
    infinitivo - quero-lhe dizer o que aconteceu. - quero dizer-lhe o que aconteceu.
    gerúndio - ia-lhe dizendo o que aconteceu. - ia dizendo-lhe o que aconteceu.
    se houver palavra atrativa, o pronome oblíquo virá antes do verbo auxiliar ou depois do verbo principal.
    infinitivo - não lhe quero dizer o que aconteceu. - não quero dizer-lhe o que aconteceu.
    gerúndio - não lhe ia dizendo a verdade. - não ia dizendo-lhe a verdade.

    colocação pronominal nas locuções verbais

  • na comunicação oral, o falante lança mão de certos recursos da linguagem, como a entoação da voz, os gestos e as expressões faciais para denotar dúvida, hesitação, surpresa, incerteza etc.
    quando se constrói a comunicação por meio da escrita, quem passa a ter essa incumbência é a pontuação. por isso, tanta gente associa indevidamente o emprego de vírgula a uma pausa da respiração.
    isso não tem sentido. se assim o fosse, tínhamos de colocar vírgula a cada palavra escrita. ou você, por acaso, prende a respiração ao escrever uma oração sem vírgulas?
    afinal, qual é a utilidade de colocarmos sinais de pontuação no texto?
    além de estabelecer na escrita aquelas denotações expostas acima, também se digna a eliminar ambigüidades que poderiam surgir em um texto sem pontuação ou a destacar certas palavras, expressões ou frases.
    o texto que reproduzimos abaixo, cujo autor desconhecemos, exemplifica bem as funções da pontuação.
    “um homem rico estava muito mal, pediu papel e pena. escreveu assim:
    ‘deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres.’
    morreu antes de fazer a pontuação. a quem deixava ele a fortuna?
    eram quatro concorrentes.
    1) o sobrinho fez a seguinte pontuação:
    ‘deixo meus bens à minha irmã? não! a meu sobrinho.
    jamais será paga a conta do alfaiate. nada aos pobres.’

    pontuação

  • 2) a irmã chegou em seguida. pontuou assim o escrito:
    ‘deixo meus bens à minha irmã. não a meu sobrinho.
    jamais será paga a conta do alfaiate. nada aos pobres.’
    3) o alfaiate pediu cópia do original. puxou a brasa para a sardinha dele:
    ‘deixo meus bens à minha irmã? não! a meu sobrinho?
    jamais! será paga a conta do alfaiate. nada aos pobres.’
    4) chegaram os descamisados da cidade. um deles, sabido, fez esta pontuação:
    ‘deixo meus bens à minha irmã? não! a meu sobrinho?
    jamais! será paga a conta do alfaiate? nada! aos pobres.’
    assim é a vida. nós é que colocamos os pontos. e isso faz a diferença.”.
    cabe a nós, redatores, empregar a pontuação de modo que a mensagem por nós escrita chegue ao leitor no sentido exato que queríamos transmitir.
    para isso, devemos conhecer suas regras.
    a pontuação depende da estrutura sintática da oração. para começar, é interessante notar que a ordem direta das orações é a seguinte:

  • para colocar a oração nessa ordem direta, devemos partir do verbo, perguntando a ele quem é o seu sujeito.
    a partir daí, sabendo o sujeito e o verbo, identificaremos os complementos verbais (predicativos, objetos), que são os termos que complementam o sentido do verbo.
    por “adjuntos”, entendem-se as condições em que a ação expressa pelo verbo se estabelece – tempo, lugar, modo, intensidade, dúvida, negação. essas circunstâncias são apresentadas pelos advérbios. é lógico que, se uma dessas circunstâncias (como a de negação) estiver acompanhando um termo específico (por exemplo, um verbo), o advérbio irá se posicionar próximo ao esse termo, e não no fim da oração (eu não sairei daqui).
    os complementos, além de verbais, podem ser nominais, quando completam o sentido de um nome: necessidade de carinho. também aos nomes ligam-se elementos para restringi-los ou designá-los (adjuntos adnominais). esses termos regidos devem ficar próximos de seus termos regentes, onde quer que estejam (seja no sujeito, seja no predicado).
    exemplos: seu amor à pátria (o nome faz parte do sujeito) era fantástico; não há necessidade de chorar (o nome faz parte do predicado).
    esses conceitos são fundamentais para compreendermos alguns casos de proibição.
    os sinais de pontuação são: ponto, ponto-e-vírgula, vírgula, ponto de exclamação, ponto de interrogação, travessão, parênteses, aspas, reticências.
    eles indicam entoação ou pausa. nas palavras de celso cunha (nova gramática do português contemporâneo), “esta distinção, didaticamente cômoda, não é, porém, rigorosa. em geral, os sinais de pontuação indicam, ao mesmo tempo, a pausa e a melodia”.

    sujeito – verbo – complementos verbais – adjuntos

  • o sinal mais explorado em questões de prova é, sem dúvida, a vírgula.
    por isso, começaremos por ela. para fins didáticos, iremos estudar o assunto a partir das proibições e das situações especiais para o seu emprego. após essa apresentação, começaremos a resolver as questões de prova.

    1 - separar por vírgula elementos inseparáveis na ordem direta:
    1.1 – sujeito do verbo;
    1.2 – verbo do complemento verbal;
    1.3 – termo regente do termo regido (complemento nominal, adjunto adnominal);
    1.4 – verbos que compõem uma locução verbal;
     
    algumas construções admitem, modernamente, a separação do sujeito do verbo – “quem avisa, amigo é.” – o sujeito do verbo ser é a oração quem avisa. contudo, isso se justifica somente em casos especiais, normalmente por questão de estilo, já que, na fala, costumamos pausar após o verbo.
    observe que, se a oração não estiver na ordem direta, o deslocamento dos complementos deverá ser indicado por vírgulas,
    sem que isso constitua erro: “por “adjuntos” (predicativo = complemento verbal), entendem-se as condições em que...”.

    vírgula – casos proibidos

  • se surgir uma vírgula após um desses elementos “inseparáveis”, verifique se não se trata de alguma intercalação de elementos. para a correção do período, deve haver duas vírgulas nessa intercalação, uma abrindo o período e outra, fechando.
    2 – colocar apenas uma das duas vírgulas obrigatórias para isolar termos ou expressões deslocados de sua posição original na oração (exceto, obviamente, se estiver no início do período).
    desse jeito, o período deslocado fica, faltando uma das vírgulas. se abriu, tem que fechar. portanto, são necessárias duas vírgulas, mesmo que alguma delas esteja exercendo dupla função (por exemplo, no caso de dois ou mais termos deslocados e adjacentes).
    hoje, às duas horas da tarde, próximo ao supermercado, houve um grave acidente.
     
     

    - elipse de algum termo pode ser indicada por uma vírgula, como em : “fui à festa levando muitos presentes; joão, somente a boca.”
    - adjuntos adverbiais deslocados, desde que pequenos e de fácil entendimento, dispensam a vírgula. caso contrário, longos, em orações adverbiais extensas, ou, mesmo curtos, para dar
    ênfase ao adjunto, devem ser isolados por vírgula.
    hoje (,) irei embora.

    situações especiais


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