Curso Online de Português Para Concursos - Volume 1
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Curso Online de Português Para Concursos - Volume 1

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Curso de Português para Concursos Públicos Vol.1
Material elaborado por profissionais da área de concurso públicos, visando aproximar o conhecimento do candidato às exigências das principais organizadoras de concursos do país.

Integrante de grupo de estudos para Concursos Públicos a 3 anos (Concurseiro). Produtor Multimídia.


"Muito bom!"

- Juliana De Oliveira Santos

- Marileide Montelo Moura

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  • curso de português para concurso público volume 1

  • Estrutura Sintática

    estrutura sintática

    a oração

    todo enunciado que apresenta verbo é uma oração. logo, o verbo é o núcleo de qualquer estrutura oracional. por conseguinte, a análise sintática de uma oração exige que partamos do verbo. ora os verbos apresentam complementos verbais, ora não apresentam complementos verbais. são complementos verbais: objeto direto e objeto indireto. o estudo dos complementos verbais é chamado de predicação verbal. 

  • os auditores analisaram os balancetes.
    o exemplo acima é uma oração, pois foi empregado o verbo analisar. é a expressão de uma ação. está flexionado no pretérito perfeito simples do modo indicativo. contextualiza-se, portanto, a prática de uma ação, o tempo em que essa ação ocorreu, o agente da ação e o referente passivo à ação executada pelo sujeito agente.  
    o fiscal está apurando as denúncias.
    temos também uma oração. trata-se do verbo apurar na forma composta. “está” é o seu auxiliar. e “apurando” é o verbo principal no gerúndio. trata-se de uma locução verbal.
    os relatórios que foram analisados comprometem a candidatura de luíza.
    cada verbo é uma oração. temos acima duas orações. os termos grifados constituem a primeira oração, com um verbo na forma simples. o termo em negrito constitui a segunda oração. nesta, o verbo analisar está na forma composta, ou seja, verbo auxiliar + verbo principal no particípio. a oração em negrito integra o sujeito do verbo “comprometem”.

  • A Predicação Verbal

    a predicação verbal

    há orações que apresentam complemento verbal (objeto direto e objeto indireto). transitivos são os verbos que trazem complemento. a transitividade direta ocorre quando entre o verbo e seu complemento não houver preposição, embora haja casos de objeto direto preposicionado. já a transitividade indireta se caracteriza pelo emprego de preposição entre o verbo e seu complemento. havendo objeto direto e objeto indireto, temos a transitividade direta e indireta.
    e os verbos intransitivos? intransitivos são os que não trazem complementos verbais. cuidado: existem verbos intransitivos que apresentam preposição, não para formar objeto indireto, mas para compor adjunto adverbial. observem os exemplos que seguem:

  • os cientistas descobriram plausíveis soluções.
    sujeito v.t.d. objeto direto
     
    * observe que o verbo em uso é transitivo, ou seja, apresenta complemento. os cientistas descobriram algo. “plausíveis soluções” complementa o verbo descobrir. como o complemento não apresenta preposição, a relação entre verbo e complemento se mostra direta. é bom ressaltar que o sujeito praticou a ação de descobrir e “plausíveis soluções” recebeu a ação. todo complemento verbal direto, ou seja, todo objeto direto tem valor passivo.
     
    os cientistas necessitam de novos dados.
    sujeito v.t.i. objeto indireto

    * já nesse exemplo, o verbo vai buscar complemento com o apoio de uma preposição. a preposição “de” caracteriza uma transitividade indireta. quem necessita, necessita de algo. justifica-se, assim, a transitividade indireta, pois entre o verbo e seu complemento existe conectivo prepositivo.

  • as provas trouxeram complexidades aos candidatos
    sujeito v.t.d.i. obj. dir. obj. indir.

    * o que o contexto verbal nos revela? “as provas” trouxeram algo a alguém. dois são os complementos verbais. temos o objeto direto e o objeto indireto. o objeto direto é “complexidades” ; o objeto indireto é “aos candidatos”. verifique, candidato(a), que o objeto indireto está constituído por três classes de palavras: preposição, artigo e substantivo. a preposição “a” e o artigo masculino/plural “os” se aglutinam.
    luciano viajou.
    v.i.
    * a intransitividade se justifica pela ausência de complemento verbal. o prefixo “in” comunica a não transitividade verbal, isto é, o verbo não vai buscar complemento verbal. intransitivo, portanto, é o verbo que não apresenta complemento verbal ( objeto direto e/ou objeto indireto ).
     

  • a polícia chegou ao morro.
    v.i. adjunto adverbial de lugar
     
    ela assiste em olinda.
    v.i. adjunto adverbial de lugar
     
    * os dois exemplos acima demonstram que, às vezes, a palavra verbal traz preposição. todavia, esse conectivo prepositivo não constitui complemento verbal. a preposição “a” do verbo chegar e a preposição “em” do verbo assistir ( no sentido de morar, residir ) proporcionam a composição de adjuntos adverbiais de lugar. é mister esclarecer que também é comum um verbo apresentar preposição para constituir adjuntos adverbiais. com isso, podemos concluir que nem sempre a preposição vinda do verbo gera complemento verbal indireto. é como se o verbo chegasse à sua estabilidade com o apoio do adjunto adverbial.

  • A TRANSITIVIDADE VERBAL E A INTRANSITIVIDADE VERBAL EM ORAÇÕES RELATIVAS

    a transitividade verbal e a intransitividade verbal em orações relativas

    após a visão básica de transitividade e intransitividade verbal, como aproveitar essa revisão de predicação verbal para aplicá-la em provas públicas? é comum solicitarem transitividade e intransitividade verbal em períodos compostos que tragam pronomes relativos.
    toda oração que apresentar pronome relativo é subordinada adjetiva. por conseguinte, essas orações também são chamadas de orações relativas. e, ao se usar uma oração relativa, é necessário observar se antes do pronome relativo o emprego de preposições é oportuno ou não à norma culta do idioma. para tanto, basta estar atento na predicação do verbo que estiver integrando a oração subordinada adjetiva. temos como pronomes relativos: que/ quem/ qual/ onde/ cujo. confira:

  • o livro de que necessito proporciona novos conhecimentos.
    que

    * o correto é “... de que necessito...” , pois quem necessita, necessita de algo. como o verbo necessitar pede a preposição “de”, devemos deslocá-la para antes do pronome relativo “que”. trata-se de pronome relativo, visto que esse conectivo está sendo usado, de fato, para substituir o substantivo empregado anteriormente. a função do pronome relativo é justamente substituir um termo empregado anteriormente ( geralmente um substantivo ou um outro pronome ). sua função, portanto, é um recurso gramatical que evita a pobreza de vocabulário, ou seja, impede a repetição literal do termo utilizado anteriormente. no exemplo acima, se o concurso público exigir a função sintática do pronome relativo “que”, devemos afirmar ser objeto indireto, pois a preposição exigida pelo verbo necessitar se desloca para sinalizar seu objeto indireto.

  • o cargo o qual me referi traz conforto.
    ao qual
     
    * “o cargo ao qual me referi traz conforto” é a estrutura que atenda à norma culta da língua. assim, o pronome relativo “qual” exerce a função de objeto indireto, tendo a preposição “a” a função de materializar a transitividade indireta exigida pelo verbo pronominal referir-se.. esse pronome “se” deve ser lido como pronome integrante ao verbo.
     
    os diretores a quem aludiram são corruptos. { correta a regência da oração relativa }
    objeto indireto

  • PARTICULARIDADE DO PRONOME RELATIVO “ONDE”

    particularidade do pronome relativo “onde”

    é comum afirmarem que a diferença entre “onde” e “aonde” é que “onde” não indica movimento, e “aonde” indica movimento. não é bem assim que devemos ler! o “a” aglutinado à forma “onde” é justamente a preposição. então, se houver necessidade do emprego da preposição “a” na oração subordinada adjetiva, vinda da predicação verbal, que se desloque esse conectivo prepositivo para antes do pronome relativo “onde”. em “onde”, “aonde”, “donde” e “por onde” não há diferença. nas quatro exposições temos o único emprego da forma onde: só que nas três últimas exposições existem preposições em uso explícito. acompanhe os exemplos que seguem:
     
    a casa onde irei é tranqüila.
    aonde
     
    * “... aonde irei...” é a forma correta, pois o verbo ir pede a preposição “a”, para constituir seu adjunto adverbial de lugar.


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  • Estrutura Sintática
  • A oração
  • A Predicação Verbal
  • A transitividade verbal e a instransitividade verbal em orações relativas
  • Particularidade do pronome relativo ''onde''
  • Verbo de ligação
  • Pronomes pessoais e a função de objeto direto e indireto
  • Objeto Direto Interno
  • Objeto Direto e Objeto Indireto pleonásticos
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