Curso Online de Vigia + Vigilante
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Curso Online de Vigia + Vigilante

1. Olhar de vigia 2. Vigia de Obra Civil 3. Funções do vigilante 4. Vigia de rua 5. Dicas sobre Rádios Portáteis 6. Direito do trabalho

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1. Olhar de vigia
2. Vigia de Obra Civil
3. Funções do vigilante
4. Vigia de rua
5. Dicas sobre Rádios Portáteis
6. Direito do trabalho

José Vieira Cabral Nasceu no dia 25 de agosto de 1.960 em Xambrê, Paraná, viveu ali até os seus oito anos de idade e depois os seus pais se mudaram para Maringá no mesmo Estado. E aos 19 anos mudou-se para São Caetano do Sul, Região do Grande ABC, São Paulo, onde permanece até o presente momento. O Autor/produtor foi comerciante a maior parte de sua vida, mas também trabalhou como empregado em algumas Empresas: Foi Administrativo e Encarregado de obras Civis, tendo como formação (Mestria em Construção Civil) e, mais de 100 Cursos de diversas áreas. Como Escritor e pesquisador escreveu diversas Obras Literárias e Didáticas: É fundador da Livraria e Editora Virtual Cabral Veríssimo (seu nome artístico) e pertencente ao Clube de autores. O seu Site:(ciacabralverissimo.loja2.com.br), onde produz os seus Livros e Cursos online para a plataforma da (www.buzzero.com/autores/jose-cabral).


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  • Olhar de vigia
    A posição profissional de um vigia em relação a sua função, baseia-se a um vigia de fronteira, que é posto num alto mirante com um binóculo as mãos para espionar a aproximação de pessoas e seus comportamentos...
    Assim deve ser o olhar de vigia – como se tivesse nele uma lente de aumento ”Que é a sua atenção” para ver as coisas com grandeza da precisão, aonde um pingo no i, lhe dirá muito!...
    Porque ele estará trabalhando com o seu raciocínio logo atrás da lente, que é a sua atenção! E o raciocínio da inteligência mais a experiência justaposta, aprimorará a conclusão de cada ação dos indivíduos, entre a normalidade e a má intenção.

  • Vigia de Obra Civil
    Trabalhei na área de administração de uma Obra civil de grande porte, com quase seis alqueires de terreno na Avenida dos Estados em São Caetano do Sul – ABC – São Paulo. E, parte do dia eu ficava no escritório da própria obra e outra parte eu acompanhava a construção daquele gigantesco galpão onde só de pisos industriais se fizeram 110.000 m2 (É uma fábrica dos Móveis, Bartira, das Casas Bahia).
    Ali havia diversos vigias para rondar a grande área, tanto por fora quanto por dentro da construção que fôra feito em pré-moldados - e por dentro, muitos compartimentos de salas, restaurantes e depósitos intercalados... Havia perigo de vida por todos os lados, até mesmo para os próprios vigias.

  • Eu acompanhei a peleja daquele Técnico de segurança que era responsável por todos eles, que não tirava o seu rádio de comunicação das mãos nenhum instante e todas as manhãs se reuniam para alguns detalhes da profissão, além de fazer reuniões numa sala especifica para assistirem vídeos de segurança: precisavam trabalhar unido, ser uma equipe de verdade! Não podiam vacilar, pois não tratava de cuidar apenas de um patrimônio para evitar roubos, mas cuidar da segurança pessoal de trabalhadores rebeldes que não querem usar os “EPIs” devidamente:
    Que não punha o seu cinturão de segurança,
    Que tira o capacete de sua cabeça
    Que teimam em pôr sapatos no lugar da bota de segurança
    Que não punha o bafômetro auricular, em áreas barulhentas
    Que trabalham sem as luvas (há diversa categoria)
    Que tiram os óculos de proteção
    Que não quer as Botas de borracha
    Que fazem soldagem sem a máscara especifica e, etc.
     

  • Em construção civil os vigias precisam observar todas as coisas...
    E quando, ver alguém em perigo comunicar ao Técnico de segurança imediatamente, pois é uma equipe para fazer a segurança de patrimônio e de defesa pessoal: Os EPIs são obrigatórios.

  • 3. Funções do vigilante
     
    As funções do vigilante não podem ser confundidas com as do vigia.
    Este é designado para realizar trabalhos de vistoria, sem a exigência de qualificação profissional. Já o vigilante necessita de especialização e aprimoramento para exercer sua profissão. Suas atividades, mais abrangentes do que as de um vigia, são regidas pela Lei 7.102 /83, que dispõe sobre segurança para estabelecimentos financeiros e estabelece normas para constituição e funcionamento das empresas particulares que exploram serviços de vigilância e de transporte de valores.
    Um vigilante é um profissional que faz a segurança privada, seja de patrimônios ou de pessoas, em estabelecimentos públicos e privados. No Brasil essa segurança se dá por meio de empresas de Vigilância e Segurança autorizadas a funcionar pelo Departamento de Polícia Federal do Brasil.

  • O Vigilante está no Plano Nacional de Segurança Pública o Pronasci, o Vigilante é muito importante, pois colabora para a segurança de todos e faz parte da Segurança Pública nos Estados da Federação, pode atuar armado ou não dependendo do seu posto de serviço.
    A segurança tem que ser comparada e contrastada com outros conceitos relacionados: Segurança, continuidade, confiabilidade. A diferença chave entre a segurança e a confiabilidade é que a segurança deve fazer exame no cliente das ações dos agentes maliciosos ativos que tentam causar a destruição.
    A segurança, como bem comum, é divulgada e assegurada através de um conjunto de convenções sociais, denominadas medidas de segurança.
    Segurança pessoal é um conjunto de ações preventivas, adotadas com vistas a assegurar a integridade física, mental ou moral de si ou de outro.

  • Segurança Pública é um processo, ou seja, uma sequência contínua de fatos ou operações que apresentam certa unidade ou que se reproduz com certa regularidade, que compartilha uma visão focada em componentes preventivos, repressivos, judiciais, saúde e sociais. É um processo sistêmico, pela necessidade da integração de um conjunto de conhecimentos e ferramentas estatais que devem interagir a mesma visão, compromissos e objetivos. Deve ser também otimizado, pois dependem de decisões rápidas, medidas saneadoras e resultados imediatos. Sendo a ordem pública um estado de serenidade, apaziguamento e tranquilidade pública, em consonância com as leis, os preceitos e os costumes que regulam a convivência em sociedade, a preservação deste direito do cidadão só será amplo se o conceito de segurança pública for aplicado.

  • A segurança pública não pode ser tratada apenas como medidas de vigilância e repressiva, mas como um sistema integrado e otimizado envolvendo instrumento de prevenção, coação, justiça, defesa dos direitos, saúde e social. O processo de segurança pública se inicia pela prevenção e finda na reparação do dano, no tratamento das causas e na reinclusão na sociedade do autor do ilícito.

  • Zelar pela guarda do patrimônio e exercer a vigilância de fábricas, armazéns, residências, estacionamentos, edifícios públicos, privados e outros estabelecimentos, percorrendo-os sistematicamente e inspecionando suas dependências, para evitar incêndios, roubos, entrada de pessoas estranhas e outras anormalidades; controlar fluxo de pessoas, identificando, orientando e encaminhando-as para os lugares desejados; recebem hóspedes em hotéis; escoltar pessoas e mercadorias; fazer manutenções simples nos locais de trabalho.

  • Vigia de rua

    As consequências trabalhistas na contratação de vigias de rua Com a falta de segurança nas grandes cidades são cada vez maiores a contratação de vigias noturnos pelos moradores de determinada rua. Normalmente não há contrato formalizado, recebendo tais trabalhadores um valor mensal obtido com a arrecadação entre os beneficiários do trabalho, sob a forma de prestação de serviços, como autônomo.

  • Duas questões devem ser postas: a natureza jurídica do trabalho realizado pelos vigias e a definição do empregador, dada à multiplicidade de beneficiários do mesmo trabalho. Inicialmente, há que se distinguir entre vigilantes e vigias. Os primeiros são aqueles empregados contratados por estabelecimentos financeiros ou por empresa especializada em prestação de serviços de vigilância ou transporte de valores, como previsto na Lei nº 7.102/83 e Dec. 80.056/83. Já o vigia, segundo Carrion, é “o que somente exerce tarefas de observação e fiscalização do local” (Comentários à CLT - Saraiva - 21ª ed., p. 61). Assim, para o nosso comentário, estamos tratando não do vigilante, mas do vigia, geralmente noturno.


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