Curso Online de Cinema e educação: para uma pedagogia da imagem
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Curso Online de Cinema e educação: para uma pedagogia da imagem

A proposta do curso cinema e educação é construir alguns dos múltiplos pontos de intercessão possíveis entre essas duas manifestações cu...

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A proposta do curso cinema e educação é construir alguns dos múltiplos pontos de intercessão possíveis entre essas duas manifestações culturais. E, sobretudo, ressaltar o papel do professor, tomado aqui como um construtor de sentidos.

Formado em filosofia pela UFBA. Aluno especial em educação pela UFBA. Aluno especial em letras. Pós-graduando em docência do ensino superior. Pesquisador na área de educação, filosofia contemporânea, filosofia do cinema, cinema e educação, mitologia grega e cinema e psicanálise. Apresenta artigos na área de intersemiótica, filosofia contemporânea e mitologia grega. Professor da rede particular de ensino, membro do grupo de pesquisa Nepel (ufba), cine mito, professor de curso de extensão do projeto Narravis (Univasf). Administra os cursos no buzzero: Cinema e educação: uma pedagogia da imagem, e cinema e psicanálise. http://www.linkedin.com/profile/view?id=133754525&trk=nav_responsive_tab_profile_pic


"O conteúdo não atendeu as minhas necessidades em sala de aula,a formatação do material deixou a desejar."

- Regina Helena Baldissarelli Lima Otranto

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  • Cinema e educação

    cinema e educação

    prof° nelson l. rodrigues

    sumário:

    apresentação

    história do cinema

    breve história da educação

    cinema e a educação

    modelo de plano de aula

  • Apresentação

    apresentação

    a proposta do curso cinema e educação é construir alguns dos múltiplos pontos de intercessão possíveis entre essas duas manifestações culturais. e, sobretudo, ressaltar o papel do professor, tomado aqui como um construtor de sentidos. a relação estabelecida tão precocemente em nossa história não se consolidou como era o desejo de alguns de nossos educadores e do próprio governo brasileiro. entretanto devemos considerar que o crescimento da produção cinematográfica ao longo das décadas seguintes deu aos brasileiros novas maneiras de estar-com-mundo. segundo a professora duarte*: “ver e interpretar filmes implica, acima de tudo, perceber o significado que eles têm no contexto social do qual participam” (p. 107). cinema em sala de aula precisa ser compreendido com atenção, tanto pelos professores, como pelos alunos, é ela que vai nos conduzir ao mundo das imagens facilitando assim o aprendizado e suas possibilidades sensitivas. o curso se destina a capacitar, de forma inicial é claro, como relacionar os filmes exibidos e seus temas de estudos, pois o próprio professor depois será o próprio produtor das novas maneiras de trabalhar com o cinema em sala de aula.

    boa aventura!
    nelson lopes rodrigues.

    *duarte, rosália. cinema & educação: refletindo sobre cinema e educação. belo horizonte: autêntica, 2002.

  • História do cinema

    história do cinema

    segundo os indícios históricos e arqueológicos é antiga a preocupação do homem com o registro de suas atividades. tudo começou com as pinturas rupestres nas cavernas representando os aspectos importantes e dinâmicos da vida humana e da natureza, produzindo narrativas através de suas pinturas. séculos depois aparece o jogo de sombras do teatro de marionetes oriental, considerado um dos mais remotos precursores do cinema. os jogos de sombras surge na china, por volta de 5.000 a.c. se trata da projeção sobre paredes ou telas de linho, de figuras humanas, animais ou objetos recortados e manipulados. o operador narrava a ação, quase sempre envolvendo príncipes, guerreiros e dragões.
    muitos séculos depois câmara é enunciado por leonardo da  vinci, no século xv. o invento é desenvolvido pelo pensador giambattista della porta, no século xvi, que projeta uma caixa fechada, com um pequeno orifício coberto por uma lente. através dele penetram e se cruzam os raios refletidos pelos objetos exteriores. a imagem, invertida, inscreve-se na face do fundo, no interior da caixa. depois aparece a lanterna mágica pelo alemão athanasius kirchner, na metade do século xvii, baseia-se no processo inverso da câmara escura. é composta por uma caixa cilíndrica iluminada a vela, que projeta as imagens desenhadas em uma lâmina de vidro.

  • É possível que se originou através de princípios a partir do século 5 A.C na China, e teve princípios também vistos por Aristóteles na Grécia no século 4 aC. Com a ótica de Euclides pressupõe a câmara escura como uma demonstração de que a luz viaja em linha reta. A primeira câmera escura foi construída em meados do século 6, em experimentos de Antêmio de Trales. No século 11, durante a Dinastia Song, foi usado para aplicar atributos geométricos e quantitativos.

    é possível que se originou através de princípios a partir do século 5 a.c na china, e teve princípios também vistos por aristóteles na grécia no século 4 ac. com a ótica de euclides pressupõe a câmara escura como uma demonstração de que a luz viaja em linha reta. a primeira câmera escura foi construída em meados do século 6, em experimentos de antêmio de trales. no século 11, durante a dinastia song, foi usado para aplicar atributos geométricos e quantitativos.

    câmera escura do século xviii

    modelos de câmera escura

  • Primeiros movimentos

    primeiros movimentos

    primeiros aparelhos – em 1826 o inglês peter mark rogerno descobre o fenômeno da persistência retiniana (fração de segundo em que a imagem permanece na retina). aparece então a fotografia, desenvolvida simultaneamente por louis-jacques daguerre e joseph nicéphore niepce, estas descobertas contribuiram muito para a criação das primeiras maquinas de cinema.

    inveções:
    fenacistoscópio - criado pelo físico belga joseph-antoine plateau, foi o primeiro a medir o tempo da persistência retiniana. para que uma série de imagens fixas dêem a ilusão de movimento, é necessário que se sucedam à razão de dez por segundo. em 1832, plateau inventa um aparelho formado por um disco com várias figuras desenhadas em posições diferentes. ao girar o disco, elas adquirem movimento. a idéia era apresentar uma rápida sucessão de desenhos de diferentes estágios de uma ação, criando a ilusão de que um único desenho se movimentava.
    praxinoscópio – é um aparelho que projeta na tela imagens desenhadas sobre fitas transparentes, inventado pelo francês émile reynaud (1877). a princípio uma máquina primitiva, composta por uma caixa de biscoitos e um único espelho, o praxinoscópio é aperfeiçoado com um sistema complexo de espelhos que permite efeitos de relevo. a multiplicação das figuras desenhadas e a adaptação de uma lanterna de projeção possibilitam a realização de truques que dão a ilusão de movimento.
    fuzil fotográfico – em 1878 o fisiologista francês étienne-jules marey desenvolve o fuzil fotográfico: um tambor forrado por dentro com uma chapa fotográfica circular. seus estudos se baseiam na experiência desenvolvida, em 1872, pelo inglês edward muybridge, que decompõe o movimento do galope de um cavalo. muybridge instala 24 máquinas fotográficas em intervalos regulares ao longo de uma pista de corrida e liga a cada máquina fios que atravessam a pista. com a passagem do cavalo, os fios são rompidos, desencadeando o disparo sucessivo dos obturadores, que produzem 24 poses consecutivas.

  • cronofotografia – pesquisas posteriores sobre o andar do homem ou o vôo dos pássaros levam étienne-jules marey, em 1887, ao desenvolvimento da cronofotografia a fixação fotográfica de várias fases de um corpo em movimento, que é a própria base do cinema.
    cinetoscópio – o norte-americano thomas alva edison inventa o filme perfurado. e, em 1890, roda uma série de pequenos filmes em seu estúdio, o black maria, primeiro da história do cinema. esses filmes não são projetados em uma tela, mas no interior de uma máquina, podendo serem vistas por um espectador de cada vez.
    cinematógrafo – a partir do aperfeiçoamento do cinetoscópio, os irmãos auguste e louis lumière idealizam o cinematógrafo em 1895. o aparelho – uma espécie de ancestral da filmadora – é movido a manivela e utiliza negativos perfurados, substituindo a ação de várias máquinas fotográficas para registrar o movimento. o cinematógrafo torna possível, também, a projeção das imagens para o público. o nome do aparelho passou a identificar, em todas as línguas, a nova arte (ciné, cinema, kino etc.).
    auguste lumière (1862-1954) e louis lumière (1864-1948) nascem em besançon, na frança. filhos de um fotógrafo e proprietário de indústria de filmes e papéis fotográficos, eram praticamente desconhecidos no campo das pesquisas fotográficas até 1890. após freqüentarem a escola técnica, realizam uma série de estudos sobre os processos fotográficos, na fábrica do pai, até chegarem ao cinematógrafo. louis lumière é o primeiro cineasta realizador de documentários curtos. seu irmão auguste participa das primeiras descobertas, dedicando-se posteriormente à medicina.

  • O cinema mudo

    o cinema mudo

    a apresentação pública do cinematógrafo marca oficialmente o início da história do cinema. o som chega no final dos anos 20.
    a primeira exibição pública das produções dos irmãos lumière ocorre em 28 de dezembro de 1895, no grand café, em paris. a saída dos operários das usinas lumière, a chegada do trem na estação, o almoço do bebê e o mar são alguns dos filmes apresentados. as produções são rudimentares, em geral documentários curtos sobre a vida cotidiana, com cerca de dois minutos de projeção, filmados ao ar livre.

  • “quando em junho de 1928 se fundou o primeiro cineclube do brasil, não por acaso ele ganhou o nome de chaplin club, pois charles chaplin era mais ou menos como um sinônimo da arte cinematográfica então. criado a partir de uma idéia de plínio sussekind rocha, e levada adiante por ele e mais otávio de faria, almir castro, claudio mello e mário peixoto, o cineclube, e sua revista o fan, mantinham como foco a genialidade de chaplin e a defesa do cinema mudo contra o retrocesso do cinema falado, que aparecia no horizonte com um filme divisor de águas – o cantor de jazz (1927), de alan crosland com al jonson.”

    assista: http://www.youtube.com/watch?v=5fki3ntsg0o

  • Vale lembrar!!!

    vale lembrar!!!

    o chaplin club (1928-1930), no rio de janeiro, realizava um rico debate em torno do que se identifica como aparato cinema. as reflexões do grupo, que tinha octávio de faria como um ativo participante, eram sempre em torno do cinema e a partir de conceitos referentes à literatura, como se pode constatar no jornal o fan (1928-1930), onde há o registro dos debates do club. mais ou menos no mesmo período, na união soviética, teóricos do que se denominou formalismo russo estabeleceram um debate sincrônico ao do grupo carioca.

    o club chaplin à esquerda e a revista o fan à direita.

  • Primeiros filmes

    primeiros filmes

    os pequenos documentários e ficções são os primeiros gêneros do cinema. a linguagem cinematográfica se desenvolve, criando estruturas narrativas. na frança, na primeira década do século xx, são filmadas peças de teatro, com grandes nomes do palco, como sarah bernhardt. em 1913 surgem, com max linder – que mais tarde inspiraria chaplin –, o primeiro tipo cômico e, com o fantômas, de louis feuillade, o primeiro seriado policial. a produção de comédias se intensifica nos estados unidos e chega à inglaterra e rússia. na itália, giovanni pastrone realiza superproduções épicas e históricas, como cabíria, de 1914.

    documentário –
    em 1896 os lumière equipam alguns fotógrafos com aparelhos cinematográficos e os enviam para vários países, com a incumbência de trazer novas imagens e também exibir as que levam de paris. os caçadores de imagens, como são chamados, colocam suas câmeras fixas num determinado lugar e registram o que está na frente. a inglaterra, o méxico, veneza, a cidade dos doges passam a integrar o repertório dos lumière. coroação do czar nicolau ii, filmado em moscou, é considerado a primeira reportagem cinematográfica.

  • A ficção

    a ficção

    os rudimentos da narração e da montagem artística são desenvolvidos pelo americano edwin porter, em 1902, em vida de um bombeiro americano, e consolidados, um ano mais tarde, com o grande roubo do trem, o primeiro grande clássico do cinema americano. o filme inaugura o western e marca o começo da indústria cinematográfica. despontam, então, dois grandes nomes dos primórdios do cinema: georges méliès e david griffith.

    georges méliès (1861-1938), diretor, ator, produtor, fotógrafo e figurinista, é considerado o pai da arte do cinema. nasce na frança e passa parte da juventude desenvolvendo números de mágica e truques de ilusionismo. depois de assistir à primeira apresentação dos lumière, decide-se pelo cinema. pioneiro na utilização de figurinos, atores, cenários e maquiagens, opõe-se ao estilo documentarista. realiza os primeiros filmes de ficção – viagem à lua (voyage dans la lune, le / voyage to the moon - 1902) e a conquista do pólo (conquête du pôle, la / conquest of the pole - 1912) – e desenvolve diversas técnicas: fusão, exposição múltipla, uso de maquetes e truques ópticos, precursores dos efeitos especiais.

    david w. griffith (1875-1948), nascido nos estados unidos, é considerado o criador da linguagem cinematográfica. antes de chegar ao cinema, trabalha como jornalista e balconista em lojas e livrarias. admirador de edgar allan poe, também escreve poesias. no cinema, é o primeiro a utilizar dramaticamente o close, a montagem paralela, o suspense e os movimentos de câmera. em 1915, com nascimento de uma nação (the birth of a nation), realiza o primeiro longa-metragem americano, tido como a base da criação da indústria cinematográfica de hollywood. com intolerância (intolerance), de 1916, faz uma ousada experiência, com montagens e histórias paralelas.

    assista viagem à lua:
    http://www.youtube.com/watch?v=lzpxc2pllgo


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