Curso Online de O INTERPRETE DE LINGUAS DE SINAIS NO CONTEXTO DE UMA SALA DE AULA DE ALUNOS OUVINTES
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Curso Online de O INTERPRETE DE LINGUAS DE SINAIS NO CONTEXTO DE UMA SALA DE AULA DE ALUNOS OUVINTES

O CURSO RETRATA O ALUNO OUVINTE JUNTO COM O ALUNO ESPECIAL COM PROBLEMAS AUDITIVOS, DENTRO DA SALA DE AULA NORMAL, COM AJUDA DE UM INTERP...

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O CURSO RETRATA O ALUNO OUVINTE JUNTO COM O ALUNO ESPECIAL COM PROBLEMAS AUDITIVOS, DENTRO DA SALA DE AULA NORMAL, COM AJUDA DE UM INTERPRETE.

SOU FORMADA EM HISTORIA, E PEDAGOGIA,TENHO CURSO DE AUXILIAR ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO TENHO POS- GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL, E PSICO-PEDAGOGIA, DOU AULA NA APAE HÁ 4 ANOS, MAS JÁ TRABALHO NA ENTIDADE HÁ 14 ANOS, ATUO NO ESTADO COMO EVENTUAL NA ÁREA DE HISTÓRIA.


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- Valmira Gomes Pereira Conrado

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  • O INTERPRETE DE LINGUAS DE SINAIS NO CONTEXTO DE UMA SALA DE AULA DE ALUNOS OUVINTES. ADRIANA COUTINHO

    o interprete de linguas de sinais no contexto de uma sala de aula de alunos ouvintes. adriana coutinho

  • Educação para surdos no Brasil

    educação para surdos no brasil

    observa-se que a educação para surdos no brasil, passa por dificuldades, pois o ensinar está sendo muito difícil, não pelo modo de ser passado, mas sim a escassez de pessoas intelectuais nesta área para atendes esse público.
    existe muita dificuldade entre o educando em aprender as línguas de sinais, pelo fato deste educando não ter uma língua adequada para seu nível de comunicação, e também o educador às vezes sem preparo para atender esse público, que precisa de muita dedicação,compreensão e paciência , neste caso as duas partes sofrem tendo um desequilíbrio neste momento, e às vezes deparamos com inúmeras discussões, criando uma barreira e não a soluções para o caso.

  • A inclusão

    a inclusão

    portanto o educador profissional tem que estar atento ao educando, pois este depende inteiramente de seu apoio e explicação para ter desempenho durante as aulas.
    a inclusão se torna um tema polemico às vezes devido critica, falta de profissional, o aluno independente de sua origem social, étnica, ou deficiência, deve ou não ter o direito de freqüentar uma escola normal, sendo que neste momento quanto à escola e seus integrantes não estão preparadas para atender e receber este educando com respeito, e junto os conteúdos adequados.pois é muito importante a presença de um interprete, pois é de muita eficácia não só para a escola mas também para o receptor.a escola que não tem um interprete deve buscar um para que possa comunicar-se com esse educando no ambiente de aprendizagem, facilitando seu meio de convívio escolar.
    (...) assim a proposta de inclusão contempla a pedagogia da diversidade, pois todos os alunos deverão estar dentro da escola regular, independente de sua origem social e étnica ou lingüística (...).(lacerda, 2000,p, 52).

  • A escola tem que buscar soluções

    a escola tem que buscar soluções

    a escola tem que buscar soluções, mudando certos costumes e adequando ao se educando, gera no momento muitas discussões, insegurança, medo, como agir, como trabalhar com este público a preocupação e muito grande e vem aquela palavrinha mágica, como cuidar de um aluno especial? qual profissional adequado neste momento!
    nas propostas frisa bem esta deficiência, os pós e contras, onde mostra a escassez de pessoas competentes para atender este público e também a indisposição destes para trabalhar com essas pessoas especiais, o diferente traz medo às pessoas ,onde encontra estas dificuldades de ter profissionais disposto a trabalhar com o educando especial e ensiná-los a conviver melhor na sociedade.com todo esse processo, á uma necessidade enorme para educar essas pessoas surdas, portanto os estudos sobre as línguas de sinais são muito delicados e com poucos profissionais com habilidades, que é de muita importância neste caso.

  • Temos que observar que a criança surda é igual a uma criança normal

    temos que observar que a criança surda é igual a uma criança normal

    essa língua é essencialmente eficaz para o surdo, uma língua natural para sua natureza, onde o portador desta língua encontra seu mundo.o surdo mesmo sem ouvir pode ser competente em uma língua viso-gestual favorecendo um desenvolvimento integral.(lacerda, 2000, p.53).
    temos que observar que a criança surda é igual a uma criança normal, da mesma forma que a criança normal ouve e aprende a falar, a criança surda também, só que a criança surda precisa de mais atenção e um trabalho mais longo e delicado ,desgastante para o profissional, e quanto mais cedo ela tiver acesso a língua dos sinais, mas cedo ela se desenvolvera sua capacidade, e conseguira rapidamente interagir, entender, e falar a língua dos sinais.

  • O interprete de língua de sinais é muito escasso

    o interprete de língua de sinais é muito escasso

    já vimos que o interprete de língua de sinais é muito escasso poucos são os que apóiam este trabalho, tem se observado que existe uma deficiência enorme de material e bibliografias que estuda esta língua onde dificulta o trabalho, pois o aluno com problemas de comunicação precisa, ser atendido de forma coerente e adequado.
    a presença de um interprete é fundamental deve haver uma ligação entre o que ensina e o que é ensinado para que o receptor possa receber informações com mais facilidade.este curso mostra como a leitura é fundamental para a comunidade surda onde se torna mais fácil sua comunicação e seu desenvolvimento no mundo lingüístico.
    no ensino superior, ou até no ensino regular, o especial tem diferenças começando com idade cronológica do educando, o receptor jovem tem mais chance, pois está em desenvolvimento, sua aprendizagem é mais aguçada do que outro receptor mais velho.
    portanto segundo o texto muito destes interpretes, não tem uma formação adequada e especifica como já citamos, há muitas dificuldades para conseguir um profissional nesta área muito delicada que precisa de muita atenção.

  • O número de crianças surdas excluídas em escolas é de um número bem significante

    o número de crianças surdas excluídas em escolas é de um número bem significante

    o número de crianças surdas excluídas em escolas é de um número bem significante, estes estão procurando ajuda de profissionais qualificados para atendê-los, a preocupação esta ficando mais acentuada onde os responsáveis estão começando a ter uma visão diferente deste público que precisa de cuidados especiais.
    o educador neste a área deve ter muita paciência, dedicação um conhecimento geral, ser inteligente e ter habilidades para compreender a língua de sinais sendo que cada educando interpreta seu educador de forma diferenciada uns com dificuldades e outro com muita facilidade isso depende muito da desenvoltura do educando e da paciência do educador.
    o interprete tem que atuar como um educador sempre lembrando que o receptor espera o melhor de seu educador neste momento o interprete ensina varias funções entre elas ensinar, atender as necessidades pessoais do educando, atuar com coerência frente ao educando estabelecendo uma posição adequada para que o educando possa ter uma aprendizagem significativa sem acusar o educador.
    entre uma proposta surge a educação bilíngüe, onde o surdo deve ser exposto o mais rápido a ter contado com a língua de sinais, possibilitando ao surdo um desenvolvimento integral, esta proposta defende que seja ensinada ao surdo a língua de comunicação ouvinte na qual este será inserido em uma modalidade oral ou escrito sem uma pré-introdução com base nos conhecimentos adquiridos por meio da língua de sinais.(lacerda, 2000,p, 54).

  • A educação bilíngüe tem como objetivo

    a educação bilíngüe tem como objetivo

    a educação bilíngüe tem como objetivo, ajudar o portador da língua de sinais a ter um desenvolvimento cognitivo lingüístico mais visível ao mundo, onde este poderá ter uma ligação com ouvintes, e os de língua de sinais, tendo acesso as duas línguas. este método é muito restrito e um sistema de pouca aceitação, dificultando uma implantação, por ser uma proposta nova que requer domínio de libras isso barra um pouco por não ter às vezes pessoas intelectuais preparados para esse método, como já citamos.
    é observado que há muitas pessoas e crianças surdas esperando por uma oportunidade de ser engajado neste método para terem um acesso mais amplo aos conhecimentos, com isso a comunidade surda e outros buscam soluções para o desenvolvimento e a oportunidade para aderirem à educação de forma mais concisa e coerente para conseguirem comunicar com a população surda.
    a educação especial para este público, é um assunto muito delicado, muitos estão em escolas com profissionais sem preparo devido à escassez de profissionais qualificados , salários baixos,poucos materiais de apoio, ambientes inadequados,salas lotadas, enfim muitas barreiras são encontradas, onde o educador não pode dar atenção só a este aluno especial, por ser às vezes uma classe numerosa necessitando de um interprete

  • Alguns estudiosos defendem a proposta de inclusão

    alguns estudiosos defendem a proposta de inclusão

    alguns estudiosos defendem a proposta de inclusão, onde este defende que o aluno especial tem que ter um tratamento específico, tendo ajuda de um profissional da área ,no caso de um interprete de línguas de sinais,mas existe apoio governamental? é contratado um profissional que entende do caso? toda proposta é posta em prática ,ou esta só no papel? se todo esse processo fosse atendido a sala fluía e tudo daria certo.
    neste caso o educando ficará mais tranqüilo por ter ajuda de um profissional interprete e aderira as informações com mais facilidade, e o educador profissional ouvinte pode ministrar suas aulas sem preocupar-se em passar essa ou aquela informação que só os seus alunos normais poderá entender, ficando mais fácil para o educador e também, mais que correto para o educando com dificuldades lingüísticas, segundo a autora cristina broglie essa pratica é usada em diversos paises abrindo possibilidades de uma serie de discussões frente à educação dos surdos, onde este mesmo tendo um educador profissional deve ter um interprete para atender estes surdos de uma forma adequada, sem complicar a aula do educador, pois estes alunos especiais têm que ser incluídos e o profissional tem que estar por dentro do método e saber falar a língua dos sinais.(lacerda, 2000,p, 57.).

  • Se a condição da comunicação do surdo for boa pode ser estimulada

    se a condição da comunicação do surdo for boa pode ser estimulada

    se a condição da comunicação do surdo for boa pode ser estimulada, trabalhada para que o receptor tenha acesso as propostas, tendo uma grande chance de se se desenvolver e construir novos conhecimentos, por este motivo é muito importante ter um interprete onde o profissional da língua de sinais é essencial e de muita valia pois ele ajuda o surdo a conviver com pessoas não portadoras, e também auxiliando o educador profissional a se interagir com este educando especial que precisa de atenção.
    à medida que a condição lingüística especial do surdo é respeitada, aumentam as chances de ele desenvolver-se e construir novos conhecimentos de maneira satisfatória, em contraponto a uma “integração escolar” sem qualquer cuidado especial.(lacerda, 2000, p,57).

  • Neste momento o interprete tem que estar sempre se observando

    neste momento o interprete tem que estar sempre se observando

    neste momento o interprete tem que sempre estar se observando, como se comporta na sala de aula, sempre atento a sua atuação, o modo que é interpretado, sempre com cuidado ao se se situar no espaço escolar, tem que estar atentos a essas tendências, pois o educando por mais grave seja a sua deficiência ele está esperando o melhor do seu interprete, lembrando que o interprete é muito importante por ser ele o elemento fundamental neste aprendizado o educando confia no seu papel.
    sabemos que o educando surdo ele ouvira e falará pelo interprete, compreendendo seu papel e as tarefas, realizadas dentro e fora da sala de aula.o interprete tem uma tarefa profissional ele deve tomar decisões, atuar em duas línguas, sendo um tradutor ou um educador de ensino especial um intermediário facilitador da comunicação.
    se observarmos o interprete passa por um desafio profissional, ocupando um campo de batalha dividido em dois lados o da língua fluente e o da língua de sinais.o importante nesta jornada é que o interprete precisa ter conhecimento da comunidade surda, portanto sua comunicação precisa ser clara e objetiva, criando um relacionamento harmonioso e prazeroso a partes envolvidas.


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  • O INTERPRETE DE LINGUAS DE SINAIS NO CONTEXTO DE UMA SALA DE AULA DE ALUNOS OUVINTES. ADRIANA COUTINHO
  • Educação para surdos no Brasil
  • A inclusão
  • A escola tem que buscar soluções
  • Temos que observar que a criança surda é igual a uma criança normal
  • O interprete de língua de sinais é muito escasso
  • O número de crianças surdas excluídas em escolas é de um número bem significante
  • A educação bilíngüe tem como objetivo
  • Alguns estudiosos defendem a proposta de inclusão
  • Se a condição da comunicação do surdo for boa pode ser estimulada
  • Neste momento o interprete tem que estar sempre se observando
  • A atuação do interprete em sala de aula, é muito importante
  • A criança surda se interage nas propostas dada em sala de aula
  • O cuidado e atenção neste momento são muito importante para o educando
  • Pois é muito importante a presença do interprete nas escolas.
  • O convívio entre ouvintes e surdos não é estimulado pela equipe escolar
  • Os educando surdos às vezes se comunica com os educandos ouvintes
  • Tarefas que para ouvintes são simples
  • Mesmo sendo aceitos na escola regular com a proposta de estarem incluídos...
  • Embora o educando presente não esteja ouvindo as palavras de seu professor
  • Á inclusão e a escola
  • REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
  • MENSAGEM
  • AGRADECIMENTOS