Curso Online de Espécies Reativas e Antioxidantes

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Inibição do estresse oxidativo.

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Inibição do estresse oxidativo.

Docente no ensino superior, médio e fundamental. Biólogo, químico e bioquímico. Doutorando em ciência e tecnologia de alimentos. Especializando em nutrição, envelhecimento e longevidade. Mestre em alimentos e nutrição. Especialista em nutrição clínica e esportiva, gerontologia e qualidade de vida e metodologia de ensino de biologia e química. Graduado em bacharelado em bioquímica, licenciatura em química e também em biologia. Experiência como professor de ciências, biologia, química, bioquímica e alimentos. Currículo Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4485065A7.



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  • ENTENDENDO OS RADICAIS LIVRES E SUAS IMPLICAÇÕES À SAÚDE

  • OS OBJETIVOS PRINCIPAIS DESTE TEMA É ENTENDER COMO ATUAM OS RADICAIS LIVRES E A IMPORTÂNCIA DA DIETA RICA EM ANTIOXIDANTES PARA A SAÚDE.

  • INTRODUÇÃO

    INTRODUÇÃO

    Um radical livre é definido como um átomo, íon ou molécula que possui um ou mais elétrons não pareados no orbital mais externo. A presença de elétrons livres confere a estes radicais uma grande instabilidade química. Eles são altamente reativos, reagindo rapidamente por exemplo,com lipídios, proteínas e ácidos nucléicos.

  • Radicais livres podem iniciar reações em cadeia que levam a formação de novos radicais, ampliando sua capacidade de produzir lesões.

    Existem espécies não radicalares que podem agir semelhantemente aos radicais livres. O conjunto de radicais livres e essas espécies é chamado de espécies reativas.

  • Uma das teorias sobre o envelhecimento mais aceitas na literatura atual e que fornece um tema central na biologia do envelhecimento é a “Teoria do estresse oxidativo”. Esta teoria, originalmente designada inicialmente por “Teoria dos radicais livres” é baseada nos radicais livres como agentes causais no processo de envelhecimento, defendendo que a reação entre o EXCESSO de radicais livres de oxigênio é responsável pelas alterações associadas ao envelhecimento.

  • As espécies reativas , algumas das quais não são radicais livres, contribuem para a acumulação de danos oxidativos nos constituintes celulares, podendo provocar danos diretos a macromoléculas, tais como proteínas, lipídios e ácidos nucleicos. Por conseguinte, uma versão mais moderna desta visão foi denominada "teoria do estresse oxidativo", a qual defende que a acumulação progressiva e irreversível de danos oxidativos causados por espécies reativas que acompanha o envelhecimento leva a alterações funcionais, a condições patológicas e até mesmo a morte.

  • O químico Linus Pauling foi o primeiro a propor que o oxigênio pode ser convertido a superóxido por uma variedade de modos e que poderia ser importante na fisiologia. Pode portanto atribuir o nascimento do campo da biologia dos radicais livres em parte aos trabalhos pioneiros de Pauling na década de 1920.

  • Em 1954, Rebeca Gerschman demonstrou que em altas pressões de O2 e na presença de raio X era aumentada a letalidade de camundongos e que radioprotetores como a glutationa proporcionavam uma maior resistência à morte dos camundongos submetidos a este ambiente oxidante. O raio X transforma a água num radical muito tóxico e o excesso de oxigênio também pode estimular a formação de radicais livres.

  • Num artigo publicado em 1956, Harman observou que os radicais livres aumentam com a atividade metabólica crescente e estão relacionados a alterações nas reações biológicas de oxidação/redução. Sugeriu também que o envelhecimento devido às doenças degenerativas associadas a eles poderiam ser atribuídos aos efeitos colaterais dos radicais livres sobre os constituintes celulares e que os antioxidantes poderiam ter um papel muito importante na proteção contra as lesões oxidativas desses radicais.

  • No final da década de 1960, Irwin Fridovich postulou que um dos mais importantes oxidantes nas células pudesse ser o superóxido (O2 -), que se origina como consequência da redução univalente do oxigênio molecular. Ele propôs que o superóxido poderia ter importante para a biologia e medicina devido à sua capacidade de aumentar a atividade de radicais livres dentro de sistemas celulares e também devido a existência da enzima superóxido dismutase (SOD), a qual elimina via dismutação o radical livre superóxido.

  • Evidentemente, a demonstração da existência de enzimas em seres vivos que usam um radical livre como substrato implica na aceitação de que os radicais livres são formados neles.


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  • INTRODUÇÃO
  • ESPÉCIES REATIVAS
  • IMPORTÂNCIA FISIOLÓGICA DAS ESPÉCIES REATIVAS
  • RADICAL SUPERÓXIDO
  • RADICAL HIDROXILA
  • PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO
  • ÓXIDO NÍTRICO
  • PEROXIDAÇÃO LIPÍDICA
  • INFLAMAÇÃO
  • ATEROSCLEROSE
  • CÂNCER
  • ESPÉCIES REATIVAS E PELE
  • ESPÉCIES REATIVAS E DANOS CEREBRAIS
  • DIABETES
  • ESPÉCIES REATIVAS E ENVELHECIMENTO
  • ANTIOXIDANTES
  • GLUTATIONA
  • ENZIMAS ANTIOXIDANTES
  • TIORREDOXINA
  • VITAMINA E
  • VITAMINA C
  • COENZIMA Q-10
  • FLAVONOIDES
  • ÁCIDO LIPÓICO
  • CAROTENOIDES
  • BIOMARCADORES DO ESTRESSE OXIDATIVO NAS DOENÇAS CARDIOVASCULARES
  • ALGUNS MECANISMOS DE COMO TENTAR DIMINUIR A INCIDÊNCIA DO ESTRESSE OXIDATIVO
  • REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS