Curso Online de Doenças Tropicais- Módulo Malária

Curso Online de Doenças Tropicais- Módulo Malária

Continuação do curso de doenças tropicais, começando pela Malária, doença de grande importância clínica no Brasil e em vários outros país...

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Continuação do curso de doenças tropicais, começando pela Malária, doença de grande importância clínica no Brasil e em vários outros países, explica todos os aspectos que envolvem a doença, desde a transmissão, diagnóstico, tratamento e epidemiologia. Possui hiperlinks em figuras com vídeos explicativos.
Plantão de dúvidas a combinar: skype renata.ferreira.d.ascencao

Doutora em Genética e Patologia Molecular; Formação: Ciências Biológicas Professora da Universidade de Brasília (UnB, UniceuB e Fundação educacional de Brasília) Cursos de Biologia em Universidades e Escolas.



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Frente do certificado Frente
Verso do certificado Verso
  • aula 2

    dra. renata ferreira d´ascenção

  • malária

  • 1. considerações gerais

    malária: doença infecciosa, causada por protozoários do gênero plasmodium e transmitida ao homem por fêmeas de mosquito do gênero anopheles;

    a malária é uma doença parasitária importante há séculos, apesar das ações de controle implantadas há décadas em algumas regiões afetadas por ela e também é conhecida como impaludismo, febre palustre, maleita e sezão;

    no brasil, o maior número de casos é registrado na região amazônica,cujas condições ambientais e socioculturais favorecem a expansão de sua transmissão;

  • taxonomia

    filo: apicomplexa

    • classe: sporozoea

    • ordem: eucoccidiida

    • família: plasmodiidae

    • gênero: plasmodium

    • espécies: mais de 100 espécies

    • parasitas do homem: p. falciparum
    p. vivax
    p. malariae
    p. ovale

    2. taxonomia e ciclo biológico do parasita no homem e no mosquito

  • ciclo de biológico do parasita no homem

    o plasmodium tem ciclo de vida assexuado, chamado esquizogônico;

    começa com a picada do mosquito anofelino e inoculação dos esporozoítos infectantes na corrente sanguínea do homem, onde migram até atingir o fígado, penetrando nos hepatócitos dando início ao ciclo pré-eritrocítico ou esquizogonia tecidual;

    esse ciclo inicial dura 6 dias para o p. falciparum, 8 para o p. vivax e 10 a 15 dias para o p. malariae, durante esse ciclo p. ovale apresenta desenvolvimento muito lento formando os hipnozoítos, formas latentes, responsáveis pelas recaídas da doença;

    ao final do ciclo tecidual, os esquizontes rompem o hepatócito, liberando milhares de elementos-filhos na corrente sanguínea, chamados agora de merozoítos;

  • os merozoítos invadem as hemácias iniciando o ciclo eritrocítico ou sanguíneo;

    entre um perídodo que varia de 48 a 72 horas, o parasito se desenvolve no interior das hemácias até provocar sua ruptura, liberando novos merozoítos que irão invadir outras hemácias, essa ruptura e liberação leva quadro clínico da doença ou pelo início do paroxismo malárico, que se repetirá com o término do novo ciclo;

    após a reprodução assexuada, alguns merozoítos diferenciam-se em gametócitos machos e fêmeas que amadurecem sem divisão celular tornando-se as formas infectantes dos mosquitos. a função desses gametócitos é de garantir a perpetuação da espécie;

  • ciclo biológico do parasito no mosquito

    a reprodução sexuada, denominada esporogônica ocorre no estômago do mosquito, após a diferenciação dos gametócitos em gametas e a sua fusão com formação do ovo (zigoto);

    o zigoto se transforma em uma forma móvel (oocineto) que migra até a parede do intestino médio do inseto, formando o oocisto, no interior do qual se desenvolverão os esporozoítos;

    o tempo para completar esse ciclo esporogônico nos insetos varia com a espécie de plasmodium e com a temperatura, situando-se geralmente em torno de 10 a 12 dias;

    os esporozoítos produzidos nos oocistos são liberados na hemolinfa do inseto e migram até as glândulas salivares, de onde são transferidos para o sangue do hospedeiro humano durante o repasto sangüíneo.

  • no hospedeiro vertebrado:

    esporozoíta
    trofozoíta
    esquizonte
    merozoíta
    gametócitos
    (microgametócito
    e macrogametócito)

    no hospedeiro invertebrado:

    microgameta/macrogameta
    zigoto *
    oocineto *
    oocisto *
    esporozoíta

    * estágios diplóides

    biologia do parasita

  • 3. transmissão

    a transmissibilidade natural da malária depende da existência de portadores de gametócitos (reservatórios humanos) e dos vetores;

    existem centenas de espécies de anofelinos com potencial de transmitir a malária sendo que, no brasil, cerca de cinco espécies são importantes: anopheles (n) darlingi, a. (n) aquasalis, a. (n) albitarsis, a. (k) cruzi e a. (k) bellator;

    esses insetos evoluem em águas limpas e sombreadas de remansos de rios, córregos, igarapés, lagoas, represas, açudes, valetas de irrigação, alagados e pântanos;

    a malária pode ser transmitida acidentalmente por transfusão de sangue (sangue contaminado com plasmódio), pelo compartilhamento de seringas (em usuários de drogas ilícitas) ou por acidente com agulhas e/ou lancetas contaminadas. há, ainda, a possibilidade de transmissão neonatal.

  • a transmissão para o hospedeiro humano acontece pela picada da fêmea do mosquito anopheles infectada, que inocula as formas esporozoítas do plasmodium; liberando-as na corrente sanguínea do homem;

    o anopheles é conhecido no brasil como pernilongo, mosquito prego e carapanã;

    anopheles

    picada da fêmea do mosquito e inoculação dos esporozoítos

  • formas do plasmodium na transmissão da malária

    formas infectivas: esporozoítos

    formas hepáticas


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