Curso Online de Medicamentos e tratamentos  de pequenos animais feridos

Curso Online de Medicamentos e tratamentos de pequenos animais feridos

Descrição: 1. Cicatrização em pequenos animais 2. Cicatrização de feridas 3. Cicatrização - cães e gatos 4 4 . Formas de cicatrização ...

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Descrição:

1. Cicatrização em pequenos animais
2. Cicatrização de feridas
3. Cicatrização - cães e gatos 4
4 . Formas de cicatrização 5,6:
5. Manejo para o tratamento de feridas 1,8,9,11.
6. Solução antisséptica
7. Antibioticoterapia
8. Processo de cicatrização de feridas.
9. Outros agentes tópicos
10. Fatores de crescimento & peptídeo
11. Antissepsia
12. Solução de clorexidina 8,9
13. Antibioticoterapia
14. Pomada de Nitrofurazona 1,9
15. Creme de gentamicina 1,11
15. Pomada de própolis 22
16. Gel de aloevera 14
17. Creme de calêndula 15
18. Solução de silimarina 16
19. Gel de quitosana 17,23
20. Creme de fenitoína 18
21. Pomada com fator de crescimento epidérmico 19
22. Solução com fator de crescimento fibroblástico básico 20
23. Gel com complexo tripeptídeo de cobre 21
24. Resumo dos destaques.
25. Dicas de adestramentos – Cães e Gatos

José Vieira Cabral Nasceu no dia 25 de agosto de 1.960 em Xambrê, Paraná, viveu ali até os seus oito anos de idade e depois os seus pais se mudaram para Maringá no mesmo Estado. E aos 19 anos mudou-se para São Caetano do Sul, Região do Grande ABC, São Paulo, onde permanece até o presente momento. O Autor/produtor foi comerciante a maior parte de sua vida, mas também trabalhou como empregado em algumas Empresas: Foi Administrativo e Encarregado de obras Civis, tendo como formação (Mestria em Construção Civil) e, mais de 100 Cursos de diversas áreas. Como Escritor e pesquisador escreveu diversas Obras Literárias e Didáticas: É fundador da Livraria e Editora Virtual Cabral Veríssimo (seu nome artístico) e pertencente ao Clube de autores. O seu Site:(ciacabralverissimo.loja2.com.br), onde produz os seus Livros e Cursos online para a plataforma da (www.buzzero.com/autores/jose-cabral).



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  • 1. Cicatrização em pequenos animais
    A abordagem no tratamento de feridas cutâneas é importante na medicina veterinária devido à alta frequência de atendimentos a animais acometidos por lesões de diferentes tipos e origens1-6.
    A utilização de soluções antissépticas e antibióticos tópicos sobre a ferida é importante para a promoção da cicatrização e proteção da mesma contra infecções bacterianas1,8,9,11.
    Diversos tratamentos demonstram eficácia na cicatrização, proporcionando estimulação do processo de cura e fechamento mais rápido da ferida através da redução do período de epitelização12-21.

  • 2. Cicatrização de feridas
    A cicatrização de ferimentos começa imediatamente após uma lesão ou incisão e corresponde a uma combinação de eventos que restaura um tecido ferido ou o substitui por colágeno, com a finalidade restabelecer a homeostasia tecidual. Este processo é complexo e bem organizado, que envolve o trabalho coordenado de vários tipos celulares, incluindo os queratinócitos, fibroblastos, células endoteliais, macrófagos e plaquetas. A migração, infiltração, proliferação e diferenciação destas células causam uma resposta inflamatória, a qual é essencial à formação de novo tecido e leva ao fechamento da ferida. Neste processo especialmente, a proliferação dos fibroblastos e a sua migração exercem papel importante na formação do tecido de granulação e na cicatrização propriamente dita1,2

  • As fases da cicatrização de feridas
    compreendem quatro fases 2,3:
     
    ü Fase inflamatória: caracterizada basicamente pela presença de células inflamatórias no tecido cicatricial;
    ü Fase de desbridamento: ocorre quase simultaneamente com a fase inflamatória. Nesta fase, forma-se um exsudato composto de leucócitos, tecidos mortos e fluidos da ferida;
    ü Fase reparativa: caracterizada pela invasão de fibroblastos, pelo elevado acúmulo de colágeno e pela migração e formação de estruturas endoteliais novas no interior da ferida;
    ü Fase de maturação: fase final da cicatrização das feridas, durante a qual as fibras de colágeno orientam-se paralelamente às linhas de estresse e tensão e se cruzam de modo a formar uma ligação transversal

  • 3. Cicatrização - cães e gatos 4
     
    Existem grandes diferenças microscópicas na anatomia cutânea de gatos quando comparados aos cães, resultando em diferenças significativas na cicatrização cutânea entre estas espécies.
    A pele íntegra de felinos apresenta menor perfusão que a pele canina. Nas feridas cicatrizadas por primeira intenção,
    a ferida dos gatos apresenta menor resistência à ruptura em comparação aos cães, permitindo a formulação da hipótese de uma redução significativa na produção de colágeno em gatos.
    Nas feridas cicatrizadas por segunda intenção são observadas diferenças quantitativas e qualitativas entre as cicatrizações de cães e gatos.

  • Nas feridas cicatrizadas por segunda intenção são observadas diferenças quantitativas e qualitativas entre as cicatrizações de cães e gatos. Na fase inflamatória, a ferida em cães mostra-se mais exsudativa, edematosa e eritematosa do que feridas idênticas em gatos. A formação do tecido de granulação em gatos é retardada e difere visualmente, apresentando uma coloração mais pálida, quando comparada ao tecido de granulação de cães.
    4 . Formas de cicatrização 5,6:
    Existem três formas pelas quais as feridas podem cicatrizar, e essa escolha poderá ser feita pelo médico veterinário, dependendo de características particulares de cada lesão, da quantidade de tecido perdido ou danificado e da presença ou não de infecção.

  • ü Primeira intenção (cirúrgica): é a situação ideal para a oclusão das lesões e está associada a feridas limpas, ocorrendo quando há perda mínima de tecido, ausência de infecção e mínimo edema;
    ü Segunda intenção: consiste no processo que a aproximação primária dos bordos da ferida não é possível, as feridas são deixadas abertas sendo posteriormente fechadas por meio de contração e epitelização natural;
    Terceira intenção: ocorre quando há presença de infecção na ferida, que primeiramente deve ser tratada, para então posteriormente ser suturada
    Quando as feridas não fecham por cicatrização primária, tratam-se como feridas abertas com o objetivo de reduzir a contaminação tecidular. Para alcançar estes objetivos há que desbridar, lavar e cobrir ferida3.

  • ü O desbridamento consiste na eliminação de tecido necrosado e desvitalizado, por meio de incisão ou com pensos úmidos-a-secos3.
    ü A lavagem consiste em promover a irrigação dos tecidos, eliminando materiais estranhos, exsudatos e a própria contaminação, utilizando soro fisiológico, ou ainda, soluções antissépticas, como clorexidina e iodopovidona pouco concentradas3.
    ü A cobertura da ferida consiste na colocação de pensos, para evitar a contaminação e promover a reparação do tecido danificado3.
    O estudo da cicatrização e tratamento de feridas cutâneas possui extrema importância em medicina veterinária devido à alta frequência de atendimentos a animais acometidos por lesões de diferentes tipos e origens1-6.

  • 5. Manejo para o tratamento de feridas 1,8,9,11.
    a) Lavagem de feridas > Uma importante técnica inicial no tratamento de feridas contaminadas é a lavagem destas para auxiliar na liberação de fragmentos de tecido solto, detritos estranhos e micro organismos, além de remover tecido necrótico e exsudato, através da ação mecânica e diluente da irrigação da ferida7. 
    b) Antisséptico > O antisséptico ideal deve ser bactericida, sem afetar os tecidos em processo de cicatrização. Além disso, deve agir de forma rápida e com atividade residual prolongada após uma única dose, ser atóxico, não carcinogênico ou teratogênico às células do hospedeiro, hipo-alergênico, econômico, amplamente disponível, incapaz de promover resistência bacteriana e ter absorção sistêmica mínima. Contudo, se usados por longos períodos e em altas concentrações, os antissépticos podem induzir o atraso na cicatrização7,8.

  • 6. Solução Antisséptica  
    a) Solução de iodopovidona 1%8,9 > Apresenta propriedades antimicrobianas e não causa lesão tecidual. É efetiva contra bactérias gram-positivas e gram-negativas, vírus, fungos, leveduras e protozoários. Requer reaplicação frequente (a cada 4 a 6h) quando usado como solução umedecedora.  
    b) Solução clorexidina 0,05%8,9 > Reduz significativamente a população bacteriana em feridas contaminadas, sem que ocorra o aumento na inflamação dos tecidos, possui atividade residual prolongada e boa atividade em presença de matéria orgânica. É efetiva contra bactérias gram-positivas e algumas bactérias gram-negativas. Também apresenta absorção sistêmica e toxicidade mínimas e promove rápida cicatrização; sua atividade residual pode durar até 2 dias e a eficácia aumenta com uma aplicação repetida.

  • 7. Antibioticoterapia
     
    A Antibioticoterapia deve ser iniciada quando o animal apresenta a ferida por mais de quatro horas, se há lesão marcada dos tecidos moles ou se ela não pode ser completamente limpa com a eliminação de bactérias através do processo de lavagem e desbridamento. Durante pelo menos cinco dias após o encerramento da ferida, deve-se continuar a utilização de antibióticos ou até o tecido de granulação cobrir a superfície da ferida. O antibiótico pode ser selecionado inicialmente considerando quais os organismos mais prováveis na ferida. Staphylococcus e Streptococcus são os patógenos mais comuns encontrados em feridas traumáticas e pós-operatórias, mas infecções com bactérias gram-negativas e mistas também são possíveis8,10.

  • A utilização de soluções antissépticas e antibióticos tópicos sobre a ferida é importante para a promoção da cicatrização e proteção da mesma contra infecções bacterianas1,8,9,11.


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  • 5. Manejo para o tratamento de feridas 1,8,9,11.
  • 6. Solução antisséptica
  • 7. Antibioticoterapia
  • 8. Processo de cicatrização de feridas.
  • 9. Outros agentes tópicos
  • 10. Fatores de crescimento & peptídeo
  • 11. Antissepsia
  • 12. Solução de clorexidina 8,9
  • 13. Antibioticoterapia
  • 14. Pomada de Nitrofurazona 1,9
  • 15. Creme de gentamicina 1,11
  • 15. Pomada de própolis 22
  • 16. Gel de aloevera 14
  • 17. Creme de calêndula 15
  • 18. Solução de silimarina 16
  • 19. Gel de quitosana 17,23
  • 20. Creme de fenitoína 18
  • 21. Pomada com fator de crescimento epidérmico 19
  • 22. Solução com fator de crescimento fibroblástico básico 20
  • 23. Gel com complexo tripeptídeo de cobre 21
  • 24. Resumo dos destaques.
  • 25. Dicas de adestramentos ? Cães e Gatos