Curso Online de CONVULSÃO

Curso Online de CONVULSÃO

EPILEPSIA: condição crônica, caracterizada pela presença de crises recorrentes, na ausência de eventos externos desencadeantes. CRISES EP...

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EPILEPSIA: condição crônica, caracterizada pela presença de crises recorrentes, na ausência de eventos externos desencadeantes.
CRISES EPILÉPTICAS: descarga elétrica anormal, excessiva e síncrona, de um grupamento neuronal, ocorrendo de modo espontâneo ou secundário a eventos exógenos.

Produziu cursos na área de Instrumentação Cirúrgica, onde é formado desde 2003. Autor de mais de 100 cursos na área da saúde onde atuou por mais de 10 anos na enfermagem onde é formado desde 2004. Também produziu aproximadamente 200 cursos na área da educação (Geografia e História principalmente) onde cursou Licenciatura em História de 2009 a 2013. Autor também de alguns cursos de Administração onde cursa atualmente o 3º semestre em Administração e Gestão pela IERGS em Porto Alegre - RS. Pós-Graduado em História do Brasil pela PROMINAS.



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  • Crises convulsivas:
    Manifestação neurológica mais comum na emergência;
    1-5% dos atendimentos;
    80% cessa antes do atendimento.

    Risco de lesão do SNC e sistêmica.

    Protocolos de atendimento.

  • EPILEPSIA: condição crônica, caracterizada pela presença de crises recorrentes, na ausência de eventos externos desencadeantes.

    CRISES EPILÉPTICAS: descarga elétrica anormal, excessiva e síncrona, de um grupamento neuronal, ocorrendo de modo espontâneo ou secundário a eventos exógenos.

  • CONVULSÕES: crises epilépticas com manifestações motoras (áreas corticais anteriores).
    Crises não convulsivas: alterações localizadas em áreas posteriores do cérebro, com sintomas visuais, auditivos ou exclusivamente sensitivos, assim como as ausências.

  • Maior na infância: menor limiar do cérebro imaturo.

    6% das crianças: pelo menos 1 crise epiléptica.

  • Alterações orgânicas ou funcionais do parênquima cerebral.
    Influenciará na decisão da terapêutica.

    Crises sintomáticas agudas:
    Processo agudo que afeta o SNC;
    Baixo risco de recorrência corrigindo-se o distúrbio.
    Crises sintomáticas remotas:
    Lesões prévias do SN: sequelas de TCE, infecções ou eventos hipóxico-isquêmicos.
    Crises idiopáticas:
    História familiar de epilepsia com provável herança genética.
    Febril:
    Não há história de convulsões na ausência de febre nem se identifica outro fator adicional.
    Encefalopatia progressiva:
    Há uma doença neurológica progressiva.

  • Classificação

    Classificação

    Liga Internacional contra a Epilepsia
    critérios clínicos e eletroencefalográficos.

    Crises generalizadas:
    atividade epiléptica simultânea nos dois hemisférios cerebrais, havendo obrigatoriamente a perda da consciência.

    Crises parciais:
    inicia-se em um hemisfério cerebral.
    Simples: consciência preservada.
    Complexa: consciência alterada.

  • Convulsões febris

    Convulsões febris

    Tipo mais comum de convulsão na infância.
    3 a 5% das crianças apresentarão antes dos 5 anos de idade (pico aos 2 anos).
    Fator de risco:
    história de convulsão febril em parentes de 1o grau (↑ risco de recorrência).

  • Convulsões febris

    Convulsões febris

    Generalizada;
    < 15 minutos; ou
    Apenas 1 episódio num período de 24 horas.

    Manifestações focais;
    > 15 minutos; ou
    Mais de 1 episódio num período de 24 horas.

    Definição:
    Crianças febris entre 6 meses e 5 anos de idade, sem evidências de infecção intracraniana ou distúrbio convulsivo conhecido.

    Doenças infecciosas mais envolvidas: OMA, IVAS, síndrome viral, PNM, ITU, GECA, varicela e bronquiolites.

  • Convulsões febris

    Convulsões febris

    Punção lombar:
    Persistência de rebaixamento do nível de consciência ou está letárgico ou irritado;
    < 6 meses: avaliação mais cuidadosa.

    EEG: não tem grande valor.

    Neuroimagem:
    Convulsão focal;
    Achados neurológicos focais;
    História de TCE;
    Persistência de rebaixamento do nível de consciência.

  • Convulsões febris

    Convulsões febris

    Tratamento:
    ATBterapia para o foco de infecção;
    Anti-epilépticos: controverso;
    Antipirépticos: não diminuem a recorrência.

    Fatores de risco para recorrência:
    <18 meses no momento da 1a convulsão;
    História de convulsão febril em parentes de 1o grau.

  • Estado de mal epiléptico (EME)

    Estado de mal epiléptico (EME)

    Corresponde a mais de 30 minutos de atividade convulsiva contínua ou 2 ou mais crises epilépticas sequenciais sem total recuperação do nível de consciência entre as crises.


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