Curso Online de Doenças sexualmente transmissíveis

Curso Online de Doenças sexualmente transmissíveis

O curso aborda DST e o Sistema Único de Saúde, as doenças, prevenção, vídeo, etc.

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  • Doenças Sexualmente Transmissíveis

    Doenças Sexualmente Transmissíveis

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    Bons estudos!

  • Programa de Educação Continuada à Distância
    EAD – Educação à Distância

  • Introdução

  • Doenças sexualmente transmitidas ou DSTs, são doenças infecciosas que podem ser
    disseminadas através do contato sexual. Algumas podem também ser transmitidas por vias
    não sexuais, porém formas não-sexuais de transmissão são menos frequentes. Estima-se que
    de 10 a 15 milhões de americanos tenham doenças sexualmente transmitidas, muitos dos
    casos são epidêmicos, incluindo gonorréia, inflexão da uretra não causada pela gonorréia,
    herpes genital, candiloma, scabics (mites) e infecções na uretra e na vagina causadas pela
    bactéria Chlamydia trachomatis, pelo protozoário Trichomas e pelo fungo monilia. Vários
    estudos mostram que as doenças sexualmente transmitidas afetam pessoas de ambos os
    sexos, de todas as raças e de todos os níveis sociais.

    Um grande número de infecções são transmitidas predominantemente ou exclusivamente por
    contato sexual. Além das doenças epidêmicas que foram citadas acima, podemos incluir a
    sífilis, o chato (pediculosis pubis), infecção vaginal causada pela bactéria Hemophilus e
    muitas outras. DSTs podem ser causadas por uma grande variedade de organismos, tais
    como o protozoário Trichomonas, a levedura causadora de moniliasis, bactérias causadoras
    da gonorréia e da sífilis e o vírus que causa a herpes genital.

  • Epidemiologia das DST no Brasil

  • Nos dados preliminares de um estudo realizado em seis capitais (Porto Alegre, São
    Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia, Fortaleza e Manaus) para avaliar a prevalência das DST em
    diferentes populações, encontrou-se:

  • O mesmo estudo também avaliou a prevalência de algumas destas DST em clientes com
    síndromes clínicas, conforme os resultados abaixo:

  • Entre jovens que se apresentam para seleção do serviço militar (conscritos), 15,8%
    relataram já ter tido algum problema relacionado às DST (como corrimento no canal da
    urina, bolhas ou feridas ou verrugas no pênis), sendo as taxas mais altas nas regiões Norte e
    Nordeste. A prevalência de clamídia em conscritos assintomáticos de Goiânia foi 5%.

    Num inquérito populacional entre homens que apresentaram corrimento uretral e
    tiveram tratamento, 57,8% foram atendidos em estabelecimento público de saúde,
    sendo que 46,2% deles adquiriram os medicamentos no próprio estabelecimento de saúde,
    enquanto os outros adquiriram na farmácia. Entre os homens que tiveram o problema e que
    não buscaram serviços de saúde, 65,4% procuraram, diretamente, o atendente de uma
    farmácia.

    Em relação as mulheres, encontrou-se numa população de adolescentes assintomáticas
    atendidas pelo Programa de Saúde da Família de Vitória, 12,2% de clamídia e 1,9% de
    infecção gonocócica. No Estudo Sentinela em Parturientes de abrangência nacional,
    observou-se que a prevalência de soropositividade para sífilis é1,6%, correspondendo a cerca
    de 48.000 gestantes/ano e 0,41% de HIV, cerca de 12.300 casos/ano.

  • DST e o Sistema Único de Saúde (SUS)

  • Sabe-se que as estratégias de prevenção primária (uso do preservativo) e secundária
    (diagnóstico e tratamento) podem permitir o controle das DST e suas consequências. As
    ações nessa direção existem no país de forma pulverizada, com importantes diferenças
    regionais.

    As diretrizes para diagnóstico e tratamento precoces, incluindo a avaliação das
    parcerias sexuais, são pouco conhecidas ou implementadas pelo sistema de saúde.

    Não existe disponibilidade contínua de medicamentos padronizados para portadores de DST,
    bem como de preservativos. A pactuação entre os três níveis de governo estabelece
    que a aquisição dos medicamentos para as DST é de responsabilidade dos estados e
    municípios, e a aquisição de preservativos é compartilhada, sendo de 80% de
    responsabilidade do nível federal nas regiões sul e sudeste e de 90% nas regiões norte,
    nordeste e centro-oeste. Porém esta pactuação vem sendo cumprida com dificuldades.

  • Pouco se valoriza a prevenção especificamente dirigida ao controle das DST (educação em
    saúde, disseminação da informação para reconhecimento de sinais e sintomas, busca precoce
    por assistência, convocação de parceiros, campanha em mídia, etc). Há ênfase no
    diagnóstico etiológico, pouco se conhece o manejo sindrômico e os profissionais capacitados
    são insuficientes.

    Apesar dos avanços na atenção básica nos últimos anos, muitas unidades de saúde têm
    restrita capacidade resolutiva e trabalham com agendamento de consultas, destinando
    pouco ou nenhum espaço para atendimento à demanda espontânea, não reconhecendo a DST
    sintomática como uma emergência. Isso restringe a acessibilidade aos serviços, levando os
    homens portadores de DST a continuar procurando prontos socorros, farmácias,
    curandeiros ou auto-medicação. As mulheres, frequentemente assintomáticas, não são
    rastreadas ou orientadas no seu atendimento ginecológico.


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