Curso Online de Enfermagem geral: Urgência, Emergência e Patologias envolvidas
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Curso Online de Enfermagem geral: Urgência, Emergência e Patologias envolvidas

confira o curso Enfermagem geral Urgência e emergência e Patologias envolvidas neste assunto

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ESPECIALISTAS EM ENFERMAGEM; BACHAREIS EM ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA; Experiência em: -Urgência e Emergência, -Clinica Médica, -Clinica Círurgica, -UTI, -Oncologia, -Nefrologia e -SAÚDE PUBLICA E ETC; PROFESSORES DE CURSOS TECNICO DE ENFERMAGEM EM DIVERSAS ÁREAS.


"EXCELENTE,ESSE CURSO ATENDEU MINHAS NECESSIDADES E ME DEIXOU MAIS ATUALIZADO."

- Nairo Rudinei D'avila Freitas

- Priscila Corcino S Ilva

- Rafael Ribeiro Magalhaes

- José Felipe De Almeida Lins E Silva

- Maro Rodrigues Da Paixão Junior

- Aline Fernandes Guimarães

- Meyriellen Monteiro Perdomo

- Marcus Filipe Borges Marangon

- Luciana Gasparini Pianca

- Janndsson Ribeiro Carneiro

- Renata Celí Malta Pantoja Belchior

- Alana Lúcia Martins Taumaturgo Lemos

- Almir Luciano Ferreira De Souza

- Helena Custódia De Aguiar Daguis

- Fernanda Jesus De Campos

"O curso é bom e prático, pois os profissionais da área de saúde sempre precisam se atualizar de acordo com as necessidades que vão surgindo e, nem sempre, há cursos presenciais disponíveis, além de nem todos terem tempo para a sua realziação."

- Diego Santos De AraÚjo

- Marina Miranda França

"Bom, porem muito extenso e sem foco em um assunto especifico."

- Paula Monick De Oliveira Muniz

- Karla Simone De Brito Brock

  • Aqui você não precisa esperar o prazo de compensação do pagamento para começar a aprender. Inicie agora mesmo e pague depois.
  • O curso é todo feito pela Internet. Assim você pode acessar de qualquer lugar, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
  • Se não gostar do curso você tem 7 dias para solicitar (através da pagina de contato) o cancelamento ou a devolução do valor investido.*
  • Adquira certificado ou apostila impressos e receba em casa.**
* Desde que tenha acessado a no máximo 50% do material.
** Material opcional, vendido separadamente.
  • Tratado de Enfermagem geral
    Urgência e emergência
    e
    Patologias envolvidas neste assunto
    ENFº Marcelo Neves

  • análise - do grau de necessidade do usuário
    e
    ordenação – do atendimento de acordo com o nível de necessidade
    Com base em técnica (protocolos), experiência, postura
    .....e não somente a subjetividade e sensibilidade qe quem está na porta

    Classificação de Risco

  • Objetivos da classificação de risco (1)

    Identificar prontamente condições de risco de perder a vida  passar na frente !
    Agir no tempo terapêutico
    Organizar processo de trabalho e espaço físico do PS – “eixo azul”
    Diminuir a superlotação

  • Objetivos da classificação de risco (2)
    Extinguir a triagem por porteiro, recepcionista. (primeiro contato com um profissional de saúde)

    Extinguir a triagem médica, geralemente baseada na pergunta “quem não vou atender ?”

    Priorizar de acordo com critérios clínicos
    (e não por ordem de chegada, ou de acordo com a sensibilidade de quem recebe) .

  • Objetivos da classificação de risco (3)
    Informar os pacientes e familiares a expectativa de atendimento e tempo de espera (diminuir a ansiedade gerada pelo que é desconhecido)

    Esclarecer a comunidade sobre a forma de atendimento

    Realizar, quando necessário, encaminhamento responsável com garantia de acesso à rede de atenção.

  • Diminuição da ansiedade dos profissionais e usuários.
    Melhoria das relações interpessoais na equipe da emergência
    Padronização de dados para estudos, pesquisas e planejamentos.
    Aumento da satisfação do usuário

    Outros resultados

  • ACOLHIMENTO
    COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO

    COMO ORGANIZAR O PROCESSO ?

  • A chegada ao Pronto Socorro

    Eixo VERMELHO = emergência
    Visível amplamente, distinto e exclusivo. Acesso coberto para ambulâncias Sinal sonoro disponível Sala disponível

    Recebimento e estabilização dos pacientes graves.

  • EIXO VERMELHO
    Materiais e equipamentos:
    Assistência Ventilatória (cabeceira)
    Assistência Circulatória ( parte intermediária)
    Drogas e soluções (parte intermediária)
    Materiais complementares (mais distante) (caixas cirúrgicas, campos,aventais,etc)
    Privacidade do paciente ++++++
    Acolhimento da rede social +++++

  • EIXO VERMELHO

    Após estabilização
    Área amarela : pacientes críticos - CTI
    Área verde : pacientes estáveis, observação. internação, transferência, alta.

    Envolvimento das demais áreas do hospital: enfermarias, CTI, ambulatório

  • EIXO AZUL
    Acolhimento com Classificação de Risco

    Local amplo
    Local para o primeiro contato de fácil identificação: é para a “central de acolhimento” que o usuário se dirige ao chegar no Pronto Socorro

    Acolhimento dos casos menos graves
    Classifiçação de risco
    Atendimento médico


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  • Pressupostos
  • Recomendações (1)
  • Recomendações (2)
  • Recomendações (3)
  • Implantação
  • Avaliação e Adequação
  • BLS-REANIMAÇÃO CARDIOPULMONAR
  • HISTÓRICO
  • HABILIDADES BÁSICAS SAVC
  • ATENDENDO A UMA EMERGÊNCIA
  • A- AVALIAÇÃO VIAS AÉREAS
  • B- AVALIAÇÃO RESPIRAÇÃO
  • C- AVALIAÇÃO CIRCULAÇÃO
  • COMO VERIFICAR PULSO
  • C- AVALIAÇÃO CIRCULAÇÃO
  • COMO REALIZAR COMPRESSÕES TORÁCICAS
  • ENGASGO - OVACE
  • DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO (DEA)
  • SEQÜÊNCIA AÇÕES COM (DEA)
  • AVALIAÇÃO APÓS PROCEDIMENTO
  • ACLS
  • ALGORITMO PARA FV/TV SEM PULSO
  • ALGORITMO INTEGRAL PARA ACE
  • SUGESTÕES
  • Novas diretrizes BLS e ACLS 2006/2007
  • ACLS
  • Sobrevida na FV
  • Cadeia de sobrevivência
  • C-A-B
  • Algoritmo ACLS 2010
  • Acessar responsividade
  • Abertura das vias aéreas com trauma cervical
  • Ventilação
  • Desfibrilação ?
  • DESFIBRILAÇÃO
  • Posição de recuperação
  • Após análise de ritmo e/ou choque
  • Intubação Orotraqueal
  • Acesso venoso
  • Sequência do atendimento na FV/TV
  • Sequência do atendimento na assistolia / AESP
  • PRIMEIROS SOCORROS EM CASOS QUEIMADURAS E CHOQUE ELÉTRICO
  • ACIDENTE COM ANDAIME
  • ACIDENTE COM ELETRICISTA
  • ACIDENTE COM INCÊNDIO E EXPLOSÃO
  • EMERGÊNCIAS
  • Camadas da pele
  • Classificação das Queimaduras Quanto a Profundidade da Lesão:
  • Como agir em caso de queimaduras
  • RCP EM ADULTOS
  • Acidentes em alta tensão
  • OS 10 MANDAMENTOS DO SOCORRISTA
  • ACIDENTES COM MÚLTIPLAS VÍTIMAS
  • ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS
  • 07 Acertos
  • Via oral
  • VIA SUBLINGUAL
  • Via intradérmica
  • VIA SUBCUTÂNEA
  • Via Intramuscular
  • VIA INTRAMUSCULAR
  • VIA INTRAVENOSA
  • Via Cutânea
  • Via Inalatória
  • Foraseq
  • Regra de 3
  • Princípios do Atendimento Pré-Hospitalar
  • Introdução
  • 1° Princípio Garantir a segurança dos socorristas e do paciente
  • 2° Princípio Avaliar a situação para determinar a necessidade de solicitar outros recursos
  • 3° Princípio Reconhecer a biomecânica envolvida nas lesões
  • 4° Princípio Reconhecer as lesões com risco de vida já no exame primário
  • 5° Princípio Cuidar das vias aéreas mantendo a coluna cervical estabilizada
  • 6° Princípio Providenciar suporte ventilatório e oferecer oxigênio para manter SO2 superior a 95%
  • 7° Princípio Controlar toda hemorragia externa significativa
  • 8° Princípio Tomar as medidas iniciais para tto do choque, incluindo a restauração e a manutenção da temperatura normal do organismo e a imobilização adequada das lesões músculo-esqueléticas
  • 9° Princípio Considerar o uso da calça antichoque (PASG) nos pctes com choque descompensado (PAS<90) e suspeita de fratura pélvica, hemorragia intraperitoneal ou retroperitoneal; e nos pctes com hipotensão grave (PAS<60)
  • 10° Princípio Manter a estabilização da coluna até que o paciente esteja imobilizado em prancha longa
  • 11° Princípio Quando se tratar de traumatizado grave, iniciar o transporte para o hospital apropriado mais próximo dentro de 10 minutos após a chegada ao local
  • 12° Princípio A caminho do hospital, iniciar a reposição de volume com soluções aquecidas
  • 13° Princípio Uma vez adequadamente tratadas ou descartadas as lesões com risco de vida, obter a história médica do doente e fazer o exame secundário
  • 14° Princípio Acima de tudo não causar mais dano
  • 3. Arritmias ventriculares # extra-sístoles ventriculares # taquicardia ventricular # fibrilação ventricular(LETAL)
  • ATELECTASIA, PNEUMOTORAX E DERRAME PLEURAL ENF. MARCELO NEVES
  • ATELECTASIA
  • FATORES DE RISCO
  • COMPLICAÇÕES PULMONARES
  • ATELECTASIA X PÓS - OPERATÓRIO
  • Atelectasia Pulmão Direito x Esquerdo
  • Mecanismo do atelectasia
  • Diagnóstico da atelectasia
  • Pneumotórax
  • Pneumotórax – Quadro clínico
  • Pneumotórax Classificação quanto à etiologia
  • Pneumotórax Classificação quanto ao tipo
  • Pneumotórax Espontâneo
  • Pneumotórax Espontâneo Primário - Fisiopatologia
  • Pneumotórax Secundário Causas
  • Pneumotórax – tratamento
  • Derrame Pleural
  • Derrame Pleural - sintomas
  • Derrame Pleural - sinais
  • Derrame pleural – transudato Causas mais freqüentes
  • Derrame pleural – transudato Causas raras
  • Derrame pleural – exsudato - causas
  • bloqueios
  • 1. BLOQUEIO ATRIOVENTRICULAR DE 1º GRAU:
  • Cuidados de enfermagem
  • Choque: Hemodinâmica Básica
  • mortalidade humana fim do Século XX
  • mortalidade humana no Brasil Fim do Século XX
  • Pandemia das Moléstias Evitáveis fim do Século XX
  • Moléstias Evitáveis Perspectivas para o Século XXI
  • Morte por choque: distribuição trimodal
  • Introdução
  • Definição de Choque #1
  • A oferta de O2 (DO2)
  • O remanescente venoso de O2
  • O consumo de O2 (VO2)
  • Débito, Oferta e Consumo normais
  • Alto débito e Alto consumo de O2
  • baixo débito e baixo consumo de O2
  • baixo débito, ainda basal e altíssima extração de O2
  • Como é a relação entre oferta de Oxigênio (DO2) e consumo de Oxigênio (VO2) ?
  • A relação entre oferta e consumo (débito/DO2 normal)
  • A relação entre oferta e consumo (débito/DO2 em declínio)
  • A relação entre oferta e consumo
  • A relação entre oferta e consumo (débito/DO2 crítico)
  • A relação entre oferta e consumo (débito/DO2 insuficiente)
  • A relação entre oferta e consumo (débito/DO2 criticamente insuficiente)
  • Existem duas relações diferentes entre DO2 e VO2
  • Definição de Choque #2
  • Modalidades de choque
  • Choque hipovolêmico por hemorragia
  • Refill de hemácias? De onde vem?
  • Refill plasmático? De onde vem? Em condições normais ...
  • Na condição de choque hipovolêmico
  • edema celular no choque: um caso particular
  • Distribuição normal do débito cardíaco
  • Redistribuição após hemorragia
  • O conceito de hora dourada
  • História natural do choque hipovolêmico
  • Generalidades
  • Manifestações iniciais de hipovolemia
  • Conseqüências da ativação de receptores
  • Sinais precoces característicos
  • Sinais tardios ou mais graves
  • Fisiologia do tratamento
  • Conceitos básicos
  • Reanimação primária
  • A logistística do socorro precoce
  • Cristalóides: 3 vezes o volume perdido
  • Cristalóides: vantagens e desvantagens
  • Expandindo com cristalóides (2L)
  • água total depois de cristalóides
  • O que temos agora?
  • Resolução do edema intracelular com cristalóides
  • Como nos livramos do edema i-celular?
  • Soluções hipertônicas:
  • HS/HSD são expansores poderosos
  • Soluções hipertônicas:
  • HS: distribuição compartimental (4ml/kg NaCL 7,5% acrescenta 128 mEq Na+/L de plasma)
  • HS: distribuição compartimental
  • HS: compartmental distribution
  • Soluções hipertônicas:
  • edema celular no choque: cristalóides vs HSD
  • Soluções hipertônicas:
  • Restaurar transporte de O2
  • Sangue: Vantagens limitações
  • A logística do socorro pré-hospitalar ...
  • Sangue: Indicação
  • EPIDEMIOLOGIA
  • ASSISTÊNCIA VENTILATÓRIA : VENTILAÇÃO PULMONAR MECÂNICA (VPM)
  • QUANDO ESTÁ INDICADA
  • Observação
  • APARELHOS
  • VARIÁVEIS DO RESPIRADOR
  • ACESSÓRIOS
  • PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO
  • CUIDADOS DE ENFERMAGEM
  • OBRIGADO!!!
  • DERRAME PLEURAL
  • Revisando a anatomia
  • DERRAME PLEURAL
  • O que é Derrame Cerebral?
  • O Fluxo de Sangue para o Cérebro
  • Derrame Cerebral Isquêmico
  • Derrame Cerebral Hemorrágico
  • Quem é a vítima mais comum?
  • Os Números
  • Derrame Cerebral pode ser evitado
  • Fatores de Risco que não podem ser alterados
  • Quais são os sintomas?
  • Quais são as seqüelas?
  • Como evitar?
  • Atividade física
  • Hipertensão arterial
  • Diabetes Mellitus
  • Tabagismo
  • Bebidas alcoólicas
  • Obesidade
  • Doenças cardíacas prévias
  • Colesterol
  • Medicamentos
  • Cirurgia
  • Derrame cerebral é uma emergência
  • FRATURAS IMOBILIZAÇÕES
  • FRATURAS
  • CLASSIFICAÇÃO
  • QUANTO A EXPOSIÇÃO DO FÓCO
  • QUANTO À PRESENÇA DE LESÕES ASSOCIADAS
  • SINAIS E SINTOMAS
  • ATENDIMENTO
  • FRATURAS QUE REQUEREM CUIDADOS MAIORES
  • SINTOMAS
  • ATENDIMENTO
  • FRATURA DE CRÂNIO
  • PROCEDIMENTO
  • FRATURA DE ANTE-BRAÇO
  • FRATURAS DE COSTELA
  • FRATURA DE CLAVÍCULA, OMOPLATA OU BRAÇO
  • HEMORRAGIAS l
  • HEMORRAGIAS
  • Vasos sangüíneos
  • Fluxo constante de sangue perfusão.
  • Sangue Constituição
  • HEMORRAGIA
  • CLASSIFICAÇÃO
  • Hemorragia interna
  • Tipo de hemorragia
  • Hemorragia arterial
  • Hemorragia venosa
  • Hemorragia capilar
  • Gravidade
  • Sinais e sintomas de hemorragia
  • Outros sinais
  • MÉTODO DA PRESSÃO DIRETA
  • LEMBRE-SE PRESSÃO DIRETA É O MÉTODO MAIS RÁPIDO E EFICIENTE PARA O CONTROLE DA HEMORRAGIA EXTERNA.
  • ELEVAÇÃO DA ÁREA TRAUMATIZADA
  • METODO DA PRESSÃO INDIRETA:PRESSÃO DIGITAL SOBRE O PONTO DE PULSO (esmagamento, extremidades presas em ferragens).
  • 4. Aplicação de gelo
  • CONTROLE DE HEMORRAGIA INTERNA
  • Alguns sinais de alerta para suspeitar de hemorragia interna:
  • Tratamento
  • CHOQUE HIPOVOLÊMICO
  • SINAIS E SINTOMAS
  • CUIDADOS DE EMERGÊNCIA
  • Posição de choque
  • CHOQUE HIPOVOLÊMICO NA CRIANÇA
  • INTOXICAÇÕES
  • Conceito
  • Vias de administração
  • Abordagem e primeiro atendimento à vítima de envenenamento
  • CUIDADO
  • Sinais e sintomas mais comuns
  • Informações úteis
  • Depressores do sistema nervoso central
  • Estimulantes do sistema nervoso central
  • Atendimento
  • ACIDENTES COM ANIMAIS PEÇONHENTOS
  • ofídios
  • Gêneros (botrhops, crotalus, micrurus)
  • Quadro clínico
  • Tratamento
  • CASCAVEL (Crotalus)
  • Quadro clínico
  • Tratamento
  • Gênero micrurus ( Corais verdadeiras)
  • Manifestações clínicas
  • Tratamento
  • Aranhas (Loxoceles, Armadeira Tarântula, Caranguejeira)
  • Quadro clínico
  • Tratamento
  • Aranha armadeira (Phoneutria)
  • Tarântula (Lycosa)
  • Caranguejeira
  • Escorpiões
  • Quadro clínico
  • PARADA CARDIO-RESPIRATÓRIA Prof. Enf Marcelo Neves
  • PCR CONCEITO A parada cardiopulmonar é a cessação dos batimento cardíacos e movimentos respiratórios
  • FASES
  • II Suporte avançado de vida
  • III – Suporte prolongado de vida
  • Reanimação Cardiopulmonar É o conjunto de procedimentos utilizados na vítima de parada cardiopulmonar , na tentativa de restabelecer a ventilação pulmonar e a circulação sangüínea Na vítima em PCR o tempo é fator crítico 4 a 5 minutos
  • Reanimação cardiopulmonar básica .técnica de compressão cardíaca externa e respiração artificial realizada por pessoas treinadas
  • Causas da Parada respiratória .fibrilação ventricular No ECG aparece uma flutuação ondulante e irregular da linha basal. Para normalizar os batimentos cardíacos é necessário a cardioversão (desfibrilador) .
  • Assistoliaventricular É um coração flácido sem batimento e sem atividade elétrica, observando-se no ECG uma linha reta ou lentamente ondulada.
  • Dissociação eletromecânica
  • Taquicardia ventricular
  • ASFIXIA
  • REAÇÃO ANAFILÁTICA
  • Trauma
  • Sinais de parada cardiopulmonar . Inconsciência sem resposta a qualquer estímulo . Ausência de movimentos respiratórios . Ausência de pulso . Convulsões .Midríase Cor cinza pálido
  • Verificar nível de consciência
  • Procedimentos para realização da RCP A- Vias aéreas (controle de cervical) b- Ventilação C- Circulação
  • Manobras de desobstrução de Vias Aéreas . Com uma das mãos pressionar a testa da vítima, inclinando a cabeça da vítima levemente para trás Cuidado para não hiperestender o pescoço nas vítimas de trauma fratura de coluna cervical e lesão medular . Posicionar os dedos da outra mão sob o queixo, deslocando a mandíbula para cima; . Manter a boca da vítima aberta;
  • Manobra tripla
  • Técnicas de manutenção de vias aéreas Manobra de Chin lift uma das mãos na região frontal do paciente e a outra mão se localiza abaixo da mandíbula projetando o queixo para frente. Jaw thrust – projeta-se a mandíbula colocando as mãos uma de cada lado dos ângulos do maxilar inferior deslocando-o para frente.
  • VENTILAÇÃO VER OUVIR SENTIR Iniciar ventilação de resgate com duas ventilações de um e meio a dois segundos cada
  • Técnica de compressão torácica .Decúbito dorsal superfície dura o socorrista se mantém ao lado do tórax da vítima; . Posicione a região hipotenar de uma das mãos no meio do esterno a outra mão sobre a primeira de forma que ambas fiquem paralelas; alinha os ombros sobre o esterno e mantém os cotovelos estendidos; Exercer pressão vertical, deprimindo a parte inferior do esterno por cerca de 4 a 5 cm; as compressões devem ser regulares.
  • American Heart Association 30 COMPRESSÕES PARA 2 VENTILAÇÕES a partir de 8 anos 1 VENTILAÇÃO PARA 3 COMPRESSÕES recém nascido 2 VENTILAÇÃO PARA 15 COMPRESSÕES 1 mês a 7 anos
  • Complicações da RCP .Fraturas de costelas; . Disjunção condrocostal; . Pneumotórax; . Lesões pulmonares; . Laceração do fígado com hemorragia interna
  • Reanimação Cardiopulmonar em Pediatria
  • Diferentes Etiologias Trauma, Hipovolemia, Doenças respiratorias, Infecções
  • O que é essencial então??
  • O ABC da Ressuscitação
  • Via Aérea
  • Boa Respiração
  • Métodos de fornecer O2
  • Tamanho adequado da máscara facial
  • Não está melhorando com O2?
  • Circulação
  • Indicações de Compressão Torácica(MCE)
  • Compressões Torácicas(MCE)
  • Compressões torácicas(MCE)
  • Indicações para intubação
  • Intubação
  • Regras práticas
  • Regras (A partir de 2 anos)
  • Intubação
  • Intubação-SRI
  • Paciente em Parada sem pulso
  • Porquê ????
  • Porquê ???
  • Circulação-Continuando os passos de RCP
  • Além da Monitorização Cardíaca...
  • Estabilizado...
  • No restante...
  • APH TÁTICO E RESGATE
  • Atendimento pré-hospitalar tático
  • Medicina tática
  • Resgate
  • APH (Atendimento Pré Hospitalar)
  • SPH (Socorro Pré Hospitalar)
  • História
  • Resgate em incêndios
  • Resgate em cavernas
  • Atendimento pré hospitalar (APH)
  • A quem se destina
  • Por quem é realizado
  • Objetivos
  • Protocolos do APH
  • Conheça os cursos do mesmo autor:
  • TRAUMATISMO CRANIOENCEFÁLICO
  • Toxicologia BÁSICA
  • Principais Conceitos
  • Água pode ser veneno?
  • Risco
  • Categorias de Compostos Tóxicos
  • Condições de Exposição
  • Vias de Exposição
  • Caracterização da Toxicidade
  • Atualizem seus conhecimentos