Curso Online de URGÊNCIA E EMERGÊNCIA-Crise Hipertensiva

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Crise Hipertensiva

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Crise Hipertensiva

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  • crise hipertensiva

    enf.: marcelo neves

  • condição clínica caracterizada por elevação aguda ou crônica da pa (níveis de pressão diastólica superior a 130mmhg)

    em associação ou não com manifestações de comprometimento de órgãos-alvo (cardiovasc, neurológicas e renais)

    as manifestações clínicas das crises hipertensivas dependem do grau de disfunção dos órgãos alvo.

    é importante ressaltar que os níveis pressóricos absolutos podem não ter importância, mas sim a velocidade de elevação que esta ocorreu

    pacientes com hipertensão de longa data podem tolerar pressões sistólicas de 200 mm hg e diastólicas superiores a 150 mm hg, entretanto crianças ou gestantes podem desenvolver encefalopatia com pressões diastólicas de 100 mm hg

    introdução

  • EPIDEMIOLOGIA

    epidemiologia

    cerca de 10 a 20% da população adulta em nosso país apresenta hipertensão arterial sistêmica

    estudos mostram que emergências hipertensivas ocorrem em menos de 1% dos pacientes hipertensos

    esses pacientes desenvolverão um ou mais episódio de emergência hipertensiva

    a incidência de emergências hipertensivas é de cerca de 0,65% de todos os atendimentos no departamento de emergência

    no entanto, em grandes cidades, essa incidência pode trazer-nos um número significativo de casos

  • etiopatogenia

    o mecanismo responsável pela elevação da pa não é claramente conhecido, no entanto elevações dos níveis de renina, adrenomodulina e peptídeo atrial natriurético foram encontrados em alguns pacientes com emergências hipertensivas
    uma elevação súbita da pa secundária a um aumento da resistência vascular periférica parece estar envolvida nos momentos iniciais
    o fumo, possivelmente mediando lesão endotelial, é um antigo suspeito de estar envolvido na gênese das emergências hipertensivas (fumantes têm 5x mais chances de desenvolver hipertensão maligna)
    fatores genéticos e imunológicos também podem ter papel importante
    pacientes portadores de feocromocitoma ou hipertensão renovascular apresentam uma incidência de elevações abruptas de pressão arterial mais alta do que o esperado para outras causas de hipertensão arterial

  • alguns autores acreditam que a ativação do sistema renina-angiotensina esteja envolvida no desenvolvimento das emergências hipertensivas, assim a redução do volume circulante causada, entre outros motivos, pela ação diuréticos de alça como a furosemida pode estar associada à elevações abruptas de pressão arterial e à lesão endotelial dos quadros de emergência hipertensiva

    uma vez iniciado o processo lesivo vascular, surge um ciclo vicioso com secreção de substâncias vasoconstritoras e vasotóxicas, como o tnfa, que perpetuam o processo

    etiopatogenia

  • curva de auto-regulação cerebral no paciente normotenso, note que os mecanismos de vasodilatação e vasoconstrição podem manter o fluxo sangüíneo cerebral constante em uma larga faixa de pressão arterial média, porém quando a pressão arterial ultrapassa esse limite pode ocorrer hipo ou hiperperfusão cerebral. quando, no entanto, a pressão arterial média cai abaixo da capacidade de auto-regulação, ocorre hipoperfusão e isquemia tecidual.

    fsc x pa

  • a fig. mostra o desvio da curva de auto-regulação para a direita em pacientes cronicamente hipertensos

    fsc x pa

  • crise hipertensiva

  • diagnóstico

    na abordagem do paciente hipertenso grave na emergência médica uma história e um exame físico direcionados, porém acurados na busca da presença de lesão de órgão alvo, particularmente na busca de sintomas e sinais de alerta, são cruciais para a segurança do paciente e para a boa prática clínica

    a história deve investigar as características dos sintomas do paciente

    muitos pacientes apresentam-se ao departamento de emergência apenas após a constatação da elevação dos níveis pressóricos em uma medida rotineira de pressão arteria (quase sempre pelo atendente da farmácia)

  • diagnóstico

    o exame físico deve incluir a pesquisa da presença de sinais de irritação meníngea, fundo de olho para buscar edema de papila, hemorragias e exsudatos
    o exame neurológico deve buscar a presença de rebaixamento de nível de consciência, confusão mental ou agitação psicomotora,presença de sinais neurológicos focais, particularmente os sinais deficitários
    a ausculta cardíaca deve procurar a presença de 3a. ou 4a. bulha e sopro de insuficiência aórtica
    a ausculta pulmonar deve buscar a presença de sinais de congestão pulmonar
    o exame físico deve incluir ainda, a palpação da aorta abdominal, e a pesquisa de pulsos periféricos, incluindo o pulso carotídeo

  • é importante avaliar a presença de deterioração da função renal, buscando a presença de edema, diminuição de volume urinário e hematúria
    em pacientes com pressão arterial diastólica superior a 130mmhg, impõe-se a dosagem de creatinina sérica e a análise urinária para pesquisar a presença de hematúria e proteinúria
    a estratificação de risco desses pacientes está na confirmação ou na exclusão de existência de lesão aguda (em curso) de um órgão alvo
    caso não seja possível excluir a existência de lesão, deve-se assumir a presença de lesão aguda e tratar conforme o órgão lesado

    diagnóstico


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