Curso Online de FIBROEDEMAGELÓIDE E TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO

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CURSO COM MATERIAL EM FISIOTERAPIA DERMATO FUNCIONAL,TRAZENDO CONCEITO SOBRE O QUE É FIBROEDEMAGELÓIDE. SUAS CAUSAS? ETIOLOGIAS? SUAS FOR...

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CURSO COM MATERIAL EM FISIOTERAPIA DERMATO FUNCIONAL,TRAZENDO CONCEITO SOBRE O QUE É FIBROEDEMAGELÓIDE.
SUAS CAUSAS?
ETIOLOGIAS?
SUAS FORMAS?
COMO SE AVALIA UMA FIBROEDEMAGELÓIDE?
COMO SE FAZ O TRATAMENTO CLÍNICO?
CIRÚRGICO? E O TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO?

Formada no curso de fisioterapia. Crítica, admiradora e sempre em busca de conhecimentos CURSOS: urgências e emergências; Raios x; DRY NEEDLING; Semiologia pediátrica; Reabilitação do complexo de ombro; Abordagem fisiotetapêutica em órteses e prótese; VENTILAÇÃO MECÂNICA EM PEDIATRIA; URGÊNCIAS EM PEDIATRIA.



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  • FIBROEDEMAGELÓIDE E TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO FISIOTERAPIA DERMATO FUNCIONAL

    FIBROEDEMAGELÓIDE E TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO FISIOTERAPIA DERMATO FUNCIONAL

    Milian Oliveira

  • HISTÓRICO

    HISTÓRICO

    1816 Balfur havia descrito sobre formações nodulares cutâneas;
    1892 Derum descreveu a síndrome “adiposidade dolorosa”;
    1904 Stokman fala em paniculose;
    1908 Wetterwald relacionou alterações ginecológicas c/ a pele em “casca de laranja”;
    1920 Alquin e Paviot originou o termo celulite;
    1929 Lasegue descreveu a doença como afecção da hipoderme caracterizada por edema intersticial associado ao de gordura;
    1966 Bassas Grau Hiperpolimerização da SFA;
    2000 livro “La Celutitis”.

  • TERMOS UTILIZADOS

    TERMOS UTILIZADOS

    LIPODISTROFIA LOCALIZADA;

    LIPODISTROFIA GINÓIDE;

    LIPOESCLEROSE NODULAR;

    PANICULOPATIA EDEMATO FIBROESCLERÓTICA E PANICULOSE;

    HIDROLIPODISTROFIA GINÓIDE;

    FIBROEDEMAGELÓIDE

  • DEFINIÇÃO

    DEFINIÇÃO

    “Desordem localizada que afeta o tecido dérmico e subcutâneo com alterações vasculares e lipodistrofia com resposta esclerosante, que resulta no inestético aspecto macroscópico.”
    (Elaine Guirro)
    “Uma patologia multifatorial, que resulta na degeneração do tecido adiposo, passando pelas fases de alteração da matriz intersticial, estase microcirculatória e hipertrofia dos adipócitos, com evolução para fibrose cicatricial.”
    (Leonora Medeiros)

  • DEFINIÇÃO

    DEFINIÇÃO

    EDEMA INTERCELULAR
    +
    HIPERTROFIA E HIPERPLASIA ADIPOSITÁRIA
    +
    FIBRO-ESCLEROSE

  • CONSEQUÊNCIAS

    CONSEQUÊNCIAS

    Esteticamente desagradável;
    Problemas álgicos;
    da mobilidade de MMII;
    das atividades funcionais;
    Problemas emocionais

  • ASPECTOS HISTOPATOLÓGICOS

    ASPECTOS HISTOPATOLÓGICOS

    ESTÁGIOS DE EVOLUÇÃO (Guirro, 2004)

    ALTERAÇÃO ESFINCTERIANA ARTERIOLAR PRÉ-CAPILAR

    Formação de macronódulos

    Esclerose das traves conjuntivas

    FIBRO EDEMA GELÓIDE

    Transudação e edema pericapilar e interadipocitário

    Edema dificulta trocas metabólicas

    Formação de Vacúolos Pluricelulares dos adipósitos q/ sofrem laceração

    Formação de micronódulos

  • ETIOLOGIA

    ETIOLOGIA

    FATORES PREDISPONENTES - genéticos, idade, sexo, desequilíbrio hormonal e distúrbios posturais;
    FATORES DETERMINANTES - estresse, fumo, sedentarismo, medicamentos, maus hábitos alimentares;
    FATORES CONDICIONANTES geram perturbações hemodinâmicas locais (aumento da pressão capilar, dificuldade na reabsorção linfática).

  • ETIOLOGIA

    ETIOLOGIA

    FATOR HORMONAL (Hiperestrogenismo)
    Matriz intersticial - estimula a proliferação de fibroblastos e altera o TURNOVER;
    Adipócitos - a resposta aos receptores alfa-adrenérgicos (antilipolíticos e estimulam a LPL);
    Microcirculação - permeabilidade capilar (edema) + tônus vascular (lipogênese).

  • ETIOLOGIA

    ETIOLOGIA

    PREDISPOSIÇÃO GENÉTICA
    Raça branca
    Padrão Ginóide (Latino-americanas)
    Padrão Andróide (Européias)
    Doenças Endócrino-metabólicas

  • ETIOLOGIA

    ETIOLOGIA

    DIETA
    Açúcar e Gordura hiperinsulinemia e lipogênese;
    Sal retenção hídrica;
    Água e Fibras estase venosa;
    Álcool lipogênese;
    Café PODE SER benéfico*.


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