Curso Online de Principais instrumentos e recursos fisioterapêuticos utilizados em respiratória

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Curso descreve sobre os Principais instrumentos e recursos fisioterapêuticos utilizados em respiratória. As técnicas de expansão pulmonar...

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Curso descreve sobre os Principais instrumentos e recursos fisioterapêuticos utilizados em respiratória.
As técnicas de expansão pulmonar vêm sendo empregadas com o objetivo de corrigir ou prevenir o aparecimento de atelectasias, otimizando as trocas gasosas, levando a redução do trabalho respiratório.
Quais são essas técnicas? Como realizar essas técnicas?
Contraindicações da terapia de expansão pulmonar.
Riscos e complicações da terapia de expansão pulmonar

Formada no curso de fisioterapia. Crítica, admiradora e sempre em busca de conhecimentos CURSOS: urgências e emergências; Raios x; DRY NEEDLING; Semiologia pediátrica; Reabilitação do complexo de ombro; Abordagem fisiotetapêutica em órteses e prótese; VENTILAÇÃO MECÂNICA EM PEDIATRIA; URGÊNCIAS EM PEDIATRIA.



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  • Principais instrumentos e recursos fisioterapêuticos utilizados em respiratória

    Principais instrumentos e recursos fisioterapêuticos utilizados em respiratória

    MILIAN OLIVEIRA

  • INTRODUÇÃO

    INTRODUÇÃO

    As técnicas de expansão pulmonar vêm sendo empregadas com o objetivo de corrigir ou prevenir o aparecimento de atelectasias, otimizando as trocas gasosas, levando a redução do trabalho respiratório.
    Em neopediatria, a escolha da técnica ou manobra deve ser criteriosa, levando em consideração as principais repercussões geradas na função pulmonar desses pacientes. Por mais que as técnicas de expansão pulmonar sejam realizadas de forma frequente para tratamento de atelectasias, ainda há necessidade de evidências científicas que suportem a aplicação de tais técnicas, principalmente em pacientes neopediátricos.

  • Técnicas não instrumentais de expansão pulmonar

    Técnicas não instrumentais de expansão pulmonar

    Cinesioterapia respiratória ou exercícios respiratórios;
    exercício ou padrão diafragmáticos;
    respiração com freno labial;
    padrões ventilatórios seletivos.
    Manobra de compressão/descompressão.

  • Cinesioterapia respiratória ou exercícios respiratórios

    Cinesioterapia respiratória ou exercícios respiratórios

    É instituída para otimizar a expansibilidade toracopulmonar, a ventilação, a complacência, os volumes, as capacidades pulmonares, proporcionar a melhora das trocas gasosas, a oxigenação, a força muscular respiratória, reverter atelectasias e promover a remoção das secreções brônquicas

  • Exercícios ou padrão diafragmáticos

    Exercícios ou padrão diafragmáticos

    O paciente deve ser orientado a utilizar mais o músculo diafragma e a relaxar os músculos considerados acessórios da respiração, otimizando a ventilação pulmonar, reduzindo a dispneia por meio da diminuição do trabalho respiratório.

  • Para a realização do padrão diafragmático, algumas orientações específicas devem ser seguidas:

    Para a realização do padrão diafragmático, algumas orientações específicas devem ser seguidas:

    Posicionamento do paciente: o paciente deve estar em posição confortável, em decúbito elevado ou decúbito supino (posição prona). Em sedestação com flexão de tronco pode ser realizada em pacientes com respiração paradoxal e hiperinsuflação pulmonar.
    Estimulação tátil: as mãos do fisioterapeuta ou do próprio paciente devem ser colocadas uma sobre o tórax e a outra sobre o abdome (região umbilical), onde deverá ser feiro o alongamento do diafragma na expiração.
    Estimulação auditiva: o paciente deve ser incentivado pelo fisioterapeuta para inspirar e expirar durante a realização do padrão ventilatório.
    Estimulação visual: o paciente dever ser orientado a observar o movimento de abaulamento anterior do abdome e a diminuição da movimentação do tórax.

  • Para a realização do padrão diafragmático, algumas orientações específicas devem ser seguidas:

    Para a realização do padrão diafragmático, algumas orientações específicas devem ser seguidas:

    Orientação da respiração: o fisioterapeuta deve orientar o paciente a inspirar, elevando a mão posicionada no abdome, e expirar pela boca, associado ou não ao freno labial.
    Terapia complementar: pode ser utilizado O2 suplementar, terapia broncodilatora e remoção de secreção em conjunto ao padrão diafragmático, caso sejam indicados.
    Avaliação da efetividade do padrão diafragmático: pode ser avaliada por meio da melhora e redução dos sintomas, da ventilação pulmonar, da mobilidade torácica, dos testes funcionais e gases arteriais.

  • Respiração freno labial (RFL)

    Respiração freno labial (RFL)

    Consiste na realização de uma expiração suave com os lábios franzidos ou dentes semifechados.
    Com objetivo de melhorar a troca gasosa e o volume final expiratório, reduzindo a hiperinsuflação pulmonar.
    Estudos apresentam resultados significativos relacionados à redução da dispneia e incremento no volume corrente quando realizado em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) de moderada a grave.
    O RFL proporciona alterações característicos pela elevação dos níveis de oxigênio arteriais (PaO2) e saturação arterial de oxigênio (SaO2), bem como a redução das taxas de dióxido de carbono (CO2), levando a redução da frequência respiratória e aumento do volume corrente.
    A RFL realiza a manutenção de uma pressão positiva nas vias aéreas acrescidas a redução da velocidade do fluxo expiratório evitando o colapso dinâmico do brônquio.

  • Padrões ventilatórios seletivos (PVSs)

    Padrões ventilatórios seletivos (PVSs)

    São utilizados como recursos para expansão pulmonar, com ênfase em casos de redução da excursão diafragmática ou como forma preventiva em situações em que o paciente estiver restrito no leito.
    Tem finalidade de proporcionar melhora da oxigenação e ventilação, elevando o volume corrente e a mobilidade torácica. Sendo realizado em paciente cooperativos e conscientes.

  • Algumas formas de realização dos PVSs são:

    Algumas formas de realização dos PVSs são:

    Soluços ou suspiros inspiratórios = A inspiração deve ser dividida em: inspirações curtas e suscetivas, sem realização de pausas pós-inspiratórias, até atingir a capacidade inspiratória máxima.
    Inspiração fracionada ou em tempos = O paciente deve fracionar a inspiração em dois ou três tempos, de forma suave realizando curtas pausas inspiratórias após cada tempo.
    Inspirações profundas = O paciente deve ser orientado a realizar uma inspiração nasal lenta, sendo realizada da forma mais profunda possível. Podendo ser associada a uma pausa ao fim da inspiração, podendo redistribuir o ar entre os alvéolos com diferentes constantes de tempo, proporcionando otimização da oxigenação e ventilação.

  • As figuras representam através de graficos as PVSs descritas anteriormente, para que possam ser melhor entendidas

    As figuras representam através de graficos as PVSs descritas anteriormente, para que possam ser melhor entendidas

    Representação dos soluçoes inspiratórios

    FONTE: GOOGLE IMAGENS


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  • Técnicas não instrumentais de expansão pulmonar
  • Cinesioterapia respiratória ou exercícios respiratórios
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  • Para a realização do padrão diafragmático, algumas orientações específicas devem ser seguidas:
  • Respiração freno labial (RFL)
  • Padrões ventilatórios seletivos (PVSs)
  • Algumas formas de realização dos PVSs são:
  • As figuras representam através de graficos as PVSs descritas anteriormente, para que possam ser melhor entendidas
  • Manobra de compressão/descompressão
  • As consideradas “técnicas não instrumentais de expansão pulmonar”
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