Curso Online de Pé Diabético

Curso Online de Pé Diabético

Introdução Etiologia Quadro clínico Fisiopatologia Rastreamento: identificação dos pacientes em risco Testes neurológicos e biomecân...

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Introdução
Etiologia
Quadro clínico
Fisiopatologia
Rastreamento: identificação dos pacientes em risco
Testes neurológicos e biomecânicos
Grau de lesões
CLASSIFICAÇÃO DO PÉ EM RISCO
Recomendações
Tratamento Clínico
Tratamento fisioterápico

especialista em Estratégia saúde da família residente em atenção clínico cirúrgica especialista em urgência e emergência enfermeira do programa saúde da família enfermeira de hospital de urgencia e emergência experiência com projets depesquisa e extensão docente de curso presencial e à distância



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  • PÉ DIABÉTICO

    pé diabético

  • INTRODUÇÃO

    introdução

    uma das complicações do diabetes mellitus
    publicações: 0,7% (1980-1988) para 2,7% nos últimos seis anos
    mecanismos de afecção dos membros inferiores: 30% naqueles com mais de 40 anos de idade.
    estima-se que 15% dos indivíduos com dm desenvolverão uma lesão no pé ao longo da vida

  • ETIOLOGIA

    etiologia

    perda da sensibilidade protetora: risco de ulceração de sete vezes.
    aumento da pressão plantar: limitação da mobilidade articular e deformidades
    traumas
    dap: acomete duas vezes mais pacientes diabéticos do que não-diabéticos
    distúrbios intrínsecos para cicatrização e imunológicos.

  • ETIOLOGIA

    etiologia

    figura 1 – deformidades
    (consenso internacional, 2001)*

  • ETIOLOGIA

    etiologia

    áreas de maior pressão plantar (consenso internacional, 2001)

  • QUADRO CLÍNICO

    quadro clínico

    as deformidades propiciam o aparecimento de proeminência óssea e articulares.
    os pacientes com pé diabético tem perda da sensibilidade,fraqueza muscular e diminuição da amplitude
    alterações na marcha, modificando a distribuição dos pontos de pressão na região plantar.

  • FIGURAS

    figuras

  • QUADRO CLÍNICO

    quadro clínico

    os movimentos mais afetados são de flexão,inversão,eversão de tornozelo e movimentos da primeira articulação metatarsofalangiana.
    atrofia muscular especialmente nos músculos intrísecos do pé.

  • Fisiopatologia

    fisiopatologia

    úlceras: afetam 68/mil pessoas/ano nos eua;
    precedem 85% das amputações e tornam-se infectadas em 50% dos casos
    binômio úlcera/infecção: a causa mais comum de internações prolongadas nos eua

  • Rastreamento: identificação dos pacientes em risco

    rastreamento: identificação dos pacientes em risco

    história de ulcera previa;
    história de amputação previa;
    longa duração do dm;
    pobre controle glicêmico;
    visão deficiente;
    deformidades (proeminências, dedos em martelo, limitação de mobilidade articular, valgismo, pés cavos);
    anormalidades não-ulcerativas (calosidades, pele seca, micose e fissuras).

  • Testes neurológicos e biomecânicos

    testes neurológicos e biomecânicos

    estesiômetro: monofilamento de nylon (semmes-weinstein) – 10g
    detecta a perda clinica de fibra grossa.
    sensibilidade de 66%-91%, especificidade de 34%-86% e valor preditivo negativo de 94%-95%


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  • QUADRO CLÍNICO
  • FIGURAS
  • QUADRO CLÍNICO
  • Fisiopatologia
  • Rastreamento: identificação dos pacientes em risco
  • Testes neurológicos e biomecânicos
  • TABELA 1 - GRAU DE LESÕES
  • Grau de Lesões
  • TABELA 2 - CLASSIFICAÇÃO DO PÉ EM RISCO
  • RECOMENDAÇÕES
  • TRATAMENTO CLÍNICO
  • TRATAMENTO FISIOTERÁPICO