Curso Online de 3.14 O CHAMDO
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Curso Online de 3.14 O CHAMDO

Neste curso vamos aprender sobre: INTRODUÇÃO POSICIONAMENTO HISTÓRICO EVIDÊNCIAS ARQUIOLÓGICAS MOSHE O PROTAGONISTA HORA DAS PRIMEIRAS R...

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Neste curso vamos aprender sobre:

INTRODUÇÃO
POSICIONAMENTO HISTÓRICO
EVIDÊNCIAS ARQUIOLÓGICAS
MOSHE O PROTAGONISTA
HORA DAS PRIMEIRAS RESPOSTAS
VERSÕES SAGRADAS
INTERPRETAÇÃO GRAMATICAL
INTERPRETAÇÃO QUÂNTICA

Consultor em TroubleShooting Strategy, Desenvolvimento Educacional, Incremento Profissional, Treinamentos Motivacionais, Recursos Humanos, Neurolinguística e Abordagem Holística, com sólida vivência como palestrante, elaborando e ministrando cursos diversos na formação de líderes, em busca constante pela excelência em resultados de curto, médio e longo prazos. Consultor em Pesquisa e Procuradoria Institucional (E-mec/Inep); Educador e Professor; Palestrante, Autor e Advogado, OAB/MG 94.245.


- Priscilla Cesar Vinheiros

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  • 3.14
    O CHAMADO

  • Neste curso vamos aprender sobre:

    INTRODUÇÃO
    POSICIONAMENTO HISTÓRICO
    EVIDÊNCIAS ARQUIOLÓGICAS
    MOSHE O PROTAGONISTA
    HORA DAS PRIMEIRAS RESPOSTAS
    VERSÕES SAGRADAS
    INTERPRETAÇÃO GRAMATICAL
    INTERPRETAÇÃO QUÂNTICA

  • INTRODUÇÃO

    O termo "Êxodo" deriva da versão Septuaginta Grega (LXX), que procurava intitular os livros a partir do seu conteúdo.

    Êxodo (do latim tardio exŏdus, do grego ἔξοδος, composto de ἐξ "fora" e ὁδός "via, caminho", significando partida) é o segundo livro do Antigo Testamento e do Pentateuco/Torah, vem depois do livro de Gênesis e antes do livro de Levítico.

  • INTRODUÇÃO

    A crítica acadêmica moderna descreve o livro do êxodo com um copilado de textos distintos, tendo recebido sua redação final no período posterior ao exílio babilônico entre os séculos VI e V a.C.

    O Livro dos Nomes (SH’MOTH / Êxodo) dá continuidade ao livro da Gênese, relata como MOSHE (Moisés) conduz os israelitas do Egito pelo deserto até o Monte Sinai, onde D’us (assim grafaremos em respeito às tradições) se revela e oferece uma aliança: os israelitas deveriam manter a lei, e, em retorno, receberiam a proteção de D’us que lhes daria Canaã (a Terra Prometida).

  • INTRODUÇÃO

    Na tradição hebraica, chama-se SH’MOTH (em hebraico: שמות, literalmente "nomes", hebreu moderno: SHMOT). A sua autoria foi tradicionalmente atribuída ao profeta MOSHE (Moisés) pela tradição judaico-cristã.

    O seu nome em hebraico é SH’MOTH, que significa "Nomes", de acordo com o costume de judaico de intitular os livros a partir das suas palavras iniciais. (Êxodo 1:1 - "Estes são os nomes …"; em língua hebraica WE ELLECH SH’MOTH) 25-31.

    Há muitas relatos miraculosos bem conhecidos no SH’MOTH:

    a passagem pelo Mar Vermelho/Juncos;
    a revelação no Sinai;
    a entrega das tábuas da lei;
    o aparecimento de maná no deserto.

  • POSICIONAMENTO HISTÓRICO

    De acordo com a tradição, o Êxodo e os outros quatro livros da TORAH foram escritos por Moisés na segunda metade do 2º milênio a.C., entretanto estudiosos modernos divergem da autoria de MOSHE.

    A quem sustente que os capítulos 25-31 e 35-40 foram acrescentados por sacerdotes após o exílio na Babilônia. Mas neste curso, o mais importante, acontece no capítulo 3, no qual não há dúvidas ou questionamentos da tradição.

  • POSICIONAMENTO HISTÓRICO

    A Torah não cita o nome do faraó em SH’MOTH, a data pode ser estimada por 1 Reis 6:1, em que se lê que SHOLOMO começou a construir o Templo no quarto ano de seu reinado, 480 anos depois que os filhos de Israel saíram do Egito.

    A maioria dos estudiosos da Torah estima que o quarto ano do reinado de SHOLOMO foi o ano 967 a.C.

    Logo a data do Êxodo teria sido o ano de 1.447 a.C. (967 + 480), quando governava Tutmósis III, mas não há nenhum documento nem resto arqueológico egípcio que confirme este excepcional acontecimento.

  • POSICIONAMENTO HISTÓRICO

    Contudo, a figura mais popularmente associada ao faraó de SH’MOTH é Ramsés II, embora não haja qualquer evidência arqueológica de que ele tenha tido de lidar com as Pragas do Egito ou qualquer coisa similar, ou mesmo que tenha perseguido escravos hebreus fugindo do Egito.

    A estela de Ramsés II em Beth Shan menciona dois povos conquistados que vieram a lhe prestar obediência na Cidade de Ramsés (ou Pi-Ramsés) mas não menciona nem a construção da cidade nem os israelitas. 

    Ainda, acredita-se que Pi-Tom tenha sido construída no século 7 a.C. Por outro lado outros estudiosos apontam o ano de 1.250 a.C.

  • EVIDÊNCIAS ARQUIOLÓGICAS

    Enquanto alguns arqueólogos deixam aberta a possibilidade de ter havido uma tribo semítica oriunda da escravidão no Egito e que uma figura como a de MOSHE tenha realmente existido no século XIII a.C, rejeita-se a possibilidade de que o SH’MOTH tenha acontecido exatamente o relato descrito na Bíblia.

    Mais de um século de pesquisa arqueológica não descobriu nada que pudesse comprovar os elementos narrativos do SH’MOTH. Os quatro séculos de estada no Egito, a fuga de bem mais de um milhão de israelitas do Delta ou os três meses de jornada através do deserto até o Sinai.

  • EVIDÊNCIAS ARQUIOLÓGICAS

    Os registros egípcios não fazem qualquer menção aos fatos relatados no SH’MOTH, a região sul da península do Sinal não mostra traços de uma migração em massa como descrita no SH’MOTH e virtualmente todos os nomes mencionados, incluindo Goshen (a região do Egito onde os israelitas supostamente viveram), as cidades-armazém de Pi-Tom e Pi-Ramsés, o local onde teria acontecido a passagem pelo Mar Vermelho (ou Mar dos Juncos) e o próprio monte Sinai não puderam ser claramente identificados. 

    Acadêmicos que defendem a historicidade do SH’MOTH concordam contudo, que o máximo que as evidências arqueológicas podem sugerir é que o relato é plausível.

  • Por que basear-nos em
    uma estória que,
    possivelmente, nem mesmo
    pertença à história?


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