Curso Online de NR 35 TRABALHO EM ALTURA
5 estrelas 8 alunos avaliaram

Curso Online de NR 35 TRABALHO EM ALTURA

UM CURSO QUE ABORDA A NR 35,E SEUS PARAMETROS MINIMOS PARA NEUTRALIZAÇÃO DO RISCO COMO UM TODO,NR 35 NA INTREGA,IMPRUDENCIA DO SERES HUMA...

Continue lendo

Autor(a):

Carga horária: 4 horas

De: R$ 40,00 Por: R$ 23,00
(Pagamento único)

Mais de 750 alunos matriculados no curso.

Certificado digital Com certificado digital incluído

UM CURSO QUE ABORDA A NR 35,E SEUS PARAMETROS MINIMOS PARA NEUTRALIZAÇÃO DO RISCO COMO UM TODO,NR 35 NA INTREGA,IMPRUDENCIA DO SERES HUMANO,DADOS ESTATISTICOS DE ACIDENTES EM 2005 E 2010

RODRIGO FERREIRA MOREIRA TECNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO A 6 ANOS PROFESSOR DE SEGURANÇA DO TRABALHO E PALESTRANTE. O Curso completo sobre acidentes de trabalho O Práticas ambientais para técnico de segurança do trabalho atuar na industria O 5ª feira de formação ocupacional de segurança do trabalho/ com prêmio de melhor apresentação de trabalho 2010. O Curso de noções gerais de como elaborar um PPRA O Investigação de acidentes O Palestra sobre nova NR 35 em altura na Conect Soluções em Altura O 2º Workshop Profissional. Tema: ?Carreira Sustentável ? O novo desafio do profissional? O 1º Workshop Profissional Acesso Capacitar Palestras:Sistema de Gestão Intregada,Biossegurança a a partir da Percepção de Riscos;Elaboração de Procedimentos SGI;NR 18 PCMAT. O Ministrei Workshop Sobre a NR 35 no Curso Cefan 2012 dou aula ceviw no centro do RJ e mesquita escola técnica evolução caxias dei aula GPI EM CAXIAS PROGNOSTICO BELFORD ROXO


- Márcio Augusto De Castro

- Gedeão Pimentel Costa

- Joaquim Vaz De Arruda

- Sandro De Andrade Santos

- Jose Augusto Dos Santos

- Rodrigo Landi Bortolami

- Ailer Sandin Nogueira

- Juraci Ferreira De Lima

  • Aqui você não precisa esperar o prazo de compensação do pagamento para começar a aprender. Inicie agora mesmo e pague depois.
  • O curso é todo feito pela Internet. Assim você pode acessar de qualquer lugar, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
  • Se não gostar do curso você tem 7 dias para solicitar (através da pagina de contato) o cancelamento ou a devolução do valor investido.*
  • Adquira certificado ou apostila impressos e receba em casa.**
* Desde que tenha acessado a no máximo 50% do material.
** Material opcional, vendido separadamente.
  • PESQUISA DO MTE(MINISTERIO DO TRABALHO E EMPREGO)
    Em 2005, no Brasil foram registrados

  • . Em 2010 MTE arcou com uma despesas de 7 milhoes com acidentes do trabalho. A situação é grave e precisa ser alterada. Parte-se do pressuposto
    que deva existir nas organizações um conjunto de atributos positivos a fim de assegurar
    que o trabalho não seja a causa de mortes, mutilações, sofrimentos e doenças

  • Imprudência é um comportamento de precipitação, de falta de cuidados.

  • NR 35 TRABALHOS EM ALTURA Prazos:

    Portaria SIT n.º 313, de 23 de março de 2012
    Entra e Publicação D.O.U.
    vigor em 27/09/2012
    . Exceto Capítulo 3 (Capacitação e Treinamento) e item 6.4 que entram em vigor em 27/03/2013

    NR 35 TRABALHOS EM ALTURA Prazos:

  • 35.1. Objetivo e Campo de Aplicação

    35.1.1 Esta Norma estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura,
    envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos
    trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.
    35.1.2 Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2,00 m (dois metros) do nível
    inferior, onde haja risco de queda.
    35.1.3 Esta norma se complementa com as normas técnicas oficiais estabelecidas pelos Órgãos
    competentes e, na ausência ou omissão dessas, com as normas internacionais aplicáveis.

    35.1. Objetivo e Campo de Aplicação

  • 35.2.1 Cabe ao empregador:

    a) garantir a implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma;
    b) assegurar a realização da Análise de Risco - AR e, quando aplicável, a emissão da Permissão de
    Trabalho - PT;
    c) desenvolver procedimento operacional para as atividades rotineiras de trabalho em altura;
    d) assegurar a realização de avaliação prévia das condições no local do trabalho em altura, pelo estudo,
    planejamento e implementação das ações e das medidas complementares de segurança aplicáveis;
    e) adotar as providências necessárias para acompanhar o cumprimento das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma pelas empresas contratadas;

    35.2.1 Cabe ao empregador:

  • f) garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre os riscos e as medidas de controle;
    g) garantir que qualquer trabalho em altura só se inicie depois de adotadas as medidas de proteção
    definidas nesta Norma;
    h) assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quando verificar situação ou condição de risco não
    prevista, cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível;
    i) estabelecer uma sistemática de autorização dos trabalhadores para trabalho em altura;
    j) assegurar que todo trabalho em altura seja realizado sob supervisão, cuja forma será definida pela
    análise de riscos de acordo com as peculiaridades da atividade;
    k) assegurar a organização e o arquivamento da documentação prevista nesta Norma.

  • 35.2.2 Cabe aos trabalhadores:

    a) cumprir as disposições legais e regulamentares sobre trabalho em altura, inclusive os procedimentos
    expedidos pelo empregador;
    b) colaborar com o empregador na implementação das disposições contidas nesta Norma;
    c) interromper suas atividades exercendo o direito de recusa, sempre que constatarem evidências de
    riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou a de outras pessoas, comunicando
    imediatamente o fato a seu superior hierárquico, que diligenciará as medidas cabíveis;
    d) zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser afetadas por suas ações ou
    omissões no trabalho.

    35.2.2 Cabe aos trabalhadores:

  • 35.3. Capacitação e Treinamento (Entra em vigor em 27/03/2013 - Vide prazo no Art. 3ª da Portaria n.º 313/2012)

    35.3.1 O empregador deve promover programa para capacitação dos trabalhadores à realização de
    trabalho em altura.
    35.3.2 Considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido e aprovado
    em treinamento, teórico e prático, com carga horária mínima de oito horas, cujo conteúdo programático
    deve, no mínimo, incluir:
    a) Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura;
    b) Análise de Risco e condições impeditivas;
    c) Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle;
    d) Equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura: seleção, inspeção, conservação e
    limitação de uso;
    e) Acidentes típicos em trabalhos em altura;
    f) Condutas em situações de emergência, incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros
    socorros.

    35.3. Capacitação e Treinamento (Entra em vigor em 27/03/2013 - Vide prazo no Art. 3ª da Portaria n.º 313/2012)

  • 35.3.3 O empregador deve realizar treinamento periódico bienal(a cada 2 anos) e sempre que ocorrer quaisquer das
    seguintes situações:
    a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
    b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
    c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
    d) mudança de empresa. (Na mudança de empresa o trabalhador deverá ser treinado para as novas condições de trabalho.)
    35.3.3.1 O treinamento periódico bienal deve ter carga horária mínima de oito horas, conforme conteúdo
    programático definido pelo empregador.Isto poderá ser um curso de recapitulação.
    35.3.3.2 Nos casos previstos nas alíneas “a”, “b”, “c” e “d”, a carga horária e o conteúdo programático
    devem atender a situação que o motivou.
    35.3.4 Os treinamentos inicial, periódico e eventual para trabalho em altura podem ser ministrados em
    conjunto com outros treinamentos da empresa.

  • 35.3.5 A capacitação deve ser realizada preferencialmente durante o horário normal de trabalho.(muita controvesia)
    35.3.5.1 O tempo despendido na capacitação deve ser computado como tempo de trabalho efetivo.
    35.3.6 O treinamento deve ser ministrado por instrutores com comprovada proficiência no assunto, sob a
    responsabilidade de profissional qualificado em segurança no trabalho. (Engenheiro e ou Técnico de Segurança do Trabalho),
    35.3.7 Ao término do treinamento deve ser emitido certificado contendo o nome do trabalhador, conteúdo
    programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores
    e assinatura do responsável.
    35.3.7.1 O certificado deve ser entregue ao trabalhador e uma cópia arquivada na empresa.


Matricule-se agora mesmo Preenchendo os campos abaixo
R$ 23,00
Pagamento único
Processando... Processando...aguarde...

Desejo receber novidades e promoções no meu e-mail:


  • NR 35 TRABALHOS EM ALTURA Prazos:
  • 35.1. Objetivo e Campo de Aplicação
  • 35.2.1 Cabe ao empregador:
  • 35.2.2 Cabe aos trabalhadores:
  • 35.3. Capacitação e Treinamento (Entra em vigor em 27/03/2013 - Vide prazo no Art. 3ª da Portaria n.º 313/2012)