Curso Online de Análise de Custo

Curso Online de Análise de Custo

Este curso tem como finalidade propiciar ao aluno uma introdução sobre as teorias da disciplina de Análise de Custo.

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Este curso tem como finalidade propiciar ao aluno uma introdução sobre as teorias da disciplina de Análise de Custo.

Formação Escolar. Ensino médio completo Gerenciamento em farmácia na área de vendas – SENAC/MG Técnico em farmácia completo Curso de capacitação profissional em computação – Rede FHEMIG/MG Experiência Profissional Drogaria e Farmácia de Manipulação Lima Itaguara/MG – Estágio temporário em farmácia de manipulação, nos setores de laboratório (aquisição, manipulação de matérias primas, manipulação de formulas magistrais / oficinais e dispensação ao cliente). Biofarma Drogaria Crucilândia/MG – Estágio temporário em drogaria, nos setores de administração financeira (cadastro de fornecedores / fabricantes, quitação de contas à pagar e receber, balanço financeiro e fechamento / conferência de caixa. Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais Hospital Alberto Cavalcanti – Auxiliar administrativo em farmácia hospitalar, setores de farmácia satélite de unidade de emergência, atendimento ao público, dispensação de medicamentos hormonoterápicos, diluição de medicamentos oncológicos. Instituto de Hypodermia e Farmácia Ltda – Hypofarma Ribeirão das Neves / MG Auxiliar de escritório em indústria de medicamentos, contratação temporária no setor de garantia de qualidade (conferencia de documentação, conferencia de arquivos de ordem de produção, digitação de procedimentos operacionais padrão). Secretaria de Municipal de Saúde de Ribeirão das Neves / MG – Contrato temporário em técnico em farmácia no setor de alto custo, atendimento ao publico, dispensação de medicamentos, conferencia de documentação para abertura de solicitação de medicamentos pela população junto a secretaria, realização de pedidos de compra de medicação e dietas nutricionais, envio de memorandos para fornecedores, realização de balanço de medicação/ dietas, manipulação de produtos de limpeza para as unidades de atendimento do município. Fundação Municipal/Secretaria Municipal de Saúde de Ribeirão das Neves Hospital São Judas Tadeu / MG – Contrato temporário em técnico em farmácia hospitalar no setor de farmácia central, montagens e conferencia de kits anestésicos/ sutura e medicação coletiva, separação de medicamento de acordo com as prescrições medicas, fornecimento de material medico hospitalar, diluição de domino-sanitários para os demais setores hospitalares. Último Emprego Farmácia Popular do Brasil unidade Justinópolis - Contrato por processo seletivo temporário, em técnico em farmácia no setor de vendas, atendimento ao publico, dispensação de medicamentos, conferencia de documentação e receita médica pela população junto a a farmácia, realização de recebimento, conferência e armazenamento de medicação, abertura e fechamento de caixa. Curso Extra Curricular Curso superior em Turismo, cursando a distância (EAD) , faculdade Fead 8º período. Curso de Francês modulo básico , cursando a distância (EAD), Uaitec unidade Justinopólis. Curso de Inglês e Espanhol básico, faculdade FEAD.



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  • ANÁLISE DE CUSTOS

  • Sumário

    Aula 1 – Origem do Conceitos de Custos
    Aula 2 – Terminologia de Custos
    Aula 3 – Classificação dos Custos
    Aula 4 - Matéria - Prima
    Aula 5 - Custo da Mão de Obra

  • AULA 1 – ORIGEM DO CONCEITO DE CUSTO.

    Olá! Este é o nosso primeiro contato. E para começarmos bem, vamos ter uma introdução ao tema origem da Análise de Custo : saber em linhas gerais o que ela significa e porque é importante estudá-la.
    Mas você sabe qual é a origem da análise de custos?
    Bom, a origem histórica dos custos se confunde com o início do capitalismo, cujo marco inicial foi a Revolução Industrial iniciada na Inglaterra, no final do século XVIII em meados do século XIX. A Revolução Industrial encerrou a transição entre o feudalismo e o o capitalismo, substituindo as ferramentas pelas máquinas, a energia humana pela energia motriz e o modo de produção doméstico pelo sistema fabril.
    Os sistemas simples de produção não exigiam uma maior sofisticação nas pequenas empresas. Seu controle era, na maioria das vezes, executado pelo proprietário e não conseguiam mais dar sustentação às necessidades da época. Com o desenvolvimento industrial na Europa, houve uma preocupação de se apurar o resultado obtido na produção das empresas, pois, com o crescimento das mesmas, houve a necessidade de maior controle.

    AULA 1 – ORIGEM DO CONCEITO DE CUSTO.

  • As maiores conseqüências da Revolução Industrial foram: A grande indústria; O grande comércio; A formação da classe capitalista; O aparecimento de novas doutrinas sociais; O crescimento das classes operária e burguesa. „ A partir desse desenvolvimento, foi com a Contabilidade de custos que o comerciante, o industrial e o prestador de serviços passaram a saber efetivamente o quanto estavam ganhando. Até aqui tudo bem na compreensão da origem da Análise de Custo? Então vamos partir para o seu objetivo O objetivo maior da análise dos custos das empresas é o de servir de suporte como ferramenta dentro do processo de gestão.Principalmente quando se trata de: planejamento, controle e informação. Planejamento – para que a empresa possa identificar as alternativas e depois possa optar pela melhor alternativa podendo, assim, maximizar o lucro da sociedade. Controle – para que a empresa saiba exatamente o que ela tem em relação aos seus estoques, quanto ganha em relação às suas vendas, qual é o produto que deve incentivar no momento da venda, etc. Informação – para que a empresa possa se posicionar quanto às decisões estratégicas do tipo: quantidade a ser produzida/vendida, se a empresa deve comprar ou fabricar, etc. „ „ „

    As maiores conseqüências da Revolução Industrial foram: A grande indústria; O grande comércio; A formação da classe capitalista; O aparecimento de novas doutrinas sociais; O crescimento das classes operária e burguesa. „ A partir desse desenvolvimento, foi com a Contabilidade de custos que o comerciante, o industrial e o prestador de serviços passaram a saber efetivamente o quanto estavam ganhando. Até aqui tudo bem na compreensão da origem da Análise de Custo? Então vamos partir para o seu objetivo O objetivo maior da análise dos custos das empresas é o de servir de suporte como ferramenta dentro do processo de gestão.Principalmente quando se trata de: planejamento, controle e informação. Planejamento – para que a empresa possa identificar as alternativas e depois possa optar pela melhor alternativa podendo, assim, maximizar o lucro da sociedade. Controle – para que a empresa saiba exatamente o que ela tem em relação aos seus estoques, quanto ganha em relação às suas vendas, qual é o produto que deve incentivar no momento da venda, etc. Informação – para que a empresa possa se posicionar quanto às decisões estratégicas do tipo: quantidade a ser produzida/vendida, se a empresa deve comprar ou fabricar, etc. „ „ „

  • OBJETIVOS DA APURAÇÃO DE CUSTO.

    OBJETIVOS DA APURAÇÃO DE CUSTO.

    Segundo Megliorini (2002,p.1) são dois os objetivos da apuração de custo:
    Atenderás exigências legais quanto á apuração de resultados de suas atividades e apuração de estoque.
    Conhecer os seus custos para a tomada correta de decisões e o exercício dos controles.
    Em relação ao primeiro objetivo, atendimento de exigências legais, demanda que a instituição empregue procedimentos de apuração legal vigentes. Já o segundo objetivo, voltado para a tomada de decisões, pode ser fundamentado nos procedimentos que atendem o primeiro, mas será mais voltado para os aspectos gerenciais ainda que possam se basear em preceitos legais, serão elaborados instrumentos gerenciais de uso interno. No meio legal, a apuração do lucro do exercício é a informação fundamental, pois possibilita aos governos a fiscalização e a cobrança de tributos.
    Gerencialmente, pode atender a diversos objetivos específicos como :
    Identificar os custos por áreas de funcionais;
    Identificar desperdício de materiais ou de tempo;
    Apontar a margem de contribuição por produto;
    Identificar os custos com materiais intermediário;
    Implantar programas com objetivo de eficiência produtiva;
    Preparar orçamentos;

  • Determinar o preço de venda;
    Definir o volume mínimo de produção ou de vendas que proporcionam o empreendimento viável;
    Identificar produtos ou linha de produtos que devem ser abandonados e outros que devem ser incentivados;

    Síntese
    A Contabilidade de custos surgiu com a necessidade que as empresas tiveram, a partir da Revolução Industrial, de profissionalizar suas técnicas de apuração dos seus resultados. Entre os objetivos da Contabilidade de custos, destacam-se:
    o controle das operações; e
    a informação no processo de tomada de decisões.

    Nesta primeira unidade você aprendeu sobre a evolução histórica e o conceito da Contabilidade de custos. Na próxima unidade, inicia-se, propriamente dito, a aplicabilidade destes conceitos, pois o estudo será sobre a apuração de resultados em empresas comerciais, industriais e de serviços.
    Bons estudos e até a nossa próxima aula!

  • AULA 2 – TERMINOLOGIA DE CUSTO.

    AULA 2 – TERMINOLOGIA DE CUSTO.

    Nesta aula, daremos continuidade ao nosso percurso pela análise de custo. Vamos apresentar a terminologia muito usada em análise de custo, precisando o conceito de cada um dos termos que embora parecidos tem significados distintos.
    Gasto – Segundo Leone (1997, p. 46), este termo é empregado para definir as transações financeiras em que há a diminuição do disponível ou a assunção de um compromisso em troca de algum bem de investimento ou bem de consumo. Ou seja, é o valor arcado pela entidade para obter um produto ou serviço, representado pela entrega ou promessa de entrega de algum ativo (dinheiro, bens).
    Como exemplo podemos citar:. Gastos com mercadorias;
    Gastos com pessoal;
    Material de expediente;
    Consumo de água;
    Serviços de frete entre outros.

  • Investimento – é um gasto efetuado em bens ou serviços com benefícios futuros. Os ativos são estocados na empresa e têm maior vida útil, sendo consumidos ou vendidos em maior tempo. Como exemplo temos.: Máquinas; Ações de empresas entre outros. Custo –São todos aqueles gastos utilizados na produção de bens ou na prestação de serviços. Para Martins (1990, p. 24), custo é “um gasto relativo a bem ou ao serviço utilizado na produção de de outros bens ou serviços”. Como exemplo podemos citar:. Matéria - prima; Mão – de - obra direta; Encargos sociais do pessoal da fábrica; Materiais de embalagem, etc. Despesa – são bens ou serviços consumidos para se auferir receitas. O dinheiro (ativo) é consumido ao se pagar os salários dos empregados. Como exemplo temos.: Comissões sobre vendas; Despesas financeiras ; Impostos sobre vendas; Propaganda e publicidade; Aluguéis entre outros. Desembolso – é o pagamento efetuado ao se adquirir um bem ou serviço. Perda – é o bem ou serviço que se consome de modo involuntário e anormal.

    Investimento – é um gasto efetuado em bens ou serviços com benefícios futuros. Os ativos são estocados na empresa e têm maior vida útil, sendo consumidos ou vendidos em maior tempo. Como exemplo temos.: Máquinas; Ações de empresas entre outros. Custo –São todos aqueles gastos utilizados na produção de bens ou na prestação de serviços. Para Martins (1990, p. 24), custo é “um gasto relativo a bem ou ao serviço utilizado na produção de de outros bens ou serviços”. Como exemplo podemos citar:. Matéria - prima; Mão – de - obra direta; Encargos sociais do pessoal da fábrica; Materiais de embalagem, etc. Despesa – são bens ou serviços consumidos para se auferir receitas. O dinheiro (ativo) é consumido ao se pagar os salários dos empregados. Como exemplo temos.: Comissões sobre vendas; Despesas financeiras ; Impostos sobre vendas; Propaganda e publicidade; Aluguéis entre outros. Desembolso – é o pagamento efetuado ao se adquirir um bem ou serviço. Perda – é o bem ou serviço que se consome de modo involuntário e anormal.

  • Para melhor a sua compreensão, vamos ilustrar uma situação: Suponhamos que uma Lúcia (Uma Costureira), decide abrir uma pequena confecção de roupas femininas ela então, compra matéria prima (tecidos, linhas, botões e etc.), inicialmente isso se transforma num gasto no momento da compra; um desembolso quando do pagamento; um custo por ocasião da utilização no processo produtivo; torna – se um investimento pela estocagem do produto finalizado(roupas roupas para comercialização); e por fim uma despesa quando da venda efetiva. No mesmo raciocínio, as máquinas de costuras usadas na produção foi um investimento quando da aquisição,passou a ser um custo na produção, para se transformar em despesa quando da venda do produto. Desta forma, todo gasto vai ser classificado como investimento, custo ou despesa, dependendo da sua utilização. Sendo que, todo desembolso é um gasto, mas nem todo gasto é um desembolso. Perdas não são classificadas como custo ou despesa, devido ao fato de se tratar de um fenômeno involuntário. Pode mos encerar por hoje. Os conceitos apresentados serão de grande importância para a compreensão das aulas posteriores , que se baseiam sobre classificação de custos. Bons estudos!

    Para melhor a sua compreensão, vamos ilustrar uma situação: Suponhamos que uma Lúcia (Uma Costureira), decide abrir uma pequena confecção de roupas femininas ela então, compra matéria prima (tecidos, linhas, botões e etc.), inicialmente isso se transforma num gasto no momento da compra; um desembolso quando do pagamento; um custo por ocasião da utilização no processo produtivo; torna – se um investimento pela estocagem do produto finalizado(roupas roupas para comercialização); e por fim uma despesa quando da venda efetiva. No mesmo raciocínio, as máquinas de costuras usadas na produção foi um investimento quando da aquisição,passou a ser um custo na produção, para se transformar em despesa quando da venda do produto. Desta forma, todo gasto vai ser classificado como investimento, custo ou despesa, dependendo da sua utilização. Sendo que, todo desembolso é um gasto, mas nem todo gasto é um desembolso. Perdas não são classificadas como custo ou despesa, devido ao fato de se tratar de um fenômeno involuntário. Pode mos encerar por hoje. Os conceitos apresentados serão de grande importância para a compreensão das aulas posteriores , que se baseiam sobre classificação de custos. Bons estudos!

  • TOME NOTA

    TOME NOTA

    Em relação aos relatórios publicados pelas organizações principalmente a DRE – Demonstração de Resultados do Exercício, apresentam um item denominado “Custo das Mercadorias Vendidas” ou “Custo dos produtos Vendidos”. Estas termologias não são mais aceitas atualmente, uma vez que, representa o total de itens que compuseram o custo da produção.
    Sendo assim, o mais apropriado seria a termologia “Despesas das Mercadorias Vendidas” ou também “Despesas dos Produtos Vendidos”.

  • AULA 3 –CLASSIFICAÇÃO DO CUSTO.

    AULA 3 –CLASSIFICAÇÃO DO CUSTO.

    Olá! Nesta aula iremos abordar as diversas formas que o custo pode ser classificado sob diferentes aspectos, cada uma atendendo a propósitos específicos. Alguns custos são facilmente identificáveis aos produtos, outros são comuns a vários produtos, alguns acompanham o volume de produção ou venda, outros nada tem a ver com o volume de produção ou venda.
    O objetivo desta aula é caracterizar todos os custos para melhor identificar os produtos, mercadorias ou serviços, apresentando exemplos práticos que facilitarão classificá-los. Então mãos a obra!!
    Custo Direto - É aquele que pode ser identificado e diretamente apropriado a cada tipo de obra a ser custeado, no momento de sua ocorrência, isto é, está ligado diretamente a cada tipo de bem ou função de custo. É aquele que pode ser atribuído (ou identificado) direto a um produto, linha de produto, centro de custo ou departamento. Não necessita de rateios para ser atribuído ao objeto custeado. Ou ainda, são aqueles diretamente incluídos no cálculo dos produtos.


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  • AULA 1 – ORIGEM DO CONCEITO DE CUSTO.
  • As maiores conseqüências da Revolução Industrial foram: A grande indústria; O grande comércio; A formação da classe capitalista; O aparecimento de novas doutrinas sociais; O crescimento das classes operária e burguesa. ? A partir desse desenvolvimento, foi com a Contabilidade de custos que o comerciante, o industrial e o prestador de serviços passaram a saber efetivamente o quanto estavam ganhando. Até aqui tudo bem na compreensão da origem da Análise de Custo? Então vamos partir para o seu objetivo O objetivo maior da análise dos custos das empresas é o de servir de suporte como ferramenta dentro do processo de gestão.Principalmente quando se trata de: planejamento, controle e informação. Planejamento – para que a empresa possa identificar as alternativas e depois possa optar pela melhor alternativa podendo, assim, maximizar o lucro da sociedade. Controle – para que a empresa saiba exatamente o que ela tem em relação aos seus estoques, quanto ganha em relação às suas vendas, qual é o produto que deve incentivar no momento da venda, etc. Informação – para que a empresa possa se posicionar quanto às decisões estratégicas do tipo: quantidade a ser produzida/vendida, se a empresa deve comprar ou fabricar, etc. ? ? ?
  • OBJETIVOS DA APURAÇÃO DE CUSTO.
  • AULA 2 – TERMINOLOGIA DE CUSTO.
  • Investimento – é um gasto efetuado em bens ou serviços com benefícios futuros. Os ativos são estocados na empresa e têm maior vida útil, sendo consumidos ou vendidos em maior tempo. Como exemplo temos.: Máquinas; Ações de empresas entre outros. Custo –São todos aqueles gastos utilizados na produção de bens ou na prestação de serviços. Para Martins (1990, p. 24), custo é “um gasto relativo a bem ou ao serviço utilizado na produção de de outros bens ou serviços”. Como exemplo podemos citar:. Matéria - prima; Mão – de - obra direta; Encargos sociais do pessoal da fábrica; Materiais de embalagem, etc. Despesa – são bens ou serviços consumidos para se auferir receitas. O dinheiro (ativo) é consumido ao se pagar os salários dos empregados. Como exemplo temos.: Comissões sobre vendas; Despesas financeiras ; Impostos sobre vendas; Propaganda e publicidade; Aluguéis entre outros. Desembolso – é o pagamento efetuado ao se adquirir um bem ou serviço. Perda – é o bem ou serviço que se consome de modo involuntário e anormal.
  • Para melhor a sua compreensão, vamos ilustrar uma situação: Suponhamos que uma Lúcia (Uma Costureira), decide abrir uma pequena confecção de roupas femininas ela então, compra matéria prima (tecidos, linhas, botões e etc.), inicialmente isso se transforma num gasto no momento da compra; um desembolso quando do pagamento; um custo por ocasião da utilização no processo produtivo; torna – se um investimento pela estocagem do produto finalizado(roupas roupas para comercialização); e por fim uma despesa quando da venda efetiva. No mesmo raciocínio, as máquinas de costuras usadas na produção foi um investimento quando da aquisição,passou a ser um custo na produção, para se transformar em despesa quando da venda do produto. Desta forma, todo gasto vai ser classificado como investimento, custo ou despesa, dependendo da sua utilização. Sendo que, todo desembolso é um gasto, mas nem todo gasto é um desembolso. Perdas não são classificadas como custo ou despesa, devido ao fato de se tratar de um fenômeno involuntário. Pode mos encerar por hoje. Os conceitos apresentados serão de grande importância para a compreensão das aulas posteriores , que se baseiam sobre classificação de custos. Bons estudos!
  • TOME NOTA
  • AULA 3 –CLASSIFICAÇÃO DO CUSTO.
  • Exemplos de custos diretos: Matérias – primas Mão - de - obra direta  Serviços subcontratados e aplicados diretamente nos produtos ou serviços. Os custos diretos tem a propriedade de ser perfeitamente mensuráveis de maneira objetiva. Os custos são qualificados aos portadores finais (produtos), individualmente considerados. Custo Indireto - Por sua vez, os custos indiretos, como o próprio termo sugere, não são identificados diretamente nos produtos e serviços. Por consequência, os custos enquadrados nesta categoria não podem ser relacionados a produtos específicos, existindo a necessidade de que sejam estabelecidos critérios de rateio para serem devidamente alocados. Um bom exemplo de custo indireto: É a mão-de-obra indireta, referente a atividades realizadas em setores auxiliares da empresa ou por prestadores de serviços, como vigilância, manutenção de equipamentos, limpeza e afins. Também são classificados como custos indiretos os materiais empregados nestas atividades, como lubrificantes e parafusos. A depreciação dos equipamentos, os aluguéis e os seguros também são exemplos de custos indiretos.
  • Custo Variável - São gastos necessários à produção e diretamente variáveis com o volume de produção. Quanto maior ela for, maior será o custo. Os custos diretos são sempre variáveis, mas nem todo custo variável é direto. Exemplo de custo variável: Na confecção de roupas femininas da Lúcia, o tecido é uma matéria-prima para a produção e é um custo direto, pois, quanto maior for sua produção de roupas, maior será o custo com tecido. Quer outro exemplo vamos lá: Em uma indústria automobilística, o aço utilizado na produção de veículos é um custo variável, pois, quanto mais unidades de automóveis forem produzidas, mais aço será consumido em sua produção. Até aqui tudo bem? Vamos enfrente então. Custo Fixo - De uma maneira bem simples, podemos definir os custos fixos como aqueles que não sofrem alterações influenciadas pelo volume de produção. Esta manutenção do custo deve respeitar certo limite de capacidade, pois não se pode pensar em custo fixo para uma produção infinita. Inúmeros itens são classificados como custo fixos como aluguel de uma instalação, a prestação de uma maquina, conta de telefone da empresa,salários do pessoal da administração entre outros.
  • Custo Total - O custo Total é a soma de todos os custo do produto desde a compra da matéria prima até a colocação do produto junto ao consumidor final incluindo mão de obra e gastos operacionais como despesas com propaganda e marketing e etc.  O custo total é usado para se encontrar o Lucro Operacional na DRE ( Demonstração de Resultado de Exercício) simples onde as despesas são abatidas da receita e se apura o lucro ou prejuízo do período. Ele se equipara ao custo fixo quando não existe produção e aumenta a partir desse ponto proporcionalmente ao crescimento do custo variável. Custo Semi - variável - Custos semi-variáveis são custos que variam com o nível de produção mas que, entretanto, têm uma parcela fixa que existe mesmo que não haja produção. É o caso, por exemplo, da conta de energia elétrica da fábrica, na qual a concessionária cobra uma taxa mínima mesmo que nada seja gasto no período, embora o valor da conta dependa do número de quilowatts consumidos e, portanto, do volume de produção da empresa. Custo Semi - Fixo - Custos semi-fixos são custos que são fixos numa determinada faixa de produção, mas que variam se há uma mudança nesta faixa, ou seja, referem se aos custos que se alteram quando há necessidade de mudança na capacidade da instalação seja quando se torna necessário ampliar ou reduzir o tamanho das instalações. Como exemplo temos a Lúcia lembra dela? Pois bem, as roupas fabricadas por ela estão tendo uma grande demanda de encomendas e ela precisou comprar mais máquinas e ampliar seu espaço para suprir a demanda de pedidos.
  • Ufa!! Chegamos ao fim deste jornada, te desejo sucesso em seus estudos. Mas calma pra encerrar com chave de ouro não se esqueça de dar uma lida na síntese. Síntese Nesta aula aprendemos como classificar os custos através de duas óticas distintas. A primeira delas mostra que alguns custos podem ser aplicados diretamente aos bens produtos e outros devem ser aplicados segundo critérios de rateio. Abordamos também os custos que podem variar quanto ao volume de atividade, definindo custo fixo como aquele que não varia, e custo variável como aquele que se modifica conforme o volume de atividade. Posteriormente, analisamos que alguns custos têm parcelas fixas e variáveis ao mesmo tempo, definindo custo semi-fixo e semi-variável.
  • TOME NOTA
  • AULA 4 - MATÉRIA -PRIMA
  • Resumindo, a matéria - prima deve ser aplicada diretamente ao custo do produto, razão pela qual se deve mensurar com elevada precisão a quantidade e o custo desse item. O custo da matéria - prima deverá, portanto, incluir todos os itens que correspondem a gastos para a aquisição, e não somente o valor pago ao fornecedor. Segundo Megliorini (2002), o cálculo do valor da matéria - prima pode ser feito da seguinte maneira:
  • O tratamento tributária relativo ao Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) . Como são tributos indiretos, nos quais o ônus pelo pagamento é do consumidor final e a responsabilidade pelo recolhimento é do vendedor, eles são adicionados aos preços dos produtos. Trocando em miúdos, quem paga é o comprador, mas quem recolhe é o vendedor. Após a venda do produto final, a parcela recolhida na operação anterior , compra da matéria - prima, deve ser deduzida, para se evitar a cobrança de impostos em cascata. Até aqui tudo bem na compreensão desta aula? Vamos agora abordas os métodos de avaliação de estoque você sabe quais são eles? Se a resposta é não então vamos lá aprende-los.
  • UEPS (último a entrar, primeiro a sair) ou LIFO (last-in, ?rst-out). Este método consiste em utilizar o custo das compras efetuadas por último para valorizar as quantidades vendidas, e, dessa forma, obter o valor do CMV (custos das mercadorias vendidas). Assim, à medida em que ocorrem as vendas, se dá a baixa das últimas mercadorias compradas. Caso a última entrada se esgote, passa-se a considerar a entrada imediatamente anterior (penúltima) e assim sucessivamente. Caso as últimas aquisições têm preço superior à anterior, esse método tem o efeito de elevar o custo do produto e reduzir o lucro tributário. Por este motivo , não é aceito pelo Fisco. Vamos a um exemplo: No dia 10 entraram 20 unidades no estoque, com valor de $ 10, sobrando um saldo de 20 unidades ou $ 200. No dia 12, foram requisitadas 15 unidades, a um custo de $150, sobrando 5 unidades, ou $ 50. No dia 15, entram 25 unidades com valor unitário de com valor unitário de $ 11, gerando um saldo de 30 unidades, ou $ 325 (5x10; 25x11). No dia 17 foram requisitados 26 unidades.Pelo UEPS, saíram 25 do último lote e uma do primeiro gerando um custo de $ 285 (25x11; 1x10), restando um saldo de 4 unidades do primeiro lote ou $40. No dia 20, entraram 15 unidades, com custo unitário de $12, perfazendo um saldo de 19 unidades, com valor de $ 220(15x12; 2x10), restando um saldo de 2 unidades do primeiro lote, com valor de $20. O custo total das mercadorias é igual a $ 635 (150 + 285 + 200). Confira este exemplo na tabela a seguir:
  • PEPS (primeiro a entrar, primeiro a sair) ou FIFO (?rst-in, ?rst-out). O método consiste em utilizar o custo das compras efetuadas primeiro, para valorizar as quantidades vendidas, e, dessa forma, obter o valor do CMV (custos das mercadorias vendidas). Assim, à medida que ocorrem as vendas, se dá a baixa das primeiras compras. Veja o exemplo a seguir:
  • Média ponderada móvel ou custo médio É o método mais usado no Brasil, justamente porque é aceito pela ?scalização (Decreto no 3.000 Art. 295 de 26/3/1999), e consiste em avaliar os estoques pelo custo médio de aquisição apurado em cada entrada de mercadoria, ponderado pelas quantidades adicionadas e pelas anteriores existentes. O sistema exige que cada entrada a custo unitário de aquisição diferente do custo médio anterior, necessite de um ajuste do custo médio. Utilizando-se o mesmo exemplo anterior: No dia 10, entraram 20 unidades no estoque, com valor de $ 10, restando um saldo de 20 unidades ou $ 200. No dia 12, foram requeridas 15 unidades, a um custo de $ 150,restando 5 unidades, ou $ 50. No dia 15, entraram 25 unidades, com valor unitário de 11. O saldo passou para 30 unidades, com valor médio ponderado de $ 10,83 e valor total de $ 324, 90 {( 25 x 11+ 5 x 10)/30} . No dia 17, saíram 26 unidades com valor total de $ 281,58 (26 x 10,83). O saldo se manteve em 4 unidades, com valor de, $43,32(4 x 10,83). No dia 20, entraram 15 unidades com valor de $12, elevando o saldo para 19 unidades e o valor médio ponderado de $11,75 {(4 x10,83+15x12)/19}, e o valor total de $199,75(19x11,75), sobrando um saldo de 2 unidades, ou $23,50. O custo total das mercadorias agora é de $631. Confira o exemplo na integra acompanhando a tabela abaixo:
  • Meu querido estudante, só queria deixar uma observação a respeito do Decreto no 3.000 Art. 295 de 26/3/1999 no aspecto que: “O valor dos bens existentes no encerramento do período poderá ser o do custo médio ou o dos bens adquiridos ou produzidos mais recentemente, admitida, ainda, a avaliação com base no preço de venda, subtraída a margem de lucro”. Feias as explicações vamos seguir em frente. Perda das Matéria - Primas Em muitos momentos da produção, existe desperdício de matéria prima pois o consumo efetivo da produção não afeta a quantidade disponibilizada para tal. Quer um exemplo? Vamos lá: A confecção da Lúcia já imaginou a quantidade de retalhos que sobra da fabricação das roupas? Ou ainda, a construção de um galpão, as sobras de material de construção como tijolos quebrados,restos de estrutura metálica e vergalhões, resto de concreto e assim por diante. Todos estes exemplos, representam perda e são comuns e involuntário no processo de fabricação. O excesso de material deve ser incorporado diretamente ao custo do produto final, a menos que se possa reaproveitar em outro produto. Vamos a um exemplo: Se uma peça de tecido 4 metros, possibilita a confecção de 20 blusas de tamanho M, gerando uma sobra de 0,80 cm no final da produção; o custo aplicado ao produto deve ser o correspondente às peças inteiras e não apenas o que foi efetivamente gasto (hipótese: se cada metro custa $ 5, devemos aplicar um custo de $ 20, e não de $16).
  • Mas existem também as perdas anormais decorrentes de algum evento atípico, como Enchentes, incêndios, roubos e etc. Nestas ocasiões, os valores correspondentes às mercadorias danificadas não irão compor o custo dos produtos, mas deverão ser lançadas diretamente nas contas de resultado da empresa. Sistema de inventário periódico. Este sistema registra todas as compras e vendas do período e, no final do exercício, é feita a contagem física dos estoques (inventário físico). Em síntese, neste sistema o valor do custo das mercadorias vendidas pode ser definido pela equação: Ou
  • Sistema de inventário permanente. Este sistema utiliza-se de uma metodologia que determina o custo da mercadoria vendida no momento em que é efetuada a venda. No sistema de inventário permanente a empresa deve manter um controle contínuo sobre as entradas e saídas de mercadorias (compras e vendas em quantidades e valores), de forma a dispor a qualquer momento da situação atualizada dos estoques e do custo da mercadoria vendida. Mais por que adotar o sistema de inventário permanente? Ao adotar este sistema de administração de estoques, a empresa poderá dispor de informações básicas para o planejamento das compras, de forma a evitar que haja falta de mercadorias ou compras em excesso, bem como, acompanhar a evolução do resultado contábil no decorrer do exercício. Em suma, pode realizar o controle de estoque. Você sabe qual é o procedimento para a determinação do custo unitário de cada tipo de estoque? Então vamos juntos descobrir. O custo unitário de compra de um determinado tipo de estoque é obtido pelo valor total d as mercadorias compradas, inclusive os seguros e os fretes (art. 289 § 1 do decreto no 3.000 de 26/03/1999), dividido pela quantidade adquirida. Por hoje é só, mas não deixe de consultar o tome nota bons estudos e até a nossa próxima aula.
  • TOME NOTA
  • AULA 5 - CUSTO DA MÃO DE OBRA.
  • Mão de obra direta (MOD) Segundo, Viceconti e Neves (1995 p. 34),a mão de obra direta é o gasto relativo ao pessoal que trabalha diretamente na produção, sendo possível a averiguação do tempo consumido na elaboração do produto e, portanto, é um gasto cujo valor pode ser apropriado a este sem necessidade de qualquer critério de rateio. Mão de obra direta, segundo Crepaldi (2002 p. 56), é o custo de qualquer trabalho humano diretamente identi?cável e mensurável com o produto. Salários, inclusive os encargos sociais (13°, férias, FGTS, INSS), dos empregados que trabalham diretamente na produção. Mão de obra indireta A mão de obra indireta diz respeito ao pessoal que trabalha com vários produtos ou setores, e, por isso, necessita de algum critério de rateio para que os custos de mão-de-obra sejam distribuídos proporcionalmente a cada setor. Interessante não é mas agora temos mais um assunto, a tratar é a respeito do o que integra o custo de mão-de-obra veja como ele com certeza faz parte do seu dia a dia.
  • Agentes que integram o custo de mão-de-obra. Além do salário propriamente dito, todos os encargos e benefícios que a empresa despende (gasta) devem compor o montante da mão-de-obra. São eles: Repouso semanal remunerado; Férias e 1/3 de férias; INSS; FGTS; Feriados; Faltas abonadas; Licença maternidade; Licença por casamento; Licença por morte; Todos os direitos garantidos pela Consolidação das Leis Trabalhistas e Convenções Coletivas de Trabalho de cada categoria profissional, etc. Agora você irá estudar como calcular a mão-de-obra direta. Como é que se calcula a mão-de-obra direta? À medida que um funcionário entra na empresa e começa a trabalhar, ele passa a ter direitos que lhe são garantidos na Consolidação das Leis Trabalhistas. Por esse motivo, passa a ser mais correto o apontamento dos gastos anuais e a divisão desse valor pelas horas efetivamente trabalhadas durante o ano.
  • Veja o exemplo a seguir: Para um funcionário com um salário mensal de $ 1.320,00 que trabalha 8 horas de segunda à sexta-feira e 4 horas aos sábados, seu salário por hora seria: $ 1.320,00 ÷ 220 horas(5 dias x 8 horas + 4 sábados x 4 horas = 220 horas/mês (convenção).) = $ 6,00 por hora.
  • No total dos gastos anuais estão incluídos feriados e horas não produtivas. Portanto, o próximo cálculo agora é definir quantas horas por ano um funcionário pode trabalhar para uma empresa.
  • As férias são de 30 dias corridos, foram descontados quatro dias que são os domingos que já haviam sido computados anteriormente. Portanto, tem-se:
  • Agora divida o total dos gastos anuais pelo número de horas trabalhadas por ano: Este resultado implica em uma relação de 101,5% de encargos sobre o salário do funcionário. Esta relação vai variar de empresa para empresa – todas as particularidades devem ser observadas. Alguns especialistas estimam que a soma de todos os encargos trabalhistas representa pelo menos 100% do salário nominal, ou seja, um funcionário com o salário mensal de $ 1.000,00 custa, na realidade, $ 2.000,00 para a empresa (OLIVEIRA, PEREZ JR., p. 89).
  • Meu caro estudante você sabe me dizer se mão de obra direta, é custo fixo ou custo variável? Então vejamos: No Brasil, a legislação trabalhista determina para cada tipo de categoria um salário chamado salário normativo, o qual é estipulado nas diversas Convenções Coletivas de Trabalho. Esse salário normativo implica em um montante mínimo que cada trabalhador deve receber. Por esta última razão, é que a mão-de-obra direta é normalmente variável, pois somente se considera como mão-de-obra direta àquelas horas em que o funcionário emprega diretamente na produção. Caso a produção seja interrompida por falta de matéria-prima, manutenção ou quebra de maquinário, falta de energia elétrica, etc., o tempo em que o funcionário não dedicou a produção deverá ser considerado como custo indireto de produção. É por isso que o total pago em folha de pagamento (horas disponíveis) não deve ser considerado como custo de mão de obra direta (horas produtivas) e nem como custo fixo.
  • TOME NOTA
  • Durante algum tempo estivemos envolvidos com Análise de custo. Aprendemos qual a importância da disciplina, suas origens e os termos mais comuns. Posteriormente, vimos alguns critérios de rateio, as suas respectivas metodologias de calculo e suas vantagens e limitações. Espero que este mini curso tenha esclarecendo suas dúvidas e lhe auxiliado com seus estudos, um forte abraço meu querido aluno e nos vemos em breve. Bons estudo!
  • REFERÊNCIAS Disponível em: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAba0AG/apostila-elementos-custos Acessado em : 24 de julho 2015 Disponível em: http://arquivos.unama.br/nead/3semestre/CCO/aula02.pdf Acessado em: 26 de julho 2015 Disponível em: http://www.pde.com.br/conceitos.php Acessado em 26 de julho 2015 Disponível em: http://www.classecontabil.com.br/artigos/contabilidade-de-custos-sua-importancia-as-organizacoes Acessado em 26 de julho 2015 MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. São Paulo: Atlas, 1999. MEGLIORINI, Evandir.Custos. São Paulo: Makron Books, 2002,193p.