Curso Online de PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR).

Curso Online de PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR).

O propósito do PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR) é proporcionar o controle de doenças ocupacionais provocadas pela inalação de poei...

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O propósito do PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR) é proporcionar o controle de doenças ocupacionais provocadas pela inalação de poeiras, fumos, névoas, fumaças, gases e vapores.

O PPR é um conjunto de medidas práticas e administrativas que devem ser adotadas por toda empresa onde for necessário o uso de respirador, obrigatório desde 15/08/1994.
Além disso, faz se necessária recomendações para elaboração, implantação e administração de um programa de como selecionar e usar corretamente os equipamentos de proteção respiratória.

A Portaria número 1 de 11 de Abril de 1994, emitida pelo Ministério do Trabalho, cujo conteúdo estabelece um regulamento técnico sobre uso de equipamentos de proteção respiratória, determina que todo empregador deverá adotar um conjunto de medidas com a finalidade de adequar a utilização de equipamentos de proteção respiratória ? EPR, quando necessário, para complementar as medidas de proteção eletivas implementadas, ou com a finalidade de garantir uma completa proteção ao trabalhador contra os riscos existentes nos ambientes de trabalho.

Perfil profissional ? Técnico em segurança do Trabalho; ? 05 anos de experiência na área técnica, desenvolvendo diversas rotinas na área de segurança do trabalho e Meio Ambiente atuando na prevenção de acidentes, perdas humanas e materiais dentro da empresa; ? Criação e execução, desenvolvimento e monitoramento de informações da estrutura de, PPRR, PCMAT, PCMSO, Planos de ação; ? Boa comunicação e postura profissional; ? Organização e coordenação de cipas; ? Encaminhamento e providencias legal para abertura da cat junto ao MTB e Funda centro; ? Conhecimentos básicos em informática; ? Aplicação de treinamentos ( admissionais, periódicos, específicos, DDS, integração e outros); ? Curso de cipa; ? Curso para membro de cipa; ? Atendimento e procedimentos de primeiros socorros; ? Conhecimento sobre NR-10 e aplicabilidade; ? Conhecimentos e experiência em espaço confinado NR-33; ? Curso da NR-33 ? Ministrando treinamentos de equipamentos de movimentação de cargas, (segurança na operação de empilhadeira, segurança na operação de ponte rolante, segurança na operação de pá carregadeira, segurança na operação de retroescavadeira, segurança na operação de guindauto, segurança na operação de Hyster K-110, segurança na operação de Krane Kar, Segurança na operação de guindaste, direção defensiva, montagem e desmontagem de andaimes, cipa, trabalho em altura, brigada de incêndio e lecionando as matérias de introdução em segurança do trabalho e higiene ocupacional para o curso técnico em segurança do trabalho e introdução em segurança do trabalho para os cursos técnicos de eletrotécnica e mecânica industrial,.



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  • O curso é todo feito pela Internet. Assim você pode acessar de qualquer lugar, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
  • Se não gostar do curso você tem 7 dias para solicitar (através da pagina de contato) o cancelamento ou a devolução do valor investido.*
  • Adquira certificado ou apostila impressos e receba em casa. Os certificados são impressos em papel de gramatura diferente e com marca d'água.**
* Desde que tenha acessado a no máximo 50% do material.
** Material opcional, vendido separadamente.

Modelo de certificados (imagem ilustrativa):

Frente do certificado Frente
Verso do certificado Verso
  • MÓDULO

    MÓDULO

    CONCEITOS BÁSICOS:

    FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA
    RISCOS RESPIRATÓRIOS
    CLASSIFICAÇÃO DOS EPR’S = (PURIFICADORES DE AR E DE ADUÇÃO DE AR)

    1

  • O APARELHO RESPIRATÓRIO

  • As vias aéreas pulmonares tem estrutura altamente ramificada. No topo da árvore respiratória esta a traquéia cuja rigidez é assegurada por anéis de cartilagem. O esôfago desce por trás da traquéia. Na outra extremidade da árvore respiratória os finos bronquíolos ramificam-se em tubos ainda menores, que levam ar para todas as partes dos pulmões

    traquéia

    esôfago

    laringe

    brônquios

    bronquíolos

    cartilagem

  • CÍLIOS

    CÍLIOS

  • A TROCA DE GASES NOS PULMÕES

  • SÍNTESE

  • RESPOSTAS FISIOLÓGICAS AOS MATERIAIS INALADOS

    DEFESAS NATURAIS DO ORGANISMO

    1- REFLEXOS DEFENSIVOS. Espirrar Engolir Tossir Irritação Outros

    2- TRANSPORTE MUCOCILIAR Cílios Secreção de muco Alterações do calibre das passagens de ar

    3- REMOÇÃO LOCAL Sistema linfático Macrófagos

    4- REAÇÃO DAS CÉLULAS Imunológica Anti-microbiana Inflamatória

  • DEFESAS NATURAIS DO ORGANISMO
    SISTEMA IMUNOLÓGICO

  • MACRÓFAGO (comedor gigante) DIGERINDO UMA PARTÍCULA
    (AUMENTO MAIOR QUE 1000 VEZES)


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    CONTAMINANTES

    AERODISPER-
    SÓIDES

    MISTURA DE
    AERODISPER-
    SÓIDES, GASES
    E VAPORES

    GASES E VAPORES

    NÃO IPVS
    12,5 < %O2 < 21
    ao nível do mar

    DEFICIÊNCIA
    DE OXIGÊNIO

    IPVS
    ppO2< 95 mmHg, ou
    12,5 %O2 ,ao nível do mar

    CLASSIFICAÇÃO DOS RISCOS RESPIRATÓRIOS

  • DEFICIÊNCIA DE OXIGÊNIO
    (Nível do mar - 760 mmHg)

    EFEITOS
    -Muito pequena capacidade de julgamento.
    Respiração prejudicada podendo
    provocar danos permanentes no coração.

    APÓS MISTURA C/AR DO CICLO ANTERIOR
    (O2, N2, H2O, CO2) ppO2=137,6mmHg %O2=18,1

    APÓS TROCA C/
    HEMOGLOBINA
    ppO2=48mmHg
    %O2=6,3

    APÓS TROCA C/ HEMOGLOBINA
    ppO2=110mmHg %O2=14,5

    ATMOSFERA NORMAL
    (O2=21% N2 = 79%)

    NO AMBIENTE
    (O2 e N2)
    ppO2 =159 mmHg
    %O2=21

    NA TRAQUÉIA

    O2, N2 e H2O
    ppO2 =149 mmHg
    %O2=19,6

    EFEITOS
    NENHUM

    ATMOSFERA C/ DEFICIÊNCIA DE OXIGÊNIO IPVS

    NO AMBIENTE
    ppO2 = 95 mmHg
    %O2=12,5

    NA TRAQUÉIA

    ppO2 = 89,1 mmHg
    %O2=11,7


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  • MÓDULO
  • NÉVOAS. Aerodispersóide, gerado mecanicamente, constituído por partículas líquidas, formadas pela ruptura mecânica de um líquido. Ex.: aerossol formado: na nebulização de agrotóxicos, na pintura tipo spray, etc.
  • RADIONUCLÍDEOS. Aerodispersóide constituído de substância que sofre transformação espontânea (denominada decaimento) durante a qual ocorre a emissão de radiação e o aparecimento de uma nova substância química. Ex.: Aerossol de sais de césio, radônio, etc.
  • PARTÍCULAS INSOLÚVEIS NÃO CLASSIFICADAS DE OUTRA MANEIRA - PNOC (PARTICULATES NOT OTHERWISE CLASSIFIED) (PNOC segundo a ACGIH) - O uso da expressão Partículas Não Classificadas, no lugar de inertes ou incômodas enfatiza que todos os materiais são potencialmente tóxicos. - Pertencem à esta classe os aerossóis que não contem asbesto, ou a sílica cristalina está abaixo de 1%. Ex.: carbonato de cálcio, calcário, fibra de celulose, cal, gesso,amido, etc. - O TLV-TWA para partículas inaláveis é 10mg/m3. - O TLV-TWA para partículas respiráveis é 3mg/m3
  • CLASSIFICAÇÃO FISIOLÓGICA DOS GASES E VAPORES
  • CLASSIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
  • Filtros Para Partículas -Teoria de Filtração
  • PRINCIPAIS MECANISMOS DE CAPTURA DAS PARTÍCULAS EM UM FILTRO MECÂNICO
  • FILTRO QUÍMICO MECANISMOS DE RETENÇÃO DE GASES E VAPORES EM UM FILTRO QUÍMICO ADSORÇÃO As moléculas de certos gases e vapores são atraídas por forças de superfície existentes num carvão ativo e acabam se fixando na sua superfície. O carvão ativo utilizado nos filtros químicos possuem área superficial de 1000 a 2000 m2/g. A maioria dos vapores orgânicos são retidos por este mecanismo. A umidade também é adsorvida. Ex.: vapor de acetato de etila, benzeno, tetracloreto de carbono.
  • FILTRO QUÍMICO MECANISMOS DE RETENÇÃO DE GASES E VAPORES EM UM FILTRO QUÍMICO ABSORÇÃO O carvão ativo é impregnado com substâncias apropriadas que reagem quimicamente com as moléculas dos gases e vapores que chegam ao filtro. Os gases ácidos, a amônia são retidos por este mecanismo. Ex.: cloro, anidrido sulfuroso, amônia, aminas. CATÁLISE O catalisador é uma substância que influi na velocidade da reação entre substâncias. Nos filtros contra monóxido de carbono é usado o catalisador hopcalite, mistura de grãos porosos feitos de óxido de cobre e manganês. Esse catalisador acelera a reação entre o monóxido de carbono, tóxico, e o oxigênio, formando o gás carbônico, menos tóxico. A umidade do ar destrói a capacidade de catálise no hopcalite, e por isso fica sempre entre duas camadas do agente de secagem. Enquanto a capacidade de Adsorção, Absorção, ou catálise não é ultrapassada, o filtro é 100% eficiente.
  • FILTRO QUÍMICO VIDA ÚTIL EM LABORATÓRIO INFLUÊNCIA DO SOLVENTE ( 53 L/min; 50% umid. relat.; 1000 ppm; filtros classe 1, aos pares)
  • RESPIRADORES DE ADUÇÃO DE AR (Exemplos)
  • RESPIRADORES DE ADUÇÃO DE AR LINHA DE AR COMPRIMIDO DE DEMANDA COM PRESSÃO POSITIVA COMBINADO COM CILINDRO AUXILIAR (Exemplo)
  • MÓDULO
  • SELEÇÃO LIMITAÇÕES E USO DE RESPIRADORES ( IN / PPR Parágrafo 4.1 ) FATORES QUE INFLUEM:
  • SELEÇÃO DE RESPIRADORES PARA USO ROTINEIRO ( IN / PPR Parágrafo 4.2.2.1 ) IDENTIFICAÇÃO DO RISCO
  • ? CONCENTRAÇÃO DO CONTAMINANTE 1 - ? MAIOR QUE IPVS = IPVS 2 - ? MENOR QUE IPVS - CALCULAR O FATOR DE PROTEÇÃO REQUERIDO (FPr) 3 - ? FPr = CONCENTRAÇÃO L.TOLERÂNCIA 4 - ? FATOR DE PROTEÇÃO ATRIBUÍDO (FPA) (VER QUADRO I DA IN)-
  • SELEÇÃO DE RESPIRADORES ( IN / PPR Parágrafo 4.2.2.2 ) A ESCOLHA DO TIPO DE RESPIRADOR É FEITA PELO FATOR DE PROTEÇÃO REQUERIDO = FP
  • Item (J) - Para poeiras e névoas, usar P1, em geral; (se a concentração estiver abaixo de 10 vezes o limite de tolerância, também poderá ser utilizada uma PFF1) P3, se o contaminante for altamente tóxico (p.exe. LT&lt; 0,05 mg/m3). (se a concentração estiver abaixo de 10 vezes o limite de tolerância, também poderá ser utilizada uma PFF3). Item (K) - Para fumos, usar P2, em geral; (se a concentração estiver abaixo de 10 vezes o limite de tolerância, também poderá ser utilizada uma PFF2) P3, se o contaminante for altamente tóxico (p.exe. LT&lt; 0,05 mg/m3). (se a concentração estiver abaixo de 10 vezes o limite de tolerância, também poderá ser utilizada uma PFF3)
  • item (L) - Se o aerossol contem asbesto ou sílica cristalizada, ver o Anexo 7 da publicação PPR-Fundacentro. SÍLICA CRISTALIZADA Por exemplo: Se o diâmetro aerodinâmico médio mássico (D) for &gt; 2 µm usar P1 com peça semifacial ou PFF1; (para concentrações até 10 X LT); &lt; 2 µm usar P3 com peça semifacial ou PFF1; (para concentrações até 10 X LT); (Ver Quadro II - Recomendações de EPR para Sílica Cristalizada)
  • Item (L) - Se o aerossol contem asbesto ou sílica cristalizada, ver o Anexo 7 da publicação PPR-Fundacentro. ASBESTO Por exemplo: Até 2 fibras/cm3, usar respirador com peça semifacial com filtro P2 ou PFF2. (Ver Quadro III - Recomendações de EPR para Asbesto)
  • A finalidade destes exercícios é de fixar os procedimentos recomendados. Por razões didáticas deixamos de considerar outros efeitos dos contaminates sobre o organisno, como por exemplo: ação sobre a pele, irritação dos olhos, bem como o tempo de uso durante a jornada de trabalho, etc. - Vamos admitir que o respirador indicado para uma dada situação seja do tipo purificador de ar com peça semifacial (porque o Fator de Proteção requerido foi menor que 10). Vamos neste exercício escolher o filtro apropriado que deve ser usado com esse respirador em três situações distintas: Exemplo Selecionar o filtro mecânico para ser usado em um respirador purificador de ar com peça semifacial, que será utilizado em um ambiente com: a - poeira de madeira dura; b - poeira de prata (sais); c - fumos de manganês.
  • EXEMPLOS DE SELEÇÃO DE FILTRO MECÂNICO - SOLUÇÃO :
  • Item (h) - Se for tinta, esmalte, verniz contendo solvente orgânico usar filtro combinado: filtro para vapor orgânico e filtro mecânico P1. Item (i) - Se o contaminante for agrotóxico contendo veículo orgânico, usar filtro combinado: filtro químico para vapor orgânico e filtro mecânico P2; se o veículo for água, usar, somente, filtro P2. Item (m) - Se o contaminante gasoso possuir fracas propriedades de alerta, ou o Limite de Tolerância for menor que o Limiar de Odor, usar: 1- respirador de adução de ar; 2- filtro químico com indicador de fim de vida útil confiável (mercúrio); 3- filtro químico com troca programada considerando o ensaio de vida útil, em laboratório, realizado com o próprio contaminante.
  • Item (g) - Escolher o filtro químico adequado: vapor orgânico, gás ácido, amônia ou especial (monóxido de carbono, agrotóxico, mercúrio). - Deve-se obedecer, porém, simultaneamente outras condições 1ª - Concentração de oxigênio &gt; 18%. 2ª - Concentração do contaminante &lt; Concentração IPVS. 3ª - Concentração do contaminante &lt; Máxima Concentração de Uso (*) do filtro: FBC1 (Filtro químico de baixa capacidade) - MCU = 50 ppm (vapor orgânico) classe 1 (cartucho pequeno) - MCU = 1000ppm (vapor orgânico) classe 2 (cartucho médio) - MCU = 5000ppm (vapor orgânico) classe 3 (cartucho grande) - MCU = 10000ppm (vapor orgânico) 4ª - O filtro escolhido deve ser compatível com a peça facial selecionada à partir do Fator de Proteção Atribuído. (*) (*) Para melhor compreensão das condições 3 e 4, convém consultar a tabela de Máxima Concentração de Uso dos filtros químicos, ( apostila pg.41).
  • Pode-se usar filtro classe 1 (cartucho pequeno) contra vapores orgânicos, pois, MCU dessa classe é 1000 ppm, e a concentração no ambiente é 800 ppm.
  • RESPIRADORES PARA USO EM ATMOSFERAS IPVS ( IN / PPR Parágrafo 4.3 ) Qualquer atmosfera que apresente risco imediato à vida ou produza imediato efeito debilitante irreversivel à saúde. LOCAL É IPVS QUANDO: 1.Concentração superior a concentração IPVS ou suspeita de ser superior à IPVS. 2.Espaço confinado com % O2 menor 20,9 % (a não ser que a causa da redução seja conhecida ou controlada ). 3.% O2 menor que 12,5 % ao nível do mar (ou pressão parcial de oxigênio menor que 95 mmHg). 4.Pressão atmosférica local menor que 450 mmHg (4240 m de altitude ).
  • RESPIRADORES PARA CONDlÇÕES IPVS ( IN / PPR Parágrafo 4.3.3 ) RESPIRADORES: MÁSCARA AUTÔNOMA DE DEMANDA COM PRESSÃO POSITIVA RESPIRADOR DO TIPO LINHA DE AR COMPRIMIDO DE DEMANDA COM PRESSÃO POSITIVA COM PEÇA FACIAL INTEIRA, COMBINADO COM CILINDRO DE AUXILIAR PARA FUGA ( autonomia: 3, 5, 10 min. )
  • CONDlÇÕES: REQUER UM ASSISTENTE PRESENTE E PREPARADO PARA ENTRAR IMEDIATAMENTE NA ÁREA DE RISCO. COMUNICAÇÃO CONTÍNUA ENTRE O ASSISTENTE E A PESSOA QUE ENTROU NA ÁREA DE RISCO. USO DE CINTURÃO APROPRIADO, COM CORDA PARA PERMITIR RESGATE. OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
  • Devemos, porém, escolher a classe do filtro químico. Sabemos que existem quatro classes: Filtros de Baixa Capacidade (FBC); Filtros classe 1 (cartuchos pequenos); Filtros classe 2 (cartuchos médios) e Filtros classe 3 (cartuchos grandes).
  • Também, pela tabela de Máxima Concentração de Uso dos filtros químicos, verificamos que o filtro classe 1 é compatível com a peça semifacial.
  • OBSERVAÇÕES SOBRE A TABELA : a) ppO2 = 95mmHg, que dita a necessidade de máscara autônoma ou combinação linha de ar/mascara autônoma, admite que a saúde do usuário seja normal. Deve ser levada em consideração qualquer condição médica que afete desfavoravelmente os Indivíduos com intolerância à redução do teor de 02. Para estes Indivíduos, é maior a ppO2 a partir da qual é necessário o uso de máscara autônoma. Esta é uma decisão do médico. b) Observe que em altitudes maiores que 3O3Om, um respirador de adução de ar ou autônomos que forneça ar com 20,9% de oxigênio não consegue atingir o pp O2 de 122 mmHg. Portanto, nos casos em que se exige o uso de respirador porque o teor de O2 está abaixo de 20,9%, deve-se escolher um respirador especial, aprovado, do tipo de adução de ar que forneça oxigênio enriquecido ou máscara autônoma de circuito fechado. A 3O3Om de altitude deve-se usar ar com no mínimo 23% de O2 e 4240 m o ar deve conter 27% de O2.
  • RESPIRADORES PARA TUBERCULOSE
  • Profissionais mais expostos: em hospitais
  • Recomendações de Proteção Respiratória - USA:Contra TB
  • USA: 42CFR (NaCl) ( 83 L/min / 0,3?m)
  • TUBERCULOSE Importante:
  • Recomendações no uso de respiradores (TB) - : - CDC:
  • Referências Bibliográficas (TB):
  • MÓDULO
  • VERIFICAÇÃO DE VEDAÇÃO (IN / PPR Anexo 4)
  • ENSAIO DE VEDAÇÃO (IN / PPR Anexo 5)
  • ENSAIO DE VEDAÇÃO (IN / PPR Anexo 5 Parágrafo I) AGENTE: ÓLEO DE BANANA -- ACETATO DE ISOAMILA
  • ENSAIO DE VEDAÇÃO (IN / PPR Anexo 5 Parágrafo I)
  • ENSAIO DE VEDAÇÃO (IN / PPR Anexo 5 Parágrafo I) - ÓLEO DE BANANA
  • ENSAIO DE VEDAÇÃO (IN / PPR Anexo 5) - óleo de banana
  • ENSAIO DE VEDAÇÃO (IN / PPR Anexo 5 Parágrafo II) - Sacarina
  • ENSAIO DE VEDAÇÃO (IN / PPR Anexo 5 Parágrafo III, B) - FUMOS IRRITANTES
  • ENSAIO DE VEDAÇÃO QUANTITATIVOS:
  • MÓDULO
  • INSTRUÇÃO NORMATIVA IN - Nº 1 de 11/O4/94 e PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ( P P R ) Recomendações, Seleção e Uso de Respiradores
  • OS RESPIRADORES SOMENTE DEVEM SER USADOS QUANDO AS MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA: - Não são viáveis; - Não atingem níveis aceitáveis de contaminação; - Estão em manutenção; - Estão em estudo ou sendo implantadas.
  • RESPONSABILIDADES DO EMPREGADOR ( IN / PPR Parágrafo 1.3) ? Fornecer o respirador quando necessário; ? Fornecer o respirador adequado; ? Estabelecer e manter um PPR; ? Permitir ao empregado sair da área de risco quando:
  • RESPONSABILIDADES DO EMPREGADO (IN / PPR PARÁGRAFO 1.4)
  • CONTEÚDO MíNIMO ( IN / PPR Parágrafo 1.5 ) O PPR DEVE SER ESCRITO E CONTER, NO MÍNIMO, OS ITENS:
  • ADMINISTRAÇÃO DO PPR ( IN / PPR Parágrafo 2 ) 1. ADMINISTRADOR DO PROGRAMA: ? E o único responsável e que tem autoridade ? Pode ser do SESMT (ou supervisor, pequena empresa) ? Deve ter conhecimentos de proteção respiratória ? Deve conhecer a legislação
  • ADMINISTRAÇÃO DO PPR ( IN / PPR Parágrafo 2 ) AUDITORIA
  • PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS ESCRITOS ( IN / PPR Parágrafo 3 ) A EMPRESA DEVE ESTABELECER PROCEDIMENTOS ESCRITOS SOBRE O USO CORRETO DOS RESPIRADORES PARA:
  • PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS ESCRITOS - USO ROTINEIRO ( IN / PPR Parágrafo 3.1 ) OS PROCEDIMENTOS ESCRITOS DEVEM COBRIR O PROGRAMA COMPLETO E INCLUIR, NO MÍNIMO:
  • ? Respiradores a serem usados em cada situação prevista ? Limitações e capacidade dos respiradores escolhidos ? Riscos potenciais resultados do uso desses respiradores
  • TREINAMENTO ( IN / PPR Parágrafo 6 ) TREINAMENTO DO SUPERVISOR PROGRAMA MÍNIMO:
  • TREINAMENTO ( IN / PPR Parágrafo 6 ) TREINAMENTO DO USUÁRIO PROGRAMA MÍNIMO:
  • TREINAMENTO ( IN / PPR Parágrafo 6 ) OUTROS REQUISITOS: 1- FREQUÊNCIA ? INICIAL ? ANUAL 2. DOCUMENTAÇÃO ? QUEM FOI TREINADO ? EM QUE FOI TREINADO ? INSTRUTOR ? RESULTADO DA AVALIAÇÃO (se for feita) 3.TREINAMENTO DE BRIGADAS DE EMERGÊNCIA
  • AVALIAÇÃO DO PPR
  • II- SELEÇÃO DOS EPR
  • 9- No critério de seleção constam os itens: - Risco de incêndio? - Deficiência de oxigênio? - Situações de emergência? - Concentração média dos contaminantes e respectivas faixas? - Situações IPVS? - Irritação dos olhos? - Fator de proteção atribuído? - Natureza do contaminante ( poeira, fumos, gases, etc.)? - Distribuição do tamanho das partículas do aerossol? - Uso somente para escape? - As propriedades de alerta estão abaixo do LT? - A vida útil dos filtros químicos é conhecida? - É conhecida a inflamabilidade dos contaminantes? - Se existem misturas de contaminantes qual LT é usado? - Efeitos à saúde devido a superexposição?
  • 2- O programa faz referência a: - Oportunidade de manuseio e ajuste do respirador - Ensaio qualitativo ou quantitativo de vedação? - Demonstração prática de inspeção e limpeza? - Contaminantes presentes e respectivos riscos? - Outros controles disponíveis? - Explicação do porque é necessário o uso de respiradores? - Conseqüências sobre o uso impróprio dos respiradores? - Explicações sobre o critério de seleção? - Reconhecimento de situações de emergência? - Registro de presença no treinamento?
  • IV- ENSAIOS DE VEDAÇÃO
  • V- INSPEÇÃO, LIMPEZA, HIGIENIZAÇÃO, MANUTENÇÃO E GUARDA
  • VI- AVALIAÇÃO MÉDICA
  • Referências bibliográficas (TB):