Curso Online de Criação de Joias
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Curso Online de Criação de Joias

Este curso fornece a ideia de lapidação e de montagem de jóias além de ser ilustrado e mostrar a maioria das pedrarias existentes.

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Este curso fornece a ideia de lapidação e de montagem de jóias além de ser ilustrado e mostrar a maioria das pedrarias existentes.

Web designer formada em ciência da computação, professora e Artesa.


- Sylvio Dias Jacome

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  • Criação de Joias

  • História

    História

    As joias, os adornos e os ornamentos são mais do que acessórios que servem para enfeitar, são também uma forma de linguagem, símbolos, uma forma de se destacar e mostrar sua personalidade. Engana-se quem pensa que o mundo das joias é algo atual. Vários tipos de materiais já eram usados como ornamentos desde a antiguidade, e serviam como talismã ou símbolo de poder e status. Um dos achados mais antigos são conchas com mais de 75.000 anos, que foram encontradas na caverna de Blombos, na África do Sul.

  • De 5.000 a 1.000 a.c

    De 5.000 a 1.000 a.c

    Materiais como o bronze, o ferro e o cobre impulsionaram o desenvolvimento humano e ganharam destaque na joalheria. Isso aconteceu entre a Idade da Pedra e a Idade dos Metais, com a especialidade das ainda rudimentares técnicas de fundição. Foram encontradas “obsidianas”, vidro negro translúcido, nas escavações em Arpachiyah (atual norte do Iraque), nos vulcões do Lago Van. Era um dos materiais mais comuns na região. O colar que é considerado mais antigo do mundo, foi produzido com fragmentos desse vidro negro translúcido, datado de 5.000 a.c. Era considerado um luxo entre os povos da Mesopotâmia!

  • Na cidade de Ur, antiga Suméria (atual sul do Iraque), as escavações revelaram importantes e ricas coleções de joias de 3.000 a.c, feitas com ouro, prata, lápis lazuli, e cornelians. Durante o Império Médio e o Império Novo (1.567 a 1.085 a.C.) o mundo da joalheria no Egito deu um grande passo devido ao ouro, que encantava os egípcios pelo seu brilho.
    As pedras favoritas eram: ametista, cornalina, turquesa, lápis lazuli, feldspato e jásper. Nesse período, no Oriente Médio, a cidade de Ur acabou perdendo seu "brilho" porque o ouro se tornou uma fonte limitada. Porém, com isso foi desenvolvida uma nova técnica para valorizar as peças dando maior efeito, com o uso de menor quantidade de ouro: a filigrana.

  • Os artesões começaram a conhecer novas técnicas e estéticas, a partir do comércio entre a Turquia, o Egito e a Mesopotâmia.

    Novas técnicas de fundição dos metais surgiram entre 1.400 e 600 a.c. principalmente na Ásia e na Europa. Fusões em temperatura alta para esculpir gravuras, torções para a criação de braceletes, e lapidações para incrustar linhas e riscas fazem parte dessa fase.

  • Mais um salto na história foi dado entre 1.000 e 700 a.c. A criação dos pins de bronze em Luristan, nas montanhas do sudoeste do Irã. A partir disso, outras peças foram desenvolvidas, como broches, brincos, e gargantilhas, de acordo com os ideais de beleza da época. Em 700 a.c. o povo CITA (Scythians), que ocupava o território que compreendia a China, às margens do Danúbio e a Rússia, eram nômades e ótimos arqueiros e cavaleiros. Objetos de ourivesaria resgatados nos kurgans (montes funerários situados no sul da Rússia e Ucrânia) detalhadamente revelam a maneira de viver e seus costumes deste povo nômade, criativo e complexo.

  • Para a criação de joias, os fenícios, no leste do Mediterrâneo, se inspiravam na estética das artes (presentes da Tunísia, Espanha e Síria). As peças fenícias tinham efeitos luxuosos, eram extremamente bem trabalhadas, e tinha uma forte inspiração egípcia. Os persas produziam dragões e serpentes esculpidos em braceletes de ouro.

  • Os etruscos se destacaram com técnicas sofisticadas de granulação e filigrana. Já os gregos misturavam detalhes orientais com a delicadeza de seu estilo, modelando flores, rostos e símbolos animais para constituir placas de ouro, prata e marfim.

  • Com as conquistas do imperador Alexandre, o Grande, a cultura helenística acabou dominando o mundo antigo. O camafeu, formas, sistemas de decoração entre outros motivos artísticos foram as inovações deste período. Para evidenciar o contraste entre as pedras e o vidro colorido, desenvolve-se uma técnica chamada Inlay. Os romanos produziram peças com esmeraldas e pérolas. Porém eles não resistiram e acabaram se rendendo aos encantos da tradição helenística, absorvendo assim os desenhos mais rebuscados e as gemas coloridas.
    Os adornos nas Américas não eram feitos apenas de prata, ouro, platina ou cobre, mas também de combinações entre eles. Isso acontecia porque a pureza de alguns metais era permitida apenas para a alta cúpula da sociedade. Os maias valorizavam a pedra jade, pois simbolizava o céu na sua cosmologia.

  • Período Histórico: Séc. I ao Sec. XVI

    Período Histórico: Séc. I ao Sec. XVI

    A arte e a sociedade tiveram muita influência religiosa na Idade Média, e a joalheria também. Os ourives uniam formas intrincadas com arabescos em filigrana de ouro, pérolas, diamantes, turquesas, esmeraldas, rubis, safiras e topázios. O Império Bizantino teve grande destaque por suas joias. A joalheria bizantina encantou amplos territórios com seus acessórios de ouro e seus ícones com o cloisonnéenamel.

  • A joalheria deixou de ser patrocinada pelo Clero e começou a ser patrocinada pela burguesia no período Renascentista. O trabalho de ourives começava a ganhar fama e status de arte, assim como a escultura e a pintura. O ourives cede lugar ao joalheiro no final do século 14, que acrescentaria novas modas e tendências, com desenhos poéticos e requintados, mesclando com temas da natureza para seus camafeus. As joias adquiriram status de obras de arte, tanto que os mecenas passaram a contratar ourives para novas criações.


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  • História
  • De 5.000 a 1.000 a.c
  • Período Histórico: Séc. I ao Sec. XVI
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  • A Diferença entre Bijuteria, Semijoia e Joia
  • Bijuterias
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  • Tipos de Lapidações
  • Mas afinal, por que lapidar uma pedra?
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