Curso Online de Perfuração em Rochas Salinas
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Curso Online de Perfuração em Rochas Salinas

As rochas do pré-sal. As caracteristicas das rochas salinas. As perfuraçõs em rochas salinas e suas experiências exitosas.

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As rochas do pré-sal. As caracteristicas das rochas salinas. As perfuraçõs em rochas salinas e suas experiências exitosas.

Possui graduação em Matemática pela Universidade Católica de Pernambuco - UNICAP, com especialização em matemática aplicada, Pós-Graduado como Gerente de Cidades pela Faculdade de Administração da Universidade de Pernambuco - FCAP (UPE) e especialista em Gestão de Petróleo e Gás Natural pela FADEPE - PE. Atualmente é Assessor Técnico da Prefeitura Municipal do Cabo de Santo Agostinho para assuntos de segurança, trânsito e transportes públicos. Diretor do Socuca Colégio e Curso, Professor do Instituto de Gerenciamento das Cidades - IGC e do Núcleo de Pós-Graduação da Faculdade Escritor Osman da Costa Lins - FACOL, e autor de vários Cursos de Formação Profissional publicados nos sites de educação a distancia: www.learncafe.com.br, www.educacursosead.com.br, www.bravacurso.com.br e www.buzzero.com.br. É consultor e palestrante nas áreas de segurança, trânsito, transportes públicos de passageiros e mobilidade urbana.


- Soraia S. Nunes

- Bruno Teixeira Leandro

- Lucas Ferreira Torres

- Mari Gabrielle Rocha De Sousa

"Otimo"

- Ezilard Silva De Melo

"muito bom"

- Marcelo Novaes Cunha

"excelente!"

- Lúcio Flávio Vidigal Vilhena

"Curso excelente, se possível disponibilizar processo de exploração de sal gema terrestre e seus impactos ambientais."

- Carlos Augusto De Lima Santana

"Muito proveitoso ja que sou tecnologo em petroleo e gas."

- Ramony Tygana De Oliveira Dos Santos

"otimo"

- Jéssica Costa Martins

- Priscila Oliveira Abade

- Edequias Silva De Souza

- Douglas Pires Cunha

- Douglas Pires Cunha

- Douglas Pires Cunha

"Bom Conteudo para aprendizado"

- Isael Juvino De Lima

- Juliana Monteiro Bispo Lima

- Marcelo Jesus Da Silva

- Waldireny Souza Dias

"Um pouco superficial."

- Jonas Bovet

"+ ou -"

- Luiz Alberto Costa Da Silva

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    PERFURAÇÕES EM ROCHAS SALINAS
    O PRÉ - SAL

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    O Pré – Sal

    Sais pertencem a um grupo de rochas sedimentares chamadas evaporitos, depositados por evaporação da água do mar, e que ao longo do tempo, foram formados em bacias fechadas sujeitas ao clima árido e com períodos de influxos de água marinha.

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    A calcita

    A precipitação do sal durante a evaporação desses influxos resultou na deposição de sequências de evaporitos, do menos solúvel para o mais solúvel.
    A calcita (CaCO3) é um carbonato pouco solúvel e, portanto, o primeiro a se precipitar.

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    A anidrita (CaSO4) e o gipso (CaSO4.2H2O) são sulfatos e se depositam após os carbonatos.
    Os cloretos ou sais solúveis, tipo halita (NaCl), silvita (KCl), carnalita (KMgCl3.6H2O), bischofita (MgCl2.6H2O) e taquidrita (CaCl2.2MgCl2.12H2O) se depositam por último, nessa ordem.

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    SOLUBILIDADE DOS SAIS

    Os sais solúveis são materiais geológicos atípicos, porque, mesmo quando submetidos a uma tensão desviadora constante, uma considerável deformação pode ser esperada como função desta componente de tensão, do tempo de exposição e das suas propriedades físicas.

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    Fluência

    Tal comportamento é chamado creep ou fluência, e pode causar o fechamento do poço em curto prazo, isto é, durante a perfuração.

    Porém, mesmo depois do poço revestido, essa fluência pode causar, em longo prazo, o colapso do revestimento devido aos esforços adicionais impostos por esse fechamento, caso ele não tenha sido dimensionado para isso.

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    O referido efeito é mais pronunciado quando há geração de cargas pontuais devido, por exemplo, à falha na cimentação.
    Ou seja, deve-se considerar a fluência em toda a vida útil do projeto e não só na fase de perfuração.
    Apesar disso, nem todos os sais são problemáticos.

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    Mobilidade do Sal

    Quando o sal apresenta baixa mobilidade, passa a ser uma formação ideal para perfuração devido a ser homogêneo, ter baixa porosidade, elevado gradiente de fratura e, em geral, apresentar uma boa taxa de penetração.

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    No Golfo do México, aproximadamente 97% do sal perfurado é halita.
    Em alguns prospectos subsal da área, em que a halita apresenta baixa taxa de fluência, as locações são escolhidas, de preferência, onde sua espessura é maior, já que só é necessário assentar um revestimento no topo e um na base da seção salina, em função das características descritas.

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    Porém, na perfuração de sais mais móveis (bischofita, carnalita e taquidrita), os problemas são multiplicados, quando comparados com outros tipos de sedimentos.
    Não é raro ser necessário o assentamento de mais de uma coluna de revestimento para atravessar a seção.
    Uma das técnicas empregadas para controlar a fluência do sal é utilizar fluido de perfuração com o peso específico o mais elevado permitido, para esse tipo de perfuração.

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    Contudo, isto não é garantia de estabilidade do poço, caso as intercalações de outras litologias estejam presentes na seção atravessada.
    Neste caso, deve-se considerar a possibilidade de induzir perdas de circulação nesses sedimentos, em geral, com menor gradiente de fratura.
    Adensar o fluido também torna o processo de perfuração mais lento, aumentando o tempo de exposição da formação e os problemas adversos associados.
    Além disso, a logística de preparo, tratamento e armazenamento do fluido aumentam o seu custo final.

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