Curso Online de Introdução a Hipnose

Curso Online de Introdução a Hipnose

Olá estudante! Ao realizar este curso você irá adquirir conhecimentos básicos acerca da técnica de hipnose. Este curso também possui con...

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Olá estudante!
Ao realizar este curso você irá adquirir conhecimentos básicos acerca da técnica de hipnose.
Este curso também possui conteúdos para desmistificar a hipnose e ratificar sua validade científica, apresentar sua história, retirar dúvidas e ensinar conceitos básicos para aplicação.

Capítulo 1: Introdução a Hipnose
1.1 História da Hipnose
1.2 Mitos da Hipnose
1.3 Transe Hipnótico
1.4 Testes de Sugestionabilidade

Capítulo 2: Utilizando a hipnose
2.1 Começando a Hipnose
2.2 Tipos de indução
2.3 Técnicas de indução
2.4 Exemplo de tratamento

Professor. Psicólogo. Bacharel em Comunicação Social. Hipnoterapeuta formado pelo Instituto Brasileiro de Hipnose e Psicologia.



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  • Hipnose Clínica

  • Introdução - Hipnose Clínica

    Olá estudante!
    Ao realizar este curso você irá adquirir conhecimentos básicos acerca da técnica de hipnose.
    Este curso também possui conteúdos para desmistificar a hipnose e ratificar sua validade científica, apresentar sua história, retirar dúvidas e ensinar conceitos básicos para aplicação.
    Este curso foi construído respeitando a legislação vigente – Lei nº 9.394/96 – Diretrizes e Bases da Educação Nacional na modalidade de Educação Profissional.
    Este curso lhe dará direito a um certificado de conclusão que poderá ser utilizado como atividade de horas acadêmicas de acordo com a direção de seu curso de graduação, tecnólogo ou pós-graduação.
    As pessoas que fazem Cursos Livres qualificam-se mais em suas profissões, superam os concorrentes, são promovidos em suas empresas e, os que estão desempregados, preparam-se para o mercado de trabalho e conseguem rapidamente um novo emprego.

  • Capítulo 1 – Introdução a Hipnose

    Conteúdo :
    Capítulo 1: Introdução a Hipnose
    1.1 História da Hipnose
    1.2 Mitos da Hipnose
    1.3 Transe Hipnótico
    1.4 Testes de Sugestionabilidade

    Capítulo 2: Utilizando a hipnose
    2.1 Começando a Hipnose
    2.2 Tipos de indução
    2.3 Técnicas de indução
    2.4 Exemplo de tratamento

  • História da Hipnose

  • Capítulo 1.1 – História da hipnose

    A hipnose e a utilização de estados hipnóticos estiveram presentes em toda história da humanidade. Ao longo de seu desenvolvimento pode-se perceber dois momentos distintos de seu uso e aplicações:

    Hipnose utilizada pelos povos e civilizações antigas:

    b) Hipnose no período de experimentação científica – Séc. XVIII e XIX:

  • Capítulo 1.1 – História da hipnose

    Hipnose utilizada pelos povos e civilizações antigas:

    Nas culturas antigas a hipnose foi a forma mais antiga de cura utilizada pelos sacerdotes. Não era usada nos termos formais de hipnose, mas utilizavam-se processos e procedimentos hipnóticos para a cura de dores e doenças. No Egito antigo, no século 1500 A.C., os sacerdotes induziam um certo tipo de estado hipnótico com finalidade de cura, conforme escrito nos papiros de Ebers. Estes papiros continham uma coletânea de antigos escritos médicos descrevendo como aliviar a dor e as doenças. (Bauer, 1998).
    Na Grécia antiga, nos templos Asclépia, se fazia o diagnóstico e cura dos doentes por intermédio do sono divino ou terapia onírica. Neste estado anterior ao sono, chamado na época estado hipnagógico, as imagens irrompiam automaticamente à consciência do doente e o sacerdote trabalhava simbolicamente sobre estas imagens, fornecendo sugestões hipnóticas de cura. No século XI, Avicena – médico iraniano, filósofo e sábio – acreditava que a imaginação era capaz de enfermar e curar as pessoas.

  • Capítulo 1.1 – História da hipnose

    Hipnose utilizada pelos povos e civilizações antigas:

    No século XVI, Paracelsus, pai da medicina hermética, acreditava na influência magnética das estrelas, na cura de pessoas doentes, vindo a confeccionar talismãs com inscrições planetárias e zodiacais. A hipnose utilizada na antiguidade era impregnada de magia, misticismo e religiosidade com objetivos de cura através da imaginação, profecias, captação de ideias e mensagens dos deuses. Utilizavam-se induções hipnóticas individuais ou em grupos, através de danças, cantos, orações, rituais e palavras. (Carvalho, 1999).

  • Capítulo 1.1 – História da hipnose

    Hipnose no período de experimentação científica – Séc. XVIII e XIX:

    A história da hipnose no grande período de experimentação científica do século XVIII e XIX foi retirado integralmente de Carvalho (1999) e Rossi & Cheek (1988). Tem início com Franz Anton Mesmer (1734-1815), médico austríaco do século XVIII, que iniciou seus estudos interessado no magnetismo animal que seria responsável pela cura de dores e doenças. Após sua mudança para Paris, seu trabalho foi foco de muita atenção pelo meio científico, onde Mesmer acreditava na influência dos corpos celestes na cura das doenças e na presença de um fluido universal ligando astros e corpos. Esse fluido magnético era captado e emitido por ferro imantado e a pessoa imantada transferia energia para os demais. 

  • Capítulo 1.1 – História da hipnose

    Hipnose no período de experimentação científica – Séc. XVIII e XIX:

    O trabalho de Mesmer teve grande repercussão no meio científico e acadêmico, embora tenha tido sucessos e fracassos em suas curas. Os acadêmicos de Medicina, como maior ciência oficial da época, pressionaram o então rei Luíz XVI, a convocar a “Comissão da Sociedade Real de Medicina e da Academia de Ciências – 1784”, composta pelos mais renomados cientistas da época, para estudar o fenômeno hipnótico. A Comissão Julgadora trabalhou realizando experimentos com diferentes materiais, concluindo a inexistência do magnetismo humano e afirmando que os resultados obtidos eram somente consequência da imaginação. Mesmer caiu em descrédito no meio científico, mas suas teorias e métodos continuaram a ser empregados por seus seguidores, como o Marquês de Puységur e Abade Faria.  

  • Capítulo 1.1 – História da hipnose

    Hipnose no período de experimentação científica – Séc. XVIII e XIX:

    Foi somente no século XIX que o médico inglês James Braid (1795-1859), assistindo a uma cirurgia efetuada por Mesmer com anestesia geral provocada pelo uso da hipnose, passou a estudar o processo vindo a reformular a teoria de Mesmer. Braid definiu o estado hipnótico como um estado particular de “sono do sistema nervoso”, vindo a cunhar o termo hipnose, do grego Hypnos que simbolizava o Deus do sono na Mitologia Grega. Dessa forma, o termo hipnose ficou erroneamente associado à ideia de sono. Logo depois de haver cunhado este termo, James Braid se arrependeu, pois percebeu que cientificamente a hipnose não poderia ser comparada ao sono, sendo um estado justamente oposto ao sono, de intensa atividade psíquica e mental. Braid utilizava basicamente a hipnose como forma de se obter a anestesia cirúrgica e para ensinar auto-hipnose aos pacientes.
     

  • Capítulo 1.1 – História da hipnose

    Hipnose no período de experimentação científica – Séc. XVIII e XIX:

    Durante muitos anos a hipnose foi esquecida e mal interpretada por não se compreender, na época, a natureza e dinâmica dos seus fenômenos. Ela foi resgatada na França por duas importantes escolas de pensamento que possuíam visões muito distintas sob o fenômeno da hipnose: a escola de Salpêtrière, liderada por Jean-Martin Charcot (1835-1893) e a escola de Nancy, comandada por Auguste A. Liebeault (1823-1904) e Hipolyte Bernheim (1840-19191).
    A escola de Salpêtrière tinha como líder Charcot, o neurologista mais importante e conceituado da época, o qual estava estudando os estados hipnóticos para tratamento de pacientes histéricos. Em um trabalho apresentado em 1882, na Academia Francesa de Ciências, Charcot considerou a hipnose como um estado patológico de dissociação, comparando o transe ao processo histérico e a anormalidades no sistema nervoso. A relação entre hipnose e doença obteve grande aceitação no meio científico, vindo a influenciar, segundo este ponto de vista, teóricos como Freud.
     


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  • GRAUS DE PROFUNDIDADE DO TRANSE HIPNÓTICO