Curso Online de PRIMEIROS SOCORROS ATUALIZADO PARA CONCURSOS E ATUALIZAÇAO PROFISSIONAL
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Curso Online de PRIMEIROS SOCORROS ATUALIZADO PARA CONCURSOS E ATUALIZAÇAO PROFISSIONAL

CURSO SUPER ATUALIZADO DE PRIMEIROS SOCORROS, COM FOTOGRAFIAS, MECANISMOS DE TRAUMA, FORMA DE ABORDAGEM. NOVO TIPO DE SOCORRO VISANDO O ...

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CURSO SUPER ATUALIZADO DE PRIMEIROS SOCORROS, COM FOTOGRAFIAS, MECANISMOS DE TRAUMA, FORMA DE ABORDAGEM. NOVO TIPO DE SOCORRO VISANDO O CAB E NAO MAIS O ABC. SOCORRO EM CRIANÇAS. CURSO ILUSTRADO E SUPER COMPREENSIVEL. MANOBRAS E TECNICAS DE RESSUCITAÇAO E AS FORMAS DE ABORDAGEM NAS RODOVIAS FEDERAIS. CURSO PARA CONCURSOS PUBLICOS OU PRIVADOS QUE TENHAM COMO TEMA PRIMEIROS SOCORROS E MEDICINA LEGAL.

MEDICO FORMADO NA ARGENTINA E EX BOMBEIRO SOCORRISTA.


"CURSO MARAVILHOSO, PARA CONCURSOS E PARA ATUALIZAÇÃO PROFISSIONAL MESMO, COMO DIZ O NOME. ENSINA BEM AS TÉCNICAS, MUITO BEM ILUSTRADO, E DE MUITO FÁCIL COMPREENSÃO. ALÉM DE ENSINAR DA DICAS DE COMO ATUAR FRENTE A TODOS OS TIPOS DE ACIDENTES. RECOMENDO 100% ESTE CURSO, UM DOS MELHORES QUE JÁ FIZ AQUI NO BUZZERO."

- Cristiane De Souza Schmitz

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  • PRIMEIROS SOCORROS

    PRIMEIROS SOCORROS

    PROFESSOR : ÉRIC SANDERS

  • HISTÓRIA DO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR

    HISTÓRIA DO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR

    O atendimento de emergência surgiu da necessidade da retirada e assistência de combatentes feridos em campos de batalha.
    A primeira tentativa de organização moderna de auxílio médico de urgência foi colocada em prática, em 1792, por Dominique Larrey.
    Larrey era cirurgião e militar e praticava os cuidados iniciais aos pacientes vitimados nas guerras do período napoleônico, no próprio campo de batalha, com o objetivo de prevenir as complicações.
    Foi a partir das guerras que desenvolveu e iniciou-se o emprego de transporte de tração animal, e atualmente o emprego de sofisticados aparelhos e veículos de locomoção aérea ou terrestre. Nos dias de hoje, este tipo de assistência é de grande importância no atendimento à população, carente de cuidados imediatos, no transcorrer do seu cotidiano.

  • Atendimento pré-hospitalar (APH) é definido como o conjunto de procedimentos técnicos realizados no local da emergência e durante o transporte, com objetivo de manter a vida da vítima, até a chegada em uma unidade hospitalar.

    A emergência ocorre quando há uma situação crítica ou algo iminente, com a ocorrência de perigo, ou seja, um incidente ou imprevisto. Considerando a área médica, é uma situação que exige uma intervenção médica imediatamente.

    A urgência é quando existe uma situação que não pode ser adiada, mas que deve ser resolvida rapidamente, pois se houver uma demora, haverá para a vítima um risco de morte. Na medicina, estas situações necessitam de um tratamento médico com um caráter menor que a emergência, ou seja, menos imediatista.

  • No Brasil, os primeiros registros acerca do serviço de atendimento pré- hospitalar datam de 1893, quando o Senado da República aprovou uma lei que pretendia estabelecer o socorro médico de urgência na via pública, no Rio de Janeiro, no momento capital do país.

    Em 1899, o Corpo de Bombeiros (CB), pertencente à capital do país, colocava em ação a primeira ambulância, ainda de tração animal para realizar o atendimento de urgência, fato este que caracteriza sua tradição na prestação desse serviço.

    Nos anos 50, instala-se o Serviço de Assistência Médica Domiciliar de Urgência (SAMDU), na cidade de São Paulo, órgão da então Secretaria Municipal de Higiene.

  • A partir da década de 80, o atendimento pré-hospitalar passou a ser aplicado de forma mais sistematizada pelo Corpo de Bombeiros, os quais deram início à estruturação dos Serviços de Atendimento Pré-Hospitalar (SvAPH).

    Paralelamente aos Serviços de Atendimento Pré-Hospitalar, foi iniciado em 1988, pelo Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro, o socorro extra-hospitalar aeromédico.

    Outro modelo proposto pelo Ministério da Saúde (MS) consiste no Sistema Integrado de Atendimento ao Trauma e Emergências (SIATE), implantado inicialmente em 1990, o atendimento era realizado pelos socorristas do Corpo de Bombeiros e médicos dentro do sistema regulador. O SIATE serviu de modelo para uma reestruturação do atendimento pré-hospitalar em nível nacional.

    Iniciou a partir de 1990 com a criação do Programa de Enfrentamento às Emergências e Traumas (PEET) pelo Ministério da Saúde, cujo objetivo era a diminuição da incidência e morbimortalidade por agravos externos por meio de intervenção nos níveis de prevenção, atendimento hospitalar, atendimento pré-hospitalar e reabilitação.

  • Em meados de 1995, iniciou-se a implantação do SAMU. Este serviço pré-hospitalar desenvolvido no Brasil tende-se a basear no modelo americano ou francês.
    O SAMU do sistema francês foi criado por anestesistas e intensivistas devido à necessidade da assistência pré-hospitalar dos pacientes que chegavam ao hospital com agravo do caso ou mesmo mortos, por não receberem atendimento precoce e adequado.
    Esse sistema tem como referencial o médico, tanto na regulação do sistema, como no atendimento e monitorização do paciente, até a recepção hospitalar. É um serviço ligado ao Sistema de Saúde, hierarquizado e regionalizado, possuindo comunicação direta com os Centros Hospitalares.
    Já o sistema norte-americano trabalha com paramédicos, os quais passam por um período de formação de três anos após o segundo grau.
    A implantação de serviços pré-hospitalares no Brasil, seja municipal ou estadual, segue o modelo metodológico de cada sistema de acordo com suas realidades, demandas, perfis, morbimortalidade, recursos técnicos, tecnológicos e financeiros.

  • NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DO SAMU

    NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DO SAMU

    O Atendimento Pré-Hospitalar no Brasil surgiu sem muito sucesso, mas, hoje é considerado um serviço primordial e tem demonstrado importantes resultados para a sociedade.

    A Portaria nº 2048/MS, em 5 de novembro de 2002, normatiza a implantação do SAMU e considera que a área de Urgência e Emergência constitui-se em um importante componente da assistência à saúde. E, de acordo com o § 2º, este regulamento é de caráter nacional, devendo ser utilizado pelas Secretarias de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios na implantação dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência, com ou sem vínculo com a prestação de serviços aos usuários do Sistema Único de Saúde.

    Como descreve a Portaria citada acima, a área de urgência e emergência constitui-se em um importante componente da assistência à saúde.

  • O Ministério da Saúde considera como nível pré-hospitalar, na área de urgência e emergência, aquele atendimento que procura chegar à vítima nos primeiros minutos. Após ter ocorrido o agravo à saúde, agravo este que possa levar à deficiência física ou mesmo à morte, sendo necessário, portanto, prestar-lhe atendimento adequado e transporte a um hospital devidamente hierarquizado e integrado ao Sistema Único de Saúde.
    A equipe de atendimento pré-hospitalar realiza os seguintes procedimentos:

    Reanimação cardiorrespiratória;
    Oxigenoterapia;
    Contenção de hemorragias;
    Imobilizações;
    Intubação orotraqueal;
    Punção venosa com reposição de volume e medicação;
    Transporte de pacientes.

  • O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) deve ser composto por uma equipe multiprofissional oriundos da área de saúde, sendo o coordenador do serviço, responsável técnico um médico, o responsável de enfermagem um enfermeiro, médicos reguladores, médicos intervencionistas, enfermeiros assistenciais, auxiliares e técnicos de enfermagem. Além dessa equipe de saúde, em situações de atendimento às urgências relacionadas às causas externas ou de pacientes em locais de difícil acesso, deverá haver uma ação integrada com outros profissionais, com bombeiros militares, policiais militares e rodoviários e outros. Essa equipe deve trabalhar em conjunto, visando um só objetivo, ou seja, o atendimento sistematizado, dinâmico e com qualidade ao cliente e sua família.

    A portaria 824/99, adaptada pelo Ministério da Saúde, define que o sistema de atendimento pré-hospitalar é um serviço médico, sua coordenação, regulação e supervisão direta é a distância e deve ser efetuada unicamente por médico, tem na Central de Regulação Médica o elemento ordenado e orientador da atenção pré-hospitalar, sendo o médico regulador o responsável pela decisão técnica em torno dos pedidos de socorro e decisão gestora dos meios disponíveis.

  • SISTEMA DE ASSISTÊNCIA ÀS EMERGÊNCIAS

    SISTEMA DE ASSISTÊNCIA ÀS EMERGÊNCIAS

    Milhares de vidas são salvas a cada ano pelo atendimento médico de urgência. Os avanços no campo da saúde, nos últimos 50 anos, foram significativos. No século passado, a maioria dos pacientes de emergência que entravam nos hospitais, acabava morrendo. Hoje se observa que, em grande parte, os pacientes conseguem recuperar-se e retornam a uma vida normal. A assistência começa no local da emergência e continua durante o transporte ao hospital. Após o transporte, efetuado pelo serviço de emergência, ocorre a transferência do paciente para o pronto-socorro, assegurando a continuidade do atendimento. Essa assistência profissional é acompanhada por uma cadeia de recursos humanos, que trabalhando em conjunto, formam o Sistema de Assistência às Emergências em Saúde (SAES). A base da organização do Sistema de Assistência às Emergências é o hospital ou outro estabelecimento de saúde.

  • O SOCORRISTA

    O SOCORRISTA

    O socorrista é uma pessoa, que foi treinada para prestar o primeiro atendimento e auxiliar os profissionais do atendimento pré-hospitalar, no local da emergência. É geralmente a primeira pessoa treinada a entrar em contato com o paciente.


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