Curso Online de MONTANDO NEGÓCIO DE CREPES
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Curso Online de MONTANDO NEGÓCIO DE CREPES

MONTAR UMA CREPERIA É UM NEGÓCIO LUCRATIVO E SIMPLES. COMECE AGORA SEU NEGÓCIO COM ESTE CURSO PROFISSIONALIZANTE.

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MONTAR UMA CREPERIA É UM NEGÓCIO LUCRATIVO E SIMPLES.
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- Alexandre Aurélio Barbosa Oliveira

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  • MONTANDO
    NEGÓCIO DE CREPES

  • Os crepes são uma opção de refeição leve e popular no mercado nacional, com
    variados tipos, formatos e sabores.
    Aviso: Antes de conhecer este negócio, vale ressaltar que os tópicos a seguir não
    fazem parte de um Plano de Negócio e sim do perfil do ambiente no qual o
    empreendedor irá vislumbrar uma oportunidade de negócio como a descrita a seguir. O
    objetivo de todos os tópicos a seguir é desmistificar e dar uma visão geral de como um
    negócio se posiciona no mercado. Quais as variáveis que mais afetam este tipo de
    negócio? Como se comportam essas variáveis de mercado? Como levantar as
    informações necessárias para se tomar a iniciativa de empreender?

  • O Brasil é reconhecido mundialmente como um país com características excelentes
    para a produção de alimentos, sendo um dos maiores exportadores do mundo. Dentre
    os gêneros alimentícios brasileiros, destaca-se a produção daqueles relacionados à
    indústria do trigo, pães e padarias.
    A origem do crepe é antiga e controversa, reivindicada por diferentes países. O nome
    deriva do termo latim crupus, que significa enrolado. Os italianos chamam de crespelle,
    os norte-americanos de pancake, os russos de blinis e os judeus de blintzes.
    Antigamente, eram assados em pedra quente e, posteriormente, passaram a ser
    preparados em chapa redonda sobre o fogo. Há indícios de que suas raízes estejam
    no pão indiano chapati e nas panquecas chinesas. Mas os primeiros registros foram
    feitos no século I, pelo gastrônomo romano Apicius. Cozidos em ferro quente, iam à
    mesa com mel e pimenta.

  • Outra lenda credita a origem do crepe a um acidente culinário. Uma mulher,
    involuntariamente, derramou um pouco de mingau de farinha integral e não refinada no
    fogão e percebeu como o produto cozinhava rápido, era fácil de virar e ficava muito
    saboroso. A partir daí, surgia mais uma opção de alimento.
    Os crepes sempre estiveram presentes em muitas regiões da Europa e podem ser
    feitos com vários tipos de grãos: arroz, trigo, milho, etc. A primeira receita de crepe foi encontrada na França em 1390 no livro “Manger de Paris”. O autor explicava como
    fazer crepes à base de farinha de trigo integral, ovos, água, sal e vinho. A mistura era
    cozida com banha de porco e manteiga e polvilhada com açúcar antes de ser servida.

  • Com o prestígio em alta, novas receitas de crepes foram surgindo. A mais famosa
    refere-se a uma invenção do chef francês Henri Charpentier, datada de 1896. Trata-se
    de uma combinação de crepe enrolado com molho de laranja, flambado à frente do
    cliente. A receita foi batizada com o nome da acompanhante do príncipe Edward, de
    Gales: Crepe Suzette. A sobremesa virou símbolo de luxo e sofisticação e é
    reproduzida em milhares de restaurantes.
    Atualmente, os crepes são apreciados no mundo inteiro. Sem hora marcada para o
    consumo, esta iguaria pode ser degustada pela manhã, no almoço ou à noite. No
    Brasil, as creperias surgiram em várias cidades, tornando-se uma opção de refeição
    leve e popular. O clima tropical e a receptividade nacional a novidades ajudaram na
    rápida proliferação destes estabelecimentos.

  • Sua grande aceitação deve-se também à versatilidade do alimento, que pode
    incorporar novos ingredientes e adaptar-se à cultura local. Hoje o cliente pode escolher
    entre crepes doces ou salgados, quentes ou frios, grandes ou miniaturas, dobrados ou
    enrolados, abertos ou no palito, com recheios picados ou desfiados, pastosos ou
    cremosos. Os crepes franceses são, normalmente, servidos em pratos. Os crepes
    suíços são assados e servidos no palito. No prato ou no palito, o crepe já ocupou o seu
    espaço no paladar do brasileiro.
    Porém, abrir uma creperia não é tarefa fácil. Há uma extensa legislação que regula as
    boas práticas para a produção dos alimentos, além de uma forte concorrência direta e
    gargalos restritivos para a distribuição e comercialização. Tais dificuldades são
    compensadas por um elevado consumo per capita de alimentos fora de casa.

  • Mercado

    Mercado

    A globalização e o aumento do fluxo de turistas contribuíram para que hábitos
    alimentares internacionais fossem facilmente absorvidos no Brasil. Hoje, numa praça
    de alimentação de um shopping center qualquer, o consumidor pode escolher entre
    comida árabe, japonesa, chinesa, italiana, americana ou brasileira. No meio desta
    ampla oferta, a creperia desponta como uma alternativa importada saborosa.
    O fato do crepe não ser um alimento do dia-a-dia do brasileiro incentiva o seu consumo
    em estabelecimentos especializados. Há oportunidades de negócio em várias cidades
    de pequeno, médio e grande porte.
    O verão é a estação do ano mais propícia à venda de crepes, devido às altas
    temperaturas e à maior preocupação das pessoas com a forma física. As viagens de
    férias também aumentam a freqüência de refeições fora de casa.

  • Nota-se um mercado mais expressivo nas classes sociais A e B, mais receptivo a
    novidades. Este público também é mais exigente em relação a questões de higiene,
    variedade dos produtos, qualidade dos ingredientes e atendimento.
    Devido ao risco intrínseco ao negócio, recomenda-se a realização de ações de pesquisa de mercado para avaliar a demanda e a concorrência. Seguem algumas
    sugestões:
    • Pesquisa em fontes como prefeitura, guias, IBGE e associações de bairro para
    quantificação do mercado alvo.
    • Pesquisa a guias especializados em restaurantes e lanchonetes. Este é um
    instrumento fundamental para fazer uma análise da concorrência, selecionando
    restaurantes por bairro, faixa de preço e especialidade.
    • Visita aos concorrentes diretos, identificando os pontos fortes e fracos das creperias
    que trabalham no mesmo nicho.
    • Participação em seminários especializados

  • Localização

    Localização

    Segundo pesquisa realizada em 2005, a localização inadequada foi
    responsável pelo fechamento de 8% das empresas antes de completarem quatro anos
    de funcionamento. Especialistas no assunto avaliam que a escolha do ponto adequado
    responde por até 25% do sucesso do comércio. Desta forma, a localização de qualquer
    empreendimento deve ser pensada com cuidado e, para isso, deve-se levar em
    consideração alguns detalhes importantes que quando da escolha do local onde será
    montado o negócio.

  • Os principais pontos a considerar são:
    • O preço do aluguel: é necessário analisar o percentual que representa em relação ao
    faturamento.
    • Público alvo: compatibilizar o público local e o padrão de serviço a ser prestado:
    maior renda, maior sofisticação; menor renda, menor preço;
    • Visibilidade: se não se sabe (ou se vê) que naquela localização existe o prestador de
    serviço.
    • Conforto: avaliar as exigências do consumidor, como por exemplo, estacionamento, o
    ambiente do estabelecimento e da vizinhança, etc.
    A loja deve estar localizada em ruas de grande fluxo de pessoas, ou em shoppings,
    centros comerciais, estações de metrô, terminais rodoviários, escolas e/ou faculdades
    e universidades, locais de grande concentração de escritórios e outros polos geradores
    de público como: supermercados, hipermercados, agências bancárias, instituições desserviço público municipal, estadual e federal.

  • Conveniência e acesso fácil são fatores fundamentais para que o consumidor escolha
    frequentar o estabelecimento.
    Outro aspecto fundamental é a visibilidade, ou seja, os clientes ao se movimentarem
    em uma avenida devem identificar facilmente a loja. Em shopping a instalação pode
    ser feita na praça de alimentação ou no modelo de quiosque, em áreas de grande
    circulação de pessoas.


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