Curso Online de CAPACITAÇÃO PARA ORIENTADOR SOCIAL
5 estrelas 1 aluno avaliou

Curso Online de CAPACITAÇÃO PARA ORIENTADOR SOCIAL

SEJA BEM VINDO AO CURSO. CAPACITAÇÃO PARA ORIENTADOR SOCIAL. DESTINADO A TODOS OS PROFISSIONAIS QUE ATUAM OU TENDEM A ATUAR NA ÁREA. C...

Continue lendo

Autor(a):

Carga horária: 57 horas

De: R$ 40,00 Por: R$ 25,00
(Pagamento único)

Mais de 70 alunos matriculados no curso.

Certificado digital Com certificado digital incluído

SEJA BEM VINDO AO CURSO.

CAPACITAÇÃO PARA ORIENTADOR SOCIAL.

DESTINADO A TODOS OS PROFISSIONAIS QUE ATUAM OU TENDEM A ATUAR NA ÁREA.

CURSO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL.

NÃO EXISTE PRÉ REQUISITO PARA A PARTICIPAÇÃO.

ORGANIZAÇÃO QUE BUSCA APRESENTAR CURSOS EM DIVERSAS ÁREAS DE ATUAÇÃO E FORMAÇÃO POR UM BAIXO CUSTO PARA OS USUÁRIOS.


- Eldenir Santos Amorim

  • Aqui você não precisa esperar o prazo de compensação do pagamento para começar a aprender. Inicie agora mesmo e pague depois.
  • O curso é todo feito pela Internet. Assim você pode acessar de qualquer lugar, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
  • Se não gostar do curso você tem 7 dias para solicitar (através da pagina de contato) o cancelamento ou a devolução do valor investido.*
  • Adquira certificado ou apostila impressos e receba em casa.**
* Desde que tenha acessado a no máximo 50% do material.
** Material opcional, vendido separadamente.
  • CAPACITAÇÃO PARA ORIENTADOR SOCIAL

    CAPACITAÇÃO PARA ORIENTADOR SOCIAL

    50 HORAs

  • SEJA BEM VINDA O

    CURSO

    CAPACITAÇÃO PARA ORIENTADOR SOCIAL

  • CURSO DESTINADO A TODOS OS PROFISSIONAIS QUE ATUAM NA ÁREA DA ASSISTÊNCIA.

    NÃO EXISTE PRÉ REQUISITO PARA A PARTICIPAÇÃO NO CURSO.

  • Entendendo o eca

    Entendendo o eca

    Estatuto da Criança e do Adolescente — ECA — é um conjunto de normas do ordenamento jurídico brasileiro que tem como objetivo a proteção integral da criança e do adolescente, aplicando medidas e expedindo encaminhamentos para o juiz. É o marco legal e regulatório dos direitos humanos de crianças e adolescentes.

  • Origem do eca

    Origem do eca

    O ECA foi instituído pela Lei 8.069 no dia 13 de julho de 1990.1 Ela regulamenta os direitos das crianças e dos adolescentes inspirada pelas diretrizes fornecidas pela Constituição Federal de 1988, internalizando uma série de normativas internacionais:

  • Declaração dos Direitos da Criança 2 ;
    Regras mínimas das Nações Unidas para administração da Justiça da Infância e da Juventude - Regras de Beijing 3 ;
    Diretrizes das Nações Unidas para prevenção da Delinqüência Juvenil

  • Característica do eca

    Característica do eca

    O Estatuto divide-se em 2 livros: o primeiro trata da proteção dos direitos fundamentais à pessoa em desenvolvimento e o segundo trata dos órgãos e procedimentos protetivos. Encontram-se os procedimentos de adoção (Livro I, capítulo V), a aplicação de medidas sócio-educativas (Livro II, capítulo II), do Conselho Tutelar (Livro II, capítulo V), e também dos crimes cometidos contra crianças e adolescentes.

  • Criança e adolescente

    Criança e adolescente

    É considerada criança a pessoa com idade inferior a doze anos e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade.1 Para a prática de todos os atos da vida civil, como a assinatura de contratos, é considerado capaz o adolescente emancipado.

  • Direito da criança e do adolescente

    Direito da criança e do adolescente

    A Constituição brasileira promulgada em 1988 é anterior à Convenção sobre os Direitos da Criança adotada pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 20 de novembro de 1989, ratificada pelo Brasil em 24 de setembro de 1990, e com vigência internacional em outubro de 1990, o que demonstra a sintonia dos constituintes brasileiros com toda a discussão de âmbito internacional existida naquele momento, sobre a normativa para a criança e a adoção do novo paradigma, o que levou o Brasil a se tornar o primeiro país a adequar a legislação interna aos princípios consagrados pela Convenção das Nações Unidas, até mesmo antes da vigência obrigatória daquela, uma vez que o Estatuto da Criança e do Adolescente é de 13 de julho de 1990.

  • Com o peso de mais de um milhão de assinaturas, que não deixavam sombra de dúvida quanto ao anseio da população por mudanças e pela remoção daquilo que se tornou comum denominar «entulho autoritário» – que nessa área se identificava com o Código de Menores – a Assembléia Nacional Constituinte referendou a emenda popular que inscreveu na Constituição Brasileira de 1988 o artigo 227, do qual o Estatuto da Criança e do Adolescente é a posterior regulamentação (PAIVA, 2004, p. 2). Mais do que uma mudança pontual na legislação, circunscrita à área da criança e do adolescente, a Constituição da República e, depois, o Estatuto da Criança e do Adolescente são a expressão de um novo projeto político de nação e de País.

  • Mas o que representou de fato a adoção desse novo paradigma? Inaugurou-se no País uma forma completamente nova de se perceber a criança e o adolescente e que vem, ao longo dos anos, sendo assimilada pela sociedade e pelo Estado. Isso porque a realidade não se altera num único momento, ainda mais quando o que se propõe é uma profunda mudança cultural, o que certamente não se produz numa única geração.


Matricule-se agora mesmo Preenchendo os campos abaixo
R$ 25,00
Pagamento único
Processando... Processando...aguarde...
Autorizo o recebimento de novidades e promoções no meu email.

  • CAPACITAÇÃO PARA ORIENTADOR SOCIAL
  • Entendendo o eca
  • Origem do eca
  • Característica do eca
  • Criança e adolescente
  • Direito da criança e do adolescente
  • ECA E CONSELHO TUTELAR
  • ATRIBUIÇÕES DO CONSELHEIRO
  • IMPEDIMENTOS
  • CONHECENDO O ECA
  • IMPORTANTE
  • O QUE FAZ
  • ORIENTADOR SOCIAL
  • CONSULTÓRIO DE RUA - SAÚDE
  • INTRODUÇÃO
  • ATENÇÃO BÁSICA E CONSULTÓRIO DE RUA
  • Formação
  • Modalidade
  • Ações
  • HISTÓRIA
  • Portaria 122/2011
  • FUNCIONAMENTO DA EQUIPE
  • EQUIPE E MODALIDADE
  • REFERÊNCIA
  • PORTARIA 1238/2014
  • PORTARIA 123/2012
  • RESOLUÇÃO Nº 2, DE 27 DE FEVEREIRO DE 2013
  • EIXOS
  • COMITÊ
  • PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL
  • CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE
  • CAMPANHA
  • DECRETO Nº 7.053 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2009.
  • ESTRATÉGIAS E AÇÕES
  • VIOLÊNCIA
  • ASPECTOS HISTÓRICOS DO DIREITO DA MULHER
  • DIREITO DA MULHER: BRASIL
  • LEI MARIA DA PENHA
  • MULHER DIREITO DE VIVER SEM VIOLÊNCIA
  • VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
  • FORMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
  • MEDIDAS PROTETIVAS
  • HOMEM DE VERDADE NÃO BATE EM MULHER
  • VIOLÊNCIA E SAÚDE
  • PACTO NACIONAL DE ENFRENTAMENTO A VIOLÊNCIA CONTRA MULHER
  • METAS
  • HUMANIZAÇÃO E ATENÇÃO ÀS PESSOAS EM SITUAÇÕES DE VIOLÊNCIA
  • PNHAH
  • A VIOLÊNCIA NA ATENÇÃO À SAÚDE
  • DIREITOS DA MULHER
  • BASE HISTÓRICA DOS DIREITOS DAS MULHERES
  • CARTA ÀS MULHERES
  • HISTÓRIA DAS MULHERES
  • LEI MARIA DA PENHA
  • LEI – CONSTITUIÇÃO DA LEI
  • A LEI
  • CRÍTICAS POSITIVAS
  • CRÍTICAS NEGATIVAS
  • REDE SOCIAL MARIA DA PENHA
  • VIOLÊNCIA CONTRA MULHER
  • LEI MARIA DA PENHA
  • DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
  • DAS FORMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR
  • DA ASSISTÊNCIA DA MULHER
  • DA ASSISTÊNCIA
  • DO ATENDIMENTO PELA AUTORIDADE
  • DOS PROCEDIMENTOS
  • DAS MEDIDAS PROTETIVAS
  • MEDIDAS PROTETIVAS - AGRESSOR
  • MEDIDAS PROTETIVAS - OFENDIDA
  • ATUAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO
  • DA ASSISTÊNCIA JURÍDICA
  • EQUIPE DE ATENDIMENTO
  • DISPOSIÇÕES
  • CNJ – LEI MARIA DA PENHA
  • TIPOS DE VIOLÊNCIA CONTRA MULHER
  • VIOLÊNCIA CONTRA IDOSOS
  • ESTATUTO DOS IDOSOS
  • LEI Nº 13.104, DE 9 DE MARÇO DE 2015
  • Notificação compulsória
  • LEI Nº 12.015, DE 7 DE AGOSTO DE 2009
  • LEI Nº 12.845, DE 1º DE AGOSTO DE 2013
  • LEI Nº 13.285, DE 10 DE MAIO DE 2016.
  • Comissão mista violência contra mulheres
  • CÓDIGO PENAL E VIOLÊNCIA
  • CONSTITUIÇÃO E PROTEÇÃO
  • DECRETO Nº 7.958, DE 13 DE MARÇO DE 2013
  • CENTRAL DE ATENDIMENTO A MULHER
  • ESTATÍSTICA VIOLÊNCIA CONTRA MULHER
  • AGRADECIMENTO