Curso Online de PEDAGOGIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: POLÍTICAS, SABERES E PRÁTICA
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Curso Online de PEDAGOGIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: POLÍTICAS, SABERES E PRÁTICA

O curso Pedagogia da Educação Inclusiva: Políticas, Saberes e Prática tem como objetivo formar educadores sociais para a construção e o d...

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O curso Pedagogia da Educação Inclusiva: Políticas, Saberes e Prática tem como objetivo formar educadores sociais para a construção e o desenvolvimento das propostas de educação social em seus distintos âmbitos de ação e de intervenção socioeducativa, garantindo a formação integral dos indivíduos e sendo coerente com a aspiração de um protagonismo da vida cotidiana, capaz de reconhecer, valorizar e exercer seus direitos individuais e coletivos e especializa o profissional da Educação e de áreas afins em alternativas de estudo e pesquisa sobre como atender as necessidades educacionais de portadores de algum tipo de deficiência.

Equipe de professores especialistas, mestres e doutores nas disciplinas de administração, história, pedagogia, psicologia, sociologia, matemática, língua portuguesa,ciências biológicas, produção cultural, administração pública,engenheiros, advogados, cineastas, fotógrafos, jornalistas, profissionais e técnicos da saúde.


- Marcia Cleide Valadão Macedo Simas

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Frente do certificado Frente
Verso do certificado Verso
  • O que é a INCLUSÃO?

  • De acordo com David Rodrigues (Professor universitário, presidente da Pró-Inclusão Associação Nacional de Docentes de Educação Especial), há palavras que exprimem, em certos momentos, o “espírito do tempo”.

    A palavra “inclusão” é uma delas. Praticamente desconhecida há uma década atrás, “inclusão” assumiu uma presença cada vez mais frequente nos discursos educacionais,
    sociológicos e políticos.

  • A palavra “INCLUSÃO”, tornou-se de tal maneira comum que extravasou o seu significado social de forma que hoje é possível encontrar restaurantes com “menus inclusivos” (aqueles em que está tudo incluído) e até “bagagem inclusiva” (talvez aquela que pode levar todos os pertences do seu proprietário).

    A palavra “INCLUSÃO” tornou-se quase imprescindível no discurso político, usada da direita à esquerda ainda que, certamente, com significados muito diferentes.

    A palavra “INCLUSÃO” vem sofrendo uma enorme erosão e desgaste, talvez pelo seu uso tão frequente e também pelas muitas ambiguidades do contexto atual do país.

  • Quando a palavra surgiu nos campos da Educação, da Sociologia e da Política, apareceu para designar algo novo, uma evolução, uma alternativa à palavra “INTEGRAÇÃO”.

    Entendia-se, para justificar esta mudança, que “INTEGRAÇÃO” tinha um significado muito conotado com uma estrutura social que se mantém incólume e impávida enquanto algo ou alguém se pretende “INTEGRAR” nela.

    Em países francófonos utilizou-se por exemplo a expressão “ADAPTAÇÃO ESCOLAR” com a mensagem implícita que quem tinha de se adaptar à escola era o aluno e assim absolvendo a escola de fazer qualquer movimento que facilitasse a sua integração.

  • Não é correto
    colocar
    todo o
    ônus
    da inclusão na
    indivíduo,
    a inclusão
    atuação do
    processo interativo,
    dado que
    e assim
    é um
    sendo, tem que ser
    avaliado em duas dimensões:

    O que é o indivíduo pode fazer para ser incluído?

    O que é que a “inclusão” faz para o incluir?

  • Sendo oriunda sobretudo de países anglo-saxónicos, a palavra “INCLUSÃO” encontrou inicialmente algumas resistências em países latinos.

    Não faltaram vozes que diziam que inclusão era “fechar uma coisa dentro de outra coisa” e que, por isso, era um termo desadequado. Estas leituras foram sendo abandonadas e outros significados e conotações de inclusão começaram a ser usados tais como
    “ENVOLVIMENTO”, “ABRANGÊNCIA”, “COMPREENSÃO”.

  • O que significa estar incluído?

    O que não significa, certamente, é estar “encerrado” ou
    “contido”, estrutura
    em suma “obrigado” a pertencer a uma que não se pediu filiação nem se deseja
    integrar. Estar incluído numa estrutura indesejada seria até o contrário de inclusão: seria uma violência.

    Na verdade, todos nós gostaríamos face a um grupo com o qual profundamente discordamos de afirmar “Incluam- me por favor fora do vosso grupo”. Mas a inclusão não se pode conceber só como “estar fora”.

  • A inclusão deve ser:

  • A INCLUSÃO se constitui como uma trincheira de combate à iníqua e epidêmica EXCLUSÃO que existe nas nossas sociedades.

  • INCLUSÃO

    EXCLUSÃO

    é antes de mais, o oposto, o antídoto e a convocatória para lutar contra a...

  • “ESTAR INCLUÍDO” é ser bem-vindo aos serviços, instituições, grupos e estruturas que podem interessar ao desenvolvimento, à participação, à cidadania e à atividade humana de cada pessoa.

    E aqui existe um enorme campo de progressão que as estruturas sociais têm de fazer para que cumpram a parte que lhes compete na inclusão. Precisamos que as pessoas não sejam barradas por preconceitos, por barreiras, por atitudes afetadas, pela defesa patética dos valores da instituição à custa dos valores das pessoas. Precisamos que a inclusão esteja na linha da frente da missão que as estruturas da nossa sociedade têm que concretizar.


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