Curso Online de NR 32 para Socorristas e APH
O curso NR 32 para Socorristas e APH tem como objetivo capacitar o aluno para compreender e aplicar princípios de segurança do trabalho n...
Continue lendoAutor(a): Beatriz Soares Do Nascimento Salles
Carga horária: 40 horas
Por: R$ 24,90
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Frente
Verso
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Eixo Temático 1
Fundamentos das Rotinas Seguras do Socorrista em APHObjetivo Geral
Capacitar o aluno a reconhecer e aplicar princípios de segurança ocupacional nas rotinas práticas do APH, com foco em prontidão, prevenção de riscos e uso de EPI.Aplicação Prática
O conteúdo cobre a rotina antes, durante e após a ocorrência: preparação da base, organização da ambulância, conferência de materiais e comunicação de situações inseguras.Atenção Técnica
Este módulo não substitui formação profissional, habilitação aplicável, treinamento prático, supervisão, autorização formal ou protocolos institucionais vigentes. -
Papel do Socorrista na Segurança da Resposta
O socorrista em APH contribui para uma resposta segura ao apoiar a organização da atuação, proteger a equipe, reduzir riscos ocupacionais e respeitar limites de função. Sua atuação deve ocorrer de forma planejada, atenta e compatível com treinamento e procedimentos internos.Nenhuma tentativa de ajuda justifica transformar o socorrista em nova vítima. A segurança da equipe deve ser considerada antes de qualquer aproximação.
Observar o ambiente
Identificar riscos antes de se aproximar com materiais.
Utilizar EPI
Usar proteção adequada conforme tipo de ocorrência.
Comunicar condições inseguras
Avisar a equipe responsável diante de qualquer risco identificado. -
Segurança Ocupacional, da Equipe e da Vítima
A segurança ocupacional protege o trabalhador contra riscos presentes na rotina do APH. Quando o socorrista atua com segurança, também contribui para a proteção da equipe, da vítima e de terceiros reduzindo falhas, exposições, quedas, atropelamentos, contaminações e decisões impulsivas.
Antes de iniciar qualquer apoio: avalie se há risco para si, para a equipe e para a vítima. A pressa pode gerar novas ocorrências uma resposta segura exige atenção contínua e decisão preventiva. -
Rotina Segura: Antes, Durante e Após
A rotina segura do socorrista envolve três momentos integrados. Cada etapa reduz riscos e evita falhas operacionais que podem comprometer a resposta.
Após
Durante
Antes
Ignorar a etapa pós-ocorrência pode deixar a equipe seguinte exposta a material contaminado, equipamento incompleto ou item indisponível para novo acionamento. -
Apoio Seguro Dentro da Função
Organizar materiais e EPI
Observar riscos no entorno
Transportar equipamentos conforme treinamento
Comunicar condições inseguras
Auxiliar na organização do espaço
Condutas que Exigem Treinamento ou Autorização Específica
Procedimentos assistenciais clínicos
Técnicas avançadas de APH
Manutenção técnica de equipamentos
Processamento especializado de materiais
Qualquer conduta fora da habilitação formalA boa intenção não autoriza condutas fora da competência. Procedimentos assistenciais devem seguir formação, supervisão, protocolo institucional e responsabilidade técnica.
-
Procedimentos Internos como Referência de Segurança
Procedimentos internos orientam a forma segura de organizar materiais, utilizar EPI, acionar apoio, separar itens contaminados, higienizar equipamentos, comunicar falhas e retornar a ambulância à prontidão. Eles devem ser conhecidos e respeitados pela equipe.
Conferência de EPI
Luvas, máscaras, óculos de proteção e outros itens previstos no procedimento local.
Verificação de Equipamentos
Mochila, maca, cintos, prancha e materiais de apoio antes do início do plantão.
Comunicação de Falhas
Registrar e encaminhar qualquer não conformidade ao responsável definido. -
Prontidão, Atenção e Prevenção de Falhas
Prontidão não significa apenas estar disponível. Significa manter materiais, EPI, equipamentos, ambulância e equipe em condição organizada e segura para resposta. Atenção preventiva reduz falhas, atrasos, improvisos e exposição ocupacional.
Conferência Visual
Observar organização da mochila e identificar ausência ou dano em materiais críticos.
Verificação de EPI
Confirmar disponibilidade e integridade antes de qualquer saída.
Estado da Ambulância
Materiais fixados, compartimentos fechados e itens no local previsto.
Comunicar Condições Inseguras
Relatar qualquer irregularidade antes da saída para evitar improvisos. -
Atenção
Normas e Procedimentos Vigentes
A atuação segura em APH envolve normas que podem ser atualizadas. Consulte sempre a versão oficial mais recente antes de aplicar qualquer rotina.Procedimentos desatualizados podem criar risco operacional real. Confirme sempre na fonte oficial vigente.
O que deve ser verificado
Rotinas de EPI e descarte
Procedimentos de limpeza operacional
Conduta pós-exposição ocupacional
Organização da ambulância conforme padrão local
Checklists autorizados pela coordenação
Após alteração de rotina interna, a equipe deve revisar o checklist da base para adequar a conferência ao novo procedimento autorizado. -
EIXO TEMÁTICO 2
Prontidão, Base, Ambulância e Organização de Materiais
A base operacional, a ambulância e os materiais devem estar sempre organizados e prontos. Esta seção aborda as rotinas de verificação, organização e reposição que garantem resposta segura e eficiente. -
Organização Segura da Base Operacional
A base operacional deve favorecer circulação segura, localização rápida de materiais, separação entre áreas limpas e materiais usados, armazenamento adequado e prontidão da equipe. A desorganização aumenta risco de quedas, atrasos e uso incorreto de itens.Corredores Livres
Remover obstáculos do caminho da maca e das rotas de circulação da equipe.Materiais no Local Definido
Cada item deve estar onde a equipe espera encontrá-lo, sem improviso.Separação de Áreas
Materiais limpos, usados, EPI e equipamentos em zonas distintas e identificadas.Objetos no chão, materiais soltos e itens fora do lugar podem causar quedas, atrasos e falhas de resposta durante o acionamento.
-
Conferência Operacional Antes do Acionamento
A conferência antes do acionamento busca identificar ausência, dano, desorganização ou condição insegura antes da saída. Essa verificação deve seguir checklist local e não substitui manutenção técnica ou controle formal de responsabilidade.
1
EPI e Barreiras
Luvas, máscara, proteção ocular disponíveis e íntegros.
2
Mochila e Materiais
Compartimentos organizados, itens presentes e sem dano aparente.
3
Maca e Cintos
Maca aparentemente limpa, travada e com cintos no local previsto.
4
Ambulância
Materiais fixados, sem itens soltos e compartimentos fechados.
Atenção: Marcar checklist sem verificar de fato cria falsa sensação de segurança.
Pagamento único
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Capítulos
- Módulo 1 - Rotinas Seguras do Socorrista em APH na Prática
- Prontidão operacional, organização da base e da ambulância, conferência de materiais, segurança em deslocamentos, ocorrências externas, uso seguro de equipamentos, prevenção de exposição ocupacional, ergonomia, retorno da ocorrência e identificação de condições inseguras.
- Módulo 2 - NR 32, Segurança do Trabalho e Biossegurança em Serviços de Saúde
- Fundamentos da NR 32, prevenção de riscos ocupacionais, responsabilidades no ambiente de saúde, biossegurança aplicada, condutas seguras, medidas de proteção e integração com procedimentos internos.
- Módulo 3 - Riscos, EPI, Perfurocortantes, Higienização e Resíduos
- Reconhecimento de riscos biológicos, físicos e químicos, uso correto de EPI, prevenção de contato com sangue e fluidos, cuidados com perfurocortantes, materiais contaminados, higienização, descarte seguro e resíduos de serviços de saúde.
- Módulo 4 - Conduta Profissional, Comunicação, Registros e Fluxos de Segurança
- Ética, sigilo, postura profissional, comunicação segura, trabalho em equipe, atendimento humanizado, registros básicos, comunicação de ocorrências, incidentes, quase acidentes e encaminhamento de condições inseguras conforme rotina instituciona