Curso Online de Enfermagem em Saúde do Homem
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Curso Online de Enfermagem em Saúde do Homem

O curso apresenta diversas situações intimamente ligadas a saúde do homem. A saúde do homem, está possui diversas características, é uma ...

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O curso apresenta diversas situações intimamente ligadas a saúde do homem. A saúde do homem, está possui diversas características, é uma das estratégias que a gente desenvolve através de várias atividades que a gente aborda ligada a o homem tais como: o hipertenso, o diabético, como a prevenção do câncer de próstata e de maneira geral a gente procura trabalhar com o homem pra evitar o adoecer. Apesar de tantas doenças já conhecidas pelos os homens ainda possui alguns que mesmo sabendo da existência de varias doenças mesmo assim ainda evitam os médicos sofrendo assim as consequências que podem ser irreversíveis.

Somos uma equipe formada por pessoas com graduação e pós-graduação em diversas áreas de conhecimento, trazendo vários cursos com diferentes temas e assuntos. A equipe vem desenvolvendo vários cursos nas áreas de educação, Engenharias, Administração, Saúde, Meio Ambiente e varias outras. Para qualquer dúvida e informação estamos a disposição. CFEP - Centro de Formação e Educação Profissional e-mail: paula_his@hotmail.com


- Marinete Martins Amorim

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  • Curso de Enfermagem em Saúde do Homem

    Curso de Enfermagem em Saúde do Homem

    30 Horas

  • POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE DO HOMEM E A QUESTÃO DE
    GÊNERO

    A inclusão da temática homem e saúde tem como resultado a participação dos homens no alcance dos objetivos dos serviços de saúde, deslocando a visão tradicional do homem como parte dos problemas, para concebê-lo como parte da solução. Em função disso, há a necessidade do enfoque de gênero, visto que representaria uma contribuição importante no entendimento das barreiras culturais dos homens, ao mesmo tempo em que subsidiaria a formulação de programas e políticas

  • A PNAISH reconhece que a população masculina acessa o sistema de saúde por meio de atenção especializada, o que mostra a necessidade de fortalecimento e qualificação da atenção primária, pois os homens não buscam, como fazem as mulheres, os serviços de atenção básica, adentrando os sistemas de saúde pela atenção ambulatorial e hospitalar de média e alta complexidade. Isso resulta em agravo da morbidade pelo retardo na procura e maior custo para os sistemas de saúde

  • Estereótipos de gênero, oriundos da nossa cultura patriarcal e machista, potencializam práticas baseadas em crenças e valores do que é ser masculino. Nesses casos a doença é considerada como sinal de fragilidade que os homens não reconhecem como inerentes à sua própria condição biológica, por isso o homem julga-se invulnerável, sendo exposto a condições de risco. À medida que há aproximação de características de
    sensibilidade, dependência e cuidado, os homens acreditam que estão predispostos a doenças, lesões e mortes

  • O termo gênero passou a ser empregado por feministas para traduzir as diversas maneiras de interação humana, buscando integrar forma de legitimidade e construção de relações sociais. Daí a importância fundamental em relacionar homens e mulheres, já que o estudo de gênero perpassa o enfoque de risco e dano da saúde para o enfoque da satisfação das necessidades humanas

  • Gênero pode ser considerado, ainda, como uma referência sócio-histórica, que consiste nas diferenças entre sexos e na estruturação material e simbólica da vida social, estabelecendo entre homens e mulheres valor desigual e suas especificidades, bem como reconhecimentos diversos de suas necessidades de saúde.

  • Assinala características socialmente construídas que constituem a definição do masculino e do feminino, em diferentes culturas(6,7). A consolidação da PNAISH tem papel imprescindível para a mudança de
    paradigmas acerca da saúde masculina.
    Seus princípios valorizam questões de gênero, ao orientar ações e serviços de saúde para os indivíduos, com integralidade e equidade, primando pela humanização no serviço prestado.

  • Essa política tem como diretrizes integralidade, continuidade do cuidado por todos os níveis de atenção, desde o primário até o terciário, considerando modo de vida e situação social; factibilidade, disponibilidade de recursos e tecnologias, estrutura técnico-administrativa e gerencial; coerência e diretrizes que devem estar de acordo com os princípios norteadores do Sistema Único de Saúde (SUS); e viabilidade relacionada a comprometimento e possibilidade de execução de ações

  • Sua implementação ocorre de forma integrada às demais políticas existentes, numa lógica hierarquizada de atenção à saúde, baseada em promoção, reconhecimento e respeito à ética e aos direitos do homem. Também obedece a suas peculiaridades sócio-culturais, pois a compreensão delas permite uma proposição estratégica de medidas que venham a promover o acesso dos homens aos serviços de atenção primária, que devem ser porta de entrada aos sistemas de saúde, já que as necessidades de saúde, a apresentação dos homens aos serviços e como são tomadas pelos profissionais influenciam relações de gênero e as práticas dos cuidados em saúde

  • Embora reconheça-se a eficácia dessa política, há carência de estudos acerca do nível de conhecimento dos homens em relação aos seus direitos e à sua participação para execução, em função da sua recente criação e das barreiras sócio-culturais em implementá-la, já que mudanças pressupõem dificuldades e
    desafios para aceitação por parte da população em geral como para os próprios profissionais de saúde.

  • Vários estudos comparativos, entre homens e mulheres, têm comprovado o fato de que os homens são mais vulneráveis às doenças, sobretudo às enfermidades graves e crônicas, e que morrem mais prec ocemente que as mulheres (Nardi et all, 2007; Courtenay, 2007; IDB, 2006 Laurenti et all, 2005; Luck et all, 2000).
    A despeito da maior vulnerabilidade e das altas taxas de morbimortalidade, os homens não buscam, como as mulheres, os serviços de atenção básica. (Figueiredo, 2005; Pinheiro et all, 2002).


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