Curso Online de ENFERMAGEM NO ATENDIMENTO PRÉ- HOSPITALAR- APH

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De forma mais objetiva, a urgência é uma situação onde não existe risco imediato à vida (ou risco de morte). O atendimento requer rapidez...

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De forma mais objetiva, a urgência é uma situação onde não existe risco imediato à vida (ou risco de morte). O atendimento requer rapidez, mas o paciente pode aguardar tratamento definitivo e solução em curto prazo (algumas literaturas se referem a um prazo de até 24 horas). A emergência geralmente implica estarmos diante de uma situação de aparecimento súbito e imprevisto, grave, crítica e que exige ação imediata, pois a ameaça à vida é grande.

Como o próprio nome diz, o serviço de Atendimento Pré-hospitalar (APH) envolve todas as ações efetuadas com o paciente, antes da chegada dele ao ambiente hospitalar.

Bacharel em Enfermagem pela Faculdade Seama em Macapá/AP (2012); Especialista em Enfermagem em UTI pela Faculdade Única de Ipatinga/MG; Especialista em Enfermagem em Ginecologia e Obstetrícia pela Faculdade Cidade Verde/SC. Especialização em andamento em Auditoria em Saúde. Preceptoria em Enfermagem na Faculdade FIMCA-RO.



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Frente do certificado Frente
Verso do certificado Verso
  • ENFERMAGEM NO ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR

    Enfª Siléia Balieiro

  • CONCEITO GERAL

    Chamamos de BLS ou Primeiros Socorros, as medidas iniciais e imediatas aplicadas à vítima, fora do ambiente hospitalar, executadas por qualquer pessoa, para garantir a vida da vítima e evitar agravamento das lesões existentes.

  • PARADA RESPIRATÓRIA: ADULTO

    É a supressão súbita dos movimentos respiratórios, podendo ser acompanhada ou não de parada cardíaca.
    Diagnóstico: é definido através dos seguintes sinais e sintomas:
    Ausência de movimentos respiratórios;
    Cianose (cor azul dos lábios, unhas, não obrigatório);
    Dilatação das pupilas (não obrigatória);
    Inconsciência.

  • Posição da vítima para iniciar o atendimento

    Ajoelhe-se ao lado da vítima, a uma distância aproximadamente igual à largura do corpo, na altura da sua linha do ombro, pois assim haverá espaço suficiente para girar o corpo da vítima com o pescoço devidamente apoiado.
    Mova o braço da vítima aproximando-o de você de modo a ele ficar acima da cabeça da vítima.
    Se necessário, estique as pernas da vítima, para que estejam retas ou levemente flexionadas no joelho.
    Coloque sua mão atrás da cabeça e do pescoço da vítima, como apoio.
    Com a outra mão, segure a vítima por baixo do braço, abraçando o ombro e o torso.
    Gire a vítima para seu lado, puxando-a de maneira firme e equilibrada no ombro e ao mesmo tempo controle a cabeça e o pescoço, que devem estar no mesmo plano das costas, movendo o corpo sempre como um todo.

  • Posição da vítima para iniciar o atendimento

  • Posição da vítima para iniciar o atendimento

    a) Manobra de inclinação da cabeça e elevação do queixo (atualmente mais usada). Para se realizar esta manobra você deve:
    Colocar uma das mãos na testa da vítima e pressioná-la firmemente para trás, a fim de que a cabeça se incline.
    Colocar os dedos da outra mão sob a parte óssea do queixo. Elevar o queixo para cima e sustentar a mandíbula, ajudando a inclinar a cabeça para trás.

  • Posição DE RECUPERAÇAO

  • Respiração de resgate

    Boca a boca: A respiração boca-a-boca foi considerada uma maneira rápida e eficiente de se suprir oxigênio à vítima. O socorrista deve inflar os pulmões da vítima de maneira adequada em cada ventilação.
    Mantenha as vias aéreas desobstruídas, usando a técnica da inclinação da cabeça e elevação do queixo. Levemente, pince o nariz usando o polegar e o dedo indicador (da mão que está na testa), para que o ar não escape pelo nariz da vítima.
    Respire normalmente e coloque seus lábios na boca da vítima, vedando-a e criando um selo à prova de vazamento de ar. Em seguida, insufle duas vezes, sendo que cada respiração seja de 1 segundo.

  • Parada Respiratória na Criança

    Abertura das vias aéreas
    Para realizar esta técnica deve observar os seguintes passos:
    Coloque uma mão na testa da criança e incline a cabeça gentilmente para trás até uma posição neutra. O pescoço é ligeiramente estendido.
    Coloque os dedos, exceto o polegar, da outra mão sob a parte óssea do queixo e eleve a mandíbula para fora e para o alto. Tenha cuidado para não fechar a boca ou empurrar os tecidos moles abaixo do queixo, pois estas manobras podem obstruir mais do que as vias aéreas. Se um corpo estranho ou vômito estiver visível, remova-o.

  • Parada Respiratória na Criança

    Avaliação da respiração
    Se a respiração espontânea está presente, a perviabilidade das vias aéreas deve ser mantida. Se o lactente ou a criança não apresente resposta, não tem evidência de trauma e a respiração é obviamente eficiente, o socorrista deve colocar a vítima em posição de recuperação e ativar o SME.

  • Parada Respiratória na Criança

    Respiração de salvamento na criança

    Cobrir o nariz e a boca da criança com a sua boca, criando uma vedação. Uma mão faz a inclinação da cabeça, enquanto a outra eleva o queixo do lactente. Evite a inclinação da cabeça se houver trauma craniano ou de pescoço.
    Crianças acima de 1 (um) ano a boca do socorrista deverá cobrir a boca da criança, criando uma vedação boca-a-boca. Uma mão faz a elevação do queixo, enquanto o polegar e o indicador da outra mão são usados para pinçar o nariz da criança e fixar a cabeça.


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