Curso Online de INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NA DOENÇA LEGG-CALVÉ-PERTHES

Curso Online de INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NA DOENÇA LEGG-CALVÉ-PERTHES

Curso voltado pra estudantes e profissionais da área da saúde com enfoque sobre a doença LEGG-CALVÉ-PERTHES, conceito, fisiopatologia e c...

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Curso voltado pra estudantes e profissionais da área da saúde com enfoque sobre a doença LEGG-CALVÉ-PERTHES, conceito, fisiopatologia e características, e tratamentos conservador e cirúrgico.

Fisioterapeuta, pós graduada em: Fisioterapia Intensiva em Pediatria e neonatologia. Cursos em várias áreas: Estimulaçao Sensorio Motora, COVID-19, Intervenção Precoce em Prematuros, Urgências e Emergências Pediatricas, Oxigenoterapia e Ventilação Mecânica em Atenção Domiciliar, Ventosaterapia, Ergonomia, Dry Needling, Ventilação Mecânica em Pediatria, nas áreas de ortopedia, e de pediatria entre outros. APAIXONADA PELA PROFISSÃO, AMO PODER ENSINAR E PASSAR O POUCO QUE SEI. *OS CURSOS SÃO CURSOS COMO INTRODUÇÃO NO ASSUNTO CITADO, COM OBJETIVO DE ENSINAR AO ALUNO SOMENTE O CONTEÚDO TEÓRICO SOBRE O ASSUNTO. SENDO ASSIM, NÃO NOS RESPONSABILIZAMOS E NÃO GARANTIMOS O DESEMPENHO DO ALUNO NA PRÁTICA, POIS A EXECUÇÃO DA PARTE PRÁTICA SOBRE TUDO O QUE O ALUNO APRENDEU ESTUDANDO A TEORIA DURANTE O CURSO, DEPENDERÁ DA HABILIDADE, COMPETÊNCIA E APTIDÃO DE CADA ALUNO.



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  • INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NA DOENÇA LEGG-CALVÉ-PERTHES

    2022

  • OBJETIVOS

    Descrever a fisiopatologia, o diagnóstico e as classificações da doença de Legg-Calvé-Perthes;

    Mostrar o tratamento fisioterapêutico na doença;

    Reconhecer a atuação do fisioterapeuta na doença.

  • VOCE SABE O QUE É ESSA DOENÇA?
    QUAIS OS SINTOMAS?

  • INTRODUÇÃO

    A doença de Legg-Calvé-Perthes (DLCP) consiste em uma osteonecrose idiopática da epífise femoral.

    É uma das causas mais comuns de deformidade na infância.

    Foi descrita por três cirurgiões: Arthur T. Legg, Jaques Calvé, e Georges Perthes, há mais de 100 anos.

  • INTRODUÇÃO

    Sua incidência varia de 4 a 32 por 100.00, sendo maior em crianças de 4 a 8 anos de idade e cinco vezes mais comum em meninos do que em meninas.

    A DLCP pode ser bilateral, mas é unilateral em aproximadamente 90% dos casos.

  • INTRODUÇÃO

    A queixa inicial comum é claudicação e dor ocasional na virilha, podendo se estender até coxa e joelho.
    O exame físico revela marcha claudicante, limitação da amplitude de movimento (ADM) do quadril (principalmente rotação medial e abdução).
    E em adição, os membros inferiores podem apresentar diferença de comprimento devido à contratura dos músculos adutores ou colapso da epífise femoral

  • ETIOLOGIA

    A etiologia ainda é desconhecida, acredita-se que seja multifatorial e causada por uma combinação de fatores genéticos e ambientais.

    Uma explicação que pode explicar é que os fatores genéticos conferem suscetibilidade ao suprimento sanguíneo para a epífise femoral e os fatores ambientais, como traumas subclínicos repetidos em razão de uma sobrecarga por excesso de atividade, poderiam desencadear a DLCP.

  • ETIOPATOGÊNESE

    Não pode afirmar que se um ou múltiplos infartos podem levar a DLCP.

    A progressão da doença afeta a cartilagem articular, a epífise, a metáfise, e a diáfise.

    Na região que é atingida, o osso está necrosado e a reabsorção óssea osteoclássica é o principal meio reparador após a revascularização.

  • ETIOPATOGÊNESE

    Na área de reabsorção a formação de novo osso oposicional não é observada enquanto essas áreas estão sendo substituídas por tecido fibrovascular.

    O que ocorrem através das mudanças pela isquemia produzem uma cabeça femoral necrótica com diminuída rigidez mecânica.

    Ocorrem microfraturas causadas por sobrecarga repetitiva e reparadas por células ósseas.

  • ETIOPATOGÊNESE

    Ainda não são conhecidos os fatores que determinam o potencial para remodelação e cicatrização da cabeça femoral nesses pacientes;

    tendo visto o ciclo vicioso de isquemia, diminuição das propriedades mecânicas da cabeça femoral e sobrecarga articular.

  • CLASSIFICAÇÃO

    De acordo com a classificação de Waldenstrom, a DLCP progride em 4 fases:

    1) fase 1 = ocorre uma pequena epífise esclerótica com alargamento da articulação medial radiográfica, e a doença pode permanecer clinicamente oculta nessa fase.

    2) fase 2 = ocorre o período de reabsorção que normalmente tem a duração de cerca de 6 meses.


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  • INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NA DOENÇA LEGG-CALVÉ-PERTHES
  • OBJETIVOS
  • INTRODUÇÃO
  • ETIOLOGIA
  • ETIOPATOGÊNESE
  • CLASSIFICAÇÃO
  • HISTÓRIA NATURAL E PROGNÓSTICO
  • MECANISMOS
  • PROGNÓSTICO
  • DIAGNÓSTICO
  • OS PRINCIPAIS DOMÍNIOS AFETADOS NAS CRIANÇAS COM DLCP NA CIF
  • INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA
  • ATIVIDADE E PARTICIPAÇÃO SOCIAL
  • ESTRUTURA E FUNÇÃO DO CORPO
  • QUALIDADE DE VIDA
  • TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO
  • ATENÇÃO!!
  • TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO
  • ALTA FISIOTERAPÊUTICA
  • TRATAMENTO MÉDICO CONSERVADOR E CIRÚRGICO
  • TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO PÓS-CIRÚRGICO
  • FASE INICIAL (0 A 2 SEMANAS PÓS-GESSO)
  • FASE INTERMEDIÁRIA (2 A 6 SEMANAS PÓS-GESSO)
  • FASE AVANÇADA ( 6 A 12 SEMANAS PÓS-GESSO)
  • FASE PRÉ-FUNCIONAL (MAIS DE 12 SEMANAS PÓS-GESSO)
  • FASE FUNCIONAL
  • CRITÉRIOS PARA ALTA FISIOTERAPÊUTICA
  • ALGUNS ARTIGOS PARA LEITURA COMPLEMENTAR
  • REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS