Curso Online de MARCHA HUMANA

Curso Online de MARCHA HUMANA

CURSO VOLTADO PRA ESTUDANTES E PROFISSIONAIS DA ÁREA DA SAÚDE, COM MATERIAL SOBRE MARCHA HUMANA NORMAL, PATOLÓGICA E ABORDANDO TAMBÉM SOB...

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CURSO VOLTADO PRA ESTUDANTES E PROFISSIONAIS DA ÁREA DA SAÚDE, COM MATERIAL SOBRE MARCHA HUMANA NORMAL, PATOLÓGICA E ABORDANDO TAMBÉM SOBRE TREINO DE DEAMBULAÇÃO E OBJETIVOS DA FISIOTERAPIA.

Fisioterapeuta, pós graduada em: Fisioterapia Intensiva em Pediatria e neonatologia. Cursos de extensão em: Ventosaterapia, Ergonomia, Dry Needling, Ventilação Mecãnica em Pediatria, nas áreas de ortopedia, e de pediatria entre outros. APAIXONADA PELA PROFISSÃO, AMO PODER ENSINAR E PASSAR O POUCO QUE SEI. *OS CURSOS SÃO CURSOS COMO INTRODUÇÃO NO ASSUNTO CITADO, COM OBJETIVO DE ENSINAR AO ALUNO SOMENTE O CONTEÚDO TEÓRICO SOBRE O ASSUNTO. SENDO ASSIM, NÃO NOS RESPONSABILIZAMOS E NÃO GARANTIMOS O DESEMPENHO DO ALUNO NA PRÁTICA, POIS A EXECUÇÃO DA PARTE PRÁTICA SOBRE TUDO O QUE O ALUNO APRENDEU ESTUDANDO A TEORIA DURANTE O CURSO, DEPENDERÁ DA HABILIDADE, COMPETÊNCIA E APTIDÃO DE CADA ALUNO.



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  • Se não gostar do curso você tem 7 dias para solicitar (através da pagina de contato) o cancelamento ou a devolução do valor investido.*
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* Desde que tenha acessado a no máximo 50% do material.
** Material opcional, vendido separadamente.

Modelo de certificados (imagem ilustrativa):

Frente do certificado Frente
Verso do certificado Verso
  • MARCHA HUMANA

    CINESIOTERAPIA

  • MARCHA

    MARCHA é uma sequência repetitiva de movimentos dos membros inferiores que move o corpo para frente, enquanto simultaneamente mantém a estabilidade no apoio.
    É o ato do indivíduo deambular.
    É um tipo de locomoção de padrão bípede gerado pelo sistema sensório-motor.

  • MARCHA

    Na marcha, um membro atua como um suporte móvel em contato com o solo, e enquanto o membro contralateral avança no ar, o conjunto de movimentos corporais se repete de forma cíclica.

  • MARCHA

    Constante perda ganho de equilíbrio durante o deslocamento do corpo, mantendo o centro da gravidade dentro da base de sustentação.
    A marcha é dividida em fase de apoio (toque do calcanhar, resposta á carga, apoio médio, apoio terminal, e prébalanço) e fase de balanço (balanço inicial, balanço médio e balanço terminal).
    A fase de balanço apresenta a aceleração, balanço médio e desaceleração.

  • MARCHA

    O ciclo da marcha corresponde ao período entre dois toques consecutivos do mesmo membro inferior ao solo.
    Durante o ciclo da marcha, a fase de apoio corresponde a 60% e a fase de balanço(oscilação) corresponde a 40% desse ciclo.
    O apoio duplo corresponde ao momento em que os dois pés estão em contato com o solo, enquanto que no apoio simples apenas um dos membros está em contato com o solo.

  • MARCHA

    Para a marcha ser considerada normal, um conjunto de ações precisa ser executado de forma coordenada para promover um menor gasto energético.
    Dentre essas ações podemos mencionar: contato inicial realizado com o calcanhar, estabilidade na fase de apoio, liberação adequada do pé, comprimento do passo e conservação de energia.

  • COMPONENTES DA MARCHA

    PASSO: distância entre um toque do calcanhar de um pé ao solo e o toque do calcanhar do pé contralateral no solo durante a marcha. Um passo corresponde a metade de uma passada.
    PASSADA OU CICLO DA MARCHA: distância entre o toque do calcanhar no solo e o próximo toque do mesmo calcanhar no solo. Uma passada corresponde a dois passos.

  • COMPONENTES DA MARCHA

    CADÊNCIA: quantidade de passos realizados em uma determinada unidade de tempo, normalmente utilizam-se passos por minutos.
    DESLOCAMENTO VERTICAL: deslocamento de aproximadamente 5 cm do centro de gravidade no sentido longitudinal, sendo o ponto mais alto atingido durante a fase de apoio médio e o ponto mais baixo durante a fase do toque do calcanhar ao solo.

  • COMPONENTES DA MARCHA

    DESLOCAMENTO HORIZONTAL: deslocamento de aproximadamente 5 cm do centro de gravidade no sentido laterolateral, sendo os pontos mais distantes alcançados durante a fase de apoio médio (apoio simples).
    LARGURA DA BASE DA MARCHA: distância entre os dois calcanhares e varia normalmente de 5 a 10 cm.
    INCLINAÇÃO PÉLVICA: observa-se inclinação pélvica no momento em que ocorre a fase de apoio simples. A pelve apresentará uma inclinação para o lado contralateral ao membro de apoio.

  • FASES DA MARCHA

    FASE DE APOIO
    Período de tempo que o membro permanece em contato com o solo e sustenta o peso.
    Corresponde a 60% do ciclo da marcha.
    Permite que o membro inferior suporte o peso e possibilita o avanço do corpo sobre o membro que está sustentando.
    FASE DE BALANÇO
    Período de tempo em que o membro permanece no ar.
    Corresponde a 40% do ciclo da marcha.

  • FASES DA MARCHA

    FASE DE APOIO
    1) CONTATO INICIAL OU TOQUE DO CALCANHAR AO SOLO
    Corresponde á fase inicial da fase de apoio.
    O tornozelo encontra-se em posição neutra pela atividade dos músculos dorsiflexores, joelho em extensão completa e quadril com 30% de flexão.
    Nessa fase, o pé apresenta discreta inversão e supinação.


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  • MOMENTOS DE POTÊNCIA DURANTE O CICLO DA MARCHA
  • CARACTERÍSTICAS DA MARCHA RELACIONADAS A IDADE
  • MARCHAS PATOLÓGICAS
  • ALTERAÇÕES
  • TRATAMENTO
  • FRAQUEZA DOS FLEXORES PLANTARES
  • FRAQUEZA DE GLÚTEO MÉDIO
  • MARCHA ATÁXICA
  • MARCHA HEMIPLÉGICA OU HEMIPARÉTICA
  • MARCHA PARKINSONIANA/ MARCHA FESTINANTE
  • MARCHA ANSERINA
  • MARCHA EM TESOURA
  • MARCHA DO GLÚTEO MÁXIMO
  • MARCHA ABDUZIDA
  • MARCHA ANTÁLGICA
  • MARCHA DO QUADRÍCEPS FEMORAL
  • MARCHA DOS M. POSTERIORES DA COXA
  • MARCHA AGACHADA
  • CONTRATURA EM FLEXÃO DO QUADRIL
  • CONTRATURA EM FLEXÃO DO JOELHO
  • MARCHA BAMBOLEANTE
  • PRÉ - DEAMBULAÇÃO E TREINO DE MARCHA
  • ?A marcha humana é uma das atividades mais fundamentais da vida. Compreender os princípios biomecânicos básicos da marcha permite que se avalie melhor as complexidades desta?.
  • ?A unidade funcional da marcha é o ciclo de marcha ou passada (período de apoio e período de oscilação). Funcionalmente, o período de apoio pode ser dividido em tarefas de aceitação de peso e de apoio do membro; o avanço do membro ocorre durante o período de oscilação?.
  • ?A impossibilidade ou dificuldade para deambular é um dos acometimentos mais incapacitantes para o paciente, contribuindo de forma decisiva para a perda da sua independência e, consequentemente, sua liberdade?.
  • Para a realização da marcha normal, é necessária a redução do gasto de energia, manutenção do equilíbrio, do controle motor (para que ocorra a transferência de peso entre os membros) e da mobilidade (para proporcionar movimentos suaves).
  • OBJETIVOS DA FISIOTERAPIA - Oferecer maior independência ao paciente; - Desenvolver sua funcionalidade; - Possibilitar ao paciente melhores condições de realização das AVD?s; - Promover qualidade de vida e independência.
  • Exercícios de pré-deambulação: Preparam o paciente para assumir a postura ereta. Envolvem um extenso programa de atividade no solo. As atividades no solo são baseadas no desenvolvimento motor. Progridem de: Atividades Iniciais: BA Larga e CG Baixo. Atividades mais avançadas: BA Estreita e CG Alto.
  • Exercícios de pré-deambulação: As técnicas utilizadas em cada postura do programa no solo estão ordenadas de acordo com os quatro estágios do controle motor: - Mobilidade. - Estabilidade. - Mobilidade Controlada. - Habilidade.
  • Objetivos do Programa de Exercícios de Pré-Deambulação:   Melhorar a força, potência e resistência; Aumentar ou manter a amplitude de movimento; Melhorar a função motora (controle motor e aprendizagem motora); Melhorar a integração sensorial; Orientar o paciente quanto à manipulação do(s) membro(s) afetado (s).
  • Objetivos do Programa de Exercícios de Pré-Deambulação:   Desenvolver a estabilidade postural nas posições sentada e em pé; Desenvolver a função de mobilidade controlada através das habilidades de mover-se nas posturas; Melhorar o controle do tronco e da pelve; Melhorar o controle do equilíbrio estático e dinâmico.
  • Exercícios no solo para pré-deambulação: As atividades devem ser realizadas das mais fáceis para as mais difíceis. Rolamento DV sobre os cotovelos DV sobre as mãos DD com joelhos fletidos e pés apoiados Ponte Quatro Apoios Sentado Ajoelhado Semi-ajoelhado PPM Posição de Pé
  • MARCHA - Representa o nível final e mais alto do controle motor. - É possível fazer contatos manuais com a pelve para guiar e ajudar o controle do movimento. - O apoio do MS deve sofrer diminuição até ser eliminado na execução da marcha. - Marcha lateral, para frente, para trás e cruzada.
  • MARCHA - Cuidado: Hipotensão Ortostática (Postural) - Barras Paralelas: treino de transferência (látero-lateral e ântero- posterior). - Escada Progressiva: subir e descer degraus.
  • Dispositivos Auxiliares para a Marcha: - Bengalas (de 1 ou 4 apoios) - Muletas (axilares, canadenses) - Andadores
  • É importante aperfeiçoar as técnicas de mensuração da marcha para levar ao paciente um tratamento de melhor qualidade, com intervenções mais seletivas e apropriadas e com maior facilidade de demonstrar prática baseada em evidências.