Curso Online de AUXILIAR CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO
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Curso Online de AUXILIAR CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO

Profissional que participa de ações de promoção, recuperação e manutenção da saúde bucal, trabalhando em equipes específicas e multiprofi...

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Profissional que participa de ações de promoção, recuperação e manutenção da saúde bucal, trabalhando em equipes específicas e multiprofissionais, visando à melhoria da qualidade de vida prevenção e controle das doenças bucais;apoio ao atendimento clínico e organização do ambiente de trabalho em saúde bucal e restabelecimento da saúde.

*Terapeuta naturalista e massagista. *Técnico em medicina chinesa, *Técnico em medicina ayurveda *Técnico em medicina e tibetana *Consultor programação neurolinguística. *Consultor inteligência emocional aplicada em sala de aula. *Técnico em leitura dinâmica, mapas mentais e aprendizagem acelerada. *Formado em química / biologia


- Beatriz Andreia De Marselha

- Jessielle Darc Pinheiro Moraes

"otimo"

- Adriana De Oliveira Monteiro

- Joziane Gonçalves Dos Santos

- Roselei De Paula Cordeiro

- Stefani Fabri

- Fernanda Gutierres De Castro Castilhos Fernandes

- Liordete Edite De Oliveira

- Clara Helena De Oliveira Gomes

- Geisse Kely Souza De Oliveira

  • Aqui você não precisa esperar o prazo de compensação do pagamento para começar a aprender. Inicie agora mesmo e pague depois.
  • O curso é todo feito pela Internet. Assim você pode acessar de qualquer lugar, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
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* Desde que tenha acessado a no máximo 50% do material.
** Material opcional, vendido separadamente.

Modelo de certificados (imagem ilustrativa):

Frente do certificado Frente
Verso do certificado Verso
  • prof.:sérgyo costa

    auxiliar consultório odontológico

  • CONTROLE DE INFECÇÃO EM ODONTOLOGIA

    controle de infecção em odontologia

    primeira parte

  • INTRODUÇÃO

    introdução

    a prática da odontologia abrange uma grande variedade de procedimentos, que podem incluir desde um simples exame até uma cirurgia mais complexa.
    estes procedimentos geralmente implicam em contato com secreções da cavidade oral, algumas vezes representados simplesmente pelo contato com saliva, outras vezes pelo contato com sangue, secreções orais, secreções respiratórias e aerossóis.
    isto tudo acaba resultando em possibilidade de transmissão de infecções.

  • efetivas medidas de controle de infecção visam quebrar ou minimizar o risco de transmissão de infecções na prática da odontologia.
    o decreto n. 20.377 - de 8 de set de 1931, cap. xi, dos antissépticos, desinfectantes, produtos de higiene e tocador :
    art. 143. os antissépticos ou desinfectantes, mesmo que não tenham indicações terapêuticas, só poderão ser expostos á venda depois de examinados e licenciados pelo departamento nacional do saúde pública.
    art. 146. os antissépticos e desinfectantes só poderão ser licenciados quando verificado ser real e aproveitável seu poder bactericida, isento ainda de produtos nocivos e impróprios ao uso.

  • o controle de infecção é constituído por recursos materiais e protocolos que agrupam as recomendações para prevenção, vigilância, diagnóstico e tratamento.
    deter as contaminações nos consultórios odontológicos tem sido um grande desafio. na maior parte das vezes, os microrganismos têm vencido as medidas de segurança adotadas, colocando em risco profissionais e pacientes.

  • os microrganismos são capazes de sobreviver em ambientes de diversas condições físicas.
    nas últimas décadas, ocorreram grandes mudanças que atuaram na relação do homem com a natureza e os microrganismos:
    o crescimento demográfico de forma desordenada criou problemas de saneamento básico e de meio ambiente que favoreceram a dispersão dos microrganismos;

  • o desenvolvimento da medicina, que pode interferir na seleção natural, possibilitando maior sobrevida, porém superlotou hospitais de pacientes debilitados, invadidos por sondas e cateteres, sob ventilação mecânica e imunossuprimidos;
    com o surgimento da aids, dos transplantes, da radioterapia e da quimioterapia, os microrganismos passaram a ser favorecidos, resultando nas infecções ditas oportunistas;
    uso indiscriminado de antibióticos, permitindo o aparecimento de microrganismos resistentes.

  • Conceitos I

    conceitos i

    esterilização: é a destruição de todas as formas de vida, animal ou vegetal, macro ou microscópicas de um material. esse é um termo que não deve ser usado com sentido relativo: um objeto ou substância estão ou não esterilizados; jamais poderão estar meio estéreis ou quase estéreis. a esterilização denota o uso de agentes físicos, químicos ou físico-químicos.
    desinfecção: é a destruição dos microrganismos patogênicos, sem que haja necessariamente a destruição de todos os microrganismos, pela aplicação direta de meios físicos ou químicos. esse termo é empregado para objetos inanimados.
    anti-sepsia: é a utilização de substâncias (agentes químicos) para inibição da proliferação ou a destruição de microrganismos presentes na superfície da pele e mucosas, esse termo refere-se portanto a ação “in vivo”.

  • assepsia: é o contrário de sepsias (presença de patógenos no sangue ou outros tecidos), ausência de infecção. o termo assepsia é também usado para designar a prevenção do contato com patógenos, bem como o conjunto de meios empregados para impedir a penetração dos microrganismos em local que não os contenha. em odontologia, isto inclui as técnicas de proteção com invólucros, esterilização e desinfecção.
    cadeia asséptica: toda técnica cirúrgica é desenvolvida com a preocupação da manutenção da cadeia asséptica. todas as manobras como esterilização de material, antissepsia do campo operatório, colocação de luvas e máscaras etc. fazem parte da cadeia asséptica mantida para o controle das infecções.

  • Conceitos II

    sanitização: processo que leva à redução dos microrganismos, a níveis seguros, de acordo com os padrões de saúde pública (elimina 99,9% das formas vegetativas).
    germicida: mata microrganismos, mas não endosporos.
    “cida”: qualquer agente que promova a morte (ex: bactericida, fungicida, algicida).
    “stático”: qualquer agente que promova a inibição do crescimento (ex: bacteriostático, fungistático).
    esporo é basicamente uma célula envolvida por uma parede celular que a protege até as condições ambientais se mostrarem favoráveis à sua germinação (fungos, algas e musgos).
    limpeza: remoção mecânica e/ou química de sujidade (oleosidade, umidade, matéria orgânica, poeira) de determinado local.
    descontaminação: eliminação parcial ou total de microrganismos de materiais ou superfícies inanimadas.

    conceitos ii

  • Antisséptico x Desinfectante

    antisséptico x desinfectante

    o antisséptico se diferencia do desinfectante pelo meio em que atua.
    desinfectante é toda substância química que destrua ou iniba o crescimento de microrganismos patogênicos localizados em meios inanimados (empregam-se, conseqüentemente, como produtos de limpeza e para manter o instrumental clínico livre de micróbios).
    antissépticos atacam os mesmos agentes, mas quando estes se encontram sobre tecidos vivos (usam-se, portanto, para a higiene corporal e como antimicrobianos em alimentos e remédios).


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  • CONTROLE DE INFECÇÃO EM ODONTOLOGIA
  • INTRODUÇÃO
  • Conceitos I
  • Conceitos II
  • Antisséptico x Desinfectante
  • Formas de contaminação
  • Infecção Cruzada
  • Tratamento de Instrumentais
  • Limpeza de Materiais
  • Desinfecção de Materiais
  • Esterilização de Materiais
  • Proteção dos Profissionais
  • Degermação das Mãos
  • Superfícies Contaminadas
  • ANTISSÉPTICOS
  • DESINFECTANTES
  • Estruturação dental
  • Prótese Parcial Removível
  • Prótese Parcial Fixa
  • Prótese Total
  • CONTROLE DA DOR EM ODONTOLOGIA
  • CLASSIFICAÇÃO DA DOR
  • Dor Nociceptiva
  • Dor Neuropática
  • Dor Aguda
  • Dor Crônica
  • ESCALA DE INTENSIDADE DA DOR
  • ESCOLHA DO ESQUEMA ANALGÉSICO
  • Os Anestésicos Locais
  • Os Opióides
  • SELEÇÃO DOS ANALGÉSICOS
  • ANESTÉSICOS LOCAIS
  • ANALGÉSICOS NÃO OPIÓIDES (Dor leve a moderada)
  • NÃO-ESTERÓIDES
  • Mecanismo de Ação
  • Classificação dos Antiinflamatórios Não-esteróides.
  • SALICILATOS
  • DERIVADOS DA PIRAZOLONA
  • ÁCIDO INDOLACÉTICO
  • ÁCIDO HETEROARILACÉTICO
  • ÁCIDO ARILPROPIÔNICO
  • ÁCIDO ANTRANÍLICO
  • ÁCIDO ENÓLICO
  • ALCANONAS
  • OUTROS
  • AINES - Maior inibição da COX-1 que da COX-2
  • AINES -Um grau mais alto de seletividade para a inibição da COX-2
  • Os inibidores seletivos da COX-2
  • Os COXIBs
  • Drogas Inibidoras da Enzima Fosfolipase A2
  • ANALGÉSICOS OPIÓIDES (Dor moderada a intensa)
  • MANEJO DA DOR CRÔNICA FACIAL
  • CONDIÇÕES COMUMENTE ASSOCIADAS À DOR CRÔNICA OROFACIAL
  • MANEJO MEDICAMENTOSO DA DOR CRÔNICA