Curso Online de DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

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Sida Gonorreia Sífilis Chlamydia Hepatite

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  • DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

    Sífilis

  • A sífilis é uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria Treponema pallidum.
    Começa com uma ulceração indolor no local da infecção e, no segundo estágio, causa erupção cutânea, febre, cansaço, dor de cabeça e perda de apetite.
    Se não for tratada, a sífilis em seu terceiro estágio pode danificar a aorta, cérebro, medula espinhal e outros órgãos.
    A penicilina pode eliminar a infecção, mas as pessoas podem ser reinfectadas.
    A maioria das pessoas com sífilis são homens, frequentemente homens que fazem sexo com homens, particularmente aqueles que estão infectados pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) e homens que vivem em cidades.

  • Transmissão da Sífilis

    A sífilis é altamente contagiosa durante os estágios primário e secundário. Ela pode ser contagiosa nos períodos inicial e latente.
    A infecção é geralmente transmitida pelo contato sexual. Um único encontro sexual com uma pessoa que tem sífilis em fase inicial causa uma infecção em cerca de um terço dos casos. A bactéria penetra no organismo através das membranas mucosas, como as da boca ou da vagina, ou também através da pele. Dentro de horas, a bactéria chega aos linfonodos e em seguida propaga-se por todo o organismo através da corrente sanguínea.
    A sífilis pode ser transmitida de outras maneiras. Ela pode infectar um feto durante a gravidez e causar deficiências congénitas e outras complicações.
    A sífilis também pode ser transmitida pelo contacto com a pele. Porém, a bactéria não pode sobreviver muito tempo fora do corpo humano.

  • Sintomas

    Cada estágio de sintomas (primário, secundário e terciário) é progressivamente pior.
    Se não for tratada, a sífilis pode persistir sem sintomas durante muitos anos e pode causar danos à aorta (a maior artéria do corpo) ou cérebro, possivelmente levando à morte. Neurossífilis (que afeta o cérebro e a medula espinhal) pode desenvolver-se em qualquer estágio da sífilis.
    Se for detectada e tratada cedo, a sífilis pode ser curada e não há dano permanente.

  • Estágio Primário

    Surge uma ulceração indolor (chamada cancro) no local da infecção, geralmente no pénis, na vulva ou na vagina. Também pode surgir um cancro no ânus, no reto, nos lábios, na língua, na garganta, no colo do útero, nos dedos ou em outras partes do corpo. Costuma surgir apenas um cancro, mas, por vezes, surgem vários. Os sintomas costumam iniciar entre 3 a 4 semanas depois da infecção, mas podem iniciar 1 a 13 semanas depois.
    O cancro começa como uma pequena área vermelha saliente, que rapidamente se converte em uma ulceração aberta, relativamente indolor, elevada e firme. O cancro não sangra e é rígido ao toque. Os linfonodos próximos geralmente incham e são também indolores. Cerca de metade das mulheres infectadas e de um terço dos homens infectados não sabem que sofrem de cancro, pois causa poucos sintomas. Os cancros no reto ou na boca, que geralmente ocorrem em homens, muitas vezes passam despercebidos.
    O cancro geralmente cura-se entre 3 e 12 semanas. Depois, as pessoas parecem ficar completamente saudáveis.

  • Estágio Secundário

    A bactéria espalha-se na corrente sanguínea, causando uma erupção cutânea disseminada, aumento dos linfonodos e, menos comumente, sintomas em outros órgãos. A erupção cutânea costuma surgir entre 6 e 12 semanas depois da infecção. Cerca de um quarto das pessoas infectadas ainda tem um cancro nesse momento. Geralmente, a erupção cutânea não causa comichão nem dor. Ela varia no aspecto.
    Podem surgir pápulas achatadas, de superfície lisa, chamadas condilomas planos, nas áreas húmidas da pele, como boca, axilas, área genital e ânus. Essas pápulas indolores contêm muitas bactérias e são muito infecciosas. Elas podem se desintegrar e gotejar. À medida que saram, elas se achatam e adotam uma cor rosa escura ou cinzenta. Surgem ulcerações na boca em mais de 20 a 30% das pessoas.
    A fase secundária da sífilis pode causar febre, cansaço, perda de apetite e perda de peso.

  • Estágio Latente

    Após o estágio secundário, as pessoas podem não apresentar sintomas por anos a décadas. Durante esse tempo, a infecção é inativa (latente). Porém, a bactéria ainda está presente e os testes para sífilis são positivos.
    A sífilis pode permanecer latente permanentemente e, em geral, não é contagiosa durante esse estágio. Mas, ocasionalmente, podem surgir ulcerações na pele ou nas membranas mucosas no início do estágio latente. O contato com essas feridas pode transmitir a infecção.
    O estágio latente é classificado como prematuro (se a infecção inicial ocorreu dentro dos 12 meses anteriores) ou tardio (se a infecção inicial ocorreu mais de 12 meses antes).

  • Estágio Terciário (ou Tardio)

    A sífilis terciária desenvolve-se em cerca de um terço das pessoas não tratadas, anos a décadas depois da infecção inicial. Os sintomas variam entre leves e devastadores.
    A sífilis terciária tem três formas principais:
    Sífilis terciária benigna
    Sífilis cardiovascular
    Neurossífilis
    A sífilis terciária benigna geralmente desenvolve-se entre 3 e 10 anos depois da infecção inicial. Ela é rara hoje. Surgem protuberâncias macias e flexíveis na pele, chamadas granulomas, mais comuns no couro cabeludo, no rosto, na parte superior do tronco e nas pernas. Elas se desenvolvem no fígado ou ossos, mas podem se desenvolver em virtualmente qualquer órgão.
    A sífilis cardiovascular aparece geralmente entre 10 e 25 anos depois da infecção inicial. As bactérias infectam os vasos sanguíneos conectados ao coração, incluindo a aorta.
    A neurossífilis (que afeta o cérebro e a medula espinhal) ocorre em cerca de 5% de todas as pessoas com sífilis não tratada.

  • Prevenção

    As seguintes medidas gerais podem ajudar na prevenção da sífilis (e outras DSTs):
    Uso correto e regular de preservativos
    Evitar práticas sexuais inseguras, tais como trocar de parceiros sexuais com frequência ou ter relações sexuais com prostitutas ou parceiros que possuem outros parceiros sexuais
    Diagnóstico e tratamento imediatos da infecção (para impedir a transmissão para outras pessoas)
    Identificação dos contatos sexuais de pessoas infectadas, seguida de aconselhamento ou tratamento desses contatos
    Não praticar sexo (anal, vaginal ou oral) é a maneira mais confiável de prevenir DSTs, mas normalmente fora da realidade.

  • Tratamento

    Penicilina aplicada por injeção
    Outro antibiótico para pessoas alérgicas à penicilina
    Tratamento simultâneo de parceiros sexuais
    A penicilina administrada por injeção no músculo é o melhor antibiótico para a sífilis primária, secundária e prematura latente.
    Para os estágios primário, secundário e latente prematuro da sífilis, uma dose de penicilina de longa duração é tudo de que se precisa.
    Para o estágio latente tardio e algumas formas do estágio terciário, são administradas três doses, separadas por uma semana.

  • Webgrafia

    https://www.msdmanuals.com/pt-pt/casa/infecções/doenças-sexualmente-transmissíveis-dsts/sífilis


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  • Como prevenir a hepatite B? Em crianças, é dada a vacina em quatro doses: ao nascer, 2,4 e 6 meses. Para os adultos que não se vacinaram na infância, são três doses . É importante que todos que ainda não se vacinaram tomem as três doses da vacina. Pessoas que tenham algum tipo de imunodepressão ou que tenham o vírus HIV, precisam de um esquema especial com dose em dobro, dada nos Centros de Imunobiológicos Especiais (CRIE). Em 2017, foram distribuídas 18 milhões de vacinas. Atualmente, 31.191 pacientes estão em tratamento para hepatite B.
  • Como prevenir a hepatite C? Ainda não existe uma vacina contra a hepatite C a prevenção pode ser feita evitando, o contato com sangue contaminado, sexo desprotegido e compartilhamento de objetos cortantes. O tratamento é medicamentoso, há cura em mais de 95% dos casos.
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