Curso Online de cultura da seringueira

Curso Online de cultura da seringueira

A longevidade do seringal é alcançada evitando-se injúrias e excessivo consumo de casca, inadequada inclinação no corte, e pela manutençã...

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A longevidade do seringal é alcançada evitando-se injúrias e excessivo consumo de casca, inadequada inclinação no corte, e pela manutenção de painéis todos à mesma altura e lado para permitir seu balanceamento quando necessário, sendo parte crucial do gerenciamento, o treinamento e capacitação de pessoal para a execução dessas práticas de maneira adequada e eficaz, e o acompanhamento da qualidade da sangria no seringal.
Entretanto, não se pode esquecer que adubação, controle de plantas daninhas, pragas e doenças também têm significativo efeito sobre os resultados da sangria e podem acarretar redução no crescimento das árvores e distúrbios fisiológicos que podem ser bastante prejudiciais para a manutenção da sua produção futura.


Formação acadêmica/titulação 2012-2016- Doutorado em Agronomia (Produção Vegetal),Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Sao Paulo, Brasil. 2009 - 2011 Mestrado em Agronomia - Produção Vegetal. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, Sao Paulo, Brasil 2003 - 2007 Graduação em Agronomia.Universidade Federal de Goiás, UFG, Goiânia, Brasil



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  • CULTURA DA SERINGUEIRA

    CULTURA DA SERINGUEIRA

    Doutora: Juliana Teodora de Assis Reges

  • HISTÓRICO, ORIGEM E DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA

    HISTÓRICO, ORIGEM E DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA

  • A seringueira (Hevea brasiliensis) no inicio do século XIX foi responsável pelo abastecimento da borracha natural utilizada no mundo.

    A doença “mal das folhas”, causada pelo fungo Micocyclus ulei foi responsável pela pouca expansão da heveicultura no Brasil.

    HISTORICO, ORIGEM E DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA

  • O surgimento da borracha sintética e o incentivo à heveicultura no Sudeste Asiático garantiram o atendimento das necessidades mundiais.

    No Brasil a produção de borracha natural sempre dependeu dos seringais nativos;

    Somente a partir de 1990, com PROBOR e posteriormente de investidores privados que:

    São Paulo, Mato Grosso, Bahia e Espírito Santo

  • A seringueira tem sua ocorrência natural na região Amazônica brasileira, onde são encontrados 10 espécies das 11 conhecidas,

    e nos países limítrofes, como Bolívia, Peru, Equador, Guiana, Suriname e Venezuela.

  • CLASSIFICAÇÃO BOTÂNICA E MORFOLOGIA

    CLASSIFICAÇÃO BOTÂNICA E MORFOLOGIA

  • CLASSIFICAÇÃO BOTÂNICA

    CLASSIFICAÇÃO BOTÂNICA

    Divisão Angiospermae

    Classe Dicotyledoneae

    Subclasse Archichlamydeae

    Ordem Geraniales

    Família Euphorbiaceae

    Género Hevea

    Espécie Hevea brasiliensis

  • Todas as espécies são lenhosas, arbóreas, no geral medianas até grandes na flores alta,

    com exceção da Hevea camporum e Hevea comargoana que são arvoretas ou arbustos de campo,

    Hevea nitida, que é uma árvore das caatingas.

    A seringueira (Hevea brasiliensis), plenamente desenvolvida, pode atingir até 50 m de alturas e 1,5 m de diâmetro.

  • Sistema radicular pivotante.

    Foi observado em algumas espécies de Hevea, a presença de xilopódio, órgão caulinar subterrânea, a partir do qual podem ter origem várias brotações, funcionado como reserva em condições restritivas ao desenvolvimento da parte aérea da planta.

    O caule da seringueira apresenta-se lenhoso e resistente, ás vezes cilíndrico ou cônico,

  • Do ponto de vista da exploração, interessa-nos a manta de laticíferos do tronco, em cujo painel se efetuam os cortes de sangria.

    As folhas são longamente pecioladas e trifolioladas.

    Os estômatos encontram-se localizados apenas na face dorsal das folhas (Conforto, 1995).

  • A seringueira é uma planta monóica, sendo que a inflorescência se desenvolve nas axilas das folhas inferiores dos novos rebentos e é do tipo cachos,

    O fruto é uma cápsula grande, geralmente apresentando três sementes. As sementes possuem de 40 a 45% de um óleo cujas características são semelhantes às da linha (Haag, 1982).


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  • CULTURA DA SERINGUEIRA
  • HISTÓRICO, ORIGEM E DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA
  • CLASSIFICAÇÃO BOTÂNICA E MORFOLOGIA
  • CLASSIFICAÇÃO BOTÂNICA
  • GERMINAÇÃO E PROPAGAÇÃO VEGETATIVA
  • DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA RADICULAR
  • SERINGUEIRA - SISTEMA RADICULAR PIVOTANTE - EXPLORA GRANDE VOLUME DE SOLO -TOLERÂNCIA A PERÍODOS PROLONGADOS DE ESTIAGEM Segundo Carmo & Figueiredo (1985) e Associação Brasileira de Educação Agrícola (1996), a seringueira se desenvolve melhor em Latossolos que nos Podzólicos.
  • DESENVOLVIMENTO DO CAULE
  • Tronco varia entre 30-60cm de diâmetro. ? Dados da literatura sugerem a existência de uma relação positiva entre o diâmetro dos tubos crivados e a produção de látex (ANÍSIO et al.,1998). ? De acordo com Gunnery (1935) apud Anísio et al. (1998), clones de seringueira com elevada produção de borracha apresentaram tubos crivados acima de 40 cm.
  • DESENVOLVIMENTO DAS FOLHAS
  • ? Quando fatores do ambiente limitam a expansão foliar, são atingidos os processos diretamente relacionados com a interceptação da luz, regulação da temperatura, balanço hídrico e difusão do CO2 (FITTER & HAY,1981). ? A partir do terceiro ano a seringueira modifica seu ritmo de crescimento, deixando de produzir fluxos sucessivos de lançamentos, passando para a abscisão foliar, o que promove desfolhamento por um período de 2 a 6 semanas, seguido de novo fluxo de folhas
  • FLORESCIMENTO
  • - A falta de sincronia no florescimento entre clones. - sazonalidade no florescimento. - baixa longevidade do pólen. - baixo sucesso em polinizações controladas. ?
  • ?As árvores de Hevea brasiliensis não florescem durante o ano todo. ? Plantas jovens de seringueira podem ser induzidas ao florescimento através de tratamentos gravimórficos e de anelamento. ? È necessário anelamento para indução da florescência em árvores jovens (Camacho & Jimenez, 1963)
  • EFEITOS DOS FATORES ECOLÓGICOS
  • Vários trabalhos publicados têm demonstrado a existência de fatores condicionantes, tanto físicos e biológicos que interferem na fenologia e na produtividade de seringueira.
  • Temperatura ? 40oC
  • Temperatura ? 10oC
  • Temperatura ? 20oC
  • Umidade ? Urs
  • Radiação solar
  • Vento ?
  • ZONEAMENTO AGROCLIMÁTICO E ADAPTAÇÕES AO MEIO AMBIENTE
  • ESTRATÉGIAS PARA ALTAS PRODUÇÕES
  • SENESCÊNCIA
  • RESÍDUOS
  • PRODUÇÃO DE LÁTEX X CRESCIMENTO DA SERINGUEIRA
  • ESTÁDIO E CRITÉRIOS ADOTADOS PARA INÍCIO DA EXPLORAÇÃO
  • SELEÇÃO DAS ÁRVORES APTAS À SANGRIA
  • TAREFA DE SANGRIA
  • Organização
  • Marcação
  • ABERTURA DE PAINEL
  • EQUIPAGEM DAS PLANTAS PARA A SANGRIA
  • SANGRIA
  • POSTO DE RECEPÇÃO
  • ASPECTOS ANATÔMICOS RELACIONADOS À PRODUTIVIDADE 
  • PROFUNDIDADE DO CORTE
  • DECLIVIDADE DO CORTE
  • FATORES CLIMÁTICOS NA CULTURA DA SERINGUEIRA
  • APTIDÃO CLIMÁTICA DA HEVEICULTURA
  • Ventos
  • Radiação solar
  • PREPARO DO SOLO, PLANTIO, ESPAÇAMENTO E INSTLAÇÃO DA SERINGUEIRA
  • CONSIDERAR VARIÁVEIS CLIMÁTICAS COM OS SEGUINTES LIMITES:
  • Escolha e localização da área do seringal .
  • Escolha e localização da área .
  • Preparo do solo :
  • Conservação do solo :
  • Correção do solo:
  • Preparo Convencional:
  • PREPARO EM FAIXA
  • Preparo do solo :
  • Diâmetro médio do tronco da seringueira na altura do peito para os 3 espaçamentos do café em relação aos Renques (2007).
  • Plantio:
  • Formação do seringal
  • Condução do seringal
  • Custo de implantação do seringal:
  • PRODUÇÃO DE MUDAS
  • MATERIAL DE PROPAGAÇÃO
  • Origem genética dos porta-enxerto no Brasil
  • MATERIAL DE PLANTIO
  • FORMAÇÃO DE MUDAS
  • Implantação e Manejo de viveiros
  • VIVEIRO EM SACOS PLÁSTICOS
  • VIVEIRO MISTO
  • Tratos culturais
  • ADUBAÇÃO E CALAGEM
  • Tabela 1: Controle de plantas daninhas com emprego de herbicidas em viveiros de seringueira (adptado de Moraes, 1983)
  • CONTROLE DE PRAGAS
  • Enxertia
  • 1. Enxertia Madura
  • 2. Enxertia verde
  • 3. Enxertia verde precoce
  • JARDIM CLONAL
  • Adubação do jardim clonal
  • Produção e coleta de hastes
  • a) Jardim clonal conduzido para produzir hastes maduras
  • b) Jardim clonal manejado para produzir hastes verdes
  • Embalagem e transporte de hastes
  • Clones utilizados
  • TIPOS DE MUDAS
  • 1. Mudas de raiz nua
  • 2. Mudas enxertadas em sacos plásticos
  • Mudas formadas no próprio saco
  • 3. PORTA-ENXERTOS EM SACOS PLÁSTICOS
  • Mal-das-folhas - Microcyclus ulei
  • Cancro - Phytophthora capsici
  • Requeima - Phytophthora palmivora
  • Queda anormal das folhas - P. citrophthora
  • Cancro, requeima e queda anormal das folhas
  • Mofo cinzento - Ceratocystis fimbriata
  • Antracnose
  • OÍDIO
  • Outras doenças
  • Percevejo-de-renda
  • Batista Filho et al. (2003)
  • Percevejo-de-renda
  • CONTROLE
  • Químico
  • Controle biológico Fungo entomopatogênico
  • Controle biológico Parasitóides
  • Resultados e Discussão
  • Controle biológico Parasitóides
  • Principais Pragas Erinnyis ello (mandarová)
  • Leptopharsa heveae (Percevejo de Renda)
  • Calacarus heveae (Ácaro da Seringueira)
  • Foto: agrofit - mandarová/Gervão Erinnys ello
  • Aspidiotus destructor - Cochonilha-do-coqueiro