Curso Online de Como Elaborar um EAS - Estudo Ambiental Simplificado: Diagnóstico, Impactos e Medidas de Controle Ambiental

Curso Online de Como Elaborar um EAS - Estudo Ambiental Simplificado: Diagnóstico, Impactos e Medidas de Controle Ambiental

O curso Como Elaborar um EAS - Estudo Ambiental Simplificado: Diagnóstico, Impactos e Medidas de Controle Ambiental capacita o participan...

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O curso Como Elaborar um EAS - Estudo Ambiental Simplificado: Diagnóstico, Impactos e Medidas de Controle Ambiental capacita o participante a compreender, estruturar e elaborar um Estudo Ambiental Simplificado de forma técnica, objetiva e aplicável ao licenciamento ambiental. O conteúdo aborda a finalidade do EAS, a caracterização do empreendimento, a definição das áreas de influência, o diagnóstico dos meios físico, biológico e socioeconômico, a identificação dos impactos ambientais e a proposição de medidas preventivas, mitigadoras, corretivas, compensatórias e programas ambientais.

Além da abordagem técnica, o curso destaca a importância da qualidade visual e documental do estudo, incluindo organização de capítulos, padronização de mapas, tabelas, registros fotográficos, anexos, linguagem técnica, coerência textual e apresentação profissional. A proposta é preparar o aluno para desenvolver documentos ambientais mais consistentes, claros, bem estruturados e adequados à análise técnica em processos de licenciamento.

Palavras-chave

EAS; Estudo Ambiental Simplificado; estudo ambiental simplificado; elaboração de EAS; como elaborar EAS; licenciamento ambiental; licença ambiental prévia; viabilidade ambiental; diagnóstico ambiental; diagnóstico integrado; meio físico; meio biológico; meio socioeconômico; área de influência; área diretamente afetada; AID; ADA; impactos ambientais; avaliação de impactos ambientais; medidas mitigadoras; medidas preventivas; medidas corretivas; medidas compensatórias; medidas de controle ambiental; programas ambientais; controle ambiental; monitoramento ambiental; caracterização do empreendimento; caracterização ambiental; recursos hídricos; vegetação; fauna; uso do solo; resíduos sólidos; efluentes líquidos; emissões atmosféricas; mapas ambientais; registros fotográficos; anexos técnicos; responsabilidade técnica; equipe multidisciplinar; documentação ambiental; estudos ambientais; relatório ambiental; gestão ambiental; regularização ambiental; consultoria ambiental; curso de EAS; curso de Estudo Ambiental Simplificado; elaboração de documentos ambientais.

Biólogo com Mestrado e Doutorado em Zoologia, e ampla formação executiva com seis MBAs nas áreas de Engenharia Ambiental, Licenciamento Ambiental, Recuperação de Áreas Degradadas e Contaminadas, Gestão Ambiental e Manejo Florestal, Ecologia e Biodiversidade, e Segurança do Trabalho. Com mais de 18 anos de experiência na Consultoria Ambiental (desde 2007), atua na linha de frente de projetos complexos e licenciamento ambiental em todas as esferas. Coordena equipes técnicas desde 2021 e já foi professor universitário entre 2014 e 2017. É autor de mais de 50 publicações científicas nacionais e internacionais. Técnico em Segurança do Trabalho, com destaque na elaboração de Programas de Gerenciamento de Risco (PGR) para grandes empresas, como a Petrobras. Atua como instrutor de normas regulamentadoras e especialista em manejo técnico de fauna silvestre, com ênfase em animais peçonhentos.



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  • TÓPICO 1
    Conceito e Finalidade do EAS

    O que é o EAS?
    O Estudo Ambiental Simplificado (EAS) é um instrumento técnico de avaliação ambiental destinado a empreendimentos ou atividades consideradas de médio potencial de impacto. Diferente do EIA mais robusto e complexo , o EAS possui escopo ajustado ao porte e à natureza da atividade licenciada.
    Função no Licenciamento
    No processo de licenciamento ambiental, o EAS subsidia a análise técnica do órgão ambiental competente, fornecendo informações sobre a viabilidade ambiental do empreendimento. Ele fundamenta a concessão ou negativa de licenças, a definição de condicionantes e a proposição de medidas de controle.
    Análise de viabilidade ambiental
    Identificação de restrições e condicionantes
    Base para decisão técnica do órgão licenciador

  • TÓPICO 2
    Diferenças entre EAS, RAS, RCA, PCA e EIA
    Cada modalidade de estudo ambiental se aplica a um conjunto específico de empreendimentos, conforme o potencial de impacto e as exigências legais do órgão licenciador.

    RAS / RCA
    Relatório Ambiental Simplificado e Relatório de Controle Ambiental aplicados a atividades de baixo impacto, com conteúdo mais enxuto e análise focada em aspectos operacionais.

    EAS
    Estudo Ambiental Simplificado para atividades de médio impacto. Inclui diagnóstico, avaliação de impactos e programas, com profundidade intermediária.

    PCA
    Plano de Controle Ambiental foca nas medidas de controle e monitoramento, frequentemente associado à fase operacional do licenciamento.

    EIA/RIMA
    Estudo de Impacto Ambiental exigido para atividades de significativo impacto, com escopo amplo, análise de alternativas e participação social obrigatória.

  • TÓPICO 3
    O EAS como Instrumento de Tomada de Decisão
    Avaliação de Viabilidade
    O EAS fornece ao órgão ambiental o conjunto de informações técnicas necessárias para avaliar se o empreendimento é ambientalmente viável, considerando a sensibilidade da área e os impactos previstos.
    Identificação de Restrições
    Permite identificar restrições legais, ambientais e territoriais, como proximidade a áreas protegidas, recursos hídricos sensíveis ou populações vulneráveis, orientando a tomada de decisão.
    Definição de Condicionantes
    Com base no EAS, o licenciador define condicionantes e exigências que o empreendedor deverá cumprir, garantindo que os impactos negativos sejam controlados ao longo das fases do empreendimento.

  • TÓPICO 4
    Estrutura Geral de um EAS Bem Elaborado
    Equipe
    Programas
    Avaliação
    Diagnóstico
    Apresentação
    A estrutura de um EAS deve ser lógica, progressiva e coerente. Cada seção prepara o leitor para a próxima, culminando na síntese técnica que fundamenta a decisão do licenciador. Além das seções temáticas, o documento deve conter sumário, lista de figuras, equipe técnica responsável, referências bibliográficas e anexos documentais.

  • TÓPICO 5
    Planejamento da Elaboração do Estudo
    Organização Prévia
    Antes de iniciar a redação, é essencial planejar o trabalho. Isso inclui a definição clara do escopo técnico, identificação das informações necessárias, fontes de dados disponíveis e eventuais lacunas que precisarão ser preenchidas por levantamentos de campo.
    Definição do escopo e abrangência do estudo
    Levantamento preliminar de dados secundários
    Identificação de necessidades de campo

    Gestão do Processo
    A divisão clara de responsabilidades entre os membros da equipe técnica, a definição de um cronograma interno com marcos e a criação de um sistema de controle de versões e informações são fundamentais para garantir qualidade e coesão no produto final.
    Divisão de responsabilidades por especialidade
    Cronograma interno com prazos definidos
    Controle de versões e rastreabilidade

  • TÓPICO 6
    Definição do Objeto de Licenciamento
    A descrição precisa do empreendimento é a base de todo o EAS. Ela deve responder com clareza: o que é, onde está, qual é o porte e em que fase se encontra. Ambiguidades nessa seção comprometem toda a análise subsequente.

    Natureza e Porte
    Tipo de atividade, segmento produtivo, capacidade instalada e parâmetros dimensionais relevantes.

    Localização
    Município, estado, coordenadas geográficas, acesso e inserção no contexto regional e territorial.

    Fase de Implantação
    Se é novo empreendimento, ampliação, regularização, renovação de licença ou modificação de atividade existente.

    Características Operacionais
    Regime de funcionamento, principais insumos, produção, geração de subprodutos e aspectos relevantes da operação.

  • TÓPICO 7
    Justificativa Técnica do Empreendimento
    Por que o Empreendimento é Necessário?
    A justificativa do empreendimento vai além de razões econômicas. Ela deve demonstrar a demanda existente, a adequação da localização escolhida e a compatibilidade com o planejamento regional. Uma boa justificativa aumenta a credibilidade técnica do estudo e orienta o licenciador sobre o contexto da solicitação.
    Demanda social, econômica ou produtiva identificada
    Inserção territorial e compatibilidade regional
    Coerência com planos setoriais, municipais ou estaduais
    Alternativas locacionais consideradas, quando aplicável

    Atenção
    Justificativas genéricas, como "atender à demanda do mercado", sem dados concretos, reduzem a qualidade do estudo. Referencie planos diretores, estudos de mercado, políticas públicas e dados populacionais quando pertinentes.

  • TÓPICO 8
    Delimitação do Escopo Técnico do EAS
    O escopo técnico define quais temas, meios e componentes ambientais serão abordados no estudo. Sua delimitação deve ser fundamentada e transparente, não arbitrária.
    Características do Empreendimento
    Natureza, porte e fase definem quais aspectos ambientais são mais relevantes e quais disciplinas técnicas devem ser mobilizadas.
    Área de Influência e Fragilidades
    A presença de áreas protegidas, recursos hídricos sensíveis, fauna relevante ou comunidades próximas pode ampliar o escopo necessário.
    Legislação Aplicável
    Resoluções CONAMA, legislações estaduais, termos de referência do órgão licenciador e normativas setoriais definem conteúdos mínimos obrigatórios.
    Potenciais Impactos Previsíveis
    A análise preliminar dos impactos esperados orienta a profundidade do diagnóstico necessário em cada componente ambiental.

  • TÓPICO 9
    Levantamento Documental Inicial
    O levantamento documental é o primeiro passo concreto da elaboração do EAS. Reunir os documentos certos desde o início evita retrabalho, lacunas e inconsistências que comprometem a qualidade do estudo.

    Documentação Fundiária
    Matrícula do imóvel, planta georreferenciada, certidões e escrituras.

    Mapas e Cartografia
    Cartas topográficas, imagens de satélite, shapefiles e mapas temáticos disponíveis.

    Licenças e Autorizações
    Licenças anteriores, protocolos, autorizações vigentes e cadastros em órgãos ambientais.

    Estudos Anteriores
    Relatórios técnicos, monitoramentos, condicionantes cumpridas e histórico ambiental da área.

  • TÓPICO 10
    Organização da Equipe Técnica Multidisciplinar

    Por que Multidisciplinar?
    A qualidade de um EAS depende diretamente da diversidade de competências técnicas envolvidas. Nenhum profissional isolado domina todas as disciplinas exigidas meio físico, biótico, socioeconômico, cartografia, direito ambiental e engenharia precisam trabalhar de forma integrada.
    Especialidades Necessárias
    Engenheiro ambiental ou civil (coordenação técnica)
    Biólogo (fauna e flora)
    Geólogo ou geógrafo (meio físico)
    Especialista socioeconômico
    Cartógrafo ou técnico em geoprocessamento
    Advogado ambiental (quando necessário)
    Engenheiro de segurança ou químico (riscos)

  • TÓPICO 11
    Responsabilidade Técnica e Rastreabilidade
    Identificação dos Responsáveis
    Cada seção do EAS deve ter um responsável técnico identificado, com número de registro profissional (CREA, CRBio, CRQ etc.) e habilitação compatível com o tema abordado.
    ART e Declarações
    A Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) ou documento equivalente é obrigatória e vincula legalmente o profissional ao conteúdo técnico apresentado no estudo.
    Rastreabilidade das Informações
    Toda informação utilizada no EAS deve ter origem identificada seja por referência bibliográfica, fonte cartográfica, dado coletado em campo ou fornecido pelo empreendedor, com data e metodologia registradas.

    A ausência de ART ou identificação dos responsáveis técnicos pode resultar em indeferimento do processo de licenciamento.


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  • MÓDULO I - Fundamentos e Estruturação do Estudo Ambiental Simplificado
  • Conceito, finalidade e aplicação do EAS no licenciamento ambiental; estrutura mínima do estudo; definição do objeto de licenciamento; justificativa técnica do empreendimento; organização documental, responsabilidade técnica e qualidade visual do documento.
  • MÓDULO II - Caracterização do Empreendimento e Diagnóstico Ambiental Integrado
  • Localização e inserção territorial do empreendimento; descrição técnica das estruturas e processos; delimitação das áreas de influência; diagnóstico dos meios físico, biológico e socioeconômico; mapas, registros fotográficos, plantas, dados ambientais e análise integrada da área estudada.
  • MÓDULO III - Identificação dos Impactos Ambientais e Medidas de Controle
  • Identificação de aspectos e impactos ambientais nas fases de planejamento, implantação e operação; avaliação de impactos sobre água, solo, vegetação, fauna, infraestrutura, comunidades e paisagem; definição de medidas preventivas, mitigadoras, corretivas e compensatórias.
  • MÓDULO IV - Programas Ambientais, Monitoramento e Finalização Técnica do EAS
  • Estruturação dos programas ambientais; definição de objetivos, metas, indicadores, responsabilidades e cronogramas; monitoramento da eficiência das medidas propostas; organização de anexos técnicos, bibliografia, equipe multidisciplinar, ART/AFT, revisão final e padronização visual do document