Curso Online de Manejo Ecológico do Solo

Curso Online de Manejo Ecológico do Solo

O curso Manejo Ecológico do Solo aborda temas como preparo dos solos, ecologia, elaboração de indicadores da qualidade do solo, práticas ...

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O curso Manejo Ecológico do Solo aborda temas como preparo dos solos, ecologia, elaboração de indicadores da qualidade do solo, práticas de conservação e de adubação ecológicas, relações entre a conservação e a qualidade dos solos entre outros assuntos.

Formação em Agronomia (UNICENTRO), pós-graduada em Pedagogia (UNICENTRO) e Educação Ambiental (UFPR). Experiência profissional como professora em diversas áreas de Ciências Agrárias; experiência em Educação à Distância; Tutora/Monitora; Palestras; Experiência em Cooperativa, Sindicato e Empresas Agrícolas. Experiência com cursos livres onlines desde 2012. Sou autodidata e busco incansavelmente o conhecimento das mais diversas áreas e uma frase que me define "Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção." (Paulo Freire)



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  • MANEJO ECOLÓGICO DO SOLO

    MANEJO ECOLÓGICO DO SOLO

    Professora: Scheila de Fátima Scisloski

  • Introdução

    Introdução

    Nos sistemas naturais a ciclagem dos nutrientes ocorre através dos processos de formação e decomposição da biomassa vegetal (fluxo orgânico) e através das entradas e saídas de nutrientes por via não orgânica (fluxo mineral).

    O fluxo mineral é decorrente da ação de agentes físicos, sendo as entradas via chuva, vento e decomposição de rochas e as saídas por lixiviação, erosão e fixação (a curto prazo).

  • Os ecossistemas naturais possuem mecanismos para minimizar as perdas de nutrientes, sobretudo na vegetação (Khatounian, 2001).

    Nos agroecossitemas as principais saídas do fluxo mineral se dão por lixiviação, erosão e exportação pelas culturas, e as entradas por fertilizantes e corretivos.

    A capacidade de reserva de nutrientes dos solos, retenção de nutrientes no complexo coloidal e matéria orgânica (MO), será maior quanto maior a presença de argilas do tipo 2:1 e teor de MO. 

  • Para os solos mais intemperizados, pobres em argilas 2:1 e MO, como os de cerrado, maior é a importância do fluxo orgânico de nutrientes.

    A preservação dos nutrientes nos solos dependerá diretamente do manejo do solo e da biomassa vegetal.

    Assim, dependendo do manejo da biomassa vegetal dada pelo produtor, maior ou menor será a quantidade de nutrientes a serem incorporados ao sistema, via adubação (fluxo mineral).

  • Segundo Hernani et al. (1995), como alternativas de manejo da biomassa vegetal têm-se a rotação e consorciação de culturas, e o uso de espécies de adubos verdes.

  • Preparo do Solo

    Preparo do Solo

    O conceito de solo como um corpo predominantemente mineral, morto, focalizado no manejo agroquímico e como mero substrato para as plantas deve ser abandonado pelo olericultor que se adentrar ao sistema orgânico de produção.

    Na linha de raciocínio da agricultura orgânica o solo deve ser encarado como um organismo vivo e sua fertilidade baseada em aspectos físicos, químicos e também biológico, que no modelo convencional de agricultura é relegado a um segundo plano.

  • Na olericultura convencional trabalha-se com intensa movimentação do solo para construção de canteiros, leiras, abertura de covas e sulcos, muitas vezes utilizando-se de intensa mecanização, que resultam na degradação física e desequilíbrio biológico do solo.

    No sistema orgânico de produção de hortaliças deve- se adotar uma abordagem conservacionista, evitando-se a mobilização excessiva e compactação do solo.

  • O preparo do solo no primeiro ano de cultivo deve basear-se em aração, gradagem e levantamento dos canteiros (Sudo et al., 1997).

    Nos anos subsequentes evitar, na medida do possível, o uso de enxada rotativa e outros implementos que causem degradação excessiva de solo.

    Recomenda-se um sistema de preparo de solo com mecanização reduzida, deixando-o sempre protegido por cobertura morta ou verde.

  • Os canteiros devem ter de 0,80 m a 1,0 m de largura, 15 a 20 cm de altura e estar distanciados uns dos outros em aproximadamente 30 cm (Vieira et al., 1997).

    Para hortaliças de canteiro ou leiras como alface, cenoura, alho, rúcula, batata-doce, mandioquinha-salsa, etc, o olericultor orgânico pode trabalhar com canteiros ou camalhões semi-defintivos reduzindo a frequência de máquinas e implementos nas áreas de produção.

    Desta forma, os canteiros são apenas reparados com enxadas, após cada cultivo.

  • A adubação orgânica é aplicada sobre os canteiros ou leiras e sua incorporação feita pelos próprios organismos do solo.

    O cultivo mínimo ou plantio direto é feito sobre a cobertura morta da cultura anterior, normalmente adubos verdes ou restos culturais, sem que seja feito um novo preparo de solo.

    As espécies a serem usadas como cobertura morta devem ser selecionadas segundo seu potencial de formação de palhada.

  • Coquetéis de gramíneas e leguminosas, além de espécies de adubos verdes, podem ser utilizados como formadores de palhada.

    Para isto é necessário aguardar até que as plantas completem seu ciclo. São relatados com bons resultados os exemplos do plantio de tomate e pimentão sobre palhada de aveia preta, e vagem e pepino sobre palhadas de gramíneas.


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  • MANEJO ECOLÓGICO DO SOLO
  • Introdução
  • Preparo do Solo
  • Fertilidade do Solo
  • Matéria Orgânica
  • Adubação Orgânica
  • Composto
  • COMPOSTO (cama pobre em N)
  • COMPOSTO (cama rica em N)
  • Adubação Verde
  • Biofertilizantes Líquidos
  • Biofertilizante Agrobio
  • Recomendações de uso
  • Outras Fontes de Nutrientes
  • Redução das Perdas de Nutrientes
  • Fornecimento de Nutrientes às Plantas
  • Estimulo à Atividade Biológica
  • Manejo de Plantas Espontâneas
  • Considerações Finais
  • Bibliografia Consultada