Curso Online de Viveiros Florestais

Curso Online de Viveiros Florestais

A manutenção dos recursos hídricos e da diversidade biológica depende de iniciativas de recuperação de parte das áreas naturais que foram...

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A manutenção dos recursos hídricos e da diversidade biológica depende de iniciativas de recuperação de parte das áreas naturais que foram suprimidas e da implantação de estratégias que aliem modelos de produção à conservação dos recursos naturais. O primeiro passo para viabilizar estas iniciativas é capacitar “agentes de restauração” na formação de mudas, implantação e manutenção de viveiros florestais e agroflorestais. Neste curso você vai aprender todas as técnicas para preparar um viveiro florestal.

Formação em Agronomia (UNICENTRO), pós-graduada em Pedagogia (UNICENTRO) e Educação Ambiental (UFPR). Experiência profissional como professora em diversas áreas de Ciências Agrárias; experiência em Educação à Distância; Tutora/Monitora; Palestras; Experiência em Cooperativa, Sindicato e Empresas Agrícolas. Experiência com cursos livres onlines desde 2012. Sou autodidata e busco incansavelmente o conhecimento das mais diversas áreas e uma frase que me define "Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção." (Paulo Freire)



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  • VIVEIROS FLORESTAIS

    VIVEIROS FLORESTAIS

    Professora: Scheila de Fátima Scisloski

  • LOCALIZAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO

    LOCALIZAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO

    Entende-se por viveiro florestal um determinado local onde são concentradas todas as atividades de produção de mudas florestais.

  • FACILIDADE DE ACESSO

    FACILIDADE DE ACESSO

    É necessário que o acesso possibilite o fácil trânsito de caminhões, sendo que todas as estradas deverão ser transitáveis mesmo em época de chuva.

  • Os custos de transporte, principalmente de mudas produzidas em recipientes, são minimizados quando os viveiros situam-se a uma pequena distância da área de plantio.

    Longos trechos de estrada podem trazer danos à qualidade fisiológica das mudas e ocasionar perda de umidade do substrato.

  • QUEBRA-VENTO

    QUEBRA-VENTO

    São cortinas que têm por finalidade a proteção das mudas contra a ação prejudicial dos ventos.

    Devem, contudo, permitir que haja circulação de ar.

    São constituídas por espécies que se adaptem às condições ecológicas do sítio.

  • Usualmente as espécies utilizadas são as mesmas que estão em produção no viveiro.

    O recomendado é que sejam utilizadas espécies adequadas, distribuídas em diferentes estratos, apresentando as seguintes características:
    alta flexibilidade,
    folhagem perene,
    crescimento rápido,
    copa bem formada ,
    raízes bem profundas.

  • É importante salientar que as árvores que compõem os quebra-ventos não devem projetar suas sombras sobre o canteiro.

    Para tanto, devem ser, em distância conveniente, afastadas dos viveiros.

    As raízes das árvores não devem fazer concorrência com o sistema radicial das mudas em produção.

  • Para otimização dos efeitos favoráveis, alguns critérios básicos devem ser observados:
    1. A altura deve ser a máxima possível, uma vez que a área a ser protegida depende da altura da barreira.

    2. A altura deve ser homogênea, em toda sua extensão do quebra vento.

    3. As espécies que constituem o quebra-vento devem ser adaptadas às condições do sítio.

  • 4. A permeabilidade deve ser média, não impedindo totalmente a circulação do vento.

    5. Não devem existir falhas ao longo da barreira formada pelo quebra vento, para evitar o afunilamento da corrente de ar.

    6. A disposição do quebra vento deve ser perpendicular à direção dominante do vento.

  • SUPRIMENTO DE ÁGUA

    SUPRIMENTO DE ÁGUA

    Durante todo o período, após a semeadura, há necessidade de abundância de água para irrigação.

    Poderão ser utilizadas águas de rios, lagos e de origem subterrânea, devendo ser evitada a introdução de algas ou sementes de ervas.

    A água deve ter menos de 200 partes por milhão (ppm) de silte e cálcio e menos de 10 ppm de sódio e 0,5 ppm de boro.

  • ÁREA LIVRE DE ERVAS DANINHAS

    ÁREA LIVRE DE ERVAS DANINHAS

    Deverá existir contínua vigilância e erradicação das ervas daninhas efetuada imediatamente após o seu aparecimento, quer sejam perenes ou anuais.


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  • VIVEIROS FLORESTAIS
  • LOCALIZAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
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  • QUEBRA-VENTO
  • SUPRIMENTO DE ÁGUA
  • ÁREA LIVRE DE ERVAS DANINHAS
  • TIPOS DE VIVEIROS
  • FACILIDADE DE OBTENÇÃO DA MÃO DE OBRA
  • DECLIVIDADE DA ÁREA
  • ÁREA DO VIVEIRO
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  • LEGISLAÇÃO PERTINENTE
  • EXEMPLOS PARA PRODUÇÃO DE MUDAS DE ESPÉCIES FLORESTAIS
  • PROPAGAÇÃO VEGETATIVA
  • ESTAQUIA
  • MINIESTAQUIA
  • MEDIDAS PARA AUMENTAR O ENRAIZAMENTO EM PLANTAS
  • MERGULHIA
  • ENXERTIA
  • REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS