Curso Online de GRAFOLOGIA

Curso Online de GRAFOLOGIA

O curso de Grafologia são para pessoas que buscam aprimorar suas capacidades de observação e compreensão do comportamento humano. Traduz ...

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O curso de Grafologia são para pessoas que buscam aprimorar suas capacidades de observação e compreensão do comportamento humano. Traduz como a personalidade se manifesta nos aspectos profissionais e pessoais.

Willian Braga Magalhães Lima é Perito e Especialista em Inteligência Civil (Investigação Particular) Especialista em Inteligência Civil realiza coleta de dados para pessoas físicas é jurídica e capacitação profissional em formação de detetive particular. É autor de vários trabalhos disciplinares para a formação profissional de especialistas em inteligência civil, dentre elas Investigação de Sequestro de Pets, Localização de Veículos. Instrutor, palestrante e proprietário do Instituto Federal de Inteligência Civil empresa educacional e prestadora de serviços em investigação que desenvolve cursos de formação e capacitação nas áreas investigativas, treinamentos e desenvolvimento profissional, estudos, pesquisas, palestras educativas e preventivas, assessoria, investigativa.



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  • 1º Módulo: Introdução

    1º Módulo: Introdução

    Você já reparou que a sua grafia (letra) se modifica de tempos em tempos? Sabe por que? Porquê nós amadurecemos, à medida que vamos evoluindo e assim desenvolvemos   um estilo exclusivamente próprio. A amplitude dessa variação é vista como medida da Individualidade, maturidade, originalidade, inteligência, padrões éticos/morais e estilo de vida geral do "autor" da grafia. Esses aspectos da Personalidade podem ser descobertos através de um estudo Científico, cuidadoso e criterioso dos principais traços da  grafia.

    A Grafologia é uma ciência que analisa, estuda e interpreta a Personalidade, o Caráter e os Temperamentos da pessoa através da grafia com o objetivo de se determinar as suas qualidades, potenciais e desenvolver ou reorganizar seus pontos "falhos" de Personalidade.

    As aplicações desta ciência são inúmeras e se relacionam com a representação dos aspectos psicológicos, físicos e emocionais do  indivíduo.

  • O objetivo deste curso é comprovar que, ao contrário do que muitas pessoas pensam, a Grafologia é baseada em dados científicos e não em adivinhação e não há nada de oculto no ato de escrever.

    “A letra é o espelho da alma”. Com esse ditado, mães e professoras de antigamente tentavam criar em seus filhos e alunos o gosto por uma bela e caprichada  caligrafia.
    A Grafologia consiste no estudo da caligrafia: reflexo dos aspectos e tendências físicas, mentais e emocionais do ser humano.

    A escrita varia com o momento e a idade de cada um. Conforme o indivíduo vai amadurecendo, sua caligrafia automaticamente se modifica. O mesmo acontece, de maneira mais sutil, se alguém está eufórico ou deprimido por uma razão  qualquer.

  • A chave da prevenção contra os desequilíbrios e as doenças pode estar na atenção mais detalhada ao corpo e à mente, mas começa, invariavelmente, no autoconhecimento . e isso pode ser promovido de várias formas. A resposta para a questão "quem é você?" pode estar até mesmo em algumas mal e traçadas linhas. Quem responde é uma ciência  conhecida há mais de cem anos como a  grafologia.
     
    No decorrer dos séculos, a Grafologia evoluiu muito como ciência, sendo ensinada em várias universidades da França, Alemanha e Espanha. Esta ciência chegou ao Brasil há pouco mais de uma década, mas a cada dia afirma ainda mais a sua importância, sendo utilizada em processos seletivos por diversas empresas, escolas, institutos criminalistas e  até mesmo em processos judiciais.

  • 2º Módulo: Aspectos psicológicos da grafologia

    2º Módulo: Aspectos psicológicos da grafologia

    São comportamentos cotidianos que distinguem os indivíduos uns dos outros. A escrita é um desses comportamentos que todos os dias é exercitado. São as formas e o tamanho do que é desenhado que descreve projetivamente o que o indivíduo pensa. Este trabalho engloba o estudo de muitos investigadores que observaram o registo de indivíduos e o seu comportamento. O indivíduo deve ser visto como um ser complexo e quem observa-o deve observar o máximo de suas dimensões. Este trabalho é uma dessas dimensões…

    A Grafologia é uma ciência que estuda e analisa a caligrafia tendo como objetivo principal determinar estados físicos, mentais, e emocionais do escritor. Torna assim possível o conhecimento de caraterísticas da personalidade e do caráter do indivíduo.

    Etimologicamente,  a  palavra  é  formada  pelos  vocábulos  gregos  graphein  ("escrever") ou graphos ("escrita") e logos ("tratado").

  • Como instrumento de análise fornece informações preciosas sobre componentes do comportamento do autor, o potencial, as emoções, os sentimentos, as aptidões e a energia  vital. Através do gesto gráfico (escrita), expressamos vivamente o nosso psiquismo. Uma prova que o ato de escrever é resultado de um comando cerebral.

    A examinação de um espécime escrito é uma das bases legais para a identificação forense de um indivíduo. A aparência deste, pelo desempenho escrito do autor, é um dos veículos de tal  comunicação. O escritor representa respostas aos estímulos através de sua própria escrita. Constrói assim espontaneamente partes aleatórias (curso da letra) para dar forma a desenhos padrões aprendidos (letras) que em conjunto originam a comunicação de ideias (palavras). A organização imposta a estas ideias (frases), numa uma área limitada (página), origina a observação do desígnio criativo consciente (mensagem) do indivíduo.

  • O ato de escrever reúne o uso de habilidades de discurso, de leitura, de composição, e de coordenação motora. Torna-se assim complicado executar paralelamente outras tarefas como exercitação motora coordenada, continuação de um diálogo, e desenvolver atividades num computador. A percepção, o movimento, e a cognição dinamicamente integrada são tarefas desenvolvidas que requerem a concentração total da atenção.

    O ato de manuscrever cumpre excepcionalmente as exigências de um teste projetivo de personalidade A escrita projeta uma descrição da personalidade. O gráfico é um sinal, ou um símbolo, visível de um atributo comportamental e ou cognitivo. Por tal razão o ritmo da escrita de uma pessoa não pode ser duplicado por um outro indivíduo. Mas existe a possibilidade de indivíduos alcançar a simulação da caligrafia de outrem com sucesso, são aqueles aos quais a compreensão da essência do controle motor da escrita e sua execução se produzem num mesmo registo sensório-motor.

    Por todas estas informações, e outras tantas questões, este trabalho foi elaborado para saber o que o mundo sabe sobre a grafologia…

  • HISTÓRICO DA GRAFOLOGIA

    HISTÓRICO DA GRAFOLOGIA

    É dito que os chineses, desde tempos imemoriais, têm uma grafologia. Possuíam-na, já no século XI e os japoneses também a praticam há muito tempo. Por outro lado, no segundo século AC, Demétrio, na Grécia, dizia estar seguro de que a escrita refletia a alma do indivíduo e, no segundo  de nossa era, G. Suetonius Tranquillus relacionava dados da escrita de Otávio Augusto com certo lado económico desse imperador. Referir todas as pesquisas que se desenvolveram de alguns séculos para cá resultariam na grafologia do presente.

    Será apresentado apenas um resumo delas, como introdução à análise da grafia, tal qual é geralmente praticada na atualidade.

  • Fase inicial

    Editou-se em Capri, em 1622, o primeiro livro sobre a matéria. O autor, Camillo Bladi, médico de Bolonha, deu-lhe o título de "Trattado come da una lettera missiva se conoscono la natura e  qualitá dello scrittore" (Tratado sobre como, através de uma carta, chega-se ao conhecimento da natureza e das qualidades do autor). Outro médico, na própria Itália, Marco Aurélio Severiano (1580- 1656), professor de anatomia e de cirurgia da Universidade de Nápoles, escreveu "Adivinhador ou Tratado de adivinhação epistolar", livro em que procurava associar escrita e personalidade do indivíduo. Por volta de 1755, encontra-se Lavater, filósofo suíço, amigo de Goethe, que lhe estimulava as investigações. Preocupado com o conhecimento do caráter, estudou problemas das analogias entre expressões da linguagem e traços fisionómicos, de um lado, e entre essas expressões  e a expressão da escrita, de outro. Dedicou extensos capítulos de sua obra a esses problemas.

  •   Também coleçionou autógrafos procurando, assim dizia, preparar material de escrita para que mais tarde fosse utilizado. Albrecht Erlenmeyer, médico e diretor de hospital psiquiátrico, em 1879 publicou "A escrita: carateres principais de sua psicologia e de sua patologia" e T. Wilhelm Preyer, pediatra e fisiologista da Universidade de Iena, em 1895, "Contribuição à psicologia da escrita". E esses títulos aludem ao fato de que, na Alemanha, a Grafologia procurava apoiar-se na psicologia científica. Quanto ao tipo de grafologia, chineses, Lavater e, como este Goethe, Poe, Madame de Stael, Leibiniz e outros poetas, literatos, filósofos e artistas, nos séculos XVIII e XIX, consideravam  a grafia segundo a impressão que esta, em seu todo, neles produzia. Não relacionavam essa  impressão com elementos da escrita: faziam o que se diz uma grafologia intuitiva. Baldi, entretanto, iniciara a prática da análise da escrita, procurando conhecer o indivíduo com base nos elementos da mesma. Seu trabalho influenciaria, no fim do século passado, o de Michon e o de Crépieux-Jamin, que fundariam a escola francesa. Foi nesta que a escola alemã se baseou. Ainda a escola francesa foi o ponto de partida da grafologia científica, no dizer de Pulver.

  • Escola Francesa

    Jean Hyppolyte Michon, abade, estudioso de teologia, desenvolveu tão amplo trabalho sobre análise de escrita que se lhe atribui unanimemente o título de precursor da grafologia atual. Publicou "Les mystères de l'écriture. Art de juger les hommes sur leurs autographes" (Os mistérios da escrita. Arte de julgar os homens com base em seus autógrafos), com pequena colaboração de A.  Desbarolles,  "O  Système  da  grafologie"  (Sistema  de  grafologia),  em  1875,  primeiro       estudo sistemático da matéria e outras obras mais. Fundou, na França, em 1871, a revista "La Graphologie" (A Grafologia), ainda hoje editada e presidiu, em 1900, o I Congresso de Grafologia realizado naquele país. A Michon se deve o termo grafologia. Quem trabalhava no campo naquele tempo era grafologista e não, ainda, grafólogo. Dentre as obras de J. Crépieux-Jamen (1858-1940), médico, destacam-se "L'écriture et le caratère" (A escrita e o caráter), "Traité pratique de graphologie" (Tratado prático de grafologia), "Les éléments de l'écriture des canailles" (Os elementos da escrita dos canalhas) e "ABC de la graphologie" (ABC da grafologia), que teve duas edições em português, uma em 1943. Ao autor se considera como fundador da escola francesa de grafologia. Com Michon e Crépieux-Jamin começou a existir, na França, a chamada escola dos sinais isolados. Os autores, partindo de ideias de Baldi, procuraram relacionar elementos específicos da escrita a elementos psíquicos também específicos e a traços de personalidade. Quanto à contribuição destes dois estudiosos, é de referir ainda que Michon valorizou o gesto gráfico, o que deu à grafia "status" de linguagem expressiva.

  • O sinal isolado, então seguiria os movimentos e as mudanças da alma, sendo móvel como ela. Segundo P. Foix, Michon dizia que toda escrita, como toda linguagem, é a imediata manifestação do ser íntimo inteletual e moral e essa afirmação constitui o enunciado primeiro da ciência grafológica. Na área prática, o autor apontou a necessidade de se obter, para a análise, amostra de escrita espontânea e, se possível, de escrita de diferentes épocas.


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  • 1º Módulo: Introdução
  • 2º Módulo: Aspectos psicológicos da grafologia
  • HISTÓRICO DA GRAFOLOGIA
  • EXEMPLO DOS TRAÇOS:
  • 3ª Módulo: A Escrita e a Grafologia
  • 4ª Módulo: Aplicações da Grafologia
  • 5ª Módulo: O Sistema Moretti - Uma contribuição de Sigmund Freud
  • 6ª Módulo: Tendências Gerais da Escrita
  • 7º Módulo: Referências Bibliográficas