Curso Online de OPERADOR DE MÁQUINAS PESADAS
5 estrelas 8 alunos avaliaram

Curso Online de OPERADOR DE MÁQUINAS PESADAS

Curso teórico Este curso online com 60 horas tem por objetivo capacitar e orientar tecnicamente novos e atuais Operadores de máquinas lev...

Continue lendo

Autor(a):

Carga horária: 60 horas

Por: R$ 100,00
(Pagamento único)

Certificado digital Com certificado digital incluído

Curso teórico
Este curso online com 60 horas tem por objetivo capacitar e orientar tecnicamente novos e atuais Operadores de máquinas leves e pesadas, em operações industriais,agrícolas ou usadas em diversos tipos de obras.
O registro na CTPS do operador deve constar operador de máquinas, como está sendo adotadas por varias empresas, não descriminando o tipo de máquina leve ou pesada a ser operada ou conduzida.

Misael C S Sobrinho. Ex Militar, Instrutor, Autor de cursos online e presencial, Conhecimentos técnicos em maquinários leves e pesados, operador de máquinas categoria E,Instrutor graduado em artes marciais, Mecânico Diesel,técnico em redes de dados e informática, (SENAI).


- Carluce Gonçalves Dos Santos

- Nelson Cezar Taborda

- Pedro Pavão

- Marcio Da Silva Mateus

- Johnnatan De Mattos Freire

- Adenilson Rodrigues Ferreira

- Denilson Anderson De Farias Lima

- Nelson Correia

  • Aqui você não precisa esperar o prazo de compensação do pagamento para começar a aprender. Inicie agora mesmo e pague depois.
  • O curso é todo feito pela Internet. Assim você pode acessar de qualquer lugar, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
  • Se não gostar do curso você tem 7 dias para solicitar (através da pagina de contato) o cancelamento ou a devolução do valor investido.*
* Desde que tenha acessado a no máximo 50% do material.
  • Operador de máquinas pesadas Curso online 60 horas

    Operador de máquinas pesadas Curso online 60 horas

  • Os cursos online não devem ser usado como única fonte de aprendizado.
    Eles tem meramente a função teórica de aprendizado.
    Você (Aluno) só terá a verdadeira noção nas aulas práticas.
    Caso já seja um profissional do ramo em questão, estes cursos serão base de atualizações técnicas e periódicas.
    Realize um curso ou treinamento prático! Invista em sua carreira profissional.

  • Apresentação

    Apresentação

    Curso teórico
    Este curso online com 60 horas tem por objetivo capacitar e orientar tecnicamente novos e atuais Operadores de máquinas leves e pesadas, em operações industriais,agrícolas ou usadas em diversos tipos de obras.
    O registro na CTPS do operador deve constar operador de máquinas, como está sendo adotadas por varias empresas, não descriminando o tipo de máquina leve ou pesada a ser operada ou conduzida.

  • Apresentaremos alguns maquinários para a apreciação dos alunos do curso operador de máquinas pesadas.

  • Conteúdo gramatical

    Conteúdo gramatical

    Apresentação
    Pá mecânica, tratores,mini carregadeira e escavadeira hidráulica
    Leis de trânsito
    CTB e seus artigos
    Mecânica (diferencial)
    Sinalizações
    Direção defensiva
    Colisões
    NR 11/12/31
    NR 11 - Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais
    NR-12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos
    NR 31 – Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária, Silvicultura,
    Exploração Florestal e Aquicultura
    Vídeos
    Nota do autor
    Autor

  • Nota do autor Direcionamento do curso

    Nota do autor Direcionamento do curso

    No ponto de vista do autor, O operador de máquinas deve (aluno) ter conhecimentos básicos em informática, ser operador de maquinário ,ter noções de mecânica e eletricidade, leis e legislação de trânsito, primeiros socorros, NR’s, habilitação no mínimo Cat. “C” “D” ou “E’; bom conhecedor em maquinários no geral e acima de tudo o respeito e a conscientização pela profissão.
    Tudo isso aliado a disciplina nos conduzirá ao ponto de informação que os futuros alunos necessitam para levar a profissão de operador.
    Não esqueça, ninguém sabe tudo, humildade acima de tudo.

    Misael Cardoso de Santana Sb.
    Autor , técnico, Instrutor e Operador de Máquinas.

  • Veremos agora a pá carregadeira como exemplo de máquina.

  • Lembro ainda que está gama de informações serão repassadas aos operadores, daí a importância de um vasto debate entre aluno e instrutor.
    Toda a informação ou a troca de experiência tem grande impacto em ambiente de ensino.

  • Pá Carregadeira

    Pá Carregadeira

  • Introdução Este curso capacita operadores de maquinário pesados com informações e orientações que deverão ser usadas no dia a dia dos operadores deste maquinário, dentre outros.

    Introdução Este curso capacita operadores de maquinário pesados com informações e orientações que deverão ser usadas no dia a dia dos operadores deste maquinário, dentre outros.

  • Veja sempre vídeos relacionado ao seu trabalho com equipamentos. Olha este link. www.youtube.com/watch?v=EYeJ19gHhaE

    Veja sempre vídeos relacionado ao seu trabalho com equipamentos. Olha este link. www.youtube.com/watch?v=EYeJ19gHhaE

    Assista vídeos relacionados a maquinas


Matricule-se agora mesmo Preenchendo os campos abaixo
R$ 100,00
Pagamento único
Processando... Processando...aguarde...

Desejo receber novidades e promoções no meu e-mail:


  • Operador de máquinas pesadas Curso online 60 horas
  • Apresentação
  • Conteúdo gramatical
  • Nota do autor Direcionamento do curso
  • Pá Carregadeira
  • Introdução Este curso capacita operadores de maquinário pesados com informações e orientações que deverão ser usadas no dia a dia dos operadores deste maquinário, dentre outros.
  • Veja sempre vídeos relacionado ao seu trabalho com equipamentos. Olha este link. www.youtube.com/watch?v=EYeJ19gHhaE
  • Componentes
  • Conhecendo a máquina 938Cat. Visão do radiador e ventoinha, ao lado esquerdo podemos observar a válvula de limpeza do filtro de ar. A função desta válvula é a indicação que o filtro precisa ser limpo, como mostra o nível abaixo.
  • Transmissão
  • Batedores Serve como anuladores de impacto após fazer a convergência direita esquerda, amortece os impactos sofridos pelo conjunto.
  • Gráfico de manuseio do Joystick
  • Detalhes do gráfico anterior
  • Caterpillar 938H x 938 K A 938 H Cat, é uma das maquinas mais potentes que se tem no mercado hoje em dia Porem a partir de 2013/2014 será lançada a 938 K uma maquina bem mais avançada que as atuais 938H. Neste modelo teremos a opção do auto reverso como um dos pontos forte e diferentes entre os dois modelos.
  • Auto reverso Este modelo uma 938 H (Cat) não possui ventoinha em alto reverso, o modelo apresentado no slide é apenas composto por um sistema para refrigeração do liquido de arrefecimento, como indica a seta.
  • Isto não quer dizer que o operador não precise fazer a manutenção e limpeza da ventoinha, radiadores e mangueiras do maquinário. Não esquecer disto sempre que for necessário.
  • Visão Geral A Peça que alinha a concha ao solo, muitas vezes passa despercebida, pois a mesma para alguns operadores não tem tanta importância assim. Pois bem um erro grave, a engenharia não iria desenvolver um atuador eletrônico, como este a fim de não servir para nada.ele auxilia no alinhamento exato da concha ou pá com o solo.saibam usar este recurso eletromecânico. Vem acoplado ao sistema hidráulico do braço da pá mecânica H. estão cada vez mais se aproximando do ápice da tecnologia . Isso impulsionado pelas grandes do mercado de maquinas nacional e internacional .
  • Atuador de alinhamento da pá mecânica ou concha.
  • Chassi É a parte que se aplica todo os equipamento moveis e fixo ela tem o apelido em algumas regiões como esqueleto da maquina) ou chassi. O chassi é aparte mais importante desta estrutura mecanizada, composta em aço de alta resistência ou em fibra de carbono.
  • Construção de uma pá mecânica O processo é todo industrializado automatizado. Confira a linha de produção de uma das maiores montadoras de equipa- mento pesados em atualidades. Acesse o site. www.caterpillar.com.br ou www.case.com.br
  • Diferença entre equipamentos
  • O 2° cilindro da pá, conectado ao corpo do H, serve ao braço primeiro sistema de elevação da pá. È composto por dois cilindros hidráulicos de alta precisão e pressão.
  • Diferencial Conceito: O diferencial é um dispositivo mecânico indispensável em veículos de tração. O diferencial tem a função de transferir e distribuir uniformemente o torque a dois semi-eixos que a principio giram em sentidos opostos, possibilitando assim, a cada eixo, uma gama de velocidade e rotações diferentes. O diferencial possibilita transmissão da rotação igual aos semi-eixos, independentemente das suas velocidades de rotação. Um diferencial transfere, mediante rodas dentadas (engrenagens), as rotações da esquerda para direita da transmissão, pelo eixo cardã e , quando equilibrado, transforma em movimento único (para frente ou para trás quando se engata a ré) (a ré muda o sentido de rotação do eixo cardan, e não o diferencial), ou seja, com a ré engatada o eixo cardã move-se da direita para esquerda e o diferencial gira para trás.
  • Imagem de um diferencial deste equipamento. Diferencial dianteiro
  • Trava da articulação de segurança. Uma vez travada, evita que os desavisados mecham na pá.serve como dispositivo de bloqueio e segurança.
  • Os modelo de conchas podem ser grandes medias, pequenas com ou sem “dentes”dentre outras. Aqui uma de 8 M lisa. Este tipo não tem utilidade para escavação.
  • Modelo menor e compacta
  • Estribo parafusado a caixa de mangueiras do hidráulico com fluxo continuo. Em alguns modelos. Nesta aplicação as mangueiras do hidráulico ficam dentro da caixa, servindo como proteção para casos de sinistros.
  • ARTICULAÇÃO. FAZ A LIGAÇÃO ENTRE O CHASSI DIANTEIRO E O TRAZEIRO.AQUI EXEMPLO DOS BATEDORES DE BORRACHA,CONEXÕES E MANGUEIRAS. As máquinas pá carregadeira ou pá mecânica é dividida em duas partes, parte dianteira e parte traseira onde montadas fazem a união do equipamento.
  • *Na dúvida pense duas vezes, leia sempre o manual do equipamento,só nele você vai ter todas as suas respostas.*
  • CAT 938H
  • Cat 924h Disponibilidade dos filtros de ar e óleo, responsáveis também pelo bom funcionamento do motor. Problemas como falta de força também pode ser filtro de ar e de óleo sujos ou vencidos.
  • 924 Cat *Aqui podemos notar Filtro de ar e tanque de expansão. O tanque de expansão nada mais é que o reservatório de água para o radiador. Neste exemplo com o aditivo para radiadores. (Em verde)
  • Filtro de combustivel com seus dispositivos eletrônicos conectados a unidade de comando eletrônico.
  • *Radiadores da 924h em total de 06 neste modelo. O mesmo possui vários radiadores com finalidades diversas.*
  • Radiador  É um dispositivo utilizado para troca de calor entre o ar atmosférico e outra substância (geralmente um líquido) contida em um sistema fechado. Seu núcleo é constituído por uma série de canais (em forma de tubos ou de colmeia) que permitem a passagem de ar entre eles retirando o calor do líquido, portanto quanto maior a área de contato com o ar mais rápida é a troca e mais eficiente é o radiador.
  • Radiador de arrefecimento É o principal trocador de calor de um automóvel refrigerado a água. O radiador do automóvel geralmente é instalado na dianteira, logo atrás da grade e do para choque e conectado por mangueiras ao motor. Nesse sistema fechado circula uma mistura de água e aditivo, chamada de líquido de arrefecimento, que aquece quando passa pelo motor e perde calor quando passa pelo radiador. O uso incorreto ou a falta do aditivo para radiadores pode causar danos ao sistema de arrefecimento, como por exemplo a oxidação interna do motor. O tipo e proporção corretos são especificados no manual do proprietário do automóvel, mas geralmente usa-se uma proporção de 50% de água (desmineralizada de preferência) e 50% de aditivo.
  • Chave geral Corta corrente eletrica e o fluxo de distribuição total.
  • *Visão da mangueira de pressão de óleo hidráulico neste modelo.*
  • *Radiadores de ar e intercooler da 924 Cat.*
  • *Base da bomba injetora, mangueiras e conexões.*
  • Bomba injetora.
  • *Mangueiras de fluxo continuo Água ou óleo, a depender da disponibilidade de motorização e modelo do maquinário.*
  • Tampa do tanque de abastecimento *Diesel 1800.* Em alguns modelos a capacidade do tanque chega a 400 litros.
  • Mangotes e mangueiras Magote, entrada de liquido de arrefecimento. Cuidado o sistema com o motor em funcionamento fica totalmente priorizado. Risco de queimaduras de 1º ao 3º grau.
  • A trava tampa do motor da Cat 924 é feita através de amortecedor com trava, como mostra a figura abaixo.
  • Vista parcial da tampa suspensa da Cat 924 Nota A abertura é feita verticalmente.
  • Atenção nos manuais da Máquina
  • Parte Interna Volante, painel de instrumentos e seus comandos
  • Joystick Seletores Acondicionado ao joystick o seletores tem a propriedade locomoção buzina e botão rápido de redução. Veremos no gráfico a seguir.
  • Seletor do modelo 924 H Cat.
  • //Visão geral da trava do suporte de painel e volante,pedais de freio,botão de bloqueio, acelerador e entrada 12 volt.//
  • Comando de setas “Direita e esquerda, nada mais”
  • Computador de bordo da maquina Auxilia o operador a fazer a leitura correta do funcionamento do maquinário. Nele vem inseridas varias informações como temperaturas , data, hora, reset. Níveis de óleo e mal funcionamento do equipamento.
  • Seletores: Em vermelho: faróis e lanternas Em amarelo: alerta Em verde: comando de transmissão automático, divididos em de 2/4 e 1/4 Bloqueio no pé. *Veremos o pedal de bloqueio a seguir.
  • Pedal de bloqueio
  • Bloqueio da concha. Bloqueia a concha totalmente, serve para anular eventualidades.
  • Intercooler
  • Intercooler O intercooler é um permutador intermédio de calor, tal como o radiador de um veículo. A sua utilização dá-se em motores sobrealimentados, ou seja, que utilizam turbo ou compressor mecânico. O ar, ao ser comprimido na sobrealimentação, aumenta a sua temperatura e consequentemente diminuindo a sua densidade [kg/m³]. Logo a função do intercooler é diminuir a temperatura do ar comprimido para que assim volte a aumentar a densidade. Como num certo volume de ar quente a densidade é menor (existem menos partículas), então a quantidade de combustível injetado vai ser menor levando a uma potência limitada face ao mesmo volume de ar frio, visto que o a relação ar-combustível é fixa. Num motor a gasolina essa relação é de 14,3 (existe 14,3 mol de ar para 1 mol de combustível).
  • Freio de estacionamento Acionamento manual
  • Botões e controles Da Esquerda para a direita: 1 ªAr condicionado e ventilação, 2ª bloqueio de concha (implemento conectado) 3ª chave de ignição,botão dos limpadores dianteiro e traze iro,4ª painel com marcador de velocidade,horimetro, quilometragem e indicador de marcha de 1ª a 4ª e a ré.
  • Instruções de comando
  • Turbina e coletor de uma Cat 938 H.
  • Vista lateral do motor 938 Cat
  • Jamais desloque o maquinário com a concha erguida a toda altura. RISCO: Tombamento
  • Chassi Fabricado em aço especial , feito para suporta o trabalho mais rígido e severos , este chassi é montado em três etapas. O chassi das pá carregadeiras dividem-se em chassi traze iro, chassi dianteiro e a sua ligação também conhecida como articulação central ou articulação de união central. Tem como objetivo fazer a junção da parte traz eira com a dianteira da maquina.
  • Direção da maquina (Esterçar)
  • Estrutura e cabine Desenvolvida, visando a segurança do operador , essa estrutura oferece grande resistência as mais severas condições de uso. a durabilidade desta também Cabine projetada para conforto segurança e operacionalidade no serviço. A novas cabine vem equipada com o básico de entrada, chegando a mais alta tecnologia de mercado. Tudo pensando na segurança e seu conforto operador.
  • Trem de força Quando falamos em trem de força, imaginamos prontamente todos os componentes que vão desde a produção de potência até o objetivo final que é a movimentação das rodas ou esteiras da máquina. A produção de potência é responsabilidade do motor, mas como aproveitar esta potência? Como transmiti-la ao resto da máquina? Então vamos considerar como trem de força os componentes a partir do motor, e como eles se comportam para transmitir potência, ou seja, embreagem, conversor de torque, sistema planetário, divisor de torque, transmissão direta, servotransmissão, engrenagens de transferência, diferencial, embreagens laterais, comandos finais, eixos integrados, etc.
  • Conversor de torque Conversor de binário (Português Europeu) conversor de torque (Português Brasileiro) é um dispositivo usado para transferir a força de rotação de um elemento motor (motor térmico, eléctrico, etc) para um eixo de carga, ou movido. Conversor de torque é uma modificação do sistema de transmissão hidráulica (embraiagem hidráulica) e é comummente usado em automóveis de transmissão automática em substituição à embraiagem manual, por fricção.
  • Transmissão hidrostática Definição: O alto desempenho em condições adversas de operação é garantido pelo moderno sistema de transmissão hidrostática.  ciber.com.br Fonte O moderno sistema de transmissão hidrostática Ciber faz de suas vibro-acabadoras a garantia de qualidade e sinônimo de força e alto desempenho nas mais diversas condições de operação. 
  • Motor diesel   938H ® Carregadeira de Rodas, com Motor Modelo  Cat 6.6 ACERT™ ® Peso de Operação 15. 059 kg 33.190 lb Potência Bruta. 
  • Motor diesel 924H. Carregadeira de Rodas. Com Motor Cat® C6.6 com Tecnologia ACERT™.  PotênciaLíquida (SAE J1349). 96 kW. 128 hp. Peso. Peso de Operação. 11 632 kg.
  • Dica: Ao passar por atoleiros procure baixar a concha para nivelar, evitando assim o encalhamento e o tombamento da maquina. Em dias de chuva atenção com terreno molhados e escorregadios, são um preocupação a mais. Lidar com as situações na calma e paciência.
  • O esquema que veremos a seguir mostra a atuação dos pistões vedadores, só um exemplo pratico do funcionamento dos pistões hidráulicos na maioria dos maquinários.
  • Esquema de hidráulica Pistão hidráulico
  • Maquina esquentando pode ser também o radiador estúpido, natural, procure sempre entre uma parada e outra assoprar os radiadores, traz um bom resultado. Seu motor agradece. Obs. Mesmo sendo com sistema autorreverso, ou reversos.
  • Motor e Bomba injetora
  • Cabine
  • Pneus e pontos de gaxetas
  • CX e pontos de lubrificação
  • Transmissão e painel interno
  • Manômetro e manual
  • Rodas
  • Radiadores de ar e água
  • Operando uma pá carregadeira tire sua duvidas neste link. www.youtube.com/watch?v=C1VRv9T1Xsg? www.youtube.com/watch?v=2UcCM6GRews?
  • Fontes de pesquisa *Wikipédia *Google *Caterpillar *-Case *Apostila do próprio autor *Jornal nacional *Manual mecânica Cursos2366
  • +Informações Acesse: www.buzzero.com.br/autores/missael curso operador de Pá carregadeira
  • Agradecimentos A minha família, esposa e filhos os quais me incentivaram para a minha formação profissional. A parceria e a oportunidade com o Buzzero.com
  • Escavadeira Hidráulica
  • Apresentação As escavadeiras hidráulicas caracterizam-se pelo estado da arte e da tecnologia, aliado a mais alta qualidade em sua construção. Os componentes mais importantes do sistema de acionamento são todos produzidos por seus próprios fabricantes e são perfeitamente compatíveis uns com os outros. A geração de motores são aprimorados para que forneçam potência efetiva, em um alto grau de eficiência, qualidade e confiança absoluta.A expectativa de vida longa supera os padrões atuais atendendo as Norma de emissão de gases poluentes 3a / Tier III.
  • Equipamento padrão para serviços diferenciados
  • Equipamento de Escavação
  • Equipamento opcional/padrão
  • Hidráulico
  • Ajustes da válvula de alívio
  • Usando os manetes
  • Usando os pedais
  • Lembrete
  • + Informações www.buzzero.com.br/autores/missael curso operador de escavadeira hidráulica
  • O Autor Misael C de Santana Sb Operador de maquinas leves e pesadas 64/9653-9056
  • Leis de transito brasileira Um operador de máquinas também tem o dever de estar por dentro do código de transito Brasileiro e legislação de transito em vigor, por este motivo aqui vamos explorar este código. (CTB)
  • CTB LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO São normas legais que disciplinam e orientam todas as atividades que envolvem o trânsito nas vias abertas à circulação, uniformizando os conhecimentos e componentes.
  • Quando surgiu?
  • CIRCULAÇÃO INTERNACIONAL
  • SISTEMA
  • AS NORMAS GERAIS
  • Artigo 27 – CTB.
  • Artigo 28 – CTB.
  • Artigo 29, inciso XII, § 2º.
  • Artigos 68 à 71 e 267 § 2º
  • DEVERES
  • Artigo 254 – CTB
  • CICLISTAS
  • DOS EQUIPAMENTOS
  • DA HABILITAÇÃO
  • INFRAÇÕES
  • Artigo 244 – CTB.
  • Artigo 244
  • MOTOCICLISTA
  • Artigo 55 - CTB/Artigo 244 - CTB.
  • CICLOMOTORES
  • Artigos 54 e 55 – CTB
  • Artigo 24 – CTB.
  • CNH
  • Artigo 140 – CTB.
  • CNH
  • CATEGORIAS
  • Categoria D
  • Categoria E
  • TRATORES E MÁQUINAS AGRÍCOLAS
  • REGISTRO Art. 121 – CTB
  • LICENCIAMENTO
  • TRANSFERÊNCIA
  • DOS CONDUTORES
  • Artigo 29 – CTB.
  • ULTRAPASSAGEM
  • Artigo 30 – CTB.
  • Artigo 31 – CTB.
  • Artigo 29, inciso IX – CTB
  • Artigo 64 – CTB
  • Resolução nº 15/1998 CONTRAN.
  • Artigo 65 – CTB
  • Tabela de infrações
  • VELOCIDADE MÁXIMA
  • Artigo 43 – CTB
  • RECICLAGEM
  • Artigo 218, inciso II, alínea "a" ou "b" -CTB.
  • Artigo 44 – CTB
  • Artigo 45 – CTB
  • Artigo 165 – CTB.
  • Artigo 276 – CTB.
  • Artigo 277 – CTB
  • Artigo 5º, parágrafo 2º
  • Artigo 261 – CTB.
  • Artigo 261
  • Artigo 265 – CTB
  • DA CASSAÇÃO DA CNH
  • Artigo 263 – CTB.
  • MULTAS
  • MEDIDAS ADMINISTRATIVAS
  • Artigo 269 – CTB.
  • RETENÇÃO DO VEÍCULO
  • Artigo 271 – CTB
  • DO PROCESSO ADMINISTRATIVO
  • Artigo 280 – CTB
  • Artigo 256 – CTB
  • Artigo 328 – CTB
  • TACÓGRAFO
  • Art. 99 – CTB
  • Art. 100 – CTB
  • AUTORIZAÇÃO A VEÍCULOS ESPECIAIS
  • Artigo 101 – CTB
  • Art. 102 – CTB
  • Art. 107 – CTB
  • Art. 109 – CTB
  • Art. 117 – CTB
  • Art. 135 – CTB
  • CONDUÇÃO DE ESCOLARES
  • Art. 136 – CTB
  • Art. 138 – CTB
  • *Primeiros Socorros*
  • SAMU
  • Primeiros Socorros são as primeiras providências.
  • O que eu devo fazer primeiro?
  • Mantendo a calma.
  • Tempo é vida...
  • Controle da situação
  • Melhorando o socorro.
  • Garantir de segurança
  • Atenção.
  • Sinalização de acidentes.
  • Sinalização de acidentes
  • Curvas e Lombadas
  • Riscos em um acidente
  • Limpeza da pista
  • O possível!
  • Cuidados a vitimas
  • Vítima inconsciente
  • Hemorragia Externa
  • Proteção
  • Não deve ser feito!!!
  • Mostra de mecânica. O tema escolhido será uma pequena demonstração sobre o conceito diferencial.
  • O diferencial  É um dispositivo mecânico indispensável em veículos de tração. O diferencial tem a função de transferir e distribuir uniformemente o torque a dois semi-eixos que a principio giram em sentidos opostos, possibilitando assim, a cada eixo, uma gama de velocidade e rotações diferentes.
  • O diferencial possibilita transmissão da rotação igual aos semi-eixos, independentemente das suas velocidades de rotação.
  • Um diferencial transfere, mediante rodas dentadas (engrenagens), as rotações da esquerda para direita da transmissão, pelo eixo cardã e , quando equilibrado, transforma em movimento único (para frente ou para trás quando se engata a ré) (a ré muda o sentido de rotação do eixo cardan, e não o diferencial), ou seja, com a ré engatada o eixo cardan move-se da direita para esquerda e o diferencial gira para trás.
  • Em geral, o diferencial é aplicado nos veículos terrestres tracionados por motores de qualquer natureza. O torque é produzido pelo motor e chega ao diferencial através do eixo cardã, e assim é dividido entre as duas rodas de tração. Uma das principais atuações do diferencial é no momento da curva, onde uma roda precisa girar mais do que a outra.
  • O diferencial não mantém o torque igual entre as rodas, podendo inclusive uma roda permanecer em repouso enquanto a outra recebe toda a potência e movimento gerado pelo motor. Isso acontece porque a força tende a "seguir o caminho mais fácil".
  • O diferencial tem um efeito que pode ser: considerado como indesejado quando uma das rodas motoras perde aderência devido a piso escorregadio ou muito irregular. Nessas circunstâncias, o diferencial faz com que a roda com menor aderência gire rapidamente, desperdiçando toda potência mecânica produzida pelo motor. Este efeito pode ser eliminado com diferenciais auto-bloqueantes ou com diferenciais com bloqueio manual ou elétrico.
  • *Alguns veículos de tração 4X4 apresentam três diferenciais. Um diferencial em cada eixo e um diferencial central destinado a dividir o torque entre os dois eixos* FIM.
  • Dica O conteúdo de um curso montado para alunos operadores vai depender muito do seu conteúdo Alem do mais mostraremos exemplo de uma montagem com conteúdo programático.
  • CONTÉUDO CURSO Conteúdo Programático Introdução Regras Básicas Para Operação De Veículos Motorizados CTB Código de Trânsito Brasileiro Identificação das Partes da Máquina Amplitude dos Movimentos Componentes da Retroescavadeira Identificação dos Componentes da Plataforma de Operação
  • ESTABILIDADE ESTABILIDADE NA ESCAVAÇÃO Controles da Retroescavadeira Energia Hidráulica na Movimentação das Partes Móveis Energia hidráulica Operações com a Retroescavadeira OPERADOR DE RETROESCAVADEIRA Conteúdo Programático Energia Hidráulica na Movimentação das Partes Móveis
  • Energia hidráulica Operações com a Retroescavadeira Operações de escavações com a Retroescavadeira Movimentações do Trator Corte de Talude Escavações Operação do Carregador Frontal Atoleiro
  • Saindo do Atoleiro NORMAS DE SEGURANÇA Operação do Carregador Frontal EPI´s – Equipamentos de Proteção Individual Check List Operação do Carregador Frontal. Obs. Este no meu entender é um bom conteúdo, a ser aplicado por um instrutor da área.
  • Sinalização vertical INTRODUÇÃO A sinalização vertical é um subsistema da sinalização viária, que se utiliza de sinais apostos sobre placas fixadas na posição vertical, ao lado ou suspensas sobre a pista, transmitindo mensagens de caráter permanente ou, eventualmente, variável, mediante símbolos e/ou legendas preestabelecidas e legalmente instituídas.
  • A sinalização vertical tem a finalidade de fornecer informações que permitam aos usuários das vias adotar comportamentos adequados, de modo a aumentar a segurança, ordenar os fluxos de tráfego e orientar os usuários da via.
  • A sinalização vertical é classificada segundo sua função, que pode ser de: • regulamentar as obrigações, limitações, proibições ou restrições que governam o uso da via;
  • • advertir os condutores sobre condições com potencial risco existentes na via ou nas suas proximidades, tais como escolas e passagens de pedestres;
  • • indicar direções, localizações, pontos de interesse turístico ou de serviços e transmitir mensagens educativas, dentre outras, de maneira a ajudar o condutor em seu deslocamento.
  • Os sinais possuem formas padronizadas, associadas ao tipo de mensagem que pretende transmitir (regulamentação, advertência ou indicação).
  • Definição e função A sinalização vertical de regulamentação tem por finalidade transmitir aos usuários as condições, proibições, obrigações ou restrições no uso das vias urbanas e rurais. Assim, o desrespeito aos sinais de regulamentação constitui infrações, previstas no capítulo XV do Código de Trânsito Brasileiro - CTB.
  • Regulamentação Sinalização vertical.
  • Aspectos legais As mensagens dos sinais de regulamentação são imperativas e seu desrespeito constitui infração, conforme capítulo XV do CTB. As formas, cores e dimensões que formam os sinais de regulamentação são objeto de resolução do CONTRAN e devem ser rigorosamente seguidos, para que se obtenha o melhor entendimento por parte do usuário. Os detalhes dos sinais aqui apresentados constituem um padrão coerente com a legislação vigente.
  • Nota. Uma rápida demonstração pratica conforme o CONTRAN, sobre aspecto de sinalização vertical.
  • Direção defensiva abordaremos agora em direção defensiva, como evitar colisões.
  • Com o veículo da frente Esteja atento Nunca desvie a atenção do que está acontecendo em volta e observe os sinais do condutor da frente, tais como luz de freio, seta, pisca-pisca, sinalização com os braços, etc., pois indicam o que ele pretende fazer. Controle a situação Procure ver além do veículo da frente para identificar situações que podem obrigá-lo a manobras bruscas sem sinalizar, verifique a distância e deslocamento também do veículo de trás e ao seu lado para poder tomar a decisão mais adequada, se necessário, numa emergência.
  • Mantenha distância Hoje isto resulta em multa se não for observado e se você não estiver longe o suficiente, irá bater no veículo da frente. Lembre-se de que com a chuva ou pista escorregadia essa distância deve ser maior que em condições normais. Comece a parar antes Se necessário pise no freio imediatamente ao avistar algum tipo de perigo, mas pise aos poucos para evitar derrapagens ou parada brusca, pondo em risco os outros condutores na via que talvez não conheçam como você estas normas de prevenção de acidentes.
  • Colisão com o veículo de trás Uma das principais causas de colisões na traseira é motivada por motoristas que dirigem "colados" e nem sempre pode-se escapar dessa situação, principalmente numa emergência. Também não adianta o fato de que "quem bate na traseira é legalmente culpado", pois isso pode trazer-lhe consequências graves ou até mesmo matá-lo, como no caso de fratura no pescoço.
  • Cont. A primeira atitude do condutor defensivo é incentivar que o condutor que o segue a curta distância o ultrapasse, para isso sinalize com antecedência e corretamente suas intenções, reduza a velocidade deslocando-se para outra faixa de trânsito.
  • Colisão em cruzamentos Estes acidentes ocorrem nas manobras de virar à direita ou esquerda, não observar o semáforo ou a preferência de passagem no local, assim como a travessia de pedestres ou condutores de veículos não automotores. Espere com calma e só realize a manobra nos locais permitidos e com segurança.
  • Colisão em ultrapassagem Em locais de pouca visibilidade, curvas, locais proibidos por sinalização, verificando sempre se o tempo e o espaço de que você dispõe são suficientes para realizar a ultrapassagem com segurança.
  • Cuidado com as curvas Vários fatores como: velocidade, tipo de pavimento, ângulo da curva, condições do veículo e condutor são fatores que podem determinar a saída do seu veículo da sua faixa de direção, indo chocar-se com quem vem no sentido contrário, causando um acidente grave. Antes das curvas reduza sempre a velocidade e mantenha-se atento.
  • Colisão frontal É um dos piores tipos de acidente, pois em poucos segundos os veículos se transformam em ferro torcido, envolvendo os condutores e passageiros ocupantes de tal maneira que raramente escapam com vida. Vários são os fatores que ocasionam este tipo de acidente e quase todos eles derivam do descumprimento das leis de trânsito ou de normas da direção defensiva.
  • Cont. Ingestão de bebida alcoólica, excesso de velocidade, dormir no volante, problemas com o veículo ou distração do condutor são apenas alguns desses fatores. Essas colisões também ocorrem nas ultrapassagens feitas em desacordo com as medidas de segurança.
  • Colisão com pedestres Como seu comportamento é imprevisível e existem pessoas desatentas, portadores de necessidades especiais, idosos, crianças, gestantes ou alcoolizados nas vias, a melhor regra para o condutor é ser cuidadoso com o pedestre e dar-lhe sempre o direito de passagem, mesmo onde não exista faixas de pedestres, cruzamento, área escolar, falta de semáforo.
  • Cont. Devemos ter atenção especial com as pessoas idosas, crianças ou portadores de necessidades especiais que são sempre mais sujeitos a envolver-se em acidentes. Lembre-se de que o dano causado ao pedestre sempre é maior por ele não ter o veículo para protegê-lo e, se ocorrer morte ou deixar de prestar socorro pode ser considerado crime.
  • Colisão com animais Ocorrem com frequência nas zonas rurais, pois os animais domésticos invadem a estrada ou a rodovia. Nas vias urbanas, existem os animais domésticos como cães, cavalos, cabritos, boi, vaca, etc. Existem também os animais silvestres que parecem abruptamente na via, é muito fácil prevermos onde estes animais vão aparecer, quando a via passa por regiões de matas, florestas, campos e água.
  • Cont. O animal não pensa e dificilmente tomará a atitude correta ou a que você espera. Portanto, assim que perceber qualquer animal na pista reduza a marcha até que o tenha ultrapassado e nunca use a buzina e as luzes, pois poderá assustá-lo e fazer com que se volte contra o seu veículo
  • Colisão com objetos fixos Ocasionado geralmente por culpa do próprio condutor, por mau golpe de vista, quando cansado ou com sono, sob influência de álcool ou medicamentos, excesso de velocidade, desrespeito às leis e à sinalização de trânsito.
  • Cont. Para evitar esses acidentes, o condutor defensivo deve tomar todas as medidas necessárias de segurança e estar atento o tempo todo ao que ocorre ao longo da via. Lembre-se de que a velocidade ideal é aquela que lhe permite andar com segurança em qualquer tipo ou condição de via, de trânsito, de fenômenos da natureza, parando o veículo a tempo de evitar uma colisão ou atropelamento.
  • Colisão com trens Quando ocorrem é por falta de atenção ou pressa do condutor, mas tomando alguns cuidados, são facilmente evitáveis. Respeite a sinalização, preste atenção redobrada na hora de transpor a linha férrea ou passagem de nível e lembre sempre que o trem não pode parar da mesma forma que você
  • Colisão com bicicletas A maioria dos ciclistas é composta por menores ou por pessoas que desconhecem as leis de trânsito e andam pelas vias da maneira que lhes parece melhor. Porém, para evitar que você se envolva nesse tipo de acidente, o melhor é ficar atento principalmente à noite e tomar precaução quando perceber um ciclista por perto
  • Cont. Certifique-se de que o ciclista viu e entendeu sua sinalização, mantenha distância e cuidado ao efetuar manobras ou abrir a porta do veículo.
  • Colisão com motocicletas Motocicletas e similares fazem parte integrante do trânsito e seus condutores devem obedecer sempre à sinalização e às leis de trânsito, mas isso nem sempre ocorre. Não esqueça que a motocicleta é também um veículo (como caminhão, carro, ônibus) estando o motociclista sujeito a direitos e deveres como qualquer outro condutor.
  • Cont. Muitos motociclistas costumam ter comportamentos que põe em risco a segurança dos demais usuários da via. Esteja alerta em relação aos motociclistas. Aumente a distância entre você e ele e na ultrapassagem, observe a mesma distância e procedimentos, como se estivesse ultrapassando um carro
  • Nota. O ensino a distância não é a única forma de aprendizado, o aluno também deve explorar outras opções de conhecimentos, como: Jornais, livros , revistas, apostilas, o ensino presencial, Cds, documentários, qualquer forma de conhecimento especifico para a matéria em questão. A força de vontade é o X da questão. Bom aprendizado. “Aprimore seu conhecimentos.”
  • Falaremos a seguir sobre NR. (Normas regulamentares.) NR11/12/31
  • NR 11 - Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais (111.000-4)
  • 11.1. Normas de segurança para operação de elevadores, guindastes, transportadores industriais e máquinas transportadoras. 11.1.1. Os poços de elevadores e monta-cargas deverão ser cercados, solidamente, em toda sua altura, exceto as portas ou cancelas necessárias nos pavimentos. (111.001-2 / I2)
  • 11.1.2. Quando a cabina do elevador não estiver ao nível do pavimento, a abertura deverá estar protegida por corrimão ou outros dispositivos convenientes. (111.002-0 / I2) 11.1.3. Os equipamentos utilizados na movimentação de materiais, tais como ascensores, elevadores de carga, guindastes, monta-carga, pontes-rolantes, talhas, empilhadeiras, guinchos, esteiras-rolantes, transportadores de diferentes tipos, serão calculados e construídos demaneira que ofereçam as necessárias garantias de resistência e segurança e conservados em perfeitas condições de trabalho. (111.003-9 / I2)
  • 11.1.3.1. Especial atenção será dada aos cabos de aço, cordas, correntes, roldanas e ganchos que deverão ser inspecionados, permanentemente, substituindo-se as suas partes defeituosas. (111.004-7 / I2) 11.1.3.2. Em todo o equipamento será indicado, em lugar visível, a carga máxima de trabalho permitida. (111.005-5 / I1) 11.1.3.3. Para os equipamentos destinados à movimentação do pessoal serão exigidas condições especiais de segurança. (111.006-3 / I1)
  • 11.1.4. Os carros manuais para transporte devem possuir protetores das mãos. (111.007-1 / I1) 11.1.5. Nos equipamentos de transporte, com força motriz própria, o operador deverá receber treinamento específico, dado pela empresa, que o habilitará nessa função. (111.008-0 / I1) 11.1.6. Os operadores de equipamentos de transporte motorizado deverão ser habilitados e só poderão dirigir se durante o horário de trabalho portarem um cartão de identificação, com o nome e fotografia, em lugar visível. (111.009-8 / I1)
  • 11.1.6.1. O cartão terá a validade de 1 (um) ano, salvo imprevisto, e, para a revalidação, o empregado deverá passar por exame de saúde completo, por conta do empregador. (111.010-1 / I1) 11.1.7. Os equipamentos de transporte motorizados deverão possuir sinal de advertência sonora (buzina). (111.011-0 / I1) 11.1.8. Todos os transportadores industriais serão permanentemente inspecionados e as peças defeituosas, ou que apresentem deficiências, deverão ser imediatamente substituídas. (111.012-8 / I1) 11.1.9. Nos locais fechados ou pouco ventilados, a emissão de gases tóxicos, por máquinas transportadoras, deverá ser controlada para evitar concentrações, no ambiente de trabalho, acima dos limites permissíveis. (111.013-6 / I2)
  • 11.1.10. Em locais fechados e sem ventilação, é proibida a utilização de máquinas transportadoras, movidas a motores de combustão interna, salvo se providas de dispositivos neutralizadores adequados. (111.014-4 / I3)
  • 11.2. Normas de segurança do trabalho em atividades de transporte de sacas. 11.2.1. Denomina-se, para fins de aplicação da presente regulamentação a expressão "Transporte manual de sacos" toda atividade realizada de maneira contínua ou descontínua, essencial ao transporte manual de sacos, na qual o peso da carga é suportado, integralmente, por um só trabalhador, compreendendo também o levantamento e sua deposição. 11.2.2. Fica estabelecida a distância máxima de 60,00m (sessenta metros) para o transporte manual de um saco. (111.015-2 / I1)
  • 11.2.2.1. Além do limite previsto nesta norma, o transporte descarga deverá ser realizado mediante impulsão de vagonetes, carros, carretas, carros de mão apropriados, ou qualquer tipo de tração mecanizada. (111.016-0 / I1) 11.2.3. É vedado o transporte manual de sacos, através de pranchas, sobre vãos superiores a 1,00m (um metro) ou mais de extensão. (111.017-9 / I2) 11.2.3.1. As pranchas de que trata o item 11.2.3 deverão ter a largura mínima de 0,50m (cinquenta centímetros). (111.018-7 / I1)
  • 11.2.4. Na operação manual de carga e descarga de sacos, em caminhão ou vagão, o trabalhador terá o auxílio de ajudante. (111.019-5 / I1) 11.2.5. As pilhas de sacos, nos armazéns, terão a altura máxima correspondente a 30 (trinta) fiadas de sacos quando for usado processo mecanizado de empilhamento. (111.020-9 / I1) 11.2.6. A altura máxima das pilhas de sacos será correspondente a 20 (vinte) fiadas quando for usado processo manual de empilhamento. (111.021-7 / I1) 11.2.7. No processo mecanizado de empilhamento, aconselha-se o uso de esteiras-rolantes, dadas ou empilhadeiras.
  • 11.2.8. Quando não for possível o emprego de processo mecanizado, admite-se o processo manual, mediante a utilização de escada removível de madeira, com as seguintes características: a) lance único de degraus com acesso a um patamar final; (111.022-5 / I1) b) a largura mínima de 1,00m (um metro), apresentando o patamar as dimensões mínimas de 1,00m x 1,00m (um metro x um metro) e a altura máxima, em relação ao solo, de 2,25m (dois metros e vinte e cinco centímetros); (111.023-3 / I1)
  • c) deverá ser guardada proporção conveniente entre o piso e o espelho dos degraus, não podendo o espelho ter altura superior a 0,15m (quinze centímetros), nem o piso largura inferior a 0,25m (vinte e cinco centímetros); (111.024-1 / I1) d) deverá ser reforçada, lateral e verticalmente, por meio de estrutura metálica ou de madeira que assegure sua estabilidade; (111.025-0 / I1)
  • e) deverá possuir, lateralmente, um corrimão ou guarda-corpo na altura de 1,00m (um metro) em toda a extensão; (111.026-8 / I1) f) perfeitas condições de estabilidade e segurança, sendo substituída imediatamente a que apresente qualquer defeito. (111.027-6 / I1) 11.2.9. O piso do armazém deverá ser constituído de material não escorregadio, sem aspereza, utilizando-se, de preferência, o mastigue asfáltico, e mantido em perfeito estado de conservação. (111.028-4 / I1)
  • 11.2.10. Deve ser evitado o transporte manual de sacos em pisos escorregadios ou molhados. (111.029- 2 / I1) 11.2.11. A empresa deverá providenciar cobertura apropriada dos locais de carga e descarga da sacaria. (111.030-6 / I1) 11.3. Armazenamento de materiais. 11.3.1. O peso do material armazenado não poderá exceder a capacidade de carga calculada para o piso. (111.031-4 / I1)
  • 11.3.2. O material armazenado deverá ser disposto de forma a evitar a obstrução de portas, equipamentos contra incêndio, saídas de emergências, etc. (111.032-2 / I1) 11.3.3. Material empilhado deverá ficar afastado das estruturas laterais do prédio a uma distância de pelo menos 0,50m (cinquenta centímetros). (111.033-0 / I1) 11.3.4. A disposição da carga não deverá dificultar o trânsito, a iluminação, e o acesso às saídas de emergência. (111.034-9 / I1) 11.3.5. O armazenamento deverá obedecer aos requisitos de segurança especiais a cada tipo de material.
  • 11.4. Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Chapas de Mármore, Granito e outras rochas. 11.4.1. A movimentação, armazenagem e manuseio de chapas de mármore, granito e outras rochas deve obedecer ao disposto no Regulamento Técnico de Procedimentos constante no Anexo I desta NR.” Anexo I ao item 11.4.1 da NR-11
  • ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE CHAPAS DE MÁRMORE, GRANITO E OUTRAS ROCHAS 1. Fueiros
  • 1.1. As chapas serradas, ainda sobre o carro transportador e dentro do alojamento do tear, devem receber proteção lateral para impedir a queda das mesmas - proteção denominada L ou Fueiro, observando-se os seguintes requisitos mínimos: a) os equipamentos devem ser calculados e construídos de maneira que ofereçam as necessárias
  • - garantias de resistência e segurança e conservados em perfeitas condições de trabalho; b) em todo equipamento será indicado, em lugar visível, o nome do fabricante, o responsável técnico e a carga máxima de trabalho permitida; c) os encaixes dos L (Fueiros) devem possuir sistema de trava que impeça a saída acidental dos mesmos.
  • 2. Carro porta-bloco e Carro transportador 2.1. O uso de carros porta-bloco e carros transportadores devem obedecer aos seguintes requisitos mínimos: a) os equipamentos devem ser calculados e construídos de maneira que ofereçam as necessárias garantias de resistência e segurança e serem conservados em perfeitas condições de trabalho, atendendo as instruções do fabricante;
  • b) em todo equipamento deve ser indicado, em lugar visível, o nome do fabricante, o responsável técnico e a carga máxima de trabalho permitida; c) tanto o carro transportador como o porta-bloco devem dispor de proteção das partes que ofereçam risco para o operador, com atenção especial aos itens:.............
  • - condições dos cabos de aço; - ganchos e suas proteções; - proteção das roldanas; - proteção das rodas do carro; - proteção das polias e correias; - proteção das partes elétricas.
  • d) operador do carro transportador e do carro porta-bloco, bem como a equipe que trabalhar na movimentação do material, deve receber treinamento adequado e específico para a operação; e) além de treinamento, informações e instruções, os trabalhadores devem receber orientação em serviço, que consistirá de período no qual desenvolverão suas atividades sob orientação de outro trabalhador experiente ou sob supervisão direta, com duração mínima de trinta dias;
  • f) para operação de máquinas, equipamentos ou processos diferentes daqueles a que o operador estava habituado, deve ser feito novo treinamento, de modo a qualificá-lo à utilização dos mesmos; g) após a retirada do carro porta-bloco do alojamento do tear, as proteções laterais devem permanecer até a retirada de todas as chapas;
  • h) nenhum trabalho pode ser executado com pessoas entre as chapas; i) devem ser adotados procedimentos para impedir a retirada de chapas de um único lado do carro transportador, com objetivo de manter a estabilidade do mesmo;
  • j) a operação do carro transportador e do carro porta -bloco deve ser realizada, por no mínimo duas pessoas treinadas conforme a alínea “d”. 3. Pátio de Estocagem 3.1. Nos locais do pátio onde for realizada a movimentação e armazenagem de chapas, devem ser observados os seguintes critérios:
  • a) piso não deve ser escorregadio, não ter saliências e ser horizontal, facilitando o deslocamento de pessoas e materiais; b) piso deve ser mantido em condições adequadas devendo a empresa garantir que o mesmo tenha resistência suficiente para suportar as cargas usuais; c) recomenda-se que a área de armazenagem de chapas seja protegida contra intempéries.
  • 3.2. As empresas que estejam impedidas de atender ao prescrito no item 3.1 devem possuir projeto alternativo com as justificativas técnicas da impossibilidade além de medidas acessórias para garantir segurança e conforto nas atividades de movimentação e armazenagem das chapas.
  • 4. Cavaletes 4.1. Os cavaletes devem estar instalados sobre bases construídas de material resistente e impermeável, de forma a garantir perfeitas condições de estabilidade e de posicionamento, observando-se os seguintes requisitos:
  • a) os cavaletes devem garantir adequado apoio das chapas e possuir altura mínima de um metro e cinquenta centímetros; b) os cavaletes verticais devem ser compostos de seções com largura máxima de vinte e dois centímetros;
  • c) os palitos dos cavaletes verticais devem ter espessura que possibilite resistência aos esforços das cargas usuais e serem soldados, garantindo a estabilidade e impedindo o armazenamento de mais de dez chapas em cada seção; d) cada cavalete vertical deve ter no máximo seis metros de comprimento com um reforço nas extremidades; e) deve ser garantido um espaço, devidamente sinalizado, com no mínimo oitenta centímetros entre cavaletes verticais;
  • f) a distância entre cavaletes e as paredes do local de armazenagem deve ser de no mínimo cinqüenta centímetros; g) os cavaletes devem ser conservados em perfeitas condições de uso; h) em todo cavalete deve ser indicado, em lugar visível, o nome do fabricante, o responsável técnico e a carga máxima de trabalho permitida;
  • i) a área de circulação de pessoas deve ser demarcada e possuir no mínimo um metro e vinte centímetros de largura; j) espaço destinado para carga e descarga de materiais deve possuir largura de, no mínimo, uma vez e meia a largura do maior veículo utilizado e ser devidamente demarcado no piso;
  • k) os cavaletes em formato triangular devem ser mantidos em adequadas condições de utilização, comprovadas por vistoria realizada por profissional legalmente habilitado; l) as atividades de retirada e colocação de chapas em cavaletes devem ser realizadas sempre com pelo menos uma pessoa em cada extremidade da chapa. 4.2. Recomenda-se a adoção de critérios para a separação no armazenamento das chapas, tais como cor, tipo do material ou outros critérios de forma a facilitar a movimentação das mesmas.
  • 4.3. Recomenda-se que as empresas mantenham, nos locais de armazenamento, os projetos, cálculos e as especificações técnicas dos cavaletes. 5. Movimentação de chapas com uso de ventosas 5.1. Na movimentação de chapas com o uso de ventosas devem ser observados os seguintes requisitos mínimos:
  • a) a potência do compressor deve atender às necessidades de pressão das ventosas para sustentar as chapas quando de sua movimentação; b) as ventosas devem ser dotadas de válvulas de segurança, com acesso facilitado ao operador, respeitando os aspectos ergonômicos; c) as mangueiras e conexões devem possuir resistência compatível com a demanda de trabalho;
  • d) as ventosas devem ser dotadas de dispositivo auxiliar que garanta a contenção da mangueira, evitando seu ricocheteamento em caso de desprendimento acidental; e) as mangueiras devem estar protegidas, firmemente presas aos tubos de saída e de entrada e, preferencialmente, afastadas das vias de circulação; f) fabricante do equipamento deve fornecer manual de operação em português, objetivando treinamento do operador;
  • g) as borrachas das ventosas devem ter manutenção periódica e imediata substituição em caso de desgaste ou defeitos que as tornem impróprias para uso; h) empregador deve destinar área específica para a movimentação de chapas com uso de ventosa, de forma que o trabalho seja realizado com total segurança; esta área deve ter sinalização adequada na vertical e no piso;
  • i) procedimentos de segurança devem ser adotados para garantir a movimentação segura de chapas na falta de energia elétrica. 5.2. Recomenda-se que os equipamentos de movimentação de chapas, a vácuo, possuam alarme sonoro e visual que indiquem pressão fora dos limites de segurança estabelecidos.
  • 6. Movimentação de chapas com cabos de aço, cintas, correias e correntes 6.1. Na movimentação de chapas, com a utilização de cabos de aço, cintas, correias e correntes, deve ser levada em conta a capacidade de sustentação das mesmas e a capacidade de carga do equipamento de içar, atendendo as especificações técnicas e recomendações do fabricante.
  • 6.2. Correntes e cabos de aço devem ser adquiridos exclusivamente de fabricantes ou de representantes autorizados, sendo proibida a aquisição de sucatas, em especial de atividades portuárias. 6.3. O empregador deve manter as notas fiscais de aquisição dos cabos de aço e correntes no estabelecimento à disposi ção da fiscalização. 6.4. Em todo equipamento deve ser indicado, em lugar visível, o nome do fabricante, o responsável técnico e a carga máxima de trabalho permitida.
  • 6.5. Os cabos de aço, correntes, cintas e outros meios de suspensão ou tração e suas conexões, devem ser instalados, mantidos e inspecionados conforme especificações técnicas do fabricante. 6.6. O empregador deve manter em arquivo próprio o registro de inspeção e manutenção dos cabos de aço, cintas, correntes e outros meios de suspensão em uso. 6.7. O empregador deve destinar área específica com sinalização adequada, na vertical e no piso, para a movimentação de chapas com uso de cintas, correntes, cabos de aço e outros meios de suspensão.
  • 7. Movimentação de Chapas com Uso de Garras 7.1. A movimentação de chapas com uso de garras só pode ser realizada pegando-se uma chapa por vez e por no mínimo três trabalhadores e observando-se os seguintes requisitos mínimos:
  • a) não ultrapassar a capacidade de carga dos elementos de sustentação e a capacidade de carga da ponte rolante ou de outro tipo de equipamento de içar, atendendo as especificações técnicas e recomendações do fabricante; b) todo equipamento de içar deve ter indicado, em lugar visível, o nome do fabricante, o responsável técnico e a carga máxima de trabalho permitida;
  • c) as áreas de movimentação devem propiciar condições de forma que o trabalho seja realizado com total segurança e serem sinalizadas de forma adequada, na vertical e no piso. 7.2. As empresas devem ter livro próprio para registro de inspeção e manutenção dos elementos de sustentação usados na movimentação de chapas com uso de garras.
  • Atenção. 7.2.1. As inspeções e manutenções devem ser realizadas por profissional legalmente habilitado e dado conhecimento ao empregador.
  • 8. Disposições Gerais 8.1. Durante as atividades de preparação e retirada de chapas serradas do tear devem ser tomadas providências para impedir que o quadro inferior porta lâminas do tear caia sobre os trabalhadores. 8.2. As instruções, visando a informação, qualificação e treinamento dos trabalhadores, devem ser redigidas em linguagem compreensível e adotando metodologias, técnicas e materiais que facilitem o aprendizado para preservação de sua segurança e saúde.
  • 8.3. Na construção dos equipamentos utilizados na movimentação e armazenamento de chapas devem ser observadas no que couber as especificações das normas da ABNT e outras nacionalmente aceitas. 8.4. Fica proibido o armazenamento e a disposição de chapas sobre paredes, colunas, estruturas metálicas ou outros locais que não sejam os cavaletes especificados neste Regulamento Técnico de Procedimentos.
  • Glossário: Carro porta-bloco: Carro que fica sob o tear com o bloco; Carro transportador: Carro que leva o carro porta-bloco até o tear. Cavalete triangular: Peça metálica em formato triangular com uma base de apoio usado para armazenagem de chapas de mármore, granito e outras rochas.
  • Cavalete vertical: Peça metálica em formato de pente colocado na vertical apoiado sobre base metálica, usado para armazenamento de chapas de mármore, granito e outras rochas. Fueiro: Peça metálica em formato de L (para os carros porta-bloco mais antigos), ou simples, com um de seus lados encaixados sobre a base do carro porta-bloco, que tem por finalidade garantir a estabilidade das chapas durante e após a serrada e enquanto as chapas estiverem sobre o carro. Palitos: Hastes metálicas usadas nos cavaletes verticais para apoio das chapas de mármore, granito e outras rochas.
  • Chapas de mármore ou granito: Produto da serragem do bloco, com medidas variáveis podendo ser de três metros por um metro e cinquenta centímetros com espessuras de dois a três centímetros. Tear: Equipamento robusto composto de um quadro de lâminas de aço, que apoiadas sobre o bloco de pedra; quando acionadas, fazem um movimento de vai e vem, serrando a pedra de cima para baixo sendo imprescindível o uso gradual de areia, granalha de aço e água para que seja possível o transpasse do bloco de rochas.
  • Cintas: Equipamento utilizado para a movimentação de cargas diversas. Ventosa: Equipamento a vácuo usado na movimentação de chapas de mármore, granito e outras rochas.
  • NR-12 – SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
  • (Redação dada pela Portaria SIT n.º 197, de 17/12/10) Princípios Gerais 12.1. Esta Norma Regulamentadora e seus anexos definem referencias tecnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de projeto e de utilização de maquinas e equipamentos de todos os tipos, e ainda a sua fabricação, importação, comercialização, exposição e cessão a qualquer titulo, em todas as atividades econômicas, sem prejuízo da observância do disposto nas demais Normas Regulamentadoras – NR aprovadas pela Portaria no 3.214, de 8 de junho de 1978, nas normas tecnicas oficiais e, na ausência ou omissão destas, nas normas internacionais aplicáveis.
  • 12.1.1. Entende-se como fase de utilização a construção, transporte, montagem, instalação, ajuste, operação, limpeza, manutenção, inspeção, desativação e desmonte da maquina ou equipamento. 12.2. As disposições desta Norma referem-se a maquinas e equipamentos novos e usados, exceto nos itens em que houver menção especifica quanto a sua aplicabilidade. 12.3. O empregador deve adotar medidas de protecao para o trabalho em maquinas e equipamentos, capazes de garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores, e medidas apropriadas sempre que houver pessoas com deficiência envolvidas direta ou indiretamente no trabalho
  • 12.4. São consideradas medidas de proteção, a ser adotadas nessa ordem de prioridade: a) medidas de proteção coletiva; b) medidas administrativas ou de organização do trabalho; e c) medidas de proteção individual. 12.5. A concepção de maquinas deve atender ao principio da falha segura.
  • Arranjo físico e instalações. 12.6. Nos locais de instalação de maquinas e equipamentos, as áreas de circulação devem ser devidamente demarcadas e em conformidade com as normas tecnicas oficiais. 12.6.1. As vias principais de circulação nos locais de trabalho e as que conduzem as saídas devem ter, no mínimo, 1,20 m (um metro e vinte centímetros) de largura. 12.6.2. As áreas de circulação devem ser mantidas permanentemente desobstruídas.
  • 12.7. Os materiais em utilização no processo produtivo devem ser alocados em áreas especificas de armazenamento, devidamente demarcadas com faixas na cor indicada pelas normas tecnicas oficiais ou sinalizadas quando se tratar de áreas externas. 12.8. Os espaços ao redor das maquinas e equipamentos devem ser adequados ao seu tipo e ao tipo de operacao, de forma a prevenir a ocorrência de acidentes e doencas relacionados ao trabalho.
  • 12.8.1. A distancia mínima entre maquinas, em conformidade com suas características e aplicações, deve garantir a segurança dos trabalhadores durante sua operação, manutenção, ajuste, limpeza e inspecao, e permitir a movimentação dos segmentos corporais, em face da natureza da tarefa.
  • 12.8.2. As áreas de circulação e armazenamento de materiais e os espaços em torno de maquinas devem ser projetados, dimensionados e mantidos de forma que os trabalhadores e os transportadores de materiais, mecanizados e manuais, movimentem-se com segurança. 12.9. Os pisos dos locais de trabalho onde se instalam maquinas e equipamentos e das áreas de circulação devem: a) ser mantidos limpos e livres de objetos, ferramentas e quaisquer materiais que ofereçam riscos de acidentes; b) ter características de modo a prevenir riscos provenientes de graxas, óleos e outras substancias e materiais que os tornem escorregadios; e c) ser nivelados e resistentes as cargas a que estão sujeitos.
  • 12.10. As ferramentas utilizadas no processo produtivo devem ser organizadas e armazenadas ou dispostas em locais específicos para essa finalidade. 12.11. As maquinas estacionarias devem possuir medidas preventivas quanto a sua estabilidade, de modo que não basculem e não se desloquem intempestivamente por vibrações, choques, forcas externas previsíveis, forcas dinâmicas internas ou qualquer outro motivo acidental.
  • 12.11.1. A instalação das maquinas estacionarias deve respeitar os requisitos necessários fornecidos pelos fabricantes ou, na falta desses, o projeto elaborado por profissional legalmente habilitado, em especial quanto a fundação, fixação, amortecimento, nivelamento, ventilação, alimentação elétrica, pneumática e hidráulica, aterramento e sistemas de refrigeração. 12.12. Nas maquinas moveis que possuem rodízios, pelo menos dois deles devem possuir travas.
  • 12.13. As maquinas As áreas de circulação, os postos de trabalho e quaisquer outros locais em que possa haver trabalhadores devem ficar posicionados de modo que não ocorra transporte e movimentação aérea de materiais sobre os trabalhadores
  • Instalações e dispositivos elétricos. 12.14. As instalações elétricas das maquinas e equipamentos devem ser projetadas e mantidas de modo a prevenir, por meios seguros, os perigos de choque elétrico, incêndio, explosão e outros tipos de acidentes, conforme previsto na NR 10.
  • 12.15. Devem ser aterrados, conforme as normas tecnicas oficiais vigentes, as instalações, carcaças, invólucros, blindagens ou partes condutoras das maquinas e equipamentos que não façam parte dos circuitos elétricos, mas que possam ficar sob tensão. 12.16. As instalações elétricas das maquinas e equipamentos que estejam ou possam estar em contato direto ou indireto com agua ou agentes corrosivos devem ser projetadas com meios e dispositivos que garantam sua blindagem, estanque idade, isolamento e aterramento, de modo a prevenir a ocorrência de acidentes.
  • 12.17. Os condutores de alimentação elétrica das maquinas e equipamentos devem atender aos seguintes requisitos mínimos de segurança: a) oferecer resistência mecânica compatível com a sua utilização; b) possuir proteção contra a possibilidade de rompimento mecânico, de contatos abrasivos e de contato com lubrificantes, combustíveis e calor; c) localização de forma que nenhum segmento fique em contato com as partes moveis ou cantos vivos; d) facilitar e não impedir o transito de pessoas e materiais ou a operação das maquinas; e) não oferecer quaisquer outros tipos de riscos na sua localização; e f) ser constituídos de materiais que não propaguem o fogo, ou seja, autoextinguiveis, e não emitirem substancias toxicas em caso de aquecimento.
  • 12.18. Os quadros de energia das maquinas e equipamentos devem atender aos seguintes requisitos mínimos desegurança: a) possuir porta de acesso, mantida permanentemente fechada; b) possuir sinalização quanto ao perigo de choque elétrico e restrição de acesso por pessoas não autorizadas; c) ser mantidos em bom estado de conservação, limpos e livres de objetos e ferramentas; d) possuir proteção e identificação dos circuitos. e e) atender ao grau de proteção adequado em função do ambiente de uso.
  • 12.19. As ligações e derivações dos condutores elétricos das maquinas e equipamentos devem ser feitas mediante dispositivos apropriados e conforme as normas tecnicas oficiais vigentes, de modo a assegurar resistência mecânica e contato elétrico adequado, com características equivalentes aos condutores elétricos utilizados e proteção contra riscos.
  • 12.20. As instalações elétricas das maquinas e equipamentos que utilizem energia elétrica fornecida por fonte externa devem possuir dispositivo protetor contra sobrecorrente, dimensionado conforme a demanda de consumo do circuito. 12.20.1. As maquinas e equipamentos devem possuir dispositivo protetor contra sobre tensão quando a elevação da tensão puder ocasionar risco de acidentes. 12.20.2. Quando a alimentação elétrica possibilitar a inversão de fases de maquina que possa provocar acidentes de trabalho, deve haver dispositivo monitorado de detecção de sequencia de fases ou outra medida de proteção de mesma eficácia.
  • 12.21. São proibidas nas maquinas e equipamentos: a) a utilização de chave geral como dispositivo de partida e parada; b) a utilização de chaves tipo faca nos circuitos elétricos; e c) a existência de partes energizadas expostas de circuitos que utilizam energia elétrica. 12.22. As baterias devem atender aos seguintes requisitos mínimos de segurança: a) localização de modo que sua manutenção e troca possam ser realizadas facilmente a partir do solo ou de uma plataforma de apoio; b) constituição e fixação de forma a não haver deslocamento acidental; e c) proteção do terminal positivo, a fim de prevenir contato acidental e curto-circuito.
  • 12.23. Os serviços e substituições de baterias devem ser realizados conforme indicação constante do manual de operação. Dispositivos de partida, acionamento e parada 12.24. Os dispositivos de partida, acionamento e parada das maquinas devem ser projetados, selecionados e instalados de modo que: a) não se localizem em suas zonas perigosas; b) possam ser acionados ou desligados em caso de emergência por outra pessoa que não seja o operador; c) impeçam acionamento ou desligamento involuntário pelo operador ou por qualquer outra forma acidental; d) não acarretem riscos adicionais; e e) não possam ser burlados.
  • 12.25. Os comandos de partida ou acionamento das maquinas devem possuir dispositivos que impeçam seu funcionamento automático ao serem energizadas. 12.26. Quando forem utilizados dispositivos de acionamento do tipo comando bimanual, visando a manter as mãos do operador fora da zona de perigo, esses devem atender aos seguintes requisitos mínimos do comando: a) possuir atuação síncrona, ou seja, um sinal de saída deve ser gerado somente quando os dois dispositivos de atuação do comando -botões- forem atuados com um retardo de tempo menor ou igual a 0,5 s (cinco segundos); b) estar sob monitoramento automático por interface de segurança; c) ter relação entre os sinais de entrada e saída, de modo que os sinais de entrada aplicados a cada um dos dois dispositivos de atuação do comando devem juntos se iniciar e manter o sinal de saída do dispositivo de comando bimanual somente durante a aplicação dos dois sinais; d) o sinal de saída deve terminar quando houver desacionamento de qualquer dos dispositivos de atuação de comando; e) possuir dispositivos de comando que exijam uma atuação intencional a fim de minimizar a probabilidade de comando acidental; f) possuir distanciamento e barreiras entre os dispositivos de atuação de comando para dificultar a burla do efeito de proteção do dispositivo de comando bimanual; e g) tornar possível o reinicio do sinal de saída somente após a desativação dos dois dispositivos de atuação do comando.
  • 12.27. Nas maquinas operadas por dois ou mais dispositivos de comando bimanuais, a atuação síncrona e requerida somente para cada um dos dispositivos de comando bimanuais e nao entre dispositivos diferentes que devem manter simultaneidade entre si. 12.28. Os dispositivos de comando bimanual devem ser posicionados a uma distancia segura da zona de perigo, levando em consideração: a) a forma, a disposição e o tempo de resposta do dispositivo de comando bimanual; b) o tempo máximo necessário para a paralisação da maquina ou para a remoção do perigo, após o termino do sinal de saída do dispositivo de comando bimanual; e c) a utilização projetada para a maquina.
  • 12.29. Os comandos bimanuais moveis instalados em pedestais devem: a) manter-se estáveis em sua posição de trabalho; e b) possuir altura compatível com o posto de trabalho para ficar ao alcance do operador em sua posição de trabalho. 12.30. Nas maquinas e equipamentos cuja operação requeira a participação de mais de uma pessoa, o numero de dispositivos de acionamento simultâneos deve corresponder ao numero de operadores expostos aos perigos decorrentes de seu acionamento, de modo que o nível de proteção seja o mesmo para cada trabalhador.
  • 12.30.1. Deve haver seletor do numero de dispositivos de acionamento em utilização, com bloqueio que impeça a sua seleção por pessoas não autorizadas. 12.30.2. O circuito de acionamento deve ser projetado de modo a impedir o funcionamento dos comandos habilitados pelo seletor enquanto os demais comandos não habilitados não forem desconectados. 12.30.3. Os dispositivos de acionamento simultâneos, quando utilizados dois ou mais, devem possuir sinal luminoso quen indique seu funcionamento.
  • 12.31. As maquinas ou equipamentos concebidos e fabricados para permitir a utilização de vários modos de comando ou de funcionamento que apresentem níveis de segurança diferentes, devem possuir um seletor que atenda aos seguintes requisitos: a) bloqueio em cada posição, impedindo a sua mudança por pessoas não autorizadas; b) correspondência de cada posição a um único modo de comando ou de funcionamento; c) modo de comando selecionado com prioridade sobre todos os outros sistemas de comando, com exceção da parada de emergência; e d) a seleção deve ser visível, clara e facilmente identificável. 12.32. As maquinas e equipamentos, cujo acionamento por pessoas não autorizadas possam oferecer risco a saúde ou integridade física de qualquer pessoa, devem possuir sistema que possibilite o bloqueio de seus dispositivos de acionamento.
  • 12.33. O acionamento e o desligamento simultâneo por um único comando de um conjunto de maquinas e equipamentos ou de maquinas e equipamentos de grande dimensão devem ser precedidos de sinal sonoro de alarme. 12.34. Devem ser adotadas, quando necessárias, medidas adicionais de alerta, como sinal visual e dispositivos de telecomunicação, considerando as características do processo produtivo e dos trabalhadores. 12.35. As maquinas e equipamentos comandados por radiofrequência devem possuir proteção contra interferências eletromagnéticas acidentais. 12.36. Os componentes de partida, parada, acionamento e outros controles que compõem a interface de operação das maquinas devem: a) operar em extrabaixa tensão de ate 25V (vinte e cinco volts) em corrente alternada ou de ate 60V (sessenta volts) em corrente continua; e b) possibilitar a instalação e funcionamento do sistema de parada de emergência, conforme itens 12.56 a 12.63 e seus subitens.
  • 12.37. O circuito elétrico do comando da partida e parada do motor elétrico de maquinas deve possuir, no mínimo, dois contratores com contatos positivamente guiados, ligados em serie, monitorados por interface de segurança ou de acordo com os padrões estabelecidos pelas normas tecnicas nacionais vigentes e, na falta destas, pelas normas tecnicas internacionais, se assim for indicado pela analise de risco, em função da severidade de danos e frequência ou tempo de exposição ao risco. Sistemas de segurança. 12.38. As zonas de perigo das maquinas e equipamentos devem possuir sistemas de segurança, caracterizados por proteções fixas, proteções moveis e dispositivos de segurança interligados, que garantam proteção a saúde e a integridade física dos trabalhadores.
  • 12.38.1. A adoção de sistemas de segurança, em especial nas zonas de operação que apresentem perigo, deve considerar as características tecnicas da maquina e do processo de trabalho e as medidas e alternativas tecnicas existentes, de modo a atingir o nível necessário de segurança previsto nesta Norma. 12.39. Os sistemas de segurança devem ser selecionados e instalados de modo a atender aos seguintes requisitos: a) ter categoria de segurança conforme previa analise de riscos prevista nas normas tecnicas oficiais vigentes; b) estar sob a responsabilidade técnica de profissional legalmente habilitado; c) possuir conformidade técnica com o sistema de comando a que são integrados; d) instalação de modo que não possam ser neutralizados ou burlados; e) manterem-se sob vigilância automática, ou seja, monitoramento, de acordo com a categoria de segurança requerida, exceto para dispositivos de segurança exclusivamente mecânicos; e f) paralisação dos movimentos perigosos e demais riscos quando ocorrerem f