Curso Online de Primeiros socorros e espaço confinado NR 33

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Aprenda tudo sobre primeiros socorros em espaço confinado nesse curso completo de NR 33

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  • PRIMEIROS SOCORROS
    E RESGATE

    ESPAÇO CONFINADO NR - 33

  • Segurança do local tem que ser observado , para garantir sua segurança e de sua equipe e demais presentes, de nenhuma forma qualquer membro da equipe tem que ser expor a um risco com chance de transformar em vitima.

    CONTROLE DA CENA

  • A NECESSIDADE DO TREINAMENTO EM PRIMEIROS SOCORROS E RCP:
     
    A expressão “Primeiros Socorros” significa o atendimento imediato prestado a uma pessoa vítima de um acidente ou de um mal súbito.
    Quando aplicados com eficiência, os primeiros socorros significam a diferença entre “vida e morte”, “recuperação rápida e hospitalização longa” ou, “ invalidez temporária e invalidez permanente”.
     
    Abaixo fornecemos noções básicas, simples e importantes para o atendimento de primeiros socorros.
    É bom lembrar que a vida do acidentado depende do modo e da rapidez com que tais atendimentos são dados.
     
     

    SUPORTE BÁSICO DE VIDA

  • O local da ocorrência ?

    A vítima - Está consciente?

    As testemunhas. Elas estão tentando dar alguma informação?

    AVALIAÇÃO INICIAL

  • Mecanismos da lesão. Há algum objeto caído próximo da vítima, como escada, andaime, bicicleta, etc.?

    Deformidades e lesões. A vítima está caída em posição estranha? Ela está queimada? Há sinais de esmagamento de algum membro?

    Sinais. Há sangue nas vestes ou ao redor da vítima? Ela vomitou? Ela está tendo convulsões?
    .

    AVALIAÇÃO INICIAL

  •  
    É a avaliação sucinta da respiração, circulação e nível de consciência.

    Deve ser completada em no máximo 30 segundos. Tem por finalidade a rápida identificação de condições de risco de morte, o início precoce do suporte básico de vida (SBV).

    ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA

  •  


     A avaliação primária deve ser cuidadosa e respeitar uma rotina, como podemos ver abaixo:
     1.        A Vias Aéreas e manutenção da coluna cervical
    2.        B Ventilação
    3.        C Circulação /Hemorragias
    4.        D Avaliação neurológica
    5.        E Hipotermia
    F Transporte 
     
      
     
     
    Observe que nos elos da correntre, segue uma seqüência lógica de atendimento padrão e que não se deve quebrar de
    maneira nehuma esta seqüência .

    AVALIAÇÃO PRIMÁRIA

  • Checar se a respiração está presente e efetiva (ver, ouvir e sentir). Se a respiração estiver ausente, iniciar respiração artificial (passo "B" resolvido temporariamente). Estando presente a respiração, analisar sua qualidade: lenta ou rápida, superficial ou profunda, de ritmo regular ou irregular, silenciosa ou ruidosa.

    Após o controle cervical e a identificação, pergunte à vítima o que aconteceu. Uma pessoa só consegue falar se tiver ar nos pulmões e se ele passar pelas cordas vocais.

    Passo “A” – Vias Aéreas com C. Cervical

    Passo “B” – Respiração

  • O objetivo principal do passo "C" é estimar as condições do sistema circulatório e controlar grandes hemorragias. Para tanto devem ser avaliados: pulso; perfusão periférica; coloração, temperatura e umidade da pele. Neste passo também devem ser controladas as hemorragias que levem a risco de vida eminente.

    Passo “C” – Circulação com C. de Hemorragias

  • Tomadas as medidas possíveis para garantir o “ABC”, importa conhecer o estado neurológico da vítima (passo "D"), para melhor avaliar a gravidade e a estabilidade do quadro.

    Tomadas as medidas possíveis para garantir o “ABC”, importa conhecer o estado neurológico da vítima (passo "D"), para melhor avaliar a gravidade e a estabilidade do quadro.

    A – Vítima acordada com resposta adequada ao ambiente.
    V – Vítima adormecida. Os olhos se abrem mediante estímulo verbal.
    D – Vítima com os olhos fechados que só se abrem mediante estímulo doloroso. O estímulo doloroso deve ser aplicado sob a forma de compressão intensa na borda do músculo trapézio, na região póstero-lateral do pescoço.
    I – Vítima não reage a qualquer estímulo. A alteração do nível de consciência pode ocorrer pelos seguintes motivos:

    Passo “D” – Estado Neurológico

  • Para além da nomenclatura A-V-D-I, deve avaliar a resposta pupilar à luz, pois é um bom indicador da existência ou não de sofrimento cerebral. Para isso, deve incidir uma luz diretamente sobre cada uma das pupilas.

    ESTADO NEUROLÓGICO


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  • Tomadas as medidas possíveis para garantir o “ABC”, importa conhecer o estado neurológico da vítima (passo "D"), para melhor avaliar a gravidade e a estabilidade do quadro.
  • É a perda súbita da consciência, acompanhada de contrações musculares bruscas e involuntárias. Como causas de convulsões, podemos citar a febre muito alta, traumatismo na cabeça, intoxicações, epilepsia e outras doenças.
  • Alguns animais, quando picam, inoculam a sua peçonha, produzindo sintomas que variam com a espécie, quantidade de veneno injetado, condições de nutrição, idade, peso e altura da vítima. São eles:
  • Amarrar, fazer torniquetes ou garrotes. Além de agravar o acidente, pode descaracterizá-lo dificultando o diagnóstico médico Não colocar no local da picada infusões, cataplasmas, café, fumo, folhas, esterco, urina, cachaça ou querosene, que podem infeccionar ou danificar ainda mais os tecidos afetados Não perfurar, cortar ou queimar o local da picada. Além de não retirar o veneno, prejudica a circulação local e favorece infecções. Não dar bebidas alcoólicas, querosene, gasolina, urina, remédios ou qualquer outra bebida ao acidentado. Além de não ter atividade contra o veneno, podem intoxicar ainda mais o acidentado A demora de tratamento adequado pode significar a diferença entre a vida e a morte. Portanto, não perca tempo com tratamentos caseiros. Eles geralmente atrapalham e agravam o quadro clínico do acidentado com serpentes.
  • Sintomas: dores fortes, baixa rápida da temperatura do corpo, suor intenso, aumento da pressão, enjôo e vômitos. Como agir, no caso de picadas: 1 - manter a vítima em repouso e calma; 2 - lavar o local da picada com água e sabão; 3 - não fazer torniquete no membro acidentado; 4 - aplicar compressas frias nas primeiras horas; 5 - aplicar respiração artificial, se a vítima não estiver respirando bem; e 6 - encaminhar a vítima ao Posto Médico ou Hospital.  
  • ·    Toda vez que os ossos de uma articulação ou junta sairem de seu lugar proceda como no caso de fraturas fechadas. ·    Colocar o braço em uma tipóia quando houver luxação do ombro, cotovelo ou punho; ·    encaminhar para atendimento médico. Entorses:   ·   Tratar como se houvesse fratura fechada; ·   aplicar gelo e compressas frias; ·   encaminhar para atendimento médico.