Curso Online de NR-20 Curso básico, Conteúdo programático conforme anexo 01.

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NR-20, curso básico, conteúdo programático, conforme anexos 01/02. Para alunos de engenharia e interessados em aplicação em empresas.

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NR-20, curso básico, conteúdo programático, conforme anexos 01/02.
Para alunos de engenharia e interessados em aplicação em empresas.

Engenheiro mecânico, Civil e de Segurança do trabalho, Professor de engenharia, pós graduações em Docência do ensino superior e Física.



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  • NR-20
    Curso Básico,
    Conforme anexos 01/02.

    CURSO

  • NR-20

    CURSO BÁSICO/MODULO 01.
    Contato Eng. Carlos, e-mail, carlosbalilla10@hotmail.com

  • Inflamáveis: características, propriedades, perigos e riscos.

    CURSO NR-20/BÁSICO/CARACTERÍSTICASDOS COMBUSTÍVEIS.

  • Combustíveis para utilização em energia e aquecimento industrial apresentam características importantes tais como baixo custo por conteúdo energético, disponibilidade, facilidade de transporte e armazenamento, possibilidade de utilização dentro de tecnologias disponíveis, baixo custo operacional e de investimento, etc. Durante muitos anos, os derivados de petróleo preencheram a maioria destas características e se tornaram o tipo mais utilizado de combustível industrial. Nas décadas recentes, outros tipos de combustíveis tem sido utilizados e pesquisados, principalmente aqueles que produzem menor impacto ambiental que os combustíveis fósseis.

    CURSO NR-20/BÁSICO/CARACTERÍSTICASDOS COMBUSTÍVEIS.

  • Combustíveis são substâncias químicas reagentes na presença de oxigênio. Trata-se de um fenômeno químico que gera energia a qual chamamos de queima de combustível ou combustão. Esta é uma reação exotérmica, ou seja, que libera calor. Conforme o combustível utilizado, os produtos resultantes da queima podem variar, como óxido de ferro, monóxido de carbono, dióxido de enxofre e gás carbônico.

    CURSO NR-20/BÁSICO/CARACTERÍSTICASDOS COMBUSTÍVEIS.

  • Dentre os sólidos usados como combustível, destacamos o carvão e a madeira. Dentre os líquidos, podemos citar os de origem vegetal ou animal, como o álcool e os óleos vegetais, além dos combustíveis minerais (animais e vegetais fossilizados), conhecidos como combustíveis fósseis (óleo diesel e gasolina). Dentre os gasosos, temos o gás natural ou GLP (Gases Liquefeitos de Petróleo), como o propano e o butano. Os combustíveis também podem se originar da eletrólise da água e da decomposição do lixo.

    CURSO NR-20/BÁSICO/CARACTERÍSTICASDOS COMBUSTÍVEIS.

  • Os combustíveis classificados como renováveis e não fósseis são aqueles originados de recursos naturais, que se renovam. São eles: biodiesel, etanol, metanol, madeira e água. Já os combustíveis não renováveis e fósseis são aqueles vindos de animais e vegetais fossilizados. Estas fontes facilmente se esgotam e levam milhares e milhares de anos para se formarem. São eles: carvão, gás natural, gás liquefeito propano (GLP), óleo diesel, gasolina, querosene e xisto betuminoso.

    CURSO NR-20/BÁSICO/CARACTERÍSTICASDOS COMBUSTÍVEIS.

  • Propriedades dos combustíveis líquidos.

    CURSO NR-20/BÁSICO/CARACTERÍSTICASDOS COMBUSTÍVEIS.

  • Ponto de fulgor: é a temperatura do combustível na qual, sob a ação de uma chama escorvadora sobre a superfície líquida do mesmo, provoca uma ignição e combustão transitória. Importante propriedade para a segurança de armazenamento.

    CURSO NR-20/BÁSICO/CARACTERÍSTICASDOS COMBUSTÍVEIS.

  • Ponto de ignição: temperatura do combustível na qual a chama escorvadora provoca uma combustão continuada sobre a superfície do mesmo.

    CURSO NR-20/BÁSICO/CARACTERÍSTICASDOS COMBUSTÍVEIS

  • Temperatura de auto-ignição: temperatura mínima de uma mistura ar/combustível na qual a combustão é iniciada e se mantém, sem a presença de uma chama escorvadora.

    CURSO NR-20/BÁSICO/CARACTERÍSTICASDOS COMBUSTÍVEIS


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  • NR-20
  • Inflamáveis: características, propriedades, perigos e riscos.
  • Combustíveis para utilização em energia e aquecimento industrial apresentam características importantes tais como baixo custo por conteúdo energético, disponibilidade, facilidade de transporte e armazenamento, possibilidade de utilização dentro de tecnologias disponíveis, baixo custo operacional e de investimento, etc. Durante muitos anos, os derivados de petróleo preencheram a maioria destas características e se tornaram o tipo mais utilizado de combustível industrial. Nas décadas recentes, outros tipos de combustíveis tem sido utilizados e pesquisados, principalmente aqueles que produzem menor impacto ambiental que os combustíveis fósseis.
  • Combustíveis são substâncias químicas reagentes na presença de oxigênio. Trata-se de um fenômeno químico que gera energia a qual chamamos de queima de combustível ou combustão. Esta é uma reação exotérmica, ou seja, que libera calor. Conforme o combustível utilizado, os produtos resultantes da queima podem variar, como óxido de ferro, monóxido de carbono, dióxido de enxofre e gás carbônico.
  • Dentre os sólidos usados como combustível, destacamos o carvão e a madeira. Dentre os líquidos, podemos citar os de origem vegetal ou animal, como o álcool e os óleos vegetais, além dos combustíveis minerais (animais e vegetais fossilizados), conhecidos como combustíveis fósseis (óleo diesel e gasolina). Dentre os gasosos, temos o gás natural ou GLP (Gases Liquefeitos de Petróleo), como o propano e o butano. Os combustíveis também podem se originar da eletrólise da água e da decomposição do lixo.
  • Os combustíveis classificados como renováveis e não fósseis são aqueles originados de recursos naturais, que se renovam. São eles: biodiesel, etanol, metanol, madeira e água. Já os combustíveis não renováveis e fósseis são aqueles vindos de animais e vegetais fossilizados. Estas fontes facilmente se esgotam e levam milhares e milhares de anos para se formarem. São eles: carvão, gás natural, gás liquefeito propano (GLP), óleo diesel, gasolina, querosene e xisto betuminoso.
  • Propriedades dos combustíveis líquidos.
  • Ponto de fulgor: é a temperatura do combustível na qual, sob a ação de uma chama escorvadora sobre a superfície líquida do mesmo, provoca uma ignição e combustão transitória. Importante propriedade para a segurança de armazenamento.
  • Ponto de ignição: temperatura do combustível na qual a chama escorvadora provoca uma combustão continuada sobre a superfície do mesmo.
  • Temperatura de auto-ignição: temperatura mínima de uma mistura ar/combustível na qual a combustão é iniciada e se mantém, sem a presença de uma chama escorvadora.
  • Ponto de fluidez: temperatura mínima necessária para que o combustível se torne um fluido.
  • Viscosidade: importante propriedade que vai determinar as temperaturas de armazenamento, bombeamento ecônomico e pulverização (atomização) para combustão.
  • Outras propriedades de combustíveis líquidos são aplicáveis apenas a combustíveis automotivos (gasolina, óleo diesel), tais como a octanagem, o período de indução e a octanagem, não serão tratadas neste texto. Todas as propriedades tem normas e métodos de medição e algumas podem variar em resultado conforme o método utilizado.
  • Perigos dos combustíveis líquidos.
  • Quais são os riscos da exposição à combustíveis? Podemos dizer que há dois tipos diferentes de risco: físicos e químicos. Os físicos se relacionam com as explosões, pois a gasolina, o diesel e o etanol são substâncias altamente inflamáveis, gerando um grande perigo de acidente, O diesel e o etanol são substâncias altamente inflamáveis, gerando um grande perigo de acidente.
  • Já os riscos químicos estão ligados às substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo do trabalhador, ocasionando problemas de saúde. Assim, podemos afirmar que a exposição à combustíveis pode ocasionar desde problemas simples, como dores de cabeça e náuseas, até problemas mais graves, como o câncer.
  • Perigos dos combustíveis líquidos.
  • O Diesel não possui limites de tolerância estabelecidos pela NR15. Este agente possui um limite de tolerância como ?Diesel combustível? estabelecido pela ACGIH, é um limite do tipo média ponderada no tempo que deve ser considerado para as frações inaláveis e vapor. Além disso o Diesel pode ser absorvido pela pele e possui notação A3, ou seja, é classificado como ?carcinogênico para animais em condições especiais? pela IARC. 
  • A ACGIH é a conferência americana governamental de higienistas industriais que realiza diversos estudos, sendo referência internacional na área. O grupo publica anualmente um livreto com os limites de tolerância atualizados para os agentes químicos, físicos e biológicos. Tais limites de tolerância podem ser do tipo TWA, STEL, TETO ..
  • O óleo diesel não é um óleo mineral ou óleo lubrificante. O diesel é um óleo combustível. Durante o refino do petróleo bruto ocorre a separação entre as fases leves, médias e pesadas da mistura. O diesel está na fração média do destilado de petróleo. Já os óleos minerais e óleos lubrificantes estão na fração mais pesada do destilado. Embora seja uma mistura de hidrocarbonetos de peso médio derivada do petróleo e que sua composição possa variar levemente, o Diesel é uma nafta bem definida e possui número CAS* próprio. 
  • O número CAS ou registro CAS (CAS number ou CAS registry number, em inglês) de um composto químico, polímero, sequência biológica e liga é um número com um registro único no banco de dados do Chemical Abstracts Service, uma divisão da Chemical American Society. O Chemical Abstracts Service atribui esses números a cada produto químico que é descrito na literatura. Além disso, CAS mantém e comercializa um banco de dados destas substâncias: o CAS Registry.[1]
  • O óleo diesel marítimo se caracteriza pelo fato de possuir a propriedade denominada ponto de fulgor com o valor mínimo de 60ºC, enquanto o óleo diesel automotivo tem o valor mínimo de 38ºC para esta mesma propriedade. O óleo diesel marítimo possui teor de enxofre máximo de 0,5%.
  • Algumas operações podem ocasionar a geração (bombeio, filtração, etc.) e o acúmulo de cargas elétricas (óleo diesel com baixa condutividade elétrica), que podem ser repentinamente liberadas. Tais descargas eletrostáticas podem ter energia suficiente para incendiar uma mistura inflamável de vapores de hidrocarbonetos com o ar.
  • Entretanto, mesmo com a existência de mistura inflamável, para que o acidente eletrostático ocorra, é necessária a ocorrência de três estágios preliminares: geração de cargas, acúmulo de cargas e descarga eletrostática suficientemente alta.
  • Para evitar a geração / acúmulo de cargas estáticas, deve ser dada atenção às práticas de manuseio e estocagem dos produtos. Além do estabelecimento de um patamar mínimo para a condutividade do óleo diesel, deve-se atentar para o aterramento de tanques e caminhões-tanque, bem como para a minimização de atmosfera inflamável decorrente, por exemplo, da permuta entre,
  • carregamentos que envolvem produtos inflamáveis (switch loading) e do tipo de fluxo de descarga do produto. O fluxo vertical pode ocasionar a projeção do produto contra o fundo dos tanques, facilitando a geração de carga e / ou a formação de atmosfera inflamável (splash loading).
  • NR-20
  • Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis.
  • Muitos problemas ambientais, que acarretam em poluição e/ou contaminação de recursos hídricos, envolvem o derramamento de derivados de petróleo, principalmente, os causados por vazamentos em sistemas de armazenamento subterrâneo de combustíveis que correspondem aos tanques subterrâneos e suas tubulações.
  • No caso de vazamentos e derramamentos de produtos químicos, providências imediatas devem ser tomadas para a identificação do produto, como a contenção do derramamento, sua neutralização por meio de absorventes específicos e a posterior limpeza da área afetada. Nunca se deve tentar neutralizar um vazamento ácido com uma base ou vice versa, pois a reação pode ser violenta, agravando a situação.
  • As estratégias a serem tomadas em uma emergência irão depender da situação e do tempo que já passou. Uma intervenção segura dependerá da capacidade da coordenação de emergência em realizar um diagnóstico adequado do cenário do acidente. A estratégia envolve um plano para gerenciamento dos recursos preventivos, sendo uma das responsabilidades principais do coordenador de emergência.
  • Intervir em uma emergência química, sem avaliar previamente o comportamento do produto inflamável e combustível pode resultar em lesões ou morte de membros da equipe de emergência. Além das estratégias, temos os objetivos táticos, são objetivos específicos definidos pela coordenação de emergência para alcançar as metas estratégicas, por exemplo, podem ser estabelecidos objetivos estratégicos de controle de vazamentos, que podem incluir absorção, construção de barreiras ou colocação de tambores.
  • Outra opção, é utilizar estratégias para controle de vazamentos e técnicas de confinamento, que são ações tomadas para manter uma área limitada ao produto vazado, sendo mais aplicada aos vazamentos de produtos líquidos ou sólidos, embora existam casos de aplicação para gases. As operações de confinamento apresentam as seguintes vantagens: a)   Evitam a exposição direta das pessoas; b)   Não precisam de equipamentos especiais e caros; c)  Podem ser realizadas pelos primeiros membros da equipe de emergência que chegam ao local. 
  • Controle coletivo e individual contra incêndios.
  • Fogo e combustão são definidos como uma reação de combustão, envolvendo a oxidação de um produto inflamável ou combustível gerando grande quantidade de calor (reação exotérmica). Esta reação acontece quando uma substância inflamável ou combustível é combinada com o ar, oxigênio ou outro comburente em determinadas concentrações na presença de uma fonte de energia.
  • Combustível: é o elemento que serve para propagar o fogo, pode ser sólido, líquido ou gasoso. Comburente: é todo agente químico que conserva a combustão. Os comburentes mais conhecidos são: o oxigênio e sob determinadas condições, o Cloro. Fonte de Ignição: Trata-se do provocador da reação entre combustível e comburente. Reação em cadeia: A reação em cadeia torna a queima autossustentável. O calor irradiado das chamas atinge o combustível e este é decomposto em partículas menores, que se combinam com o oxigênio e queimam, irradiando outra vez calor para o combustível, formando um ciclo constante.
  • O ponto de fulgor é a temperatura mínima na qual os elementos combustíveis começam a desprender vapores, que podem se incendiar em contato com uma fonte externa de calor. Nesse tipo de reação, a combustão se interrompe quando se afasta a fonte externa do calor.  O ponto de combustão é a temperatura mínima na qual os gases desprendidos dos elementos combustíveis entram em combustão ao tomarem contato com uma fonte externa de calor e, que continuam a queimar mesmo se retirada a fonte de ignição.  O ponto de ignição é a temperatura mínima na qual os gases desprendidos dos elementos combustíveis entram em combustão apenas pelo contato com o oxigênio do ar, independente de qualquer fonte de calor.
  • Conforme o tipo de edificação ou ocupação (destilaria ou refinaria, parques de tanques ou tanques isolados, plataforma de carregamento, armazéns de produtos acondicionados, etc.) são previstos os correspondentes meios de combate a incêndio (extintores manuais, extintores sobre carretas, instalações fixas, semifixas, automáticas ou sob comando, hidrantes, etc.). Para cada um destes meios de combate a incêndio são feitas várias exigências.
  • Situações que atinjam grandes proporções devem ser administradas e resolvidas pela Brigada de incêndio e pelo Corpo de Bombeiros, pois exigem a aplicação de técnicas especiais sendo necessário inclusive, um plano de abandono de área.
  • Controle coletivo e individual em emissões fugitivas.
  • Emissões fugitivas  Liberações de gás ou vapor inflamável que ocorrem de maneira contínua ou intermitente durante as operações normais dos equipamentos. Incluem liberações em selos ou gaxetas de bombas, engaxetamento de válvulas, vedações de flanges, selos de compressores, drenos de processos.
  • Os Compostos Orgânicos Voláteis (COVs) são líquidos e gases, alguns incolores e inodoros, que possuem alta pressão de vapor sob condições normais, a tal ponto de vaporizar significativamente na temperatura ambiente e entrar na atmosfera, portanto são fluidos muito voláteis. Compostos orgânicos voláteis, representados pela sigla COVs, são todos os compostos que possuem Carbono na composição. Em outras palavras, qualquer composto orgânico que se evapora no ar é, por definição, um COV. Os COVs que preocupam são os agentes de poluição que incluem hidrocarbonetos, aldeídos e álcoois.
  • Alguns exemplos de substâncias que contêm COVs na composição: Combustíveis à base de petróleo: gasolina, diesel, gás natural veicular, GLP-gás liquefeito de petróleo, e outros; Destilados do petróleo; Aditivos de pintura; Pesticidas e herbicidas; Vernizes; Solventes de tintas; Álcoois; Cetonas; Revestimentos como carpetes e papéis de parede; Produtos industriais e de limpeza seca; Propulsores de latas de aerossol.
  • Nas refinarias e petroquímicas, os poluentes nocivos a serem monitorados e controlados são, principalmente, CO, SOx, NOx, MP (Materiais Particulados) e os gases que provocam o efeito estufa são CO2, N2O, CH4. Estas emissões são parte do processo industrial e devem estar sujeitas a controles específicos. Sempre que o produto processado ou armazenado contenha um teor de qualquer desses poluentes maior ou igual a 5% em peso, por tempo acima de 300h, em um ano, a instalação é caracterizada para ser de ?emissão fugitiva? e deve ter um programa de monitoramento particular.
  • Isto envolve um programa de inspeção periódica, monitorando e medindo a emissão em cada fonte potencial de vazamento, ou seja, o conjunto de equipamentos e acessórios de tubulação, que compõem as unidades industriais, as estações de carregamento e bases terrestres de distribuição de derivados e até mesmo os postos de venda de combustíveis nas cidades e rodovias.
  • NR-20
  • Fontes de ignição e seu controle.
  • Nas situações emergenciais estão presentes, na maioria das vezes, diversos tipos de fontes que podem ocasionar a ignição de substâncias inflamáveis. Entre elas merecem destaque: chamas vivas, superfícies quentes, automóveis, cigarros, faíscas por atrito e eletricidade estática.
  • FONTES DE IGNIÇÃO Dispositivo gerador de alta temperatura NECESSÁRIA para INICIAR a combustão. É a fonte de faíscas ou de centelhas que devem ser RIGOROSAMENTE controladas durante as operações e atividades de manutenção nos tanques, a fim de evitar incêndios e explosões .
  • Como se prevenir: O profissional que lida com áreas classificadas deve sempre procurar a eliminação ou a redução do risco a níveis aceitáveis, o que pode ser feito da seguinte maneira: Por meio de uma instalação adequada aos riscos, instalando equipamentos, (a prova de explosão) certificados. Lembrando que se devem tomar alguns cuidados aos adquirir equipamentos para essas áreas de riscos, pois eles mesmos podem ser uma fonte de ignição eletrônica. Por meio de um trabalho de prevenção, evitando a formação ou existência de atmosferas explosivas, modificando a concentração da substância explosiva ou do oxigênio; Por meio de um trabalho de proteção, limitando os efeitos da explosão a um nível aceitável.
  • Procedimentos básicos em situações de emergência com inflamáveis.
  • Basicamente podemos dividir a atuação em Emergências com Produtos Perigosos e Inflamáveis em alguns passos distintos: Antes que se possam iniciar operações efetivas de reação em um acidente com materiais perigosos e inflamáveis, deve-se obter a maior quantidade de informações possíveis a respeito da identidade do produto como também do acidente.
  • As ocorrências envolvendo produtos perigosos, em especial abordando os inflamáveis, são cercadas de circunstâncias diversas que interferem diretamente no procedimento operacional e exigem procedimentos e ações emergenciais para a solução e restabelecimento da normalidade no cenário.
  • Basicamente podemos dividir a atuação em Emergências com Produtos Perigosos e Inflamáveis em alguns passos distintos: Identificação do produto e seus riscos; Proteção Pessoal; Isolamento da área; Salvamento de vítimas; Contenção e Controle do produto; Descontaminação;
  • Procedimentos básicos em situações de emergência com inflamáveis.
  • Basicamente podemos dividir a atuação em Emergências com Produtos Perigosos e Inflamáveis em alguns passos distintos: Antes que se possam iniciar operações efetivas de reação em um acidente com materiais perigosos e inflamáveis, deve-se obter a maior quantidade de informações possíveis a respeito da identidade do produto como também do acidente.
  • As ocorrências envolvendo produtos perigosos, em especial abordando os inflamáveis, são cercadas de circunstâncias diversas que interferem diretamente no procedimento operacional e exigem procedimentos e ações emergenciais para a solução e restabelecimento da normalidade no cenário.
  • Basicamente podemos dividir a atuação em Emergências com Produtos Perigosos e Inflamáveis em alguns passos distintos: Identificação do produto e seus riscos; Proteção Pessoal; Isolamento da área; Salvamento de vítimas; Contenção e Controle do produto; Descontaminação;
  • FIM.