Curso Online de INOVAÇÃO DE FACHADA - Quando a instituição celebra a iniciativa, mas pune quem a exerce: teoria, marco legal da inovação pública e doze exemplos explicados

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INOVAÇÃO DE FACHADA - Quando a instituição celebra a iniciativa, mas pune quem a exerce: teoria, marco legal da inovação pública e doze exemplos explicados

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  • INOVAÇÃO DE FACHADA

    Quando a instituição celebra a iniciativa, mas pune quem a exerce: teoria, marco legal da inovação pública e doze exemplos explicados
    Pesquisa organizacional, Constituição, Lei de Inovação, LINDB e Marco Legal das Startups · Outubro de 2026

  • Objetivos do curso

    Reconhecer a fachada
    Os sinais que separam o teatro da inovação real.

    Entender as causas
    Viés contra a criatividade, medo do controle, custos relacionais.

    Conhecer o marco legal
    Constituição, Lei de Inovação, LINDB, Nova Lei de Licitações, autoria.

    Construir inovação real
    Governança mínima, erro inteligente e responsabilidades de quem inova.
    *

  • Percurso do curso

    1. A fachada

    2. Por que se pune

    3. Marco legal

    4. Rituais

    5. Punições

    6. Consequências

    7. Inovação real

    Checklist

    Referências

    Encerramento
    *

  • O que é inovação de fachada

    MÓDULO 1

  • Uma definição de trabalho

    Inovação de fachada é o conjunto de práticas que celebram publicamente a inovação enquanto o cotidiano da instituição desestimula, sobrecarrega ou pune quem efetivamente tenta inovar.

    Celebração pública
    Prêmios, eventos, campanhas.

    Punição cotidiana
    Desconfiança, sobrecarga, sanção.

    Desconexão
    Um não alimenta o outro.
    *

  • O teatro da inovação

    Visível
    Gera fotos, notícias e relatórios.

    Episódico
    Acontece em datas, não no fluxo de trabalho.

    Sem porta de saída
    Não há caminho para a ideia virar prática.
    O teste do teatro: quantas ideias premiadas no último ano estão funcionando hoje?
    *

  • Sinais de fachada e sinais de inovação real

    Fachada
    Ideias premiadas e engavetadas
    Pilotos sem recurso nem horário
    Crédito para a direção
    Erro tratado como falta
    Inovação só em eventos

    Real
    Ideias com prazo de resposta
    Pilotos com tempo e apoio
    Autoria reconhecida
    Erro honesto como aprendizado
    Inovação no fluxo de trabalho
    *

  • O paradoxo: desejar e rejeitar

    1
    Declaração
    "Valorizamos ideias novas."

    2
    Incerteza
    A ideia nova não tem garantia de resultado.

    3
    Viés implícito
    Novo é associado a risco e erro.

    4
    Rejeição
    A ideia é recusada como "imprudente".
    A instituição pode ser sincera ao celebrar a inovação e, ainda assim, rejeitá-la na prática.
    *

  • Nem toda recusa é punição

    Segurança do paciente
    Mudanças assistenciais exigem validação e protocolo.

    Dados e ética
    LGPD e ética em pesquisa impõem limites reais.

    Ideia fraca
    Nem toda proposta é boa, e dizer não é legítimo.
    O problema não é o não. É o não sem motivo, sem prazo e com custo pessoal para quem propôs.
    *

  • Por que a instituição pune quem inova

    MÓDULO 2

  • Kanter: regras para sufocar a inovação

    Desconfiar
    Tratar com suspeita toda ideia que venha de baixo.

    Multiplicar aprovações
    Exigir que passe por vários níveis antes de agir.

    Criticar e não elogiar
    Criticar livremente e reter o reconhecimento.

    Problema é fracasso
    Tratar quem aponta problema como sinal de falha.
    *


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  • INOVAÇÃO DE FACHADA
  • Objetivos do curso
  • Percurso do curso
  • O que é inovação de fachada
  • Uma definição de trabalho
  • O teatro da inovação
  • Sinais de fachada e sinais de inovação real
  • O paradoxo: desejar e rejeitar
  • Nem toda recusa é punição
  • Por que a instituição pune quem inova
  • Kanter: regras para sufocar a inovação
  • Amabile: como matar a criatividade
  • O custo relacional de inovar
  • Segurança psicológica
  • O direito administrativo do medo
  • O marco jurídico da inovação
  • A Constituição manda inovar
  • Lei de Inovação: processo também é inovação
  • Contratar e testar soluções novas
  • LINDB: o direito ao erro honesto
  • O que é erro grosseiro
  • O que dizem STF e TCU
  • Quem inova tem autoria
  • O que o marco legal não autoriza
  • Exemplos: os rituais de fachada
  • Exemplo 1: o prêmio que vira cobrança
  • Exemplo 2: o banco de ideias sem fundo
  • Exemplo 3: o hackathon sem dia seguinte
  • Exemplo 4: o piloto sem recursos
  • Exemplo 5: a inovação que muda de autor
  • Exemplo 6: o pense fora da caixa sem norma
  • Exemplos: a punição de quem inova
  • Exemplo 7: o erro que vira processo
  • Exemplo 8: o inovador vira o difícil
  • Exemplo 9: a ideia entregue a outro
  • Exemplo 10: a melhoria que expõe o passado
  • Exemplo 11: a avaliação que não vê a inovação
  • Exemplo 12: punida e adotada
  • As consequências
  • O que a instituição aprende a não fazer
  • O que se perde
  • Os riscos jurídicos
  • O efeito sobre quem decide
  • Da fachada à inovação real
  • Governança mínima da inovação
  • Edmondson: três tipos de falha
  • Para quem lidera
  • Para quem inova: o ponto cego
  • Antes de propor: roteiro em cinco passos
  • Checklist da inovação real
  • Síntese do curso
  • Referências: legislação e jurisprudência
  • Referências: doutrina e pesquisa
  • Inovar é o que acontece depois do prêmio.