Curso Online de CCQ - Circulos de Controle de Qualidade

Curso Online de CCQ - Circulos de Controle de Qualidade

O fenômeno da globalização da economia, aliado às crescentes exigências do mercado consumidor, coloca as empresas em cheque frente aos no...

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O fenômeno da globalização da economia, aliado às crescentes exigências do mercado consumidor, coloca as empresas em cheque frente aos novos padrões de qualidade e produtividade, no mercado altamente competitivo.
A solução para estes novos desafios poderá ser encontrada no desenvolvimento dos CCQs (Círculos de Controle de Qualidade), integrando os funcionários à empresa, num verdadeiro espírito de parceria, gerando resultados para todos.
O curso explica o que são os CCQs, como colocar a filosofia em prática e avançar objetivamente sobre os obstáculos diários.
Muito sucesso a todos.

Psicólogo com especialização em Administração e Qualidade; Presta consultoria a diversas organizações do sul do Brasil; Ministra palestras, cursos e aulas particulares sobre Psicologia, Auto-desenvolvimento e Qualidade.



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  • CÍRCULOS DE CONTROLE DE QUALIDADE - CCQ

    círculos de controle de qualidade - ccq

  • INTRODUÇÃO:

    introdução:

  • Com o fenômeno da globalização da economia, aliado ao código do consumidor, as exigências do mercado consumidor, coloca às empresas em desafio frente aos novos padrões de qualidade e produtividade, no mercado altamente competitivo.

    com o fenômeno da globalização da economia, aliado ao código do consumidor, as exigências do mercado consumidor, coloca às empresas em desafio frente aos novos padrões de qualidade e produtividade, no mercado altamente competitivo.

  • A solução para estes novos desafios poderá ser encontrada no desenvolvimento dos CCQs, integrando os funcionários à empresa, num verdadeiro espírito de parceria.

    a solução para estes novos desafios poderá ser encontrada no desenvolvimento dos ccqs, integrando os funcionários à empresa, num verdadeiro espírito de parceria.

  • ORIGEM:

    origem:

  • Os Círculos de Controles de Qualidade tiveram origem no Japão, por volta de 1962, criada pelo Professor Kaoru Ishikawa, como resultado de um impulso dado a qualidade na indústria japonesa, e os conseqüentes contatos entre as universidades e os operadores de fábricas.

    os círculos de controles de qualidade tiveram origem no japão, por volta de 1962, criada pelo professor kaoru ishikawa, como resultado de um impulso dado a qualidade na indústria japonesa, e os conseqüentes contatos entre as universidades e os operadores de fábricas.

  • No Brasil, o movimento foi iniciado em 1972, nos setores de qualidade e produção da Johnson & Johnson, como uma conseqüência da necessidade de um programa motivacional de apoio a qualidade, após o deslocamento da fábrica da cidade São Paulo para a cidade de São José dos Campos, passando por todos os tipos de dificuldades com os novos empregados. Logo a idéia se expandiu para várias empresas em todo estado. Até o início de 1981, já se somavam 100 empresas que implementaram os CCQs.

    no brasil, o movimento foi iniciado em 1972, nos setores de qualidade e produção da johnson & johnson, como uma conseqüência da necessidade de um programa motivacional de apoio a qualidade, após o deslocamento da fábrica da cidade são paulo para a cidade de são josé dos campos, passando por todos os tipos de dificuldades com os novos empregados. logo a idéia se expandiu para várias empresas em todo estado. até o início de 1981, já se somavam 100 empresas que implementaram os ccqs.

  • DEFINIÇÃO:

    definição:

  • Pode ser definido como sendo um pequeno grupo voluntário de funcionários pertencentes ou não à mesma área de trabalho, treinados da mesma maneira, com compreensão da mesma filosofia e os mesmos objetivos, e que tentam melhorar o desempenho, reduzir os custos, aumentar a eficiência, etc, especialmente no que se refere à qualidade dos seus produtos ou de seu trabalho.

    pode ser definido como sendo um pequeno grupo voluntário de funcionários pertencentes ou não à mesma área de trabalho, treinados da mesma maneira, com compreensão da mesma filosofia e os mesmos objetivos, e que tentam melhorar o desempenho, reduzir os custos, aumentar a eficiência, etc, especialmente no que se refere à qualidade dos seus produtos ou de seu trabalho.

  • OBJETIVO:

    objetivo:

    aumentar a motivação e auto-realização dos funcionários, através da oportunidade de participação na solução dos problemas da empresa;
    concorrer para a formação de uma mentalidade de qualidade disseminando a filosofia de auto-controle e prevenção de falhas;
    garantir a qualidade do produto;
    conseguir novas idéias;
    aumentar a produtividade do trabalho;
    reduzir custos e diminuir perdas;
    melhorar a comunicação e o relacionamento humano, tanto no sentido horizontal quanto vertical.

  • PROBLEMAS QUE PODEM SER SOLUCIONADOS:

    problemas que podem ser solucionados:

    melhoria de qualidade;
    melhoria de produtividade;
    redução de custos;
    ambiente físico de trabalho, tais como: iluminação, ventilação, limpeza, ruído, etc);
    racionalização dos processos de fabricação;
    condições de trabalho;
    segurança do trabalho;
    problemas em áreas administrativas;
    análise de refugos, retrabalhos, reclamações de defeitos;
    desenvolvimento e integração de funcionários;
    etc.


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  • CÍRCULOS DE CONTROLE DE QUALIDADE - CCQ
  • INTRODUÇÃO:
  • Com o fenômeno da globalização da economia, aliado ao código do consumidor, as exigências do mercado consumidor, coloca às empresas em desafio frente aos novos padrões de qualidade e produtividade, no mercado altamente competitivo.
  • A solução para estes novos desafios poderá ser encontrada no desenvolvimento dos CCQs, integrando os funcionários à empresa, num verdadeiro espírito de parceria.
  • ORIGEM:
  • Os Círculos de Controles de Qualidade tiveram origem no Japão, por volta de 1962, criada pelo Professor Kaoru Ishikawa, como resultado de um impulso dado a qualidade na indústria japonesa, e os conseqüentes contatos entre as universidades e os operadores de fábricas.
  • No Brasil, o movimento foi iniciado em 1972, nos setores de qualidade e produção da Johnson & Johnson, como uma conseqüência da necessidade de um programa motivacional de apoio a qualidade, após o deslocamento da fábrica da cidade São Paulo para a cidade de São José dos Campos, passando por todos os tipos de dificuldades com os novos empregados. Logo a idéia se expandiu para várias empresas em todo estado. Até o início de 1981, já se somavam 100 empresas que implementaram os CCQs.
  • DEFINIÇÃO:
  • Pode ser definido como sendo um pequeno grupo voluntário de funcionários pertencentes ou não à mesma área de trabalho, treinados da mesma maneira, com compreensão da mesma filosofia e os mesmos objetivos, e que tentam melhorar o desempenho, reduzir os custos, aumentar a eficiência, etc, especialmente no que se refere à qualidade dos seus produtos ou de seu trabalho.
  • OBJETIVO:
  • PROBLEMAS QUE PODEM SER SOLUCIONADOS:
  • ESTRUTURA BÁSICA DO CCQ:
  • GRUPOS:
  • Normalmente são pequenos grupos, composto de 5 até 12 participantes que pertençam ou não à mesma área de trabalho.
  • TIPOS DE GRUPOS:
  • GRUPO HOMOGÊNEO: é aquele formado exclusivamente por funcionários do mesmo setor e que atuam em problemas de sua área;
  • GRUPO HETEROGÊNEO: é aquele formado por funcionários de diferentes setores que atuam em problemas de qualquer área a que pertencem os membros, sempre respeitando e informando a hierarquia formal;
  • GRUPO ESPECIAL: é aquele formado para resolver determinado problema, este grupo tem como participantes elementos envolvidos com o problema.
  • REUNIÕES:
  • As reuniões podem ser feitas no próprio local de trabalho desde que as condições assim o permitam. Caso necessário deverá ser providenciado um local adequado. As reuniões costumam durar no máximo 1 hora e se repetem com um freqüência semanal ou quinzenal, devendo ser cuidadosamente planejadas.
  • As reuniões podem ser realizadas dentro do horário de expediente ou em horas extraordinárias, conforme orientação das gerências.
  • REGISTRO DE REUNIÕES:
  • Os assuntos tratados devem ser anotados em atas e os resultados devem ser apresentados em relatórios, que são sem seguida encaminhados aos setores competentes para avaliação e implantação.
  • COMPOSIÇÃO:
  • O CCQ é formado por: membros, líder, secretário e coordenador.
  • MEMBROS: A função do membro é a participação ativa e voluntária no estudo dos projetos por eles mesmo escolhidos, contribuindo para a análise das causas dos problemas, sugerindo modificações e melhoramentos.
  • LÍDER: Cada grupo deverá ter um líder, preferivelmente escolhido pelos próprios participantes. Sua função é providenciar as condições para a reunião do grupo, fornecer conceitos da metodologia CCQ aos membros, conduzir as reuniões estimulando a participação de todos, mantendo o entusiasmo do grupo e permitindo que cada membro se sinta realizado. Deve também tomar providências para aproveitar ao máximo o tempo disponível. Sua função compreende também a representação do grupo junto à direção e a outros CCQs internos ou externos à empresa.
  • SECRETÁRIO: Tem a função de anotar, registrar, relatar e arquivar todos os assuntos tratados em reuniões. O secretário também deverá ser escolhido pelo grupo, podendo este substituir o líder eventualmente no caso de falta.
  • COORDENADOR: Cada empresa deve ter um coordenador geral com a finalidade de congregar todas as informações relativas ao programa, proporcionar treinamento em metodologia CCQ, encaminhar os projetos aos setores encarregados de sua implantação, promover concursos e congressos, divulgar os resultados obtidos, etc.
  • HIERARQUIA:
  • Dentro dos CCQs não há hierarquia, todos tem o mesmo grau de importância.
  • NOMES DOS GRUPOS:
  • Os grupos devem batizar um nome, para sua identificação. São exemplos de nomes: -Motivação; -Boa idéia; -Duro na queda; -Vai que é mole; -"Nóis resorve“; -Fiel.
  • EFICIÊNCIA DAS REUNIÕES:
  • Para atingir o maior rendimento possível, nas reuniões de CCQ o líder deve conduzi-las de modo objetivo e democrático.
  • Alguns pontos básicos, à serem observados:
  • 1. É o preparo de uma agenda de reuniões abrangendo no mínimo um mês de atividades. Todos os participantes devem ser comunicados com a devida antecedência de realização de reuniões ou alterações.
  • 2. É a providência de um local adequado para as reuniões, onde haja acomodações para todos poderem sentar e tomar anotações. É sempre necessário dispor de um quadro-negro ou flip-chart para confecção de ilustrações ou anotações. O local deve ser limpo, se possível sem estímulos que possam atrapalhar a atenção dos participantes. É desejável que seja bem arejado, iluminado e sem ruídos.
  • 3. É a utilização de uma técnica de condução de reuniões, a fim de estimular a participação de todos e assegurar oportunidades iguais. Nestas reuniões devem ser adotados alguns procedimentos básicos, tais como:
  • ? Cada detalhe discutido deve ser anotado para que não seja esquecido. Muitas vezes ótimas sugestões são perdidas porque depois da reunião ninguém consegue mais se lembrar dos detalhes;
  • ? O líder deve aproveitar para ir treinando os membros na metodologia científica de CCQ, explicando cada tipo de gráfico usado no momento que ele estiver sendo feito;
  • ? O líder deve sempre procurar ressaltar o valor da idéia em si, e não se preocupar muito com a eloquência ou construção de frases elegantes.
  • LIDERANÇA DE REUNIÃO - TWI / 5ª FASE
  • De origem norte-americana, o método Training Within Industry - TWI surgiu no Brasil em 1952, pela Comissão Brasileiro-Americana de Educação Industrial (CBAI). Em São Paulo, é difundido pela Secretaria do Trabalho, e para outros estados é ministrado pelos órgãos do SENAI.
  • A sua 5ª fase, do método, ensina como estar preparado para liderar uma reunião, então vejamos:
  • FAÇA UM RESUMO:
  • PLANEJE A DIREÇÃO DA REUNIÃO:
  • Determine qual a aproximação a ser usada o que dizer, como dizer, como introduzir tópicos e idéias, como controlar a discussão. Estabeleça um horário: qual a duração da reunião. Estabeleça um horário qual a duração da reunião, qual o tempo necessário à discussão de cada tópico e de cada problema.
  • TENHA PRONTO TODO O MATERIAL:
  • Os panfletos, as folhas de informação, os materiais de referência que deverão ser usados.
  • Cartões, diagramas, gráficos, cartazes, suficiente espaço de quadro-negro, giz, apagador, flip-chart, vídeo e fitas e todo o material necessário às demonstrações.
  • MANTENHA O LOCAL DA REUNIÃO CONVENIENTEMENTE ARRUMADO:
  • Certifique-se de que todos podem ver e ouvir bem.
  • Certifique-se de que todos se sentem confortáveis: mesa, cadeiras em número suficiente, cinzeiros, temperatura, luz e ventilação adequadas, ausência de ruídos, etc.
  • COMO LIDERAR UMA REUNIÃO
  • FERRAMENTAS DO CCQ
  • As ferramentas utilizadas pelo CCQ para soluções de problemas, são:
  • BRAINSTORMING
  • É uma técnica desinibidora para gerar o maior número possível de soluções e encorajar o pensamento positivo.
  • Atribui-se a Alex Osborn a autoria deste método cujo estudo teve início nos anos 30 e até hoje quase nada foi acrescentado.
  • Como em toda reunião, para um bom funcionamento deve existir um coordenador e um número limitado de participantes. Naturalmente no caso de reunião de CCQ, o limite é o próprio número de participantes deste.
  • Em outras circunstâncias o limite pode variar de 10 a 15 podendo tolerar um pequeno desvio.
  • VANTAGENS DO USO:
  • QUEM USA ?
  • Equipe científica, CCQs e todas as equipes de estudo para solução de problemas.
  • PONTOS ESSENCIAIS:
  • QUANDO USAR ?
  • AS 3 FASES DE UM BRAINSTORMING:
  • COMPOSIÇÃO:
  • LOCAL:
  • REGRAS:
  • CHECK LISTA (LISTA DE VERIFICAÇÃO):
  • Objetivo:
  • Uma lista de verificação serve para a observação sistemática de fenômenos, permitindo uma visualização da existência dos diversos fatores envolvidos e seus padrões de comportamento.
  • Exemplo:
  • Descrição do método:
  • Existem vários tipos de listas de verificação, cada qual melhor adaptada para as finalidades a que se destinam, porém a idéia básica é sempre a mesma: agrupar os fatos em classes.
  • De modo geral pode-se distinguir 4 tipos de listas de verificação:
  • a) Lista de verificação da existência de determinadas condições. Geralmente a resposta final que nos interessa é do tipo SIM/NÃO.
  • b) Lista de verificação de contagem de quantidades. Neste tipo de lista, além de verificarmos a existência ou não das condições exigidas, interessa-nos saber as quantidades ou freqüências com que aparecem. Exemplo: lista de verificação de defeitos de acabamento da peça.
  • c) Lista de verificação de classificação de medidas. Neste tipo de lista, verificamos o modo de distribuição de características mensuráveis. Exemplo: distribuição das medidas dos diâmetros de uma determinada peça.
  • d) Lista de verificação de localização de defeitos. Esta lista serve para estudarmos a localização de defeitos ou determinadas características em corpos ou objetos definidos, com a finalidade de percebermos algum padrão de ocorrência. Exemplo: Lista de verificação de defeitos de acabamento na parte externa da peça.
  • HISTOGRAMA:
  • Objetivo:
  • Os histogramas ou gráficos de barras servem para a visualização de dados agrupados ou classificados, permitindo perceber o fenômeno como um todo e as relações entre os fatores estudados.
  • Descrição do método:
  • Geralmente os histogramas são representações gráficas de dados observados. Estes dados podem ser de 2 tipos distintos:
  • No primeiro caso, normalmente é costume deixar-se uma folga entre as colunas, para permitir melhor visualização. Já no segundo caso, quando as escalas de classificação são contínuas, deve-se construir o histograma com as colunas encostadas.
  • Exemplo: Defeitos de pintura na peça "A":
  • DIAGRAMA DE PARETO:
  • Objetivo:
  • É um método de análise de dados que, tenham entre si qualquer relação de correspondência, visando estabelecer prioridade na tomada de providências ou em pesquisas aprofundadas.
  • Descrição do método:
  • Baseia-se num princípio enunciado pelo pesquisador Pareto, que verificou que numa classificação de causa e efeito, o maior volume de efeitos é atribuível a um pequeno conjunto de causas, enquanto que existe uma grande quantidade de causas que contribui com pequeno volume de efeitos. Desse modo, pode-se distinguir quais são as "poucas causas importantes" e as "muitas causas insignificantes".
  • Construção do gráfico de Pareto:
  • O dados devem ser colocados em duas colunas (x e y) com as causas na coluna X e os efeitos na coluna Y.
  • Exemplo:
  • Interpretação do gráfico:
  • Ao dividirmos em 3 classes, os problemas acima, temos:
  • Classes D e F - defeitos com alta participação, portanto deve ser dada a prioridade em sua pesquisa e eliminação. Classes C e A - defeitos com menor participação, porém ainda merecedores de atenção. Classes B e E - defeitos com ínfima participação, cuja eliminação pouco afetará o resultado global, não sendo portanto prioritários.  
  • ESPINHA DE PEIXE:
  • Objetivo:
  • O digrama sequencial tem como finalidade a apresentação ordenada da seqüência de operações ou fases de um processo ou sistema.
  • Este diagrama permite a visualização instantânea do processo, mostrando todas as etapas componentes, sua sequência e inter-relações.
  • Descrição do método:
  • O diagrama sequencial tem a forma básica de uma "espinha de peixe". Todas as fases ou operações vão concorrendo para uma espinha dorsal, uma após a outra, em sequência lógica.
  • 4 M (DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO):
  • Objetivo:
  • Este diagrama, também conhecido como diagrama de Ishikawa, em homenagem ao seu idealizador, Dr. Kaoru Ishikawa, serve para a percepção das relações entre causas e efeitos que intervém em qualquer processo. Este diagrama recebe também o nome de diagrama "espinha de peixe" devido ao seu formato similar.
  • Descrição do método:
  • As causas ou fatores são representados como setas que concorrem para o efeito que está sendo estudado. As causas ou fatores complexos podem ser decompostos em seus mínimos detalhes, sem como isso perdermos a visão de conjunto. Normalmente os processos industriais são analisados a partir de 4 grandes grupos de fatores:
  • Em geral as CAUSAS são levantadas em reuniões do tipo "brainstorming". As causas mais prováveis podem então ser discutidas e pesquisadas com maior profundidade.
  • EXEMPLO - REVENDO OS PASSOS ANTERIORES
  • Vamos fazer um cafezinho ?
  • Imagine você fazendo um cafezinho para o seu grupo de CCQ. Saiu demorado e ruim. É um problema ? Sim.
  • Então é uma tarefa para o CCQ resolver este problema.
  • O 1º passo para elaborar uma espinha de peixe, é anotar todas as operações de como fazer um café. Então vejamos:
  • Você já experimentou o seu cafezinho ?
  • Está mal, não está ? ...
  • Então vamos chamar o CCQ para resolver o problema.
  • VEJA COMO FICA NA ESPINHA DE PEIXE:
  • Dessa maneira, vamos analisar e detectar o problema através da metodologia 4M.
  • 4M porque o problema ou os problemas devem estar localizados somente nas: .máquinas; .matérias-primas; .mão-de-obra; .método.
  • Você já notou que para localização dos problemas, todas as situações começam com a letra M ?
  • Pois é, como existem 4 "emes", o método ficou sendo chamado de 4M.
  • Mãos à obra !
  • Vamos então anotar e agrupar o que se enquadra nas 4 hipóteses acima segundo o exemplo dado.
  • PROBLEMAS COM:
  • MÁQUINAS: São todos os equipamentos e máquinas que auxiliam de maneira direta ou indireta na fabricação de um determinado produto.
  • MATÉRIA-PRIMA: São todos os materiais necessários para elaborar um determinado produto.
  • MÃO-DE-OBRA: São os profissionais (homens e mulheres) destinados à execução de um trabalho especializado ou não.
  • No exemplo, é você, quem está fazendo o café.
  • MÉTODO:
  • São todas as maneiras de como se faz um determinado trabalho.
  • Agora o passo seguinte, isto é, o 3º passo, é você e seu grupo estudar a cada um dos itens das hipóteses (4M) para tentar detectar um determinado problema e sugerir novas idéias, para que o próximo cafezinho saia mais gostoso e mais rápido.
  • Tente você imaginar os problemas das 4 hipóteses e dar uma sugestão para modificar o atual método em que você fez o café.
  • Máquinas e equipamentos: -armário; -fogão; -bule; -torneira; -coador.
  • Você seria capaz de imaginar alguns problemas nas máquinas e equipamentos acima ?
  • Vejamos:
  • ARMÁRIO: .efeito: demora na localização do bule; .causa: armário distante do fogão e desarrumado; .solução: trazer o armário próximo do fogão.
  • FOGÃO:
  • BULE: (sem problemas)
  • TORNEIRA: (sem problemas)
  • COADOR:
  • Você já imaginava quantos problemas poderiam haver com máquinas e equipamentos ?
  • Pois é, o estudo minucioso de cada uma das hipóteses (máquinas, matéria-prima, mão-de-obra e método) trará até você, problemas que você nunca havia imaginado.
  • Vamos analisar agora, a MATÉRIA PRIMA.
  • Matéria prima:
  • Vejamos:
  • ÁGUA:
  • PÓ DE CAFÉ:
  • AÇÚCAR: (sem problemas).
  • Mão-de-obra:
  • Métodos:
  • Vejamos:
  • LOCALIZAR E PEGAR O BULE NO ARMÁRIO:
  • POR E COLOCAR ÁGUA NO BULE: (sem problemas)
  • ESQUENTAR ÁGUA, LIGANDO O FOGÃO: (sem problemas)
  • COLOCAR O PÓ DE CAFÉ E O AÇÚCAR NA ÁGUA FERVENDO: (sem problemas)
  • COAR O CAFÉ: (sem problemas)
  • SOLUÇÕES PROPOSTAS
  • Portanto, as soluções propostas são:
  • Como ficará a nova Espinha de Peixe, após novas soluções propostas ?
  • O seu objetivo foi cumprido ?
  • Se:
  • " No CCQ não há problemas, sem soluções. Estude as causas e efeitos dos problemas ! "