Curso Online de Ergonomista - Básico

Curso Online de Ergonomista - Básico

Este curso destina-se a estudantes e profissionais da área de saúde, segurança do trabalho ou outros profissionais que tenham interesse e...

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Carga horária: 20 horas

De: R$ 40,00 Por: R$ 24,90
(Pagamento único)

Certificado digital Com certificado digital incluído

Este curso destina-se a estudantes e profissionais da área de saúde, segurança do trabalho ou outros profissionais que tenham interesse em conhecer a área de ergonomia e a Análise Ergonômica do Trabalho.
Objetivo: Preparar profissionais para auxiliar na elaboração da Análise Ergonômica do Trabalho, identificando situações de risco nos postos de trabalho e na implantação dos comitês de ergonomia, visando a prevenção da saúde e integridade física dos trabalhadores.

Experiência de 16 anos como Técnico de Segurança do Trabalho em indústria do ramo metalúrgico, gráfico, têxtil e de prestação de serviços, além de pequenas atuações em muitos outros segmentos industriais. Atuei em empresas de grau de risco 3, com mais de 500 funcionários, e grau de risco 2, com mais de 1000 funcionários. Responsável pelas atividades do departamento de segurança do trabalho na matriz e filiais das empresas onde atuei. Lecionei por quatro anos em escola de cursos técnicos (segurança do trabalho e meio ambiente). Conhecimentos gerais e específicos de todas as normas regulamentadoras; Auditoria; sistemas de gestão da qualidade, segurança e meio ambiente; treinamentos. Experiência na formação da CIPA, Brigada de Emergência, Licenciamento Ambiental, E-Social, AVCB, cursos, etc. Atualmente sou Coordenador de SSMA em Industria Têxtil e de Confecção de grande porte em SP. Formação Acadêmica: Pós Graduado em Ergonomia; Bacharel em Teologia; Professor de Teologia; Pós graduado em Gestão Ambiental; Bombeiro Profissional Civil; Tecnólogo em Gestão Ambiental e Segurança do Trabalho; Técnico de Segurança do Trabalho. Cursando Engenharia Ambiental. Cursando Pós em Engenharia de Produção.



  • Aqui você não precisa esperar o prazo de compensação do pagamento para começar a aprender. Inicie agora mesmo e pague depois.
  • O curso é todo feito pela Internet. Assim você pode acessar de qualquer lugar, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
  • Se não gostar do curso você tem 7 dias para solicitar (através da pagina de contato) o cancelamento ou a devolução do valor investido.*
  • Adquira certificado ou apostila impressos e receba em casa. Os certificados são impressos em papel de gramatura diferente e com marca d'água.**
* Desde que tenha acessado a no máximo 50% do material.
** Material opcional, vendido separadamente.

Modelo de certificados (imagem ilustrativa):

Frente do certificado Frente
Verso do certificado Verso
  • CURSO DE

    ERGONOMIA

    ERGONOMIA

    Análise Ergonômica do Trabalho
    NR17

  • Público-alvo
    Este curso destina-se a estudantes e profissionais da área de saúde, segurança do trabalho ou outros profissionais que tenham interesse em conhecer a área de ergonomia e a Análise Ergonômica do Trabalho.
    Pré-requisitos: não há pré-requisitos para esse curso, sugere-se ter Ensino Médio completo (não obrigatório).
    Vantagens do Certificado:
    Atualizar seu Currículo, aumentando suas chances para conquistar um bom emprego;
    Aumentar suas chances de promoção no emprego (atual);
    Completar horas em atividades Extracurriculares (geralmente exigidas em Faculdades);
    Progressão Funcional para Servidores Públicos;
    Pré-Requisito para concursos e cursos.

  • INFORMAÇÕES DO CURSO

    Mercado de Trabalho
    Os cuidados com a saúde e a segurança do trabalho assumem cada vez mais importância estratégica para o planejamento das organizações. No entanto, apesar dos crescentes esforços, o Brasil ainda é um dos países que apresenta altos índices de acidentes de trabalho e incidência de doenças ocupacionais, segundo dados da Previdência Social.
    O atual padrão de competitividade, o uso de alta tecnologia e a gestão flexível modificaram a forma como o trabalho é realizado, trazendo impactos à saúde dos trabalhadores.
    A Análise Ergonômica do Trabalho é obrigatória por meio da Norma Regulamentadora Nº 17 do Ministério do Trabalho e Emprego em todo âmbito nacional.

    Programa
    1. Identifica riscos ergonômicos de acordo com a legislação vigente, normas aplicáveis e literatura técnica. 
    2. Aplica metodologias e instrumentos de avaliação de riscos ergonômicos.
    3. Estabelece planos de melhoria para transformação das condições do trabalho de acordo com a especificidade de cada situação.
    4. Colabora na implantação do Comitê de Ergonomia direcionando suas ações de acordo com o plano de melhoria pré-determinado.

  • Nunca se esqueça de que o objetivo central é aprender o conteúdo, e não apenas terminar o curso. Qualquer um termina, só os determinados aprendem!
    Leia cada trecho do conteúdo com atenção redobrada, não se deixando dominar pela pressa.
    Explore profundamente as ilustrações explicativas disponíveis, pois saiba que elas têm uma função bem mais importante que embelezar o texto, são fundamentais para exemplificar e melhorar o entendimento sobre o conteúdo.
    Todos têm acesso aos mesmos cursos, mas o aproveitamento que cada aluno faz do seu momento de aprendizagem diferencia os “alunos certificados” dos “alunos capacitados”.
    Busque complementar sua formação fora do ambiente virtual onde faz o curso, buscando novas informações e leituras extras, e quando necessário procurando executar atividades práticas que não são possíveis de serem feitas durante o curso.

    Dicas importantes

    Entenda que a aprendizagem não se faz apenas no momento em que está realizando o curso, mas sim durante todo o dia-a-dia. Ficar atento às coisas que estão à sua volta permite encontrar elementos para reforçar aquilo que foi aprendido.
    Critique o que está aprendendo, verificando sempre a aplicação do conteúdo no dia-a-dia.

    O aprendizado só tem sentido quando pode efetivamente ser colocado em prática.

  • Objetivo do Curso

    Preparar profissionais para auxiliar na elaboração da Análise Ergonômica do Trabalho, identificando situações de risco nos postos de trabalho e na implantação dos comitês de ergonomia, visando a prevenção da saúde e integridade física dos trabalhadores.

    Conteúdo
    Definições de Ergonomia Exemplo de Análise Ergonômica
    NR 17 Ergonomia Laudo Ergonômico X AET
    Doenças causadas pelos fatores ergonômicos Plano de Ação
    Layout Recomendações Ergonômicas
    Organização do Trabalho Soluções Ergonômicas
    Antropometria Especialização em Ergonomia
    Biomecânica Ocupacional Referências Bibliográficas
    Postos de Trabalho Questionário
    Ergonomia Cognitiva
    Diagnóstico Ergonômico
    Comitê de Ergonomia
    Blitz Postural
    Ginástica Laboral
    Ferramentas de Análise Ergonômica
    AEPT Análise Ergonômica dos Postos de Trabalho

  • Definições de Ergonomia
    Ergonomia vem do grego: "ergos" que significa trabalho, "nomos", que significa estudo das normas e regras.
    Virtualmente todos os fatores de um ambiente de trabalho são considerados na ciência da ergonomia, incluindo:
    ambiente físico (temperatura, luminosidade, ruído, equipamentos e móveis)
    organização do trabalho e tarefas
    ambiente psico-social (demandas de trabalho, relações interpessoais, relações do trabalho)

    Algumas definições de Ergonomia de alguns autores:
    "É o estudo das relações entre o trabalhador e o seu ambiente de trabalho, adaptando este ambiente às condições do trabalhador." [BORGES, Roberto C.M. 1988].
    "Campo de conhecimento que ajusta o lugar de trabalho à pessoa" [KAPLAN, Robert 1982].
    Ergonomia é o estudo do relacionamento entre o homem e seu trabalho, equipamentos e ambiente, e particularmente, a aplicação dos conhecimentos de anatomia, fisiologia e psicologia na solução dos problemas surgidos desse relacionamento. (IIDA, 2005, p. 54).

  • De forma ideal, o ambiente de trabalho deve ser flexível o bastante para se adaptar às necessidades de cada indivíduo particularmente. Se o ambiente não é convenientemente projetado, o trabalhador acaba se adaptando ao ambiente, o que muitas vezes além de causar fadiga e desconforto, ainda reduz a produtividade.

    Os estudos sobre Ergonomia compreendem diversas áreas de conhecimento que associadas, auxiliam no projeto de ergonomia de um equipamento ou ambiente. Entre elas as mais importantes são:
    antropometria
    biomecânica
    fisiologia
    psicologia
    "bom senso e criatividade".

  • A origem e evolução da ergonomia
    A origem e a evolução da ergonomia estão relacionadas às transformações sociais, econômicas e, sobretudo, tecnológicas, que vêm ocorrendo no mundo do trabalho. A ergonomia surge de modo mais sistematizado por volta de 1940, sua origem prática está, em parte, associada às necessidades de guerra, basicamente ligadas à construção de aviões e armas mais adaptados às características dos seres humanos e, portanto, mais facilmente manejáveis por uma quantidade maior de pessoas.

    Nesta fase inicial da ergonomia, o foco estava em desenvolver projetos e pesquisas voltados para os aspectos microergonômicos definidos como: Antropometria que é o processo ou técnica de mensuração do corpo humano ou de suas várias partes; análise e definição de controle, de painéis, do arranjo de espaço físico e dos ambientes de trabalho; questões fisiológicas de esforço físico, higiene nos postos de trabalho e interface com a máquina, equipamentos, ferramentas, mobiliário e instalações.

  • A origem e evolução da ergonomia
    No início da década de 1960, a ergonomia estava voltada para a área de softwares, envolvendo-se em pesquisas sobre questões do conhecimento relacionadas a aspectos específicos da interface com o usuário. E na década de 1980, a ergonomia passa a se preocupar com o grau de repetitividade, monotonia, desempenho, turnos de trabalho, segurança, higiene, layout e biorritmo. Nesse contexto, o caráter participativo do funcionário/cliente/usuário serve como base para as avaliações ergonômicas.
    Devemos entender que a ergonomia como ciência não é um estudo independente, mas sim comum a diversas outras disciplinas, como a Medicina do Trabalho: estudo da biomecânica, antropometria e fisiologia; Engenharia da produção: EPI’s e CIPA; Ciências Humanas e Sociais: psicologia, sociologia, antropologia; e, com a Economia: administração, relações sindicais. Todas estas áreas do conhecimento buscam criar a ergonomia com uma diretriz ética e técnica fundamental: Adaptar o trabalho ao ser humano e nunca o contrário! Entretanto, na prática, nem sempre isto é possível em função das dificuldades operacionais, que vão desde a insuficiência técnica até as questões financeiras e de interesses políticos da empresa.

  • Análise Ergonômica

    Processo em cinco etapas:
    A primeira etapa é o mapeamento dos problemas ergonômicos denominada por Apreciação ergonômica, que consiste de um levantamento sobre situações problemas.
    Na segunda etapa, a da Diagnose ergonômica, podemos aqui entrevistar o trabalhador, filmar e fotografar para depois comparar com as melhorias feitas. O importante é ouvir as queixas para focar no problema.
    A terceira etapa busca adaptar as condições de trabalho na promoção da qualidade de vida, gerando assim maior segurança ao trabalhador. Na quarta etapa, Avaliação ou Validação é o momento de testar o projeto incialmente proposto através de simulações ou outras formas pertinentes.
    A última etapa Detalhamento ergonômico e otimização consiste de uma revisão durante o acompanhamento do projeto na busca de falhas para novas melhorias.

  • Características humanas
    O ser humano tende a escolher o “modo operante” em função da estratégia que exigir menor gasto energético, seja no campo físico ou mental.
    Prefere escolher livremente sua postura dependendo das exigências da tarefa e do estado de seu meio interno, assim como variações das condições externas “ambiência”.
    Tolera mal tarefas fragmentadas com tempo exíguo para execução e, pior ainda, quando este tempo é imposto por uma máquina, pela gerência, pelos clientes ou colegas de trabalho, ou seja, o trabalhador prefere impor sua própria cadência ao trabalho, qual poderá variar durante a jornada.
    É compelido a acelerar sua cadência quando estimulado pecuniariamente ou por outros meios, não levando em conta os limites de resistência psicofísica.
    Sente-se bem quando solicitado a resolver problemas ligados à execução das tarefas, logo, não pode ser encarado como uma mera máquina, mas sim como um ser que pensa e age.
    Tem capacidades sensitivas e motoras que funcionam dentro de certos limites, que variam de um indivíduo a outro, e ao longo do tempo para um mesmo indivíduo.
    Organiza-se coletivamente para gerenciar a cara de trabalho, ou seja, nas atividades humanas a cooperação tem um papel importante, muito mais que a competitividade.
    Suas capacidades sensório-motoras modificam-se com o processo de envelhecimento, mas perdas eventuais são amplamente compensadas por melhores estratégias de percepção e resolução de problemas desde que possa acumular e trocar experiência.
    O sucesso da raça humana no processo evolutivo deve-se, em grande parte, a sua capacidade de agir em conjunto, conduta observada em várias outras espécies.
    A extrema divisão do trabalho e a imposição de uma carga de trabalho individual impedem os mecanismos de regulação dos grupamentos humanos, levando ao adoecimento.


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  • Soluções Ergonômicas
  • Especialização em Ergonomia
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