Curso Online de Programa de Conservação Auditiva (PCA): Gestão do Ruído Ocupacional, Proteção Auditiva e Prevenção de Perdas Auditivas

Curso Online de Programa de Conservação Auditiva (PCA): Gestão do Ruído Ocupacional, Proteção Auditiva e Prevenção de Perdas Auditivas

O curso Programa de Conservação Auditiva (PCA): Gestão do Ruído Ocupacional, Proteção Auditiva e Prevenção de Perdas Auditivas apresenta ...

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O curso Programa de Conservação Auditiva (PCA): Gestão do Ruído Ocupacional, Proteção Auditiva e Prevenção de Perdas Auditivas apresenta os fundamentos técnicos, legais e operacionais necessários para estruturar, implantar e acompanhar ações de prevenção da perda auditiva relacionada ao trabalho.
Ao longo do curso, são abordados os conceitos de som, ruído ocupacional, exposição sonora, efeitos auditivos e extra-auditivos, avaliação ambiental, dosimetria, limites de tolerância, nível de ação, medidas de controle, seleção e uso de protetores auditivos, audiometria ocupacional, responsabilidades da empresa e dos trabalhadores, gestão documental e melhoria contínua do PCA.
A capacitação é voltada para profissionais de segurança do trabalho, saúde ocupacional, recursos humanos, supervisores, gestores e demais trabalhadores envolvidos na prevenção de riscos ocupacionais, contribuindo para a proteção da saúde auditiva, o atendimento às exigências legais e a melhoria da gestão do ruído nos ambientes de trabalho.
Palavras-chave
Programa de Conservação Auditiva; PCA; Programa de Conservação Auditiva PCA; Programa de Proteção Auditiva; proteção auditiva; conservação auditiva; saúde auditiva; perda auditiva; perdas auditivas; perda auditiva ocupacional; perda auditiva induzida por ruído; PAIR; ruído ocupacional; exposição ao ruído; exposição sonora; ruído contínuo; ruído intermitente; ruído de impacto; gestão do ruído; controle de ruído; prevenção de perdas auditivas; higiene ocupacional; avaliação de ruído; dosimetria de ruído; medição de ruído; decibelímetro; dosímetro de ruído; nível de pressão sonora; NPS; nível de ação; limite de tolerância; NR 15; NR15; NR-15; NR 6; NR6; NR-6; NR 7; NR7; NR-7; PCMSO; PGR; GRO; EPI; Equipamento de Proteção Individual; protetor auditivo; protetores auditivos; abafador auditivo; plug auditivo; concha auditiva; audiometria ocupacional; exame audiométrico; segurança do trabalho; saúde ocupacional; medicina do trabalho; prevenção ocupacional.

Biólogo com Mestrado e Doutorado em Zoologia, e ampla formação executiva com seis MBAs nas áreas de Engenharia Ambiental, Licenciamento Ambiental, Recuperação de Áreas Degradadas e Contaminadas, Gestão Ambiental e Manejo Florestal, Ecologia e Biodiversidade, e Segurança do Trabalho. Com mais de 18 anos de experiência na Consultoria Ambiental (desde 2007), atua na linha de frente de projetos complexos e licenciamento ambiental em todas as esferas. Coordena equipes técnicas desde 2021 e já foi professor universitário entre 2014 e 2017. É autor de mais de 50 publicações científicas nacionais e internacionais. Técnico em Segurança do Trabalho, com destaque na elaboração de Programas de Gerenciamento de Risco (PGR) para grandes empresas, como a Petrobras. Atua como instrutor de normas regulamentadoras e especialista em manejo técnico de fauna silvestre, com ênfase em animais peçonhentos.



  • Aqui você não precisa esperar o prazo de compensação do pagamento para começar a aprender. Inicie agora mesmo e pague depois.
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  • Programa de Conservação Auditiva (PCA)
    Curso para técnicos de segurança do trabalho, gestores de saúde ocupacional e trabalhadores expostos ao ruído ocupacional.

    SAÚDE OCUPACIONAL

    SEGURANÇA DO TRABALHO

  • Apresentação do Curso e Objetivos do PCA
    O Programa de Conservação Auditiva (PCA) é uma estratégia preventiva estruturada que visa controlar a exposição ao ruído no ambiente de trabalho e preservar a saúde auditiva dos trabalhadores. Este curso apresenta os fundamentos técnicos, legais e práticos necessários para implantar, manter e melhorar continuamente o PCA nas organizações.

    Finalidade Preventiva
    Antecipar e controlar os riscos antes que causem danos auditivos irreversíveis aos trabalhadores.

    Gestão do Ruído
    Avaliar, monitorar e controlar as exposições ocupacionais ao ruído de forma sistemática.

    Saúde Auditiva
    Monitorar os limiares auditivos e garantir ações corretivas diante de qualquer alteração detectada.

  • Conceito de Som, Ruído e Exposição Ocupacional

    Som
    Vibração mecânica que se propaga em meio elástico e é captada pelo sistema auditivo humano. Nem todo som representa risco a intensidade, a frequência e a duração determinam seu potencial lesivo.
    Ruído Ocupacional
    Som indesejado, excessivo ou prejudicial produzido no ambiente de trabalho por máquinas, ferramentas ou processos industriais. Quando supera os limites de tolerância, torna-se um agente de risco à saúde auditiva do trabalhador.

    A exposição prolongada a níveis elevados de ruído causa dano auditivo permanente e irreversível.

  • Grandezas Acústicas Básicas
    Compreender as grandezas acústicas é essencial para avaliar corretamente a exposição ocupacional ao ruído e tomar decisões técnicas fundamentadas.
    Pressão Sonora
    Variação de pressão do ar gerada pela vibração. Medida em Pascal (Pa) ou decibel (dB). Quanto maior a pressão, maior o risco auditivo.
    Frequência
    Número de ciclos por segundo (Hz). Determina a tonalidade do som graves (baixa Hz), médios e agudos (alta Hz). A orelha humana percebe de 20 Hz a 20.000 Hz.
    Duração da Exposição
    O tempo de permanência do trabalhador em ambiente ruidoso é determinante para o cálculo da dose e para a avaliação do risco real de dano auditivo.

  • Decibel e Escala Logarítmica
    Por que usamos o decibel?
    O decibel (dB) é uma unidade logarítmica utilizada para expressar níveis de pressão sonora. A escala logarítmica reflete a forma como o ouvido humano percebe a intensidade dos sons de forma não linear.

    Um aumento de 3 dB representa o dobro da energia sonora. Um aumento de 10 dB é percebido como o dobro do volume pelo ouvido humano.
    Exemplos Práticos

    30 dB
    Biblioteca ambiente tranquilo

    70 dB
    Escritório com tráfego incômodo

    85 dB
    Nível de ação risco auditivo

    110 dB
    Britadeira risco elevado

  • Frequência Sonora e Percepção Humana
    A sensibilidade auditiva humana não é uniforme em todas as frequências. O ouvido é mais sensível às frequências entre 2.000 Hz e 4.000 Hz justamente a faixa onde a PAINPSE (Perda Auditiva Induzida por Níveis de Pressão Sonora Elevados) costuma se manifestar primeiro.
    Sons Graves
    Abaixo de 500 Hz. Menos lesivos, mas presentes em máquinas pesadas.
    Sons Médios
    500 Hz a 2.000 Hz. Faixa da fala humana essencial para comunicação.
    Sons Agudos
    Acima de 2.000 Hz. Alta lesividade provocam danos auditivos precoces.

  • Tipos de Ruído no Ambiente de Trabalho
    A classificação correta do tipo de ruído é fundamental para a escolha da metodologia de avaliação e das medidas de controle mais adequadas.

  • Ruído Contínuo e Intermitente

    Ruído Contínuo
    Apresenta nível de pressão sonora praticamente constante ao longo do tempo. Exemplos típicos incluem ventiladores industriais, compressores de ar, motores elétricos em operação contínua e esteiras transportadoras.
    Ruído Intermitente
    Caracteriza-se por variações bruscas de nível sonoro com interrupções regulares. Ocorre em prensas hidráulicas, bobinadeiras, serras automáticas e linhas de montagem com ciclos definidos. A exposição total acumulada determina o risco.

    Em ambos os casos, o nível equivalente (Leq) é o parâmetro mais adequado para avaliação da dose de exposição durante a jornada.

  • Ruído de Impacto
    O ruído de impacto é caracterizado por picos de pressão sonora de curta duração geralmente inferiores a 1 segundo com intervalos superiores a 1 segundo entre os eventos. É um dos tipos de ruído mais lesivos por sua intensidade súbita.

    Características
    Picos superiores a 120 dB(C). Ocorre de forma imprevisível. O ouvido não tem tempo de se adaptar antes do impacto.

    Exemplos
    Marteladas em chapas metálicas, operação de prensas, detonações, disparos de armas, queda de peças metálicas.

    Avaliação
    Medido em dB(C) pico. O limite de tolerância segundo a NR-15 é de 130 dB(C) pico, conforme critério técnico específico.

  • Efeitos Auditivos da Exposição ao Ruído
    A exposição contínua a níveis elevados de ruído provoca danos progressivos e irreversíveis ao sistema auditivo. A PAINPSE é uma doença ocupacional silenciosa o trabalhador muitas vezes só percebe quando a perda já é significativa.

    Perda Auditiva
    Redução da capacidade de ouvir sons em determinadas frequências, inicialmente nas frequências agudas (4.000 Hz).

    Zumbido
    Percepção de sons sem fonte externa. Pode ser temporário ou permanente e está associado à lesão das células ciliadas.

    Dificuldade de Compreensão
    O trabalhador ouve, mas não entende claramente a fala especialmente em ambientes com ruído de fundo.

  • Efeitos Extra-Auditivos do Ruído
    Além dos danos auditivos diretos, o ruído ocupacional provoca uma série de efeitos sistêmicos que impactam a saúde geral, o desempenho e a qualidade de vida do trabalhador.
    Estresse e Irritabilidade
    O ruído crônico eleva os níveis de cortisol, provoca tensão muscular, ansiedade e irritabilidade persistente.
    Distúrbios do Sono
    A exposição diária ao ruído interfere na qualidade do sono, prejudicando a recuperação física e mental do trabalhador.
    Prejuízo à Comunicação
    O ruído dificulta a compreensão de ordens e alertas, aumentando o risco de erros operacionais e acidentes de trabalho.
    Fadiga e Efeitos Cardiovasculares
    Exposição prolongada pode elevar a pressão arterial, aumentar a frequência cardíaca e contribuir para doenças cardiovasculares.


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  • Módulo 1 - Fundamentos do ruído ocupacional
  • Conceitos de som, ruído, frequência, intensidade, decibéis, tipos de ruído, efeitos auditivos e extra-auditivos da exposição ocupacional.
  • Módulo 2 - Base legal e integração com programas de SST
  • Relação do PCA com GRO/PGR, PCMSO, LTCAT, laudos de insalubridade, NR 6, NR 7, NR 15 e gestão documental.
  • Módulo 3 - Avaliação da exposição ao ruído
  • Reconhecimento de fontes geradoras, grupos de trabalhadores expostos, dosimetria, medição pontual, jornada, nível de ação e interpretação técnica dos resultados.
  • Módulo 4 - Medidas de controle coletivo, administrativo e individual
  • Controle na fonte, enclausuramento, manutenção, isolamento acústico, rodízio, sinalização, uso correto de protetores auditivos e critérios de seleção de EPI.
  • Módulo 5 - Audiometria ocupacional e acompanhamento da saúde auditiva
  • Exames admissionais, periódicos, demissionais, interpretação ocupacional dos resultados, mudança de limiar auditivo e condutas preventivas.
  • Módulo 6 - Implantação, gestão e melhoria do PCA
  • Etapas de implantação, responsabilidades, treinamentos, registros, indicadores, investigação de falhas, revisão periódica e integração com cultura de seguranç